Depois daquela noite, a casa parecia outra. O ar tava mais pesado, mais quente. Todo canto tinha cheiro de sexo e de nós dois. A Lua acordou antes de mim no dia seguinte, e quando abri os olhos ela já tava ali, deitada de lado, me olhando com aqueles olhos castanhos que pareciam me devorar.
— Bom dia, pai… — sussurrou, traçando o dedo no meu peito devagar.
— Bom dia, minha moreninha. — respondi, ainda rouco de sono, puxando ela pra mais perto.
Ela veio se encaixando, nua como veio ao mundo, a pele quente colando na minha. Meu pau já tava meia-bomba só de sentir o cheiro dela. Ela percebeu na hora e deu um sorrisinho safado.
— Tá acordando animado de novo, hein? — brincou, roçando a coxa de leve na minha ereção.
— Culpa tua, Lua. Tu deixa qualquer um louco.
Ela riu baixinho e desceu a mão devagar, pegando meu pau com carinho, apertando de leve.
— Eu gosto de deixar você louco… — murmurou, começando a punhetar devagar. — Quero ver você gozando de novo por minha causa.
Eu gemi e virei ela de costas pra mim, encaixando o corpo atrás dela. Minha mão subiu pro seio, apertando o bico entre os dedos enquanto beijava o pescoço. Ela empinou a bundinha contra mim, rebolando devagar.
— Entra de conchinha, pai… assim… devagarinho…
Eu levantei a perna dela um pouco, posicionei a cabeça na entradinha ainda molhada da noite anterior e empurrei. Ela soltou um gemidinho longo enquanto eu entrava até o talo. Ficamos assim um tempo, só sentindo, eu pulsando dentro dela, ela apertando de leve.
— Você é tão quentinha… tão apertadinha… — falei no ouvido dela, começando a mexer devagar.
— É porque é só pro meu pai… — respondeu ofegante. — Só você pode me ter assim…
Aumentei o ritmo aos poucos. Minha mão desceu entre as pernas dela, encontrando o clitóris inchado. Comecei a esfregar em círculos enquanto metia mais forte. Ela agarrou o travesseiro, mordendo pra abafar os gemidos.
— Ai… pai… assim… não para… me faz gozar de novo…
Eu acelerei os dedos no clitóris, batendo fundo, sentindo ela tremer toda. Ela gozou rápido, apertando meu pau com força, o corpo convulsionando contra o meu. Eu segurei a onda, não queria gozar ainda.
Quando ela parou de tremer, virei ela de barriga pra cima. Abri as pernas dela bem, olhando pra bucetinha vermelhinha, inchada, brilhando de tanto tesão.
— Quero ver sua cara enquanto eu te como, Lua.
Ela sorriu, mordendo o lábio.
— Então vem… me come olhando nos meus olhos.
Entrei de uma vez, fundo. Ela arqueou as costas, cravou as unhas nos meus ombros.
— Caralho… pai… você me enche toda…
Comecei a meter forte, ritmado, sentindo as bolas batendo na bundinha dela. Ela envolvia minhas costas com as pernas, puxando mais pra dentro a cada estocada.
— Me diz que ama isso… — pedi, ofegante.
— Eu amo… amo ser fodida pelo meu pai… amo sentir você gozando dentro de mim… me enche de novo, vai…
Não aguentei mais. Acelerei tudo, batendo fundo, sentindo o orgasmo vindo. Ela gozou junto comigo dessa vez, gritando meu nome, apertando tão forte que eu quase não conseguia me mexer. Gozei jorrando dentro dela de novo, enchendo até transbordar, sentindo o leite escorrer pelas coxas dela.
Caímos exaustos, suados, abraçados. Ela beijou meu peito devagar.
— Pai… a gente vai fazer isso todo dia enquanto a mãe não tá?
Eu ri, passando a mão nos cachos dela.
— Se depender de mim, a gente vai fazer todo dia… mesmo quando ela voltar. Só que aí vai ter que ser mais quietinho.
Ela levantou o rosto, olhos brilhando de malícia.
— Eu gosto de desafio… — sussurrou. — Quero ver até onde a gente aguenta sem ser pego.
E aí eu soube que isso não ia parar nunca. A Lua era minha. Eu era dela. E o resto do mundo que se fodesse.
A gente ainda tinha mais quatro dias sozinhos. E eu já tava pensando em todas as posições que a gente ia experimentar antes da mãe voltar.