Toda vez que meu pai me chamava pra perguntar algo sobre o armário, eu ia igual uma putinha, encarava ele nos olhos, dava risadinha de canto de boca, mexia o quadril sem motivo. Tudo sem meu pai perceber. Ele fingia que não via, mas eu sentia os olhos dele queimando.
Meu pai saiu do quarto pra esquentar o almoço. Aproveitei. Fui lá, fingi procurar algo debaixo da cama, e empinei bem a bunda pra ele. O short enfiado no rabo, empinando daquele jeito. Ele não aguentou. Enfiou a mão no meu rabo. Os dedos grossos de peão massagearam meu cuzinho por cima do short. Ele cuspiu na mão e passou no meu rabo, deixando meu cuzinho todo melado, escorrendo mesmo depois que eu saí dali. Eu tava morto de tesão.
Seu João nem almoçou lá. Foi pra casa dele e voltou duas horas depois. Duas longas horas pensando naquele macho puto, louco pra comer meu rabo.
Quando ele voltou, meu pai já tinha saído. Eu tava sozinho em casa. Meu coração disparou.
Mas ele, pra me dar o troco, não tentou nada. Foi fazer o trabalho dele, correto, frio. Fiquei na mão. O macho que eu tinha provocado resolveu me provocar também. Eu cedi.
Fui no quarto. Ele me olhou. Enquanto encaixava as peças com uma mão, já puxou a pica pro lado. A rola já estava pra fora, grossa, babada, só esperando eu aparecer.
Dessa vez tínhamos tempo. Fui igual uma puta manhosa. Passei só a ponta da língua na cabecinha, devagar. Mamava as bolas dele, sentia aquele cheiro de macho suado, pelo grisalho na virilha. Fazia tudo bem devagar. Enfiava aquela rola na garganta devagarinho, sentindo cada centímetro descer, me engasgando de propósito. Ele se apoiava nas estruturas do armário, delirando, os dedos tremendo na madeira.
Quando ele sentiu que ia gozar, me deu um tapa na cara.
— Fica de quatro.
Eu obedeci. Fiquei de quatro na cama, a bunda empinada. Ele encheu meu rabo de tapa, estalando forte. Puxou meu short pro lado. Cuspiu no meu cuzinho. E aí ele desceu a boca. Chupou meu cu com vontade, a língua grossa entrando e saindo, babando tudo. Meu pau gotejava pré-gozo na cama, pulsava sem nem tocar.
Minha bunda tava toda brilhando de cuspe quando ele levantou. Posicionou a cabecinha daquela rola grossa na entrada do meu cu apertado. Cuspiu de novo. Empurrou devagarinho. Doía. Ele foi entrando centímetro por centímetro, parando, dando tempo, cuspindo mais. Meu cu ardia, mas eu queria. Quando a base encostou na minha bunda, eu relaxei. Ele começou a bombar.
O quadril dele batia forte na minha bunda. Cada estocada fazia meu corpo sacudir. Ele metia fundo, muito fundo, sentindo meu cu apertar o pau dele a cada vai e vem. Eu enterrava a cara no travesseiro e gemia abafado. Ele não tirava o pau quase inteiro, só socava rápido naquele ritmo frenético, o som molhado de cu sendo fodido preenchia o quarto. Minhas mãos agarravam o lençol. Meu pau balançava duro debaixo de mim. Ele meteu assim, forte, durante uns cinco minutos sem parar.
O pau dele engrossou mais dentro de mim. Ele ia gozar.
Deu uma estocada final, enterrou até o talo, e jorrou tudo dentro do meu cu. Quente, grosso, enchendo meu rabo por dentro. Eu senti cada jato escorrendo pelas paredes do meu cu. Ele ficou uns segundos encaixado, ofegante.
Depois tirou a rola devagar. Meu cu ficou aberto, escorrendo leite grosso pela bunda. Ele olhou, se abaixou, e chupou meu cuzinho. Aquele velho era um puto do caralho. Ele sugou toda a porra que tinha escorrido, deixou meu cu limpinho, passando a língua várias vezes.
Se levantou. Ajeitou a calça. Voltou pro armário como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei na cama, jogado de bruços, com o short ainda na canela, a bunda empinada, o cu pulsando vazio. Sem reação. Usado igual um brinquedo sexual.