Eu estava com uns 18-2...anos... muito novinha, mas já bem safadinha na arte de seduzir. Era uma manhã de sábado, bem cedinho, coloquei um topzinho rosa e um shortinho curto preto. Olhei no espelho e admirei meu belo rabo.
— Puta que pariu, cada vez maior. Vou matar um do coração assim.
Enfim, sai de casa e fui até a pista de corrida que ficava a alguns quarteirões. Fui em um banco de concreto e comecei a me alongar. Estiquei as pernas, dobrei os braços e olhei em volta. A rua estava vazia e o vento batia nas árvores. Então, comecei a caminhar e logo, outras pessoas surgiram.
— Nossa!! Que gata!
— Que delicinha!!!
Escutava alguns elogios dos rapazes, mas ignorava. Meu desejo era outro.hahaha
Foi ai que vi, ao longe, um gordinho se alongando em um banco...conforme me aproximei, notei que aparentava ter um pouco mais de 30 anos. Não era o que eu queria, mas me bateu uma puta vontade de mamar. Ele vestia uma camiseta regata azul e short branco apertado. Era branquinho, barba cerrada e cabelo curto.
— Bom dia! — falei toda meiga.
— Opa..bom dia...tudo bom?
— Espero que a torneira ainda funcione. — falei me aproximando a uma fonte de onde era possível beber e abri a torneira.
Me encurvei e bebi. Na visão dele, deve ter visto minha bucetinha marcando no short. Fiz questão de empinar bem a bunda. Quando me virei, ele estava alongando o braço, me olhando.
— Essa água é muito boa. — falei sorrindo.
O gordinho era bem robusto, devia ter 1,65m e uns 85 quilos. Tudo nele era fofinho, inclusive o volume que vi no short.hahaha
— É boa mesmo... muito gostosa! — ele disse, disperso. — Digo... como se chama?
— Ana e você?
— Carlos.
Notei que usava aliança.
— Está sozinho?
— Minha noiva não gosta de caminhar. Eu também não, mas quero dar uma melhorada na aparência pro casamento.
— Hummm... entendi. — Olhei em volta aonde havia muitos arbustos por trás das árvores.
— O que está olhando?
— Sempre tive curiosidade de ver o que tem do outro lado.
Ele foi até as árvores, passou pelos arbustos e voltou.
— Tem uma trilha de terra e pra lá — apontou com o dedo. — só terreno baldio.
Fui até o mato e passei pelos arbustos. Realmente tinha uma trilha de terra e levei um susto quando me virei. Carlos estava próximo.
— Falei pra você. Duvidou de mim, né?
— Nunca caminhei por aqui. Quer me acompanhar?
Começamos a andar, conversamos até entrar no papo de relacionamento.
— Então você está solteira. Novinha desse jeito deve ter muitos pretendentes.
— Carlos, agora você está parecendo minha mãe falando. Sou novinha, mas sei fazer muita coisa de adulto.
Chegamos ao final da trilha aonde havia uma grade que cercava a estação de água. O jeito era passar pelos arbustos e voltar para a pista, mas eu já estava de fogo.
— O que está fazendo? — perguntou o gordinho enquanto eu pulava a grade.
— Hoje é sábado, não tem ninguém aqui. Quero ver como é.
Quando pulei para o outro lado, Carlos balançou a cabeça.
— Volta logo pra cá, Ana. Vai se dar mal.
— Vem aqui comigo.
— Tá maluca, porra?! Se me pegam ai com você vou em cana! Além do mais, olha pra mim... acha mesmo que consigo pular ai?
Subi o topzinho até metade dos seios.
— Posso te mostrar mais se vir aqui.
Não sei de onde ele tirou força. O gordinho subiu a grade como um doido e pulou.
— Assim você acaba comigo, caralho! — disse passando a mão no joelho.
Sai correndo indo até a casinha que ficava ao lado da caixa d’água. Ele veio atrás.
— Espera...aonde está indo?
Fiquei atrás da casa esperando, quando Carlos apareceu, puxei ele pela camiseta e o beijei intensamente.
— Espe...raa... cal..maaaa.. o quee...
Ele ficou sem reação, peguei nas mãos dele e botei na minha bunda.
— Abusa de mim, porrraaa! — falei enquanto o beijava e tirei sua camiseta.
Dei um chupão no pescoço dele que logo, me afastou.
— Pára, porra! Quer me fuder?! Como vou explicar essa merda pra Larissa? — perguntou passando a mão no pescoço.
Então, tirei a camiseta e o sutiã. Ele veio e me agarrou.
— Sua loirinha do caralho... eu te arrebento, cachorra!
Ele mordeu meu pescoço descendo até os seios. Apertou minha bunda com vontade.
— Que delicia de novinha.
