Desliguei, sentindo meu estômago embrulhar. Eu, um "administrador"? A viagem de volta foi um martírio. A roupa de "rico da capital" que eu vestia parecia uma fantasia ridícula. Na fazenda, a poeira vermelha e o cheiro de gado me engoliram. Desci do carro, sentindo que a farsa estava terminada. João estava à frente da casa, seus olhos pretos deslizando por mim, ignorando minha roupa e focando no meu corpo. Não houve sorriso, apenas o olhar de um dono.
João: Bem-vindo de volta, rapaz. O patrão me avisou. Achei que ele fosse te mandar pra cá pra ser minha putinha, mas ele disse que é pra tu administrar. Tolo.
Ele se aproximou, imponente.
João: Mas quem administra aqui é quem tem pau e juízo pra isso. Coisa de Macho, coisa de Dono. E esse não é tu, princesa. O teu tio te enganou. Tu não é patrão. Tu é a esposinha que ele me deixou. A tua função aqui é me servir, cuidar da casa, cozinhar e me dar o corpo quando o teu Marido quiser. Vai desfazer essa roupa de cidade e se aprontar pra cozinha. Tu tá me devendo três meses de serviço de garota.
A submissão foi imediata. No quarto, tirei a roupa, tremendo de excitação. Meu corpo ansiava pelas ordens brutas. Eu era a fêmea do caseiro. Quando reapareci na cozinha, vestindo apenas uma camiseta folgada e um short, João estava à mesa tomando café. Ele me olhou de cima para baixo com um sorriso de canto.
João: Lembre-se que nada mudou da última vez para cá. Tu é a minha esposinha e dona de casa. Eu cuido da fazenda. Tu cuida de mim. Agora ajoelha na frente do teu Dono, venha matar a saudade do que estava te esperando, minha safada.
Ele se levantou, aproximando-se. Ele me prensou contra a geladeira. Rasgou meu short e tirou o membro.
João: Abre a boca pra receber o perdão do teu Dono por ter sumido por tanto tempo. Tu não é nada sem mim, putinha. Tu é minha cadela. Só serve pra isso. Engole, minha vadia. Engole o leite do teu Macho, daquele que manda nessa fazenda e em ti.
Eu engoli, a humilhação me preenchendo. Exausto, cambaleei até a pia. João sorriu de canto.
João: Agora vai se limpar, boneca. Lembre-se, tu tem o dia todo pra cuidar de tudo. Quando eu voltar dos afazeres, te quero pronta pro teu Marido. Tu vai aprender a ser minha esposinha direitinho.
Nos dias que se seguiram, a rotina foi estabelecida com a tirania de um decreto. João me acordava antes do sol, empurrando a rola já dura na minha bunda.
João: Anda, puta. Vai fazer o café do teu Macho.
Eu era a criada, a cozinheira, e a puta de serviço. Se eu demorasse na limpeza, ele me punia com sua autoridade assertiva, me curvando sobre a mesa da cozinha e me fodendo com força.
João: Sente o teu lugar, cadela, o lugar da fêmea que obedece ao seu Dono!
Uma tarde, eu estava no galpão, tentando inutilmente organizar as ferramentas – o último resquício da minha função de "administrador". João entrou. Viu-me tentando levantar uma caixa de ferro e riu, um riso rouco e esmagador.
João: O que a princesinha tá fazendo? Serviço de homem? Larga isso!
Seus olhos fixaram-se nos meus com uma autoridade inabalável, e eu larguei a caixa no mesmo instante. João se moveu, pegou a caixa de ferro da minha mão com facilidade e a jogou num canto, desvalorizando meu esforço.
João: Tu não serve para esse tipo de serviço. Tu é para a casa, para mim. De quatro, minha gostosa. Quero ver se tu lembra como a cadela do Marido se comporta.
Fiquei de quatro na terra, expondo minha bunda para ele. Ele cuspiu na mão, espalhando na minha entrada sem avisar, e meteu fundo. O choque era intenso, o meu grito abafado na palma da minha mão. Ele me segurava pelos quadris com firmeza inabalável, estocando com a determinação de um touro.
João: Grita que tu é a minha fêmea, feita pra levar a rola do teu Dono! Segura meu leite, gatinha. Eu tô injetando a minha testosterona na tua bunda pra tu virar minha fêmea de vez! Segura o filho do teu Dono.
Eu tremia, o prazer da submissão me consumindo.
O ponto de virada veio na manhã seguinte. Meu tio havia enviado por e-mail um relatório de contas urgente para que eu checasse. Eu estava na varanda, tentando ler. João surgiu, vindo do curral, sujo de terra e esterco.
João: O que é isso, princesa?
Eu: É o relatório do tio, eu preciso...
Antes que eu terminasse, João simplesmente pegou o laptop e o virou de cabeça para baixo sobre a mesa de madeira. O gesto era silencioso, mas a mensagem era alta.
João: Esse trabalho não serve para a minha mulher. O papel é do teu tio, e eu cuido da fazenda. Tu cuida de mim e da casa. Tu é a minha esposinha, e eu sou o único Dono aqui.
