Como de costume, os caras da noite vêm com o mesmo papo: puxam assunto falando de mulher, dizem que por ali sempre arrumam umas boazinhas, que adoram pegar umas safadas bêbadas, que as minas se amarram num negão. Eu só fui rindo e dando corda. Quando percebi que ele tava "contando vantagem" por ser preto, entendi na hora que o que ele queria mesmo era putaria.
"— As minas amam um pau preto. O tanto de safada que pergunta o tamanho aqui, você não tem ideia.
— Ah, eu sou de família preta, mas nunca rolou isso comigo. — Dei uma risada.
— Você é moreninho, preto não é não. Por isso elas não querem. — Ele riu e me fitou pelo retrovisor.
— Pô, qual foi? Ainda dou um caldo
Nós dois rimos e mudamos para outro assunto banal de homem. Quando faltavam uns vinte minutos para chegar na minha casa, parece que ele percebeu que eu tinha dado muita corda para o papo sobre pau grande e soltou:
— Esse caldo que você falou lá atrás... você dá mesmo?
Gelei. Vi que o safado falou isso na malícia. Um pouco relutante, dobrei a aposta:
— Depende do que você gosta...
Ele respondeu:
— Sabia que você tava pra jogo. Eu curto boca e cuzinho de viado. Tá afim de cair na pica aqui?"
— Tô. Mas acha um lugar escuro e tranquilo.
Ele sorriu, virou o volante. Eu já fui me virando no banco de trás, abri o zíper dele e comecei a punhetar enquanto ele dirigia, o safado já estava com a piroca toda babanda, não perdi tempo e comecei a precum na boca, pra juntar com a saliva e ficar mais grossa, quando levei a mão recheada d ebaba pra rola dele, o negão deu um gemido alto e gostoso me chamando de filho da puta, ri na mesma hora. Continuei massageando a cabecinha com a mão melada, sentindo cada veia pulsar contra meus dedos. O barulho era molhado, aquele som obsceno de mão deslizando numa rola inteiramente babada
Quando finalmente achou um lugar, desligou o motor, eu já estava louco de tesão. Tirei a mão da rola dele só por um segundo, tempo suficiente para sair do banco de trás e ir pro carona. Ele estava ofegante, a calça aberta, o pau duro escorregando para fora da cueca já toda molhada.
Dessa vez não tinha pressa. Queria chupar aquela rola como se fosse a última coisa que eu fosse fazer na vida. Ele puxou o banco pra trás e ajoelhei no assoalho do carro, entre as pernas dele, e comecei a lamber a cabeçona preta com a ponta da língua, bem leve, só roçando. Ele gemeu fundo, tentou empurrar a minha cabeça, mas eu queria provocar. Passei a língua em volta da cabeça, sentindo o gosto salgado da pele dele misturado com o melado que não parava de escorrer. Cuspi com força em cima da cabeça da rola dele, vi a saliva escorrer grossa e branca descendo pelo pau inteiro, pingando no saco, a rola dele tava escorregadia, nojenta de tão babada. Comecei a punhetar com força, rápido, fazendo aquele barulho molhado junto com os gemidos dele.
Comecei a acelerar. Metia a cabeça para baixo e para cima sem parar, babando cada vez mais, cuspindo diretamente na rola entre uma sugada e outra. Meu nariz enterrava nos pelos dele, meu queixo lambuzado de meleca, o pau todo brilhando de tanto cuspe. Ele começou a gemer mais alto, mais frequente, as mãos apertando meu cabelo, empurrando a rola na minha garganta.
Ele começou a tremer. As coxas dele fecharam em volta da minha cabeça. Eu senti o pau pulsar dentro da minha boca, a cabecinha inchar ainda mais, e o gosto do gozo começou a escorrer pela minha garganta antes mesmo dele gozar de verdade. Continuei sugando com força, sem parar, enquanto ele jogava a cabeça para trás e gemia sem controle.
No final, ele jorrou direto na minha garganta, quente e grosso, e eu engoli tudo sem parar de chupar, sentindo cada jato escorrer pela minha língua, descendo queimando. Ele gemeu alto, por muito tempo, até o pau amolecer dentro da minha boca.
Ele virou a cabeça, me olhou com aquele sorriso safado e falou:
— Tu acha que eu não vi esse rabo gordo? Bora trocar contato, porque eu quero fuder esse cuzinho.
Eu peguei o celular dele, digitei meu número e devolvi, ele se ajeitou no banco, ligou o carro e falou, sem nem olhar na minha cara:
— Agora vaza, putinha.
Abri a porta, sai do carro e fechei. Ele já estava arrancando antes mesmo de eu virar as costas.
Fui pra casa com a boca ainda salgada e o cheiro dele na minha roupa. Quando cheguei, tirei o celular do bolso e vi que ele já tinha me mandado uma foto com o pau preto dele todo melado.
ursobi