Nessa época eu deveria ter 23 ou 24 anos, já o conhecia há pouco mais de 1 ano, ele era o mecânico das motos dos garotos do recolhe do jogo do bicho, sabia que ele era casado, mas nem por isso ele era menos interessante.
Com certa frequência nos cumprimentávamos quando ele passava em frente a sala em que eu trabalhava ou nos encontrávamos no corredor.
O convite
Um dia no final da tarde ele passou no meu serviço e perguntou se eu gostaria de fazer companhia e ir em um barzinho perto do centro da cidade que era frequentado por motoqueiros. Nunca tinha ido achei a ideia interessante, aceitei.
Ao chegar vi muitas motos estacionadas em volta e um movimento muito forte de pessoas andando, conversando e bebendo.
Nós nos sentamos numa mesinha na calçada e ficamos conversando e apreciando o movimento do pessoal, o papo estava fluindo gostoso e eu ficando excitada, mas como sou tímida não tive coragem de me oferecer. Quando ele segurou minha mão se aproximou e perguntou baixinho se eu não gostaria de ir a um lugar menos agitado, quem sabe conhecer a oficina dele, não entendi muito bem, afinal fazer o que numa oficina, mas como o agito do barzinho estava bem forte e me cansando, aceitei.
Chegando na oficina
Quando chegamos na oficina, já passava das 19 horas e o pessoal já tinha ido embora. Ele abriu uma porta lateral e entramos.
Assim que entramos ele se aproximou e me beijou a boca bem gostoso, bem melado, apalpando minha bundinha e meus peitinhos.
Depois falou que estava muito suado e sua roupa com cheiro de graxa e perguntou se eu não me incomodaria se ele fosse tomar um banho rapidinho.
Estranhei, mas tudo bem, ele foi ao banheiro e começou a se banhar, já todo molhado, ensaboado ele perguntou se eu não queria também tomar um banho, acompanhá-lo no banho.
Na hora caiu a ficha e comecei a sentir minha bucetinha ficar bem melada, o recado estava dado, como eu também estava um pouco suada me despi, coloquei minha roupa numa cadeira próxima a porta, e me juntei a ele no banheiro.
Entrando no banho
Ao entrar no banheiro tive uma visão que me assustou, a rola dele era bem grande e grossa, na hora deu um medinho, afinal sou baixinha, 1,49m, e miudinha, 47 Kg.
Mas o tamanho da rola ao mesmo tempo que me assustava me excitava, a bucetinha pingava de tesão.
Mas se outras meninas aguentam eu iria aguentar, passou a ser questão de honra, fingia que tudo era natural, normal.
No fundo eu tinha uma preocupação monstro se caberia? Se eu aguentaria a rola? afinal sou pequena e miudinha.
Mesmo com medo continuei meu teatro fazendo de conta que tudo era normal, mas a verdade é que meu medo e receio estavam enormes, só menores que meu tesão que acabou falando mais alto, mas para saber as respostas e matar meu tesão teria de encarar.
Afinal já estava peladinha, tomando banho, buceta escorrendo de tesão, e ele de rola dura, decidi que eu não iria perder a viagem.
No banho
No banheiro procurando ficar debaixo do chuveiro tive de me aproximar dele, e daquela rola dura como pedra, ele me olhava como um predador olha pra sua presa.
O banheiro era muito pequeno, comecei a me ensaboar, sempre que possível olhava pra rola, esbarrava nela a toda hora.
Quando acabei de me ensaboar ele deu espaço debaixo do chuveiro para eu me enxaguar, enquanto isso ele me comia com os olhos, apreciava meu corpo todo, certamente louco pra me pagar.
Fechou a água e nos enxaguamos, ele se aproximou e começou a me beijar, quente, melado muito gostoso, quando parou me olhou nos olhos e pediu pra eu mamar a rola dele um pouquinho, minha bucetinha pingava de tesão me ajoelhei e abocanhei a rola dele, a cabeça da rola não cabia na boca, o resto da rola cabia muito menos, eu babava na rola toda e passava a língua na cabeça e no corpo da rola, chegando até chegando até no saco.
Meu tesão só aumentava queria a rola dentro de mim, foi quando ele segurando meus braços me ajudou a me levantar, puxou meu corpo contra o seu, nos beijamos de língua, novamente, durante os beijos rolava um pega aqui, pega ali, passava a mão nos meus peitinhos, na minha bundinha, a rola dele parecia que ia furar minha barriga.
De pé ainda me virou de costas e veio por trás de mim, me apertando contra a parede e encaixando sua rola nas minhas coxas, sentia ela quente e pulsando, começou a roçar minhas coxas e minha buceta, que escorria muito.
Apertava suas mãos no meu quadril me forçando a levantar e arrebitar minha bundinha, na ponta dos pés me inclinei pra frente, apoiei minhas mãos na parede e ele começou um vai e vem com sua rola entre minhas coxas.
Quando ele parou, a cabeça da rola estava na portinha da buceta, minha respiração ficou pesada, seria agora que ele iria me penetrar, queria muito, mas estava com medo. Ele começou a forçar sua rola contra minha buceta eu sentia a rola abrindo.
A medida que a rola entrava eu ia perdendo o medo inicial. Ele apertava minha cintura com as duas mãos e a cada puxada a rola entrava mais um pouquinho, minha buceta estava sendo arrombando. E assim ele enfiou metade da rola.
Acho que nunca tinha ficado tão excitada assim.
Com ele bombando percebi sua respiração se alterar, estava quase gozando, então tirou a rola e acabou de me enxugar depois ele.
