O corredor da mansão estava silencioso, apenas o leve ruído da chuva batendo nas vidraças quebrava o absoluto silêncio da noite. Minhas solas deslizavam sem fazer barulho pelo mármore polido, uma jornada que eu fizera incontáveis vezes, mas nunca com este propósito. O coração martelava contra minhas costelas, um tambor primitivo anunciando uma verdade que minha mente ainda tentava processar.
Parei diante da porta de madeira maciça, enfeitada com um laço rosa desbotado que teimara em permanecer ali desde seu décimo aniversário. O quarto da minha filha. Respirei fundo. A maçaneta estava fria sob minha mão. Girei-a lentamente, sem bater.
Ela estava à janela, de costas para mim, observando a chuva escorrer pelo vidro. O quarto estava imerso na penumbra, iluminado apenas por uma única lâmpada de cabeceira que lançava um brilho dourado e quente sobre tudo. Ela usava apenas uma camisola de seda fina, cor de rosa, que deixava adivinhar a curva sinuosa de sua cintura e a forma arredondada de seus quadris. A luz a contornava, criando uma silhueta celestial.
“Papai?” sua voz foi um sussurro, um som suave que se misturou ao som da chuva. Ela se virou, e seu rosto, tão familiar e tão amado, estava agora imerso numa expressão que eu nunca lhe vira antes. Uma mistura de expectativa, vulnerabilidade e um convite ousado.
“Filha,” minha voz saiu mais grossa do que o normal, carregada de uma emoção que eu não mais tentava esconder. Fechei a porta atrás de mim, o clique da fechadura soando como um ponto final em um mundo, e o início de outro.
“Eu não tinha certeza se você viria,” ela disse, seus olhos percorrendo meu rosto, meus ombros largos, minhas mãos que tremiam ligeiramente.
“Eu disse que viria. E eu nunca quebro uma promessa feita a você.” Avancei devagar, cada passo diminuindo a distância física e moral que sempre nos separara. O ar entre nós parecia vibrar, denso e eletrizado.
Quando eu estava suficientemente perto, ela levantou a mão e tocou meu peito, sua palma plana sobre o tecido da minha camisa.
“Você quer mim comer, papai?” ela perguntou, um sorriso tímido brincando em seus lábios.
“Sempre quis,” admiti, capturando sua mão e trazendo-a até meus lábios. Pressenciei seus dedos, sentindo o bater rápido de seu pulso. “E excitado além da medida. É… é errado, o que estamos prestes a fazer.”
Ela puxou a mão gentilmente e a colocou sobre meu rosto. “Nada que sentimos um pelo outro pode ser errado. Não nesta noite. Não neste quarto. Por esta noite, não sou sua pequena garota. Sou apenas uma mulher… e você é o homem que sempre desejei.”
Aquelas palavras, ditas com tanta convicção inocente, foram o estopim. Enterrei meus dedos em seu cabelo, macio como seda, e puxei seu rosto para o meu. O beijo não foi de um pai. Foi de um homem faminto, possessivo, reivindicando algo que sempre sentiu ser seu. Seus lábios se abriram sob os meus com um gemido abafado, e sua língua encontrou a minha numa dança úmida e ardente.
Quebramos o beijo ofegantes. Seus olhos estavam escuros, pupilas dilatadas pelo desejo.
“Quero você dentro de mim, papai” ela sussurrou, suas mãos abrindo os botões da minha camisa.
“Vou colocar cada centímetro do meu pau dentro de você,” respondi, minha voz um rosnado baixo. “Sei que vai gostar.”
“Então me come. Come sua filhinha,” ela ordenou, sutilmente autoritária. “Mostra à sua princesa como um homem fode uma mulher.”
Isso foi o suficiente. Com um movimento fluido, peguei-a no colo. Ela emitiu um pequeno grito de surpresa, seguido por uma risada abafada, e enterrou o rosto no meu pescoço, inalando meu aroma. Carreguei-a até a cama, aquele santuário de rendas e almofadas fofas, e a deitei suavemente sobre os lençóis.
Fiquei de pé na beira da cama, bebendo a visão dela: cabelo espalhado como um halo, lábios inchados de nossos beijos, a camisola subindo para revelar a suave curva de suas coxas. Meus joelhos fraquejaram. Ajoelhei-me ao lado da cama, não como um suplicante, mas como um devoto diante de seu altar. Fiquei admirando sua bucetinha pequenina.
“Você é tão linda, tão gostosa, filha” murmurei, minha mão tremula descendo por sua perna, sentindo a pele macia como pétalas. “Tão perfeita.”
Minha boca seguiu o caminho dos meus dedos, beijando a parte interna de seu joelho, depois sua coxa. Ela estremeceu, um suspiro escapando de seus lábios. Suas mãos se agarraram aos lençóis.
“Papai… por favor…”
“Por favor, o quê, princesa?” perguntei, minha voz um sussurro contra sua pele quente. “Diga-me o que você quer.”
Ela ergueu os quadris, um movimento instintivo e implorante. “Quero você. Todo você. Me chupe, me coma”
A admissão, crua e honesta, quebrou os últimos vestígios do meu autocontrole. Peguei a barra da fina camisola e lentamente a levantei, revelando-a centímetro a centímetro para mim. Quando o tecido passou por seus seios, arrancou-me um gemido. Eles eram perfeitos, cheios, com mamilos cor de rosa já endurecidos de desejo. Curvei-me e capturei um deles com minha boca.
