Um dia eu caminhava pelo corredor e ao nos cruzarmos, ele me cumprimentar e me chamou pra sair, com a desculpa que queria conversar comigo, saímos no final do expediente e fomos a um barzinho, perto do escritório mesmo, estávamos conversando, bebendo refri quando ele segurou minha mão e perguntou se eu não gostaria de continuar nosso papo em um lugar sossegado, tranquilo e discreto, na hora me liguei, mas aceitei.
Subimos na moto, ele não falou onde estava indo, ele me levou a um motel lá perto mesmo, bem simples, acho que ficava na estrada de Nazaré Paulista.
Ao entrarmos na suíte, ele me esperou passar pela porta e a fechou com a chave, veio correndo ao meu encontro e começou a me beijar, beijos rapidinhos, era fácil sentir o tesão no ar.
Aproveite que estava ao lado de uma mesinha e comecei a tirar minha roupa e ia a jogando sobre ela. Enquanto tirando minha roupa olhei pra ele e o vi me admirando ao ficar nua, percebi o volume que já se formava dentro da sua calça, nisso ele acordou desse êxtase e rapidamente começou a se despir.
Agora era eu que assistia ele tirar a roupa, fiquei admirando seu corpo, e me excitando mais ao perceber que ele já estava de pau muito duro, aí que minha bucetinha melou de vez.
Com ele ainda tirando sua roupa eu fui pra cama, me deitei bem no meio da cama, ele ao me ver na cama disponível pra ele, ele jogava suas roupas no chão de qualquer jeito.
Eu mal tinha acabado de me ajeitar e ele já estava em cima de mim, subia pelas minhas pernas, e começou a dar beijinhos na minha barriga e subindo a procurar os bicos dos meus peitinhos, quando ele alcançou começou a mamá-los, nessa hora meu tesão explodiu, sentia mel melzinho escorrer.
Quando ele começou a sugar os bicos dos meus peitinhos e circulá-los com sua língua, mamando um, depois o outro, voltava ao anterior, me sentia no paraíso, não queria que parasse, mas ao mesmo tempo queria que ele me possuísse.
Entre uma mamada e chupada em meus peitinhos ele ia subindo seu corpo pelo meu, a sua boca procurando pela minha ao mesmo tempo ele tentava acomodar sua rola entre minhas pernas.
Quando sua rola tocou em minha virilha, senti um arrepio e um forte desejo de ser possuída, ele então começou a roçar minha bucetinha com a rola, ele queria muito me penetrar.
Quando ele encaixou a cabeça da rola entre os lábios da minha bucetinha, e começou a enfiar a rola, eu sentia a cabeça da rola me abrindo e entrando.
Eu estava muito excitada, meu melzinho escorria, uma leve empurrada da sua rola seria suficiente para que ela entrasse gostoso.
Quando senti a cabeça da rola dentro de mim, encolhi minhas pernas e as abri para acomodar seu corpo sobre o meu, e facilitar a penetração.
Meu desejo naquela hora é que ele enfiasse a rola todinha de um só vez, queria sentir ela todinha em mim, e ele foi atendendo meu desejo, foi empurrando e forçando sua rola pra dentro, até que entrasse todinha.
Com a rola toda enterrada, eu delirava de tesão, e ele começou a bombar com um pouco de força e estocadas lentas, a cada empurrada eu sentia a rola dele batendo no fundo.
Quando ele bombava eu sentia as suas bolas baterem em mim. Nossa respiração ficava mais intensa e ofegante, ele não diminuía o ritmo.
Percebi meu gozo chegando, não consegui segurar e acabei gozando deliciosamente, com a rola dele todinha dentro e ele bombando sem parar.
Ao mesmo tempo que ele bombava na bucetinha, fodia minha boca com sua língua, chupando a minha língua e meus lábios, tudo sem parar de bombar na buceta, eu adorava cada bombada.
Senti meu gozo se aproximar, junto com a respiração dele que se acelerava junto com a minha, eu em tentava mexer meus quadris, requebrar com a rola dele dentro e ao mesmo tempo apertava a rola dele dentro de mim.
Quando ele sentiu apertando sua rola com minha vagina, ele voltou a bombar forte, até que gozamos juntos.
O volume de porra que ele ejaculou foi enorme, eu senti sua porra quente me invadindo e me preenchendo, logo começou a escorrer pra fora do meu corpo. Sem tirar a rola ele voltou a dar curtas e lentas bombadinhas, numa tentativa de deixar toda sua porra dentro de mim.
