Olá, este é meu primeiro conto aqui no site. Espero que gostem, comentem e avaliem se possível. Esse conto é verídico e realmente aconteceu comigo. Como forma de desabafo, resolvi compartilhar minha história, mudando, claro, o nome das pessoas envolvidas — no caso, o meu e o de minha tia.
Primeiramente, vou me apresentar. Meu nome é Paulo. Atualmente tenho 27 anos, sou gordinho, tenho 87 kg distribuídos em 1,76 m de altura, moreno, olhos castanhos escuros. Na época do evento, porém, eu tinha 18 anos. Desde os 13 ou 14 anos sempre tive um forte desejo por mulheres mais velhas. Perdi a virgindade com uma empregada da minha mãe e, até hoje, tenho uma tara absurda por coroas. Mas vamos ao conto.
Moro em Aracaju, capital de Sergipe — uma cidade relativamente pequena se comparada a outras capitais do país. Para entenderem melhor o contexto: na época, eu estava no segundo período da UFS (Universidade Federal de Sergipe). Toda a minha família estava muito feliz, eu trabalhava e meu pai me presenteou com um carro por ter sido aprovado na Federal.
Minha família era composta apenas por eu, meu pai e minha mãe. Nunca nos sentíamos solitários, pois o restante da família — tanto por parte de pai quanto por parte de mãe — era bastante unida. Todo final de ano as festas de Natal e Réveillon aconteciam em nossa casa, por ser próxima à praia e grande o suficiente para caber todo mundo, além de ficar em um condomínio fechado. De vez em quando apareciam familiares que moravam em outro estado.
Um desses familiares era minha tia Débora, irmã do meu pai, que morava em São Paulo capital e veio passar as férias do trabalho com a gente. Minha tia era uma verdadeira deusa. Ela era uma verdadeira gordelícia, corpo cheinho, mas com uma grandes peitos, naturais, bunda grande e firme, e roliças pernas grossas. As únicas diferenças entre ela e minha mãe que são marcantes eram o rosto de minha tia, um pouco mais angelical, a pele mais branca (quase gótica, bem clara, com cabelos bem negros) e os cabelos longos, negros e cacheados.
Minha tia tem 1,61 m de altura e, na época, tinha 39 anos. Ela havia descoberto uma traição do marido e estava em processo de separação — pelo menos era o que eu achava, pois foi o que meus pais me contaram. Esse foi um dos motivos de ela ter ido sozinha para Aracaju naquele ano.
Era uma segunda-feira. Eu estava de férias tanto da faculdade quanto do trabalho, e meu pai pediu para eu ir com o carro pegar minha tia no aeroporto (o de Aracaju fica bem próximo da orla e, consequentemente, da nossa casa). Havia cerca de oito anos que não nos víamos. Eu sempre tive muito apreço por ela; tinha lembranças de que ela sempre me tratava com muito carinho, beijos, abraços e muito dengo. Como não nos víamos há tanto tempo, meu pai disse que ela tinha meu número e fotos minhas, e que estaria me esperando na porta do aeroporto. Não precisaria descer para esperá-la.
Dito isso, fui me arrumar. Logo o voo dela chegaria. Então minha tia me ligou:
— Alô, Paulo?
— Oi, sou eu sim!
— Paulo, sou eu, sua tia. Tudo bem? Já cheguei e estou te esperando. Qual é o seu carro?
— Estou bem, tia. Daqui a cinco minutinhos no máximo estou aí. Meu carro é um Tiida vermelho. Quando estiver chegando, darei um jogo de luz com o farol.
— Ah, tá bom então! Xero até já!
— Xero, tchau!
Ao desligar, imediatamente salvei o número dela no celular e fui encontrá-la. Chegando lá, tinha muita gente na porta do aeroporto, mas ela viu meu carro, acenou, e eu não pude acreditar no que via: uma mulher linda e gostosa que eu nunca imaginei ser irmã do meu pai. Ajudei-a a colocar as malas no carro, dei um abraço apertado nela e pude sentir, pela primeira vez, seus peitos imensos pressionando meu abdômen. Começamos a conversar sobre assuntos banais. Ela me elogiou bastante, dizendo que eu tinha crescido e que estava lindo. Eu agradecia, super envergonhado com a quantidade de elogios, e seguimos conversando até chegarmos em casa.
Foi muita festa e comemoração. Minha mãe a colocou no quarto de visitas, que ficava vizinho à minha suíte no andar superior.
