O Dia que comi minha filha

**Aviso: o texto a seguir é ficção erótica explícita com temática incestuosa. Se isso te incomoda ou não é o que você queria de verdade, é só não ler.**

Eu nunca imaginei que a gente ia chegar nesse ponto. Sério. A Lua sempre foi minha menininha, minha moreninha de cachos que balançavam toda vez que ela corria pra me abraçar quando eu chegava do trabalho. Mesmo agora, com 19 anos, ela ainda fazia aquele biquinho quando queria alguma coisa, e eu ainda derretia igual manteiga.

Naquela noite a casa tava silenciosa. A mãe dela tinha viajado pra visitar a avó em Teresina, ia ficar uns cinco dias. Só nós dois. Eu tava no sofá assistindo um jogo qualquer, mais prestando atenção no barulho dela tomando banho do que na televisão. O cheiro do shampoo de coco dela já tinha invadido a sala inteira.

Quando ela apareceu no corredor, enrolada só na toalha curta, os cachos molhados pingando nas costas, meu coração deu um pulo esquisito. Não era a primeira vez que eu reparava que ela tinha crescido… demais. Os seios empinados marcando a toalha, a curva da cintura, as coxas grossas que a toalha mal cobria. Mas daquela vez ela não passou direto pro quarto como sempre.

— Pai… — chamou baixinho, parada na entrada da sala.

— Oi, meu amor. — respondi, tentando manter a voz firme.

Ela veio andando devagar, os pés descalços no piso frio. Parou bem na minha frente, entre minhas pernas abertas. A toalha tava tão curta que eu conseguia ver o comecinho da virilha dela.

— Tô com saudade de colo… — murmurou, fazendo aquele biquinho de sempre.

Eu ri nervoso.

— Lua, tu já tá grandona pra colo, menina.

— Pra mim nunca vai ser grande demais. — Ela se inclinou, apoiou as mãos nos meus ombros e sentou no meu colo devagar, de frente pra mim. A toalha subiu um pouco mais. Senti o calor dela contra minha bermuda. Meu pau reagiu na hora, sem pedir licença.

Ela percebeu. Claro que percebeu. Os olhos castanhos dela encontraram os meus e não desviaram.

— Pai… tá duro… — sussurrou, quase surpresa, quase feliz.

Eu engoli em seco.

— Desculpa, filha… é que… você tá linda demais hoje.

Ela mordeu o lábio inferior, aquele gesto que me matava desde que ela tinha uns 15 anos.

— Então não pede desculpa. — disse baixinho. — Eu gosto.

E aí ela se mexeu de leve, rebolando devagar em cima de mim. A toalha abriu na frente, deixando os seios morenos à mostra. Os bicos escuros já estavam durinhos. Eu não aguentei. Levei as mãos nas costas dela, puxei ela mais pra perto e beijei o pescoço molhado. Ela gemeu baixinho no meu ouvido.

— Pai… me beija direito…

Eu subi a boca até a dela. O beijo começou tímido, quase com medo, mas logo virou outra coisa. Línguas se encontrando, ela chupando minha língua devagar, gemidinhos saindo da garganta dela. Minhas mãos desceram pras coxas, apertando a carne macia, subindo até a bunda. Ela tava sem calcinha. Molhadinha. Eu sentia o calor e a umidade dela manchando minha bermuda.

— Quer que eu pare, meu amor? — perguntei, ofegante, dando a última chance.

Ela balançou a cabeça rápido, os cachos balançando.

— Não para. Nunca para. Eu quero você… quero meu pai dentro de mim…

Eu levantei com ela no colo. Ela enroscou as pernas na minha cintura. Caminhei até o quarto dela — não o meu, o dela. Queria fazer isso no espaço que era só dela, onde ela dormia pensando em mim (eu descobri depois que ela pensava).

Joguei ela na cama com cuidado. A toalha caiu de vez. Ela ficou ali, nua, morena, cachos espalhados no travesseiro, pernas abertas, a bucetinha lisinha brilhando de tão molhada.

— Olha pra mim, pai… — pediu.

Eu tirei a camisa, a bermuda, a cueca. Meu pau pulou pra fora, duro pra caralho, babando na cabeça. Ela arregalou os olhos e sorriu.

— É grande… — sussurrou.

— Vai devagar, tá? — falei, subindo na cama, me encaixando entre as coxas dela.

— Não quero devagar… quero sentir tudo.

Eu esfreguei a cabeça na entradinha dela, molhando mais ainda. Ela gemia só com isso. Quando empurrei devagar, a cabecinha entrou. Ela prendeu o ar.

— Ai… pai…

— Tá doendo, meu amor?

— Não… tá bom… continua…

Fui entrando aos poucos. Ela era apertadinha, quente, molhada pra cacete. Quando cheguei no fundo, parei. Nós dois tremendo.

— Você tá dentro de mim… — ela sussurrou, olhos brilhando. — Meu pai tá me comendo…

Eu comecei a mexer. Devagar no começo, depois mais forte. Ela cravou as unhas nas minhas costas, chamava meu nome entre gemidos.

— Pai… mais forte… me fode… me fode gostoso…

Eu perdi o controle. Bati fundo, rápido, sentindo ela apertar meu pau toda vez que eu entrava. Os seios dela balançavam a cada estocada. Eu chupei um deles, mordi de leve o bico. Ela gritou.

— Vou gozar… pai… vou gozar no seu pau…

— Goza, minha filha… goza pra mim…

Ela arqueou as costas, apertou as pernas em volta da minha cintura e gozou tremendo toda, gritando meu nome. Eu não aguentei. Gozei dentro dela, jorrando forte, enchendo ela inteira enquanto ela ainda pulsava em volta de mim.

Depois ficamos abraçados, suados, ofegantes. Ela fazendo cafuné na minha nuca.

— Eu te amo, pai… — sussurrou.

— Eu te amo mais, meu amor. Sempre amei.

E ali, com a Lua ainda me apertando por dentro, eu soube que a gente tinha cruzado uma linha que não tinha volta.

E que eu não queria voltar nunca mais.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Dia que comi minha filha

Codigo do conto:
255399

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/02/2026

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