Provocada por nosso intenso gozo, nossa respiração estava bem ofegante.
Quando ele tirou sua rola de dentro, se deitou ao meu lado e me chamou pra ficar juntinho dele, me virei e deitei minha cabeça em seu ombro e o abracei, começamos a conversar, sobre nossa transa, o quanto tinha sido intensa e gostosa, e coloquei minha mão em sua rola e comecei a acariciá-la, como forma de agradecimento pela trepada maravilhosa que ela havia me proporcionado, não demorou nada pra rola dele ganhar força e vida própria novamente, voltou a ficar dura.
Ao perceber que estava ganhando vida novamente olhei pros olhos dele e murmurei um “olha só quem esta se apresentando”, tive certeza de que seria novamente penetrada, dito e feito, ele levantou seu corpo e se deitou sobre o meu, me beijando a boca eu sentia sua rola se encaixando entre minhas pernas procurando por minha buceta, voltei a puxar minhas pernas pra ele me penetrar, encostou a cabeça da rola na portinha e começou bombar, e enfiava mais fundo a cada bombada.
Depois de enfiar sua rola todinha começou a bombar com força, depois de poucas bombadas, ele deu uma paradinha e falou que queria me pegar de quatro, gostei da ideia.
Ele saiu de dentro, ergueu seu corpo dando espaço pra eu me virar e me posicionar de quatro, mal tinha me ajeitei ele muito afoito veio por trás segurando sua vara com a mão e a posicionando na portinha, e foi enterrando sua rola, eu achava tudo delicioso.
A rola toda dentro da minha bucetinha me fazia sentir preenchida e desejada.
Eu de quatro, ele enfiando sua rola todinha, me segurava forte pela cintura com as duas mãos, me puxando contra seu corpo, parecia que ele queria entrar em mim também, estava delicioso, a cada bombada nossos corpos se batiam fazendo um barulho característico de corpos de batendo, eu estava adorando ouvir esse som.
Ele bombava enfiando até o fundo, quando voltava tirava quase que a rola toda de dentro, só a cabeça não saia, ele voltava a enfiar com força, apertando minha cintura e me puxando, no começo eu estranhei, mas deixei rolar, até que me acostumei e passei a gostar desse misto de tesão e força.
Nessa mistura de tesão e força meu gozo foi chegando, e muito forte, ele bombava sem parar, relaxei e gozei forte e gostoso com ele dentro de mim.
Ele percebeu que gozei então sem parar de bombar ele tirou ambas as mãos da minha cintura e pegou um peito em cada mão, voltou a me puxar contra seu corpo, mas agora me puxava pelos peitos, doía um pouquinho, mas o tesão era tanto que estava muito gostoso.
Ele bombava forte e me puxava pelos peitos, foi a conta certa pra eu sentir meu gozo se aproximar, relaxei e gozei na rola dele, muito gostoso.
Mal tinha acabado de gozar senti ele bombar com mais força e a começar a tremer e murmurar que ia gozar, quando gozou de novo inundou minha bucetinha com sua porra.
Desta vez após gozar ele não bombou, mas também não tirou rua rola de dentro, deu um tempinho com a rola ainda dentro, acho que recuperando sua respiração, quando tirou a rola se deitou na cama me chamando pra ficar ao seu lado, eu me deitei, mas lembrei que precisava voltar para casa, já era tarde e meu pai ia ficar furioso comigo.
Nos levantamos, nos limpamos e nos vestimos, meu horário não permitia outra trepada seguida.
Achei muito legal que ele trepou forte, com força, foi meio bruto, mas ao mesmo tempo me tratava com carinho e atenção, cuidou de mim, isso fez eu me sentir muito desejada e importante.
Essa noite voltei para casa após as 20:00 h, quando cheguei tomei uma tremenda bronca de meu pai por chegar tarde, mas valeu a pena eu estava plenamente realizada, satisfeita.
Nossa relação era de “rola amiga” / ”buceta amiga” e durou menos de três meses, saiamos algumas vezes, acho que em torno de 5 vezes, mas sempre durante a semana. Nossos perdidos eram sempre de moto, e ele variava o motel, pra não dar bandeira, já que ele era noivo.
Ele era super audacioso pra pilotar, eu sempre ficava com medo!
Depois de um tempo fiquei sabendo que ele sofreu um acidente de moto e veio a falecer.