Eu o afastei colocando-o contra a parede. Me virei, encostei nele rebolando enquanto ele alisava meus seios e mordia minha orelha.
— Que putinha danada você... Louca pra levar piroca, né?
— URRUMMMM...ESTOUUU! — confirmei já tirando o shortinho.
— Está sem calcinha?! Sabia..quando estava bebendo água, vi toda essa buceta gostosa.
Ele passou a mão na minha buceta e dedilhou. Senti a rola dura no meio da minha bunda.
— Se continuar me provocando assim... vou te comer, Aninhaaa!
PLAFT, PLAFT
— Bota a mão na parede e empina esse popozão!
Fiquei toda encurvada e o gordinho abriu minha bunda com as mãos. Sua língua rodopiou meu cuzinho e foi até minha buceta.
— UINNNN! — Gemi que nem uma cachorrinha no cio. — AINNN Carlooossss!
O gordinho sabia o que fazia. De vez em quando, enfiava um dedo no meu cuzinho para ver se eu aguentava. E no tesão que eu estava?..hahha.. pedi mais!!
— Quero picaaaa! Me dáaaaaa!
Virei o rosto de lado e mordi o braço.
— Tira logo essa porra e me fode sem dó!
— Que rabão gostoso, Aninha! É uma rebolada e eu gozo...
Ele se levantou, abaixou o short até metade das coxas. Bateu com a pica na entradinha do meu cu.
— Quer chupar primeiro pra lubrificar?
Eu estava possessa, peguei o cacete quente dele, coloquei na entrada do meu cuzinho e joguei o corpo para trás.
— Eu quero é issoooooo...ohnnnnn..oinnnnn!
Carlos segurou minha cintura e enterrou tudo. Mesmo se eu quisesse não conseguiria sair dali. O gordinho me travou entre a parede e ele.
— AGUENTAAAA..TOMAAA VAGABUNDAAAAA!
PLAU,PLAU,PLAU
Levei um baita susto, perto do portão, um tiozinho apareceu... ele estava com uma roçadeira na mão. Ele nos viu e sorriu. Carlos parou de me comer e então, o tiozinho falou:
— Podem continuar, estou aqui apenas para tirar esse mato.
O coroa começou a mexer no equipamento e então, Carlos deu uma batida violenta dentro da minha buceta e explodiu numa gozada violenta.
— RRRRUUUMMMM ARRRRGHHHHHH POORRRRRAAAAA!
Ele quase me tirou do chão segurando minha cintura enquanto enchia minha buceta.
— AINNNN CARLOOOOSSS! UINNNN! DENTRO NÃÃÃOOOOO..OHHHNNNN
O gordinho se encurvou sobre mim, exausto. Quando tirou a pica, senti escorrer muita porra de dentro. O coroa se aproximou e riu.
— Ohhhh coisa boaaaa... já fiz muito isso na juventude..hahaha
Carlos olhou para o coroa recolhendo a pica e subindo o short.
— Não há nada mais gostoso do que embuchar uma cabritinha dessas... Né, meu filho?
— Pois é! Essa aqui deu trabalho. Ficou me enchendo a paciência pra meter nela.
— Larga mão de ser mentiroso! — falei brava.
O coroa riu.
— A bixinha é braba, hein. Essas assim a gente tem que botar no laço senão meu fi... é chifre pra todo lado!
Carlos saiu caminhando e ainda disse:
— Essa vagabunda me fez soltar toda porra acumulada..hahaha.
O coroa ficou me observando enquanto eu me ajeitava.
— Se meu pau ainda subisse iria querer dar uma metida também.
Olhei para ele, desconfiada.
— Sou Zeca, prazer...você?
— Ana. Aquele filho da puta encheu minha buceta.
Ele deu gargalhada.
— Um mulherão desses acaba com qualquer um. Nunca em 60 anos, vi alguém berrar igual aquele caboclo.
Zeca era um coroa moreno, cabelo grisalho, barriguinha saliente e um pouco mais alto do que eu. Estava usando calça e camiseta larga.
— O pior o senhor não sabe.
— O que?
— Fiquei esperando que ele fosse meter no meu cuzinho. — Passei a mão na bunda e dei um tapa. — Mas, nada!
O coroa me pegou pelos braços, me puxou até o outro lado da casa e me jogou contra a parede do fundo. Ele me virou de costas pra parede e abaixou meu shortinho.
— Que rabão gostosoooo! Óia só isso! Tu quer rola no cu, quer?
— URRRUMMM..O senhor me dá?!
Ele encurvou e chupou meu cuzinho.
— AINNNN! OHNNNNN! AINNN SEU Zecaaaaaa!
Escutei o barulho do zíper da calça e sabia o que ia vir. Quando ele deu a primeira bombada, vi estrelas.
