Desde sempre ele fazia piadinhas com a minha bunda. "Porra, tu é hetero mas tem um rabo de puta", ele ria e eu também ria, desconversava, nunca levei a sério. Até porque, na minha cabeça, eu sou hetero. Sempre fui. Só que o pau endurecia um pouco quando ele fazia esses comentários. Eu nunca admiti isso nem pra mim mesmo.
Naquele dia específico, tava um calor do caralho, postei um stories falando isso quando saí do curso e o Vanderson que morava perto mandou mensagem: "Almoça aqui em casa, man. Tô de folga hoje." Aceitei na hora, tava morto de fome.
Cheguei na casa dele e comemos conversando besteira, rindo de coisa antiga. Mas tinha uma parada: o desgraçado não parava de me secar. Cada vez que eu levantava pra pegar água, ele olhava. Cada vez que eu me virava na cadeira, ele olhava. Eu fingi que não via.
Terminamos de comer, ele levou os pratos pra pia e voltou olhando pra mim.
— Cara, tu tá todo suado. Vai tomar uma ducha aqui. Deixa a roupa no banheiro, eu coloco no varal depois.
Era um calor fudido. Não pensei duas vezes. Quando terminei, me sequei e abri a porta do banheiro o Vanderson tava na sala, sentado no sofá, só de cueca. Uma cueca preta, marcando uma piroca grossa. E na TV da sala o fdp ainda colocou um pornozão da Abella Danger.
— Que porra é essa carai? — falei, tentando rir
Ele não falou nada, só meteu a mão na rola e apertou. E ali, meu pau resolveu me traiu. Ficou duro igual pedra, impossível esconder. Eu tentei cobrir com a mão, mas já era tarde demais.
Ele viu. Sorriu.
— Senta aqui — ele falou, batendo no sofá ao lado dele.
Eu não sentei. Continuei parado, com o pau esticando a toalha. Ele levantou do sofá. Mesmo sendo mais baixo, naquele momento ele parecia maior do que eu. Chegou perto, colou o corpo no meu, a cueca encostando na minha toalha. Eu senti o pau dele duro contra minha coxa.
Colocou a mão na minha nuca, puxou meu rosto pra perto do dele e falou baixo:
— Para de fingir. Você tá com o pau duro desde que entrou aqui.
Eu não falei nada. Só respirava pesado. Ele deslizou a mão pela minha barriga, entrou por dentro da toalha e pegou no meu pau. Apertou. Começou a punhetar devagar, olhando no fundo dos meus olhos.
— Relaxa, sua piranha, hoje eu vou te mostrar o que esse rabo foi feito pra fazer.
Eu me senti igual uma puta. Um cara mais baixo, mais magro, me dominando como se eu fosse uma vadia. E eu tava adorando.
Ele me empurrou sentado no sofá. Tirou a própria cueca e ficou pelado na minha frente. O pau dele era médio mas grosso. Já babando, melado de tesão.
Ele se ajoelhou na minha frente e meteu meu pau na boca. Chupou com vontade, babando todo, fazendo barulho. Enquanto chupava, enfiou um dedo no meu cu. Seco. Eu gritei, mas ele cuspiu no dedo e continuou entrando. Um dedo, depois dois, abrindo, girando, me deixando mole. Eu gemia igual uma cadela, empinando o cu no sofá pra ele alcançar mais fundo.
— Quer mais? — ele perguntou, tirando a boca do meu pau
— Uhum — eu respondi, quase sem voz.
Ele levantou, me colocou de joelhos no chão, de frente pro sofá. Minha bunda ficou empinada, enorme. Ele cuspiu no meu cu de novo, passou os dois dedos, abriu, massageou. E disse:
— Agora mama.
Ele se sentou no sofá, eu ajoelhei na frente, abri a boca e engoli aquela grossura. Chupei com vergonha no começo, mas logo perdi o medo. Babava tudo, passava a língua na cabecinha, descia até a base, sentia os pelos roçando no meu nariz. Enquanto eu mamava, ele enfiava de novo os dedos no meu cu, três dedos agora, abrindo, socando forte. Eu gemia com o pau na boca, empinando o rabo cada vez mais alto, oferecendo. Ele babava meus dedos e socava no meu cu como se já estivesse me comendo.
