Putaria com o PM safado sem falar uma palavra no ônibus de viagem

Putaria na viagem sem falar uma palavra

Em 2018 fiz uma viagem de SP para o RJ de ônibus de madrugada. Escolhi o banco da última fileira, ao lado do banheiro, porque era um dos últimos lugares. Estava na cadeira do corredor e torcendo pra ninguém chegar. E, graças a Deus, ninguém chegou. Viajei tranquilo até a parada no Graal. Desci pra comer alguma coisa superfaturada e voltei pro meu lugar.

Tempo depois da parada, o ônibus parou na PRF. E, para minha surpresa, subiu um policial procurando lugar. Ele veio andando pelo corredor até chegar com aquele volume gigante marcando na calça na altura da minha cara. Olhei pra ele e levantei pra que ele sentasse na janela. Fiquei nervoso com um macho tão tesudo no meu lado, e ainda de farda.

Depois que ele se ajeitou, começou a ver reels no Instagram, e a maioria era de gostosas rebolando. Fiquei com mais tesão. Logo reparei que ele estava com uma mão só no celular, e quando fui ver a outra, ele estava apertando o pau marcando na calça. Ele estava pra putaria.

Resolvi me arriscar. Abri meu TikTok, que uso pra bater uma punheta, e comecei a ver gostosas também, com o celular distante da minha cara pra ele ver que eu também tava vendo sacanagem. Quando ele olhou pro lado, notei um sorrisinho e um aperto mais forte naquela rola. Comecei a encostar a coxa na dele, e o safado correspondeu.

Olhei pra cara dele, ele olhou pra minha e acenou que sim com a cabeça. Meti a mão naquela mala e também apertei. A calça do puto já estava com uma pontinha molhada de tanto tesão apertando a pica. Passei um tempo acariciando aquela rola. Nós guardamos os celulares e, no escurinho, sem ninguém ver, meti a cara no volume. Dava mordidas de leve no pau dele, esfregava o rosto, mordia a cabecinha enquanto apertava o saco, deixando o macho PM cheio de tesão.

Quando esse safado não aguentou mais, tirou a rola pra fora. Que pica maravilhosa: veiuda, grossa, retinha e cabeçuda. Já estava toda babada. Caí de boca na hora. Mamei aquela cabecinha como se fosse mamadeira, mas com todo o cuidado do mundo, pra não fazer barulho.

Pra não fazer barulho, eu chupava devagar, no ritmo da viagem, sentindo cada veia daquela rola deslizando na língua. O PM colocou a mão na minha nuca, sem forçar, só guiando. A pica dele escorregava fácil, melada de tesão. Eu ia descendo a boca aos poucos, fazendo pressão com os lábios pra não escapar nenhum som molhado. Só a respiração ofegante e contida dele.

Ele jogou a cabeça pra trás, mordeu o próprio lábio. Eu sugava a cabecinha em círculos lentos, a ponta da língua brincando, sentindo a textura macia e inchada. A mão dele apertou forte meu cabelo quando eu mergulhei mais fundo, engolindo metade daquela grossura. Meu maxilar doía de tão aberto, mas eu não parei. Abri a garganta devagar, engoli engasgado sem fazer barulho.

O pau dele pulsava na minha boca, latejava sem parar. Minha outra mão apertava a coxa dele por cima da calça da farda, sentindo a perna definida. Ele começou a empurrar de leve, socando fundo na minha garganta sem nenhum barulho, nenhum gemido, só o chiado abafado do asfalto e o ronco do ônibus.

A respiração dele ficou ofegante perto do meu ouvido, pausada, trêmula, quase um gemido preso na garganta. Eu acelerei o ritmo da língua só na cabecinha, chupando como se fosse tirar leite dali. Ele segurou meu cabelo com mais força, apertou as coxas, e eu soube que era a hora.

Quando ele gozou, foi em três jatos grossos e quentes direto no fundo da minha garganta. Eu engoli na hora, sentindo a porra escorrendo por dentro, descendo. Continuei chupando devagar até a última pulsada, sugando o que restava. Ele tremeu a perna inteira, segurou meu rosto com as duas mãos por um segundo, e puxou meu cabelo pra tirar a boca de lá.

Ele guardou o pau, passou a mão na calça disfarçando a mancha de umidade, ajeitou a farda, voltou a olhar pro celular como se nada tivesse acontecido e depois fechou os olhos, fingindo dormir o resto da viagem.

Descemos na rodoviária Novo Rio, sem trocar uma palavra. Só olhamos de relance no desembarque. Ele pegou a mochila no bagageiro, ajeitou o boné da polícia, e sumiu na plataforma com aquele andar largo de quem gozou gostoso e sabe que ninguém descobriu.

Até hoje, quando pego um ônibus de madrugada, sento no fundo e torço pra polícia subir.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario joaoviajante

joaoviajante Comentou em 05/05/2026

Já aconteceu 2vezes comigo uma eu mamei e a outra fui mamado

foto perfil usuario renner1960

renner1960 Comentou em 04/05/2026

Eita viagem magnífica.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


260401 - Descobrindo a putaria - Categoria: Gays - Votos: 5
260400 - Coroa marceneiro amigo do meu pai me fez de depósito pt 2 - Categoria: Gays - Votos: 14
260399 - Coroa marceneiro amigo do meu pai me fez de depósito pt 1 - Categoria: Gays - Votos: 17
260215 - Amigo chamou pra almoçar e eu que saí comido - Categoria: Gays - Votos: 17
260127 - Uber negão deu a deixa e aproveitei - Categoria: Gays - Votos: 20
236319 - Futebol no sofá do Léo - Categoria: Gays - Votos: 6
236276 - Motoboy usou minha boca só pra se aliviar - Categoria: Gays - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil ursobi
ursobi

Nome do conto:
Putaria com o PM safado sem falar uma palavra no ônibus de viagem

Codigo do conto:
261125

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/05/2026

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
0