No outro dia, meu pai me acordou e avisou que Seu João chegaria a qualquer momento, e quando ele chegou, nos deixou sozinho para resolver algo na rua, mas deixando claro que voltaria já.
Seu João entrou no meu quarto com a trena, e mal olhava para as paredes. O safado ficava mexendo na mala de ferramentas e me olhando de lado. Eu estava sentado na cama, de bermuda. Notei que ele não tirava os olhos das minhas pernas e bunda.
Do nada ele puxou conversa sobre namorada no Colégio. Eu disse que não fazia muito sucesso, e era verdade. Ele sorriu de um jeito diferente e veio com insinuações, perguntando se eu não curtia outra coisa, meio babaca mas fazer o que, velho tem dessas.
Papo vai e papo vem, ele abriu o zíper, puxou a cabeça da rola pra fora e trouxe até meu rosto e disse "É disso aqui que tu gosta?". A rola estava visivelmente grossa, quente, babada. Eu congelei por um segundo, mas o safado foi chegando perto e quando a cabecinha encostou na minha boca, eu abocanhei sem pensar.
Mamei gostoso, sem frescura. Enfiei a cabecinha na boca e chupei com força enquanto punhetava. O coroa gemia baixo em pé na minha frente. Estava muito gostoso, mas meu pai podia voltar a qualquer momento, então eu fui frenético. Babei gostoso e comecei a bater rápido, com a rola dele pulsando na minha língua.
Ele não demorou nada. Gozou na minha boca com força e calado, jorrou quente e grosso. Encheu tudo. Eu engoli, mas foi tanta porra que escorreu pelos cantos da minha boca, descendo pelo queixo. Só parei quando ele amoleceu.
Ele guardou o pau, fechou a calça e pegou a trena de novo como se nada tivesse acontecido. Quando meu pai voltou, os dois conversaram sobre madeira e medida. Eu fiquei no quarto com o gosto daquele coroa gostoso na boca.
Dias depois ele voltou pra montar o armário. Mas isso fica pra próxima.