— Tá uma piranha mesmo — ele falou, rindo. — Olha como você empina esse rabo gostoso.
Ele se levantou e mandou eu subir no sofá de quatro. Eu obedeci. Minha bunda ficou exposta, empinada, o cu já aberto, brilhando de cuspe e lubrificante dos dedos. Ele pegou um vidro na estante, passou lubrificante à vontade na rola e no meu cu. Espalhou com a mão, enfiou dois dedos de novo pra garantir, meu cu já tava molinhi.
Aí ele enfiou o pau. De uma vez. Eu gritei. A grossura entrou toda, me abrindo por dentro. Ele começou a meter devagar no começo, fundo, cada estocada fazia meu corpo deslizar no sofá. Minhas mãos escorregavam no estofado, minha cara enterrava no travesseiro.
— É isso que você queria, sua puta? Fingir que é hetero mas empinar a bunda pro amigo?
Ele acelerou. Metia forte, o quadril batendo na minha bunda. O lubrificante escorria pelas minhas coxas, pingava no chão da sala. Meu pau balançava debaixo de mim, duro, babando no sofá.
Ele me puxou pelo cabelo, levantou minha cabeça e falou no meu ouvido:
— Agora sobe.
Me fez sentar em cima dele no sofá. Fiquei por cima, com as pernas abertas, o pau dele enterrado no meu cu. Comecei a quicar. Rebolava devagar no começo, depois acelerei. O pau dele batia fundo a cada descida, meu cu engolia tudo. Meu pau esfregava na barriga dele, babando. Ele apertou minha cintura e falou:
— Rebola, piranha.
Eu rebolava igual uma puta profissional. Girava o quadril, subia até a cabecinha quase sair e descia com tudo, fazendo o pau bater no fundo do meu cu. O barulho era nojento de tão molhado. Meu pau gozou primeiro, jorrando na barriga dele, sujando nós dois. Mas ele não parou. Me jogou de volta no sofá de quatro e continuou comendo.
Ele me comeu de quatro com uma fúria que eu nunca vi. Metia tão forte que o sofá rangia e batia na parede. Cada estocada entrava até o talo, abria meu cu inteiro, me fazia perder o ar. Eu enterrava a cara no sofá, babando, gemendo igual uma cadela no cio. Minha bunda brilhava de tanto lubrificante, meu cu tava largo, escancarado, aceitando tudo sem resistência.
Ele colocou a mão na minha nuca e me pressionou contra o sofá. Metia mais forte, mais rápido. Eu já não conseguia nem gemer direito, só arfava, com a boca aberta, os olhos revirando.
— Vou gozar dentro dessa puta
Enterrou até o fundo e começou a jorrar. Gozou quente, grosso, enchendo meu cu inteiro. Eu senti cada pulsação do pau dele dentro de mim. E na última estocada, ele meteu com tanta força que meu corpo inteiro travou. Minha visão escureceu. Eu quase desmaiei ali mesmo no sofá, com o cu escancarado, a porra dele escorrendo pela minha bunda.
Ele ficou uns segundos encima de mim, ofegante, o pau amolecendo dentro do meu cu. Eu senti a porra escorrendo grossa pelas minhas coxas.
Fiquei deitado de bruços no sofá por uns cinco minutos, sem conseguir me mexer. Minha bunda ainda empinada, o cu aberto, vazando leite. Ele se levantou, foi até a cozinha, trouxe dois pratos com a comida que tinha sobrado.
Eu levantei cambaleando, com a porra ainda escorrendo pela minha perna. Sentei à mesa, com o cu ardendo e molhado. Comi o prato inteiro igual um homem. Ele ficou olhando, com aquele sorriso sujo.
Depois de comer, me levantei, lavei o rosto, me vesti. Minha cueca já tava toda manchada de porra e lubrificante.
— Vai embora assim mesmo, não quer ficar mais não? — ele perguntou, rindo.
— Vou. — respondi.
Saí andando torto, com o cu escorrendo, a bunda doendo gostoso. Peguei o ônibus de volta pra casa, sentei no banco e senti a porra dele ainda quente escorrendo pela minha calça. Cheguei em casa, tomei outro banho, e quando deitei na cama, meu cu ainda pulsava.
Eu fui almoçar e saí comido.
Embaixo coloquei fotos do meu rabo grande.


Tesão!