No dia seguinte era o Réveillon. Minha tia ajudava minha mãe a preparar a ceia, enquanto eu e meu pai estávamos no corre-corre do aluguel das mesas, cadeiras e da compra da carne para o churrasco. Nada de muito relevante aconteceu até a festa. Eu e toda a família estávamos se embriagando; meus primos mais novos brincavam no condomínio. Aquela, em especial, foi a primeira noite em que eu realmente bebia com toda a família. Meu pai, como de costume, bebia absurdamente, assim como meus tios.
Chegando próximo da meia-noite, fomos para a praia (minha mãe e minhas tias têm uns rituais de jogar oferenda para Iemanjá, pular as sete ondinhas e esse tipo de coisa; eu ia mais pela folia e para tomar champanhe com todo mundo). Eu sentia dentro de mim uma espontaneidade e desinibição que nunca tinha tido, pois estava bebendo whisky e, como falei, ainda era fraco para bebida.
Depois dos fogos, voltamos para casa para a ceia e para festejar. Comecei a beber água para não passar nenhum vexame na frente dos meus pais e familiares, então não estava mais tão bêbado. Quando todos foram embora e meus pais foram dormir, eu e minha tia ainda estávamos sem sono. Para não os incomodar, ficamos na varanda do meu quarto, que tinha vista para o jardim. Podíamos ficar de boas, bebendo e conversando sem incomodar ninguém.
Minha tia estava em pé no guarda-corpo da varanda e me chamou para ficar em pé com ela, admirando a paisagem e aproveitando a forte brisa do mar. Nesse momento, não sei o que me deu: parei bem atrás dela, pressionando-a contra o guarda-corpo, e pude sentir o calor do corpo dela. Imediatamente percebi a merda que tinha feito, dei um passo para trás e fui para o lado dela. Mas com certeza ela sentiu meu pau pressionando sua bunda — e ele já estava duro. Ela usava um vestido tomara-que-caia branco rendado (daqueles de praia que parecem tricô), que deixava quase todo o corpo à mostra, com um decote maravilhoso, e grande parte dos peitos exposta.
Após alguns minutos de um silêncio tedioso, enquanto eu pensava em algo para quebrar aquele silêncio que eu mesmo havia provocado, minha tia perguntou:
— Este é um bom momento para ficar com a sua namorada. Por que ela não veio passar o Réveillon com a gente? Aproveitar a entrada do ano novo para fazer sexo e ficar juntos.
Eu dei aquele sorriso amarelo e falei:
— Eu e ela terminamos, tia. Há uma semana.
— Oxe, por quê? Pelo que seus pais falam, ela parecia ser tão legal e bonita.
— Ela está se mudando com os pais. Vão morar em Portugal, e nem eu, nem ela, acreditamos em relacionamento a distância.
— É, realmente relacionamento a distância é complicado mesmo. Seu ex-tio (o atual ex-marido dela) vivia viajando e, a cada dia, fomos nos distanciando cada vez mais, até o ponto de tanto eu quanto ele trairmos um ao outro. Fora que estávamos há cerca de um ano sem transar.
Fiquei estático com a declaração. Eu não sabia que ela também tinha traído o marido. Tentando não dar muito foco nisso, voltei ao assunto do meu relacionamento:
— Poxa, tia, que barra, hein! Aguentar um ano sem transar… acho que eu estaria subindo pelas paredes. Mas devo admitir que meu relacionamento na cama com ela não era lá essas coisas também.
Minha tia olhou para mim com um olhar de curiosidade e, em tom de comédia, perguntou:
— Qual o problema? Você goza rápido ou é pau pequeno?
— Muito pelo contrário, tia. Ela reclamava que meu pau era muito grosso e sempre tenho muita dificuldade em penetrar. Por isso a gente acabava ficando muito nas preliminares.
Minha tia, surpresa, falou:
— Garoto, nunca imaginei como você cresceu. Não vou mentir que tive um namorado com o mesmo problema. Provavelmente a vagina dela ainda não estava pronta para receber algo grande, ou ela não estava totalmente excitada. Na verdade, há muitas coisas que podem explicar isso.
Com o assunto, eu estava morrendo de excitação e não conseguia parar de pensar em foder com minha tia. Tentando não sair do assunto, perguntei:
— Mas e você, tia? Qual o problema com o tio?
— Então, de uns tempos para cá, tentei inovar na cama, mas seu tio não tinha mais tesão em mim. Não comparecia na cama. Depois que descobri umas fotos dele com outra mulher numa banheira, que peguei no computador, fiquei puta da vida e comecei a transar com o porteiro do nosso antigo apartamento.