Seu grito foi abafado pelo som da chuva. Seus dedos se enterraram em meus cabelos, pressionando-me contra ela enquanto minha língua circulava e sugava a ponta firme. Suas pernas se enrolaram em torno de minha cintura, prendendo-me lá.
“O outro… por favor, não esquece o outro,” ela suplicou, arqueando as costas.
Alternei minha atenção entre seus seios, adorando cada um com minha boca e mãos até ela estar se contorcer debaixo de mim, gemidos contínuos escapando de sua garganta. Minha mão desceu por seu ventre, sentindo os músculos se contraírem sob meu toque, até encontrar o calor úmido entre suas pernas. Cheguei onde eu queria está: sua bucetinha.
Ela estava encharcada, quente e pronta para mim. Um dedo deslizou por sua fenda, encontrando seu grelo inchado. Ela gritou, um som agudo e de puro prazer.
“Lá… oh, Deus, papai, exatamente lá…”
Circulando o nódulo sensível, observei seu rosto se contorcer em êxtase. Seus olhos estavam fechados, lábios entreabertos, cada ofegar um testemunho do prazer que sentia. Inseri um dedo dentro dela, e ela estava tão apertada, tão quente, que quase me fez perder o controle.
“Você está me matando,” grunhi, enterrando o rosto em seu pescoço, inalando seu perfume doce e único – uma mistura de seu shampoo de morango e algo que era apenas dela.
“Então morre comigo,” ela respondeu, sua voz rouca, enquanto seus quadris rodopiavam contra minha mão. “Mas me coma primeiro. Por favor. Preciso te sentir. Todo. Fode sua filhinha”
Ela não precisou pedir duas vezes. Me levantei, despindo minhas roupas com movimentos urgentes e desajeitados. Quando finalmente estive nu diante dela, seu olhar percorreu meu corpo, pousando no meu pau, que estava duro e latejante contra minha barriga. Seus olhos se arregalaram, não com medo, mas com admiração.
“Você é… grande, bem pauzudo...do jeito que eu gosto, papai” ela sussurrou.
“Vou ser gentil,” prometi, deitando-me sobre ela, apoiando meu peso nos cotovelos. “Diga-me para parar e eu paro. Esta noite é sua.”
Ela abraçou meu pescoço, puxando-me para outro beijo profundo e lascivo. “Não vou te dizer para parar,” ela murmurou contra meus lábios. “Eu te pertenço.”
Posicionei-me na sua entrada, a ponta da cabeça do meu pau pressionando contra sua bucetinha. Nossos olhos se encontraram. No dela, vi amor, confiança e um desejo ardente que espelhava o meu. Empurrei para dentro, devagar, dando a seu corpo tempo para se ajustar à minha invasão.
Um gemido longo e trêmulo escapou de seus lábios. Seu interior era um inferno de êxtase, apertando-me com uma força quase virginal.
“Está bem, filha?” perguntei, minha voz tensa com a luta para não entrar de uma vez.
Ela acenou, incapaz de falar, suas unhas cavando minhas costas. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, não de dor, mas de emoção transbordante. “Está… completo,” ela ofegou. “Finalmente.”
Essas duas palavras foram minha permissão final. Comecei a me mover, com uma cadência lenta e profunda, cada investida uma promessa, cada retirada uma tortura doce. O quarto encheu-se com o som de nossa respiração ofegante, da chuva contra a janela e do suave rangido da cama.
Seus gemidos se tornaram mais altos, mais urgentes. Suas pernas se apertaram em torno de mim, puxando-me mais fundo ainda.
“Mais forte,” ela ordenou, sua voz uma mistura doce de princesa e mulher. “Por favor, papai. Quero sentir você amanhã.”
O uso daquele título no meio daquele ato de possessão foi o que me quebrou. Rosnando, agarrei seus quadris e entrei nela com uma força renovada, cada embate uma afirmação do tabu que estávamos quebrando juntos, do laço perverso e inquebrável que nos unia.
“Minha,” grunhi, cravando meus dedos em sua carne. “Minha princesa. Minha garota. Minha.”
“Sua!” ela gritou em resposta, seu corpo começando a tremer violentamente debaixo de mim. “Só sua! Sempre!”
Seu orgasmo a atingiu como um tremor de terra, um grito abafado contra meu pau enquanto seu interior pulsava e se contraía em torno de mim de forma irresistível. A visão dela se desfazendo no pico do prazer, sabendo que eu a levei lá, foi demais para aguentar. Com um último e profundo empurrão, eu também me entreguei, enterrando meu rosto em seu pescoço enquanto jorravam dentro dela, meu próprio gemido um som rouco e animal de liberação absoluta.
Por um longo momento, ficamos ali, entrelaçados, ofegantes, suados. O mundo exterior cessou de existir. Havia apenas o calor dos nossos corpos, a batida sincronizada dos nossos corações e o eco silencioso do que havíamos feito.
Finalmente, rolei para o lado, puxando-a comigo, mantendo-a firmemente aninhada contra meu peito. Ela deitou a cabeça no meu ombro, sua mão desenhando círculos preguiçosos no meu peito.
A chuva diminuíra para um leve chuvisco.
“Vou ser sempre sua, papai” ela sussurrou, sua voz sonolenta e satisfeita.
Beijei sua testa, saboreando o sabor salgado de sua pele. “Para sempre,” sussurrei de volta, meus olhos fechando. “Até o fim dos meus dias.”
E naquela cama, no quarto da minha filha, vi que ela sempre iria me pertencer. Eu sou o dono dela.