Da sedução à pegação, acabou em fodeção - primeira parte

Da sedução à pegação, acabou em fodeção - primeira parte

Eu costumava jogar futebol uma vez por semana. E vestiário é total quinta série, com um sacaneando o outro, macho pelado para lá e para cá, sabem a putaria… sou gordinho, 51 anos, 1,75m, 107 kg, um dote normal, 16 cm, mas um dos alvos, alvos por causa da minha bunda, maior que a de muita mulher por aí. Deve ter uns 105 cm.
Quando me zoavam por isso, ainda quando eu era jovem, ficava puto, mas depois que passei a curtir tudo levo na esportiva, pois sempre pode acontecer algo interessante.
Na turma tinha o Fábio, também negro pouco mais claro que eu, cabelo sempre na máquina dois, bigode, minha altura, mas peso proporcional, 40 anos. É um cara na dele, não era de zoar e percebi que o futebol era uma d e suas poucas diversões, pois era casado, com filhos e trabalhava para cacete.
Um dia após o jogo, sobramos nós dois no vestiário. Ele no chuveiro, eu trocando de roupa. Me enxugava de costas para ele e minha bunda ficou à mostra.
“Caralho, negão, a rapaziada fala, mas é verdade, que lapa hein!!!”
Me enrolei na hora na toalha.
“Porra Fabinho, até você, cara? Era só o que me faltava!!”
“Porra negão, não quis te ofender não!! Mas, caralho…”
“Vamos cortar essa prosa…só me faltava essa…”
Ele riu, saiu do chuveiro, eu já estava trocando de roupa e o papo morreu ali.
Na semana seguinte, fui o último a ir para o vestiário por ser o responsável pelo aluguel da quadra e o dono quis falar comigo. Só tinha o Fábio, sentado de toalha, no celular.
“Porra velho, ainda tá aí? Você foi um dos primeiros a vir !!”
Ele me olhou meio chateado.
“A patroa marca em cima, bicho, e encanou até com a bola. Tá aqui perguntando se eu estou no futebol mesmo”
“Aí é foda. ”
Tirei a roupa e fui para a ducha. No que passei na frente dele…
“Eh, rabão!!”
“Porra mano, vai começar? ” Mas levando na brincadeira.
“Oh negão, deixa eu ver aí vai. Sua bunda é bonita, e vejo mais a sua do que a da mulher. ”
Rimos e resolvi entrar na zoeira:
“Se tá assim, até te deixo dar uma pegadinha…” Fui até ele de costas.
Me olhou alarmado.
“Mano, pára, que é isso?!”
“Ué, você não queria ver? Vou fazer melhor…dá uma pegadinha, para não esquecer como é uma bunda…”
Rimos novamente, mas de nervoso, com o meu rabo ao alcance da sua mão. Olhava para ela e para mim, parecendo não acreditar. Ficou em dúvida um tempo, mas não resistiu e alisou meu rabo, me deixando arrepiado.
Caiu o silêncio, ele parecia atordoado.
“Pronto, assunto resolvido, agora você lembra como é.” Isso nos fez rir e acabar com o climão. Mas eu tomei banho e o vi tentando olhar sem que eu percebesse.
Não éramos íntimos, nos conhecíamos só dali mas soube com o que eu trabalho, e me contatou pelo zap querendo saber sobre meus serviços. Conversamos e eu soube mais da vida dele. Deu a impressão que não era feliz no casamento, com a esposa mandona.
“Feliz é você, negão, solteirão, que pode desfilar esse rabão por aí”
“Deixa minha bunda pra lá, Fabinho, que caralho!E outra, o que eu desfilo mesmo por aí é minha piroca, quer ver? Eu não desprezo um cu peludo, hein” mandei emojis de riso e beijos “Tem aí? ”.
“Sai fora, negão!! Mas é sério?!”