— Nossa, tia… não imagino como o tio pode não ter tesão em você — falei, tentando esconder meu pau duro, que parecia querer bater continência.
Então minha tia notou minha inquietação, olhou em direção à minha virilha e, consequentemente, viu o alto relevo na minha bermuda. Em seguida falou:
— Estou percebendo que pelo menos você tem tesão em mim, né?
Disse ela sem tirar os olhos do volume.
— Me desculpe, tia. Estou um tempo sem transar e o assunto, mas você linda e sexy desse jeito, me deixou com um puta tesão.
Minha tia então sorriu, olhando para a minha cara de safado, olhou novamente para meu pau, deu um leve suspiro seguido de um sorriso. Estendendo a mão, foi em direção ao meu pau e, sobre a bermuda, começou a acariciar:
— Que tal a gente fazer uma loucura de ano novo? Agora será nosso segredo?
Disse ela, aproximando o rosto do meu.
Meu pênis, que nessa hora já estava duro, ao sentir o toque da mão dela, começou a pulsar. Eu não me movia. Naquele momento, eu era dela e ela faria o que quisesse comigo. Minha tia pegava firme, parecia querer sentir as texturas sobre a bermuda. Tia Débora começou a tirar meu pau para fora da bermuda e olhava diretamente para mim, enquanto iniciava o movimento de subir e descer com a mão, acariciando e apertando.
— Está escorrendo melzinho… amo o sabor disso — ela disse, referindo-se ao líquido transparente que saía da cabeça.
Então ela colocou a mão na minha nuca, me tascou um beijo molhado e sensual. Eu peguei pela cintura, pressionando mais o corpo dela no meu, puxei-a forte para o meu encontro, arrancando um gemido, seguido de:
— Vou te mostrar como sua tia sabe transar.
Minha tia se abaixou, me alisando e beijando a barriga até chegar à virilha. Olhando fixamente para a cabeça do meu pau, aproximou a língua e lambeu o líquido. Disse que era uma mistura de azedo com doce, e que era apaixonada por aquilo. Eu já estava totalmente entregue a ela. Meio que por instinto, segurei em seus cabelos e coloquei ao menos metade do meu pau em sua boca de uma só vez. Ela quase se engasgou, entendeu o recado e começou a mamar na minha rola. Parou e ficou lambendo minhas bolas, vinha pelo talo até chegar na cabeça, onde lambia ela toda e tentava enfiar a língua na boca do meu pau, até que abocanhou a cabeça e voltou a me chupar com vontade.
Naquela varanda só se ouviam os barulhos produzidos pelos lábios de minha tia deslizando pelo meu pau duro. Eu a segurava pelos cabelos e, de vez em quando, a puxava para trás, batendo com o pau duro na cara dela. Ela me olhava com uma cara de puta querendo rola. Nessa situação, recebendo o melhor boquete da minha vida, eu gemia e falava besteira:
— Que tia safada eu tenho! Chupa, sua cachorra! Chupa o pau do seu sobrinho! Chupa!
Minha tia, vendo minha cara de tesão, aumentava a velocidade da chupada e sentia o membro indo cada vez mais fundo em sua garganta. Quando ela sentia meu pau inchar como se eu fosse gozar, parava, apertava um pouco a cabecinha e voltava a mamar devagarinho. Eu, morrendo de tesão e com as pernas bambas, fui me escorando até conseguir me sentar em uma poltrona que tinha na varanda.
Minha tia nesse instante parou por um breve momento o boquete, se levantou e começou a tirar a roupa na minha frente, fazendo um strip-tease com a música que ainda vinha da festa do condomínio, revelando aqueles peitos que eu desejava e admirava a noite inteira.
Após retirar toda a roupa, ajoelhou-se na minha frente e retornou a chupar meu pau, começando da base e subindo com a lateral da boca. Quando chegou em cima, focou a passagem da língua somente na cabeça, enquanto olhava diretamente nos meus olhos. Ela metia minha pica na boca devagarzinho enquanto massageava o saco com uma ternura indescritível. Minhas bolas doíam de tanto tesão.
Pensei que fosse ficar só no boquete, mas subitamente ela se levantou, tirou o vestido pela cabeça e despiu a calcinha.
— Caralho, tia… que boquete gostoso da porra… — eu gemia baixinho.
Minha tia então parou de vez e falou:
— Agora sua vez de me chupar gostoso, Paulo!
Sentada na outra cadeira, ficou na posição de frango assado e, com o dedinho, me chamou para cair de boca na sua buceta.