Sempre que possível dava uma conferida no tamanho da rola, ainda impressionada com o tamanho, era muito grande. E curiosa demais pra saber se ela iria caber todinha em mim.
Ao sair do banheiro ele pediu pra eu me deitar num sofá que havia no escritório da oficina, me deitei de barriga pra cima.
No sofá
Comigo deitada ele se deitou sobre mim, não cabíamos os dois, ele com sua perna puxou uma perna minha pra fora do sofá, ficou com uma perna apoiada no sofá e a outra no chão, começou a beijar a boca e ao mesmo tempo encaixava a rola entre minhas coxas, procurando por minha buceta.
Nessa procura ele ficava subindo e descendo seu corpo, só parou quando a cabeça da rola estava na portinha da buceta, ai foi só começar a empurrar pra dentro.
Eu estava muito excitada, mas sentia um desconforto quando ele forçava a rola a entrar, ele percebeu e deu um tempinho e pediu pra eu relaxar, prometeu que logo eu me acostumaria e iria querer a rola todinha dentro.
Ele voltou a bombar e ia enfiando aos pouquinhos, eu falei em seu ouvido, pra ter calma comigo por que eu queria sentir aquela rola todinha dentro de mim.
Ele se animou e fazia um vai e vem curtinho e fraquinho, e a cada estocada enfiava mais um pouquinho.
Ele estava certo, fui me acostumando e gostando de ter sua rola todinha dentro de mim. Com calma e paciência foi enfiando devagarinho, eu ia me sentindo preenchida e adorava, afinal estava sendo comida por uma rola grande e aguentando isso.
As bolas do saco dele começaram a bater nas minhas coxas, percebi que a rola dele estava todinha dentro, e eu estava adorando, agora queria receber estocadas fortes, agora seria só prazer.
Ele bombava forte e a cada estocada que ele dava nossos corpos batiam um no outro, isso me deu mais tesão e gozei com a rola dele dentro.
Depois de um tempo bombando forte tirou a rola e me mandou ficar de quatro, posição que adoro, apoiei a cabeça no encosto do sofá, ele veio por trás apontando a rola na buceta e enfiou tudo, a essa altura eu já estava toda aberta, arregaçada, arrombada, ele ia enfiando gostoso.
Delírei ao sentir a cabeça da rola bater no fundo da minha buceta.
Com a rola toda dentro a cada bombada que ele dava as bolas batiam em mim, delirei e gozei na rola dele.
ELE BABAVA APRECIANDO MEU CUZINHO
Enquanto ele me comia de quatro, as vezes eu virava a cabeça pra olhar pra ele, pro macho que me possuía, ele estava com o olhar fixo na minha bundinha, mas especificamente no meu cuzinho, o que e me deu um misto de medo e vontade.
Bombando na buceta ele com os dedos acariciava meu cuzinho com o dedo, circulando, subindo e descendo.
Os carinhos em meu cuzinho me deixavam com mais tesão. Ele então parou bombar, tirou a rola nisso eu olhei pra trás, o vi com uma mão abrindo minha bundinha e com a outra apontava a rola no cuzinho.
Acho que o medo e o tesão que eu sentina na hora, não me deixaram falar nada, mas tinha conhecimento do que iria acontecer, e isso fez meu medo aumentar muito.
Quando a cabeça da rola encostou no meu anelzinho, sentia o calor e a pulsação da rola, aí comigo com medo, mas querendo ele começou a forçar, me virei pra trás e pedi a ele enfiar com carinho e devagarinho.
O medo se somava a dor da penetração e fazia eu repetir pra ele enfiar devagarinho, pra não me machucar. Ele perguntou se queria que parasse, falei que “claro que não”, era só não penetrar com força.
Ele assentiu e diminui bem a força, mas continuou empurrando, quando a cabeça da rola entrou no cuzinho, a dor ficou mais forte, pensei em desistir, mas estava muito bom.
Era muita rola pra um cu tão pequeno.
Ele enfiava um pouquinho e esperava eu me acostumar com a rola dentro do cuzinho, depois voltava a enfiar mais um pouquinho, a cada bombada entrava um pouquinho mais.
Eu ia me acostumando com a rola dentro e já estava gostando, quando dei conta sua rola estava todinha dentro.
Ele bombava falando coisas que eu não conseguia compreender. Só depois que me acostumei com a rola dele na minha bundinha, ele passou a bombar loucamente, segurava na minha cintura com as duas mãos me puxando e empurrando. Falando que bundinha maravilhosa, muito gostosa. Parecia que ele queria não só por o pau dentro de mim, mas entrar todo seu corpo também.
Meu gozo estava chegando forte, gozei muito gostoso, meu primeiro gozo anal, foi muito intenso, nunca tinha sentido algo parecido
Depois ele tirou a rola da bundinha, mandou eu não me mexer, foi rapidamente até a cômoda, pegou uma camisinha, vestiu se posicionou atras de mim novamente, numa só estocada enfiou toda sua rola na minha bucetinha, fui ao delírio.
Ele bombou forte e rápido, até que nos dois gozarmos juntos.
Ainda com a rola dentro, seu corpo todo tremia, eu sentia a camisinha aumentar de volume e ficar mais quente.
Ele logo tirou a rola e foi ao banheiro tirar e descartar a camisinha.
Nisso percebemos o adiantar da hora e rapidamente nos arrumamos.
DESPEDIDA
Ele me levou de moto até a esquina de casa. Demos um selinho na boca, e fui casa arrombada, mas feliz.
Alguns dias depois ele me chamou pra sair novamente, mas desta vez fomos direto pra oficina dele, não perdemos tempo.
Nas outras vezes que saímos, já não tinha tanto medo do tamanho da rola dele.
