Um dos melhores amigos da minha irmã, que era nosso vizinho, estava frequentando minha casa quase todo dia e, sempre que tinha chance, subia pro meu quarto pra puxar assunto
Daqueles tagarelas mesmo, que não ficam quietos um segundo, que riem de tudo, têm mil histórias pra contar e estão sempre de bom humor.
percebi que, além disso, ele era, digamos, jeitosinho. Já estava cheio de curvas onde importa, com uma bundinha muito gostosa.
Certo dia ele apareceu com um shortinho amarelo micro, colado e de tecido bem fino.
Eu ali, com pensamentos de tarado naquele rabinho gostoso, e ele se aproxima como já tinha feito outras vezes e fica na minha frente, entre mim e o computador, perguntando o que eu estava fazendo. Aliás, repetindo a pergunta várias vezes. Aproveitei e disse: senta aqui no meu colo que eu te mostro. Ele, na maior inocência, sentou.
Dei um jeito de encaixar aquela bundinha gostosa no meu pau, que já estava muito duro, e fiquei distraindo ele falando algo das matérias do ensino médio. Também botei a mão na coxa nua dele, de moleque mas já bem grossa, uma delícia de colocar a mão. Comecei a gostar da brincadeira e ficava me perguntando: será que ele é tão inocente assim? Nem tá ligando?
Disse pra ele ficar mexendo em algo no meu computador e saí do quarto. Vi que meu irmão não tava em casa e foi por isso que o garoto tinha subido. Antes de entrar no quarto eu tirei a cueca e fiquei com o a barmuda, sem cueca, deixando meu pau duro e solto.
Voltei e ele estava lá sentado e, quando entrei, começou a tagarelar de novo. Sentou no meu colo outra vez, e eu dava um jeito de colocar meu pau bem no meio da bundinha dele, com o shortinho todo atolado. Enquanto ele usava o computador eu me mexia o tempo todo, pegava ele pela cintura, quase pela bunda, e ficava deslizando pra cima e pra baixo no meu pau.
Passei um tempinho fazendo isso até que falei para ele
— agora você vai fazer um agradinho pra mim e, pra você parar de falar um pouco, vou te mostrar uma coisinha.
mandei ele se ajoelhar na minha frente, tirei meu pau pra fora e apontei ele pro rosto do garoto. Ele ficou com cara de assustado, mas eu notei a safadeza nos olhos dele. Peguei ele pela nuca e enfiei meu pau todo dentro da boca dele, mandando ele passar a língua. Ele ficou engasgando com a minha pica. Mostrei como ele devia fazer pra punhetar meu pau e mandei chupar, engolir, lamber a cabecinha, lamber as bolas. Eu dizia:
— Agora você vai aprender a chupa a pica do seu vizinho, chupa. Você tá gostando, né? Você nunca fez isso antes, né? Chupa gostoso, eu sei que você gosta.
Ele fazia tudo sem jeito. Eu já estava acreditando que era totalmente inocente, que nunca tinha feito aquilo, mesmo se vestindo como uma putinha. Aquele jeitinho de muleque tagarela dele às vezes me irritava, mas agora eu só queria mostrar pra ele o que ele merecia por ser assim: pica.
Aquele garoto merecia ser fodido, merecia pau. Segurei forte a cabeça dele e comecei a bombar meu pau na boca dele, como se estivesse fodendo um cu e continuei fodendo a boquinha dele até que... gozei muito. Já fazia mais de um mês que eu não gozava; saiu muita, mas muita porra mesmo, ele não conseguia engolir e ficava babando o meu gozo.
Que imagem linda, aquele moleque com o rosto todo melado de porra. Que sensação maravilhosa.
Ele continuou chupando e meu pau voltou a endurecer. Enquanto ele chupava minha vara, comecei a passar os dedos e depois a enfiá-los naquele cuzinho virgem. O buraquinho dele foi abrindo aos poucos, até o ponto em que eu já conseguia enfiar dois dedos na bunda dele, e o putinho estava louco de tesão, chupava o meu pau totalmente faminto. Mandei ele ficar de quatro no chão e arranquei o shortinho e a cueca dele.
Empurrei a cabeça do meu pau lentamente dentro do cuzinho dele. O putinho gemia e se remexia todo; a cena era maravilhosa, aquele moleque rabudo de quatro, com o bundão bem aberto, e o meu cacete entrando todinho no rabo dele.
Comecei a bombar com força, soltei toda a minha raiva naquele moleque. O cu dele já estava totalmente dilatado; peguei ele pelos cabelos e comecei a dar tapas na bunda dele. Chamei ele de puta, de vadinho, de rabudinho gostoso, falei que o rabo dele era um ótimo ganha-pão, e o safadinho gemia cada vez mais.
Até que tirei meu pau do cu dele e soltei vários jatos de porra naquela bundinha grande e gostosa, que ficou toda melada com meu esperma. Dei um pano pra ele se limpar e mandei ele ir pra casa.
Tesão de história, mas duvido que ele fosse inocente, você colocou dois dedos no rabo dele e em ele não parava de chupar seu pau?
grind