— AIIII CARALHOOOO!
Eu sai da pica colocando a mão no rabo.
— Nossa, Seu Zeca...que pirocão é esse?
A rola estava meia bomba na mão dele.
— Gostou do meu alarga toba? 18cm de mandioca pra enterrar em mocinha safada! Você quer mamarrrr..ohhhhhhh!
Eu já estava ajoelhada com a boca naquela vara. Conforme mamava, a rola ficava mais dura. Mal conseguia passar da metade.
— ISSOOO! ASSSIMMMM! Isso que é trem bão...ohhhhh
GLUB, GLUB, GLUB
Me coloquei de pé, joguei o coroa sobre a grama e fui sentando de frente encaixando a pica na buceta.
— Uai...não queria levar no cuzinho?
— Tá doido?! Essa coisa aqui vai me deixar toda arrombada. Minha buceta...por outro laaaaadoooo ohhhh.. aguentaaaa tudoooo..ainnnnnnn
Em pouco tempo, estava quicando, controlando até aonde a pica ia.
PLOC, PLOC, PLOC, PLAU,PLAU
— Mete danadaaa..assimmmm..issssooo...caralhuuuuuu!
— Eu mereçooo issssuuuu ainnnnn!
Quando parei, o coroa riu.
— O bom é que o rapaizinho já deixou ela cheia de sêmen. Está deslizando que é uma delícia!
Sai de cima e me virei para sentar de costas, mas o coroa se levantou.
— Quero você de perna aberta, loirona! Anda, deita ai e arreganha pro véio!
Mesmo sabendo que sairia dali suja e com o corpo coçando pela grama, sentei no chão e abri as pernas. O coroa tirou a camiseta sua barriga estava suada e se jogou sobre mim.
— Tu vai ver o que é bom. — disse enfiando a rola até a metade da minha buceta.
— Vai devagar, tá?
Ele bombou devagar segurando minhas pernas. Ia com a rola até a metade e então, jogou minhas pernas sobre os ombros, ficou semi ajoelhado fazendo eu me encurvar deitada no chão.
— Assim nãããooo aiiiiinnnnn.......ohhhhhhhhh
PLAU, PLAU, PLAU
— Essa posição é a melhor para plantar mandioca em puta!
PLOC, PLAU,PLOC
Coloquei as mão na lombar pra aguentar o peso e a pressão que o corpo do coroa fazia.
— Vai me quebrar no meiooo..AINNNNNNN!
Mas nada do que dissesse iria fazê-lo parar.
— Geme, sua meretriz safadaaaaa.....piranhaaaaaaa... eu sei que tu gosta assim...ahhhhh
Gente do céu, o coroa se transformou, começou a suar pingando no meu rosto enquanto se esforçava pra meter. Ficamos assim por uns dois minutos até que sorriu.
— Vai querer porra aonde?
— Dentro não. — falei suspirando. — O senhor vai jogar dentro meu útero assim.
PLOC, PLAU, PLAU
— Não quero engravidar do senhor...hahaha — dei uma risadinha. — que coisa horrível seria meu filho.
— É vagabunda... tu gosta é de novinho, hããmmm... pode deixar... quero ver se vai continuar sorrindo depois que eu leitar sua cara.
Ele saiu de dentro de mim, sentou sobre minha barriga e leitou o meu rosto.
— NÃÃÃOOO..PÁÁÁRAAAAAAA!
— ARGHHHH POORRRAAA..TOMAAA SUA PUTAAAAA!
PLEFT, PLEFT
Os jatos vieram no meu rosto com força, fui ficando cada vez mais branquinha com tanta porra!
— Ri agora, cachorra!
Quando ele terminou, passou a pica na minha cara me deixando mais melecada.
— Agora sim, está bonita!
— Seu filho da put....arghhh arghhh
GLUB, GLUB, GLUB
O coroa meteu a pica na minha boca.
— Só assim pra aprender qual é o seu lugar, né...biscateeeee! HAHAHAH
Zeca se pôs de pé ainda vislumbrando o que tinha feito comigo enquanto eu sentava, desnorteada.
— Agora, vaza logo daqui..preciso trabalhar!
Me vesti e sai de lá com a cara cheia de porra. Limpei no topzinho e estava toda suja. Fui correndo pra casa e tomei um banho. Até hoje, quando faço caminhada, fico esperando encontrar alguém que queira me pegar do mesmo jeito que aqueles dois safados.
É isso! Tomara que tenham curtido e ficado de pau duro com mais este conto sakana. Deixem um comentário e queremos saber o que estão achando dos nossos contos. Se está muito cumprido.... arrastado...hahaha...me digam!
Bjos e até o próximo conto!