Comecei a beijar a buceta de minha tia como beijava uma boca. Sem nojo, lambuzei aquela buceta toda com minha saliva, estimulava o clitóris, fazendo movimentos de oito com a língua enquanto enfiava dois dedos e pressionava o ponto G, que estava inchadinho. Era língua atrás de língua. Chupei com vontade e agitei a ponta da língua o mais rápido que pude em cima daquele ponto de prazer. Ficava lambendo e chupando; depois colocava a língua na portinha da vagina, deixava-a dura e pontuda, e começava a penetrar dando estocadas. Depois de estocar, subia com a língua, deixava-a bem molinha e voltava a brincar com o clitóris. Até que ela, sem aguentar, falava para não parar, que ia gozar. Eu, como um bom sobrinho, obedeci e senti seus líquidos jorrando na minha cara, deixando aquela buceta totalmente molhada para o abate.
Tia Débora, ofegante, me puxa pelo braço, me arrasta para dentro do quarto, me joga na cama e, sem pudores, sobe com um pé de cada lado do meu corpo e vai descendo sobre mim até que a ponta do meu caralho encosta na racha dela, encharcada de tanto ter feito ela gozar. A buceta pingava sobre meu pau. Ela esfregou um pouco minha chapeleta contra a buceta, me olhou nos olhos e disse:
— Paulo, vou usar tanto esse pau grosso que, até eu ir embora, ele vai afinar.
Dito isso, foi sentando devagarinho sem parar de me olhar nos olhos. Meu pau entrou com facilidade de tão molhada que estava, e ela começou a cavalgar gostoso em cima de mim. Em dado momento, passou a cavalgar freneticamente, parecia que não via um pau há anos, enquanto mandava eu mamar em seus peitos. Eu obedecia, com certa dificuldade, pois a velocidade com que ela cavalgava atrapalhava a mamada. Depois de certo tempo, ela sai de cima de mim, fica de quatro na cama, se apoia na cabeceira e pede com carinho e com a voz mais sexy que eu poderia escutar:
— Vem, meu sobrinho lindo… mete essa pica grossa em mim! Me come de quatro!
Eu me posicionei de joelhos atrás dela, agarrei firme as bandas da bunda, pincelei meu pau na entrada da buceta e, só para sacanear, ficava ameaçando, colocando só a cabeça e depois tirando. Repeti esse ato umas quatro vezes, até que, quando ela menos esperava, dei uma estocada forte na buceta dela, fazendo-a gemer alto.
— Aaaaahhhhhh, filha da puta! Me fode gostoso, vai! Arregaça sua tia!
Segurei a cintura dela e dava estocadas cada vez mais fortes, aumentava o ritmo cada vez que ouvia os gemidos. Minha tia começou a gemer cada vez mais alto enquanto segurava a cabeceira da cama. Suas pernas já estavam fracas de tanto gozar com meu pau bombando dentro daquela bucetinha. Já estávamos metendo nessa posição há cerca de uns 10 minutos, até que falei que não aguentava mais segurar. Sentindo a porra vindo, me apressei, posicionei-me entre os peitos dela e, ela entendendo o que eu queria, envolveu meu pau entre eles e, com a boca, abocanhou a cabeça. Disparei uns cinco jatos de porra espessa e quente, inundando sua boca, que com maestria engoliu tudo e deixou meu pau, já sensível, sequinho — me deixando quase tendo um ataque epilético.
Me deitei na cama e ela, posteriormente, veio deitando-se sobre meu peito. Me olhando nos olhos com a maior cara de safada, disse:
— Você gozou que nem um cavalo, Paulo. Quase me engasguei com tanta porra na boca.
— Estava quase uma semana sem transar, estava com muita porra acumulada. E, convenhamos, tinha que gozar bastante para combinar com esses peitões maravilhosos que você tem, tia.
— Meu Deus! Se soubesse que transar com meu sobrinho seria tão bom assim, já tinha dado para você há mais tempo. Mas olha aqui: não pode deixar ninguém da família saber de nada disso!
— Óbvio que não vou dizer nada, tia. Se meu pai souber disso me mata. Além disso, quem come quieto, come duas vezes, não é?
Joguei o verde para ver se teria bis com ela novamente.
— Isso é verdade. E acho bom você ir se preparando, que ainda vou ficar mais 20 dias aqui com vocês.
Depois disso, transamos muito até ela retornar para São Paulo. Nos tornamos um PA: toda vez que vou para São Paulo, fico na casa dela e, obviamente, transamos muito.
Caso gostem do conto, contarei outras experiências com minha tia e outros casos.