Ele me olhou nos olhos, a posse brilhando em seu olhar. Ele colocou a mão grande e quente na minha nuca, e eu soube que era a ordem. Eu me levantei, obedecendo ao toque firme de sua mão.
João: Agora tu vem comigo. Eu vou te mostrar o teu verdadeiro trabalho.
Ele me guiou para dentro do quarto. A pressão incisiva de sua mão em minha nuca me impulsionou. Ele me jogou na cama. Seus olhos estavam em chamas de posse.
João: Tu vai aprender quem é o teu Macho de verdade. Tu vai ser fodida de um jeito que não vai conseguir nem pensar em número. Olha pra isso, putinha. Esse é o teu único trabalho.
Ele se despiu. Eu me virei de bruços. Ele cuspiu na minha entrada e meteu, sem aviso, com tanta força que a cama rangeu e eu gritei contra o travesseiro. A intensidade das estocadas era pura afirmação de posse.
João: Eu sou o teu Dono! Eu sou o teu Marido! Grita que tu é minha putinha, feita só pra levar a rola do Macho!
Ele gozou com um rugido, jorrando em mim e me deixando um trapo na cama, totalmente possuído e humilhado. Meu corpo estava dolorido, mas minha alma, em paz.
No rescaldo do domínio, ele me deixou ali, largado, mas pertencente. Eu era a propriedade dele, a fêmea, a esposinha que ele havia dominado. João me tratava com a mesma rudeza carinhosa que tratava uma égua de raça: exigente e possessivo. Eu não era mais Marcelo, o "administrador". Nossas noites tinham uma cumplicidade intensa. Depois que o jantar estava na mesa, João me fazia sentar ao seu lado na varanda, na rede. Ele me contava sobre a fazenda. Eu ouvia, em silêncio, minha cabeça apoiada em seu ombro largo e peludo. Ele acariciava meu cabelo com a mão grande e calosa.
João: Tu me enche os olhos, minha linda. Tu é a feminilidade que eu preciso aqui. A tua beleza e tua obediência... isso sim é ser esposinha de um Marido. Tu me faz sentir o Macho mais sortudo.
Em uma dessas madrugadas, ele gozou fundo no meu cu. Exaustos, ele não saiu de dentro de mim. Seu corpo pesado caiu sobre o meu, e ficamos ali, fundidos pelo suor e pelo sêmen. Ele apertava minha bunda, sentindo a minha carne macia envolver seu membro. Ele me virou devagar, e eu deitei a cabeça em seu peito suado.
João: Tu é a melhor coisa que já me aconteceu, boneca. A nossa dinâmica é de Marido e Mulher aqui dentro, tu me entende? Tu cuida de mim, eu te protejo e te fodo. É a lei do campo. Eu sou o teu Dono, e tu é o meu viado mais gostoso.
Ele beijou minha testa, o toque dele sendo a posse mais suave e firme que eu poderia desejar. Dormi no calor de sua força, sentindo a paz de estar no meu lugar.
Na manhã seguinte, acordei sozinho na cama grande, sentindo o vazio do lado dele. O lençol que cheirava a ele estava enrolado em mim. Ele já tinha saído para o curral. Eu levantei, dolorido, mas sorindo. O café não se faria sozinho. O sol da manhã invadia a cozinha, pintando o fogão à lenha de dourado. Eu estava com o corpo moído, mas a alma leve. Minha tarefa era simples: alimentar meu Dono. Coei o café forte, tirei os pães de queijo do forno e servi o queijo fresco. O cheiro de café, queijo e leite fresco era a fragrância do meu novo lar. Eu o servi na mesa da varanda, onde ele já estava sentado, os coturnos enlameados e o chapéu de palha cobrindo o rosto sério. Eu me aproximei, minha bunda rebolando sob o short de tecido leve, ciente do olhar faminto que ele me lançava.
João: Chega aqui, princesa.
Eu me curvei levemente ao seu lado, servindo-o. Antes que eu me afastasse, ele me puxou pelo quadril, me forçando a sentar em seu colo. Seu peito nu cheirava a cavalo e suor fresco da manhã.
João: Eu gosto de tomar café com a minha mulher perto. Me dá a mão.
Ele segurou minha mão delicada, beijando meus nós dos dedos, um carinho inesperado. Mas então, a posse ressurgiu, assertiva. Ele virou minha mão e me forçou a segurar sua rola, já dura sob a calça.
João: Tu vai ficar assim, gatinha. Sentindo o que te espera quando eu voltar do pasto. É pra tu não esquecer quem te manda, nem por um segundo. Tu é a minha esposinha, tu tem que pensar no teu Marido o dia todo. Agora vai, arruma a casa.
Ele me deu um tapa firme na coxa e eu levantei, o pulso acelerado. O gesto me fez sentir a honra de ser o objeto de seu desejo e domínio constante. Eu me vesti, sentindo meu corpo rebolar na caminhada para a cozinha, ansiando pela próxima ordem, pelo próximo toque, pela próxima afirmação de que eu pertencia inteiramente ao meu Dono, ao meu Macho. Eu estava no meu lugar, totalmente rendido e feliz, vivendo a lei do campo, onde a força e a posse eram a forma mais pura de amor. Eu era a sua esposinha, e meu único propósito era servi-lo.