“O quê? ”
“Tu gosta de um cu peludo? ”
“Mano, quem dispensa é o exército e quem ignora buraco é a prefeitura!!Abriu, é rola”
Óbvio que a essa altura eu já armava pra cima do cara, pois reconheci o tipo: o casado obediente mandado pela mulher, que se dá ao luxo de sonegar buceta porque sabe que ele tem tanto medo dela que não tem coragem de procurar outra na rua. Devia estar se acabando na punheta, louco pra gozar “pele com pele”, o que poderia levá-lo a procurar uma diversão diferente…
Ansiei pelo futebol da semana seguinte, mas houve algo que fodia com tudo: entupiu o encanamento do society. O dono disse que não impedia o jogo, se não ligássemos para o banho. Votamos e a maioria optou por jogar, Fábio incluído, e os que não abriam mão do chuveiro foram dispensados ganhando um alívio no rateio. Após o jogo, bebíamos uma cerva, mas sem chuveiro a maioria abriu mão. Acabamos sobrando eu e o Fábio. O primeiro a ir sobrou dessa vez…
Percebi que ele tinha tomado umas a mais e me preocupei. Disse que tava de boa, mas achei melhor irmos. Quando passamos pelo vestiário fechado:
“Porra, negão, hoje não vou ver sua bunda. ”
“Puta que pariu, Fabinho, ainda nessa vida? ”
“Ah,negão…” e rimos
Nossos carros estavam no terreno ao lado da quadra; nem todos cabiam no society. Era escuro e deserto.
“Falou negão…sua bunda fica pra semana que vem…” e deu um riso meio sem graça, de quem já passou do ponto.
Resolvi esquentar as coisas.
“Mano, já que pelo visto você ainda está no esgano, vou te fortalecer, porque gosto de tu. ”
Me olhou alarmado.
“Qual é, negão? ”
O carro dele estava ao lado do meu, mas mais afastado, numa parte bem escura. Fui até o lado do motorista, abaixei as calças, ergui a camiseta, empinei o rabo, pus a mão sobre o carro e falei:
“Vai, dá uma sarrada aí, bicho!!”
Ele piscou, sem acreditar.
“Porra, tá falando sério, negão? ”
Virei um pouco o rosto.
“Caralho, olha aí mano!! Se não quer fala logo que aqui é escuro, mas passa carro ali na frente, e alguém pode ver, porra!!”
Sem acreditar veio, baixou a bermuda, passou o pau no meu rego apontando pra cima, colocando os braços no carro, me prensando contra ele. Começou sem jeito, mas logo pegou ritmo e sarrou como se quisesse enfiar a rola.
“Porra negão. ”
“Vai mano, sarra aí, sem dó”
Começou a gemer mais, então o fiz parar.
“Fiz alguma coisa errada, mano? Fiz merda? ”
“Não, fica frio e confia em mim, que vou te aliviar…”
Então troquei de lugar com ele, que ficou bolado.
“Orra, mano, não sou disso não!!”
“Velho, você tá quase gozando sarrando bunda de macho… passou dessa de “não sou disso”...fica de boa e relaxa. ”
Pôs os braços sobre o carro. Fiquei atrás dele, peguei seu pau, que era maior que o meu, uns 18cm, porém mais fino, e comecei a bater uma bronha pra ele. Com a outra mão eu apertava seu peito e encostava minha rola na sua bunda, que era redondinha e definida, uma delícia, sem forçar, só sarrando. Também lambia sua orelha.
“Mano…”
“Tá gostando? ”
“Puta que pariu!!”
“Então relaxa, velho, e solta todo esse leite!! Esvazia esse saco, porra!!”
O sem vergonha começou a gemer que nem um puto e -veja só - rebolar na minha pica. Acelerei a punheta, empinou a bunda, não parei mais de lamber sua orelha e apertar seus mamilos….
“OOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHH CAAAAAARAAAAALHOOOOO!!!!”
E soltou jatos incontáveis de porra na porta do carro e no chão. Continuei punhetando de leve até ele afastar minha mão, e passar a respirar normal.
“Mano…”
“Curtiu? ”
Os dois ainda de bermudas no chão.
“Porra velho!! Obrigado!! Tava precisando disso!!”
Ergui a bermuda e me arrumei. E olhou espantado.
“Não vai gozar, velho? ”
“Marquei com uma nêga aí de dar uma borrachada” - mentira - “Tenho de chegar lá e mostrar serviço. ”
“Cