Futebol no sofá do Léo

O jogo tava uma merda. Nosso time perdendo de três, a cerveja ficando morna e eu já sem paciência. O Léo, meu amigo bi que eu sabia que rodava uns caras, tava de bermuda folgada daquelas que deixam tudo balançando. Não dava pra ignorar aquele volume, ainda mais sabendo que o cara tinha 23cm. A gente já tinha trocado uns papos antes sobre isso, ele até me mostrou umas fotos uma vez.

"Porra, Léo... teu negócio é do tamanho que falam mesmo?", soltei, meio sem graça, mas já com o coração batendo forte.

Ele deu aquela risada gostosa, olhou pra mim com um sorriso malicioso e simplesmente puxou a bermuda pra cima ali mesmo e me mostrou no lado da perna. Meu deus. Era um troço descomunal, grosso, veiudo, com a cabeça já melada de pré-gozo. Eu gelei.

"Quer provar ou vai ficar só olhando?", ele perguntou, sério.

Dei uma risada nervosa, mas ele não tava brincando. Dois minutos depois a gente tava entrando no apartamento dele, que ficava ali na esquina.

Assim que a porta fechou, ele sentou no sofá e soltou aquela monstrosidade de novo. Me ajoelhei na frente dele, as mãos tremendo quando peguei. Mal conseguia fechar os dedos.

"Vai, mostra que você é homem mesmo", ele provocou, passando a mão no meu cabelo.

Quando enfiei na boca, quase engasguei. A cabeça batia no céu da boca, a base era tão grossa que meus lábios mal conseguiam envolver. Babava feito um cavalo, com a baba escorrendo pelo queixo, pingando no saco dele.

"Isso, sua putinha. Tenta engolir tudo", ele gemeu, puxando meu cabelo e guiando minha cabeça.

Eu tentava, mas só conseguia meter uns 15cm antes de engasgar. O pau dele brilhava de melado, pulsando na minha cara. Tive que tirar a camisa porque já tava toda encharcada de baba.

Ele alternava entre socadas curtas que batiam na minha língua e enfiadas profundas que me faziam lacrimejar. De vez em quando parava pra esfregar a cabeça melada nos meus lábios, me chamando de cadela e puta baixinho.

Quando senti as bolas dele contra meu queixo, soube que tava perto. "Vou gozar na sua cara, viado. Abre a boca."

Jorrou quente e grosso, escorrendo pelo meu queixo. Eu lambi os lábios, ainda com o gosto salgado na língua.

A gente se olhou, ele deu um tapinha na minha bochecha e riu. "A gente devia fazer isso mais vezes."

Na volta pra casa, com a cueca melada e o pau latejando, já tava imaginando a próxima. Assim que cheguei, enfiei a mão na boca, fechei os olhos e gozei igual um condenado, lembrando daquela rola gigante.

No dia seguinte, mandei mensagem: Quando é o próximo jogo?


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Comentários


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edumanso Comentou em 26/04/2026

As vezes os amigos próximos são os que surpreendem. Futebol sempre pinta lance, comigo foi no vestiário, quando vi estava joelhado mamando e dando rabo pra eles.




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Ficha do conto

Foto Perfil ursobi
ursobi

Nome do conto:
Futebol no sofá do Léo

Codigo do conto:
236319

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/06/2025

Quant.de Votos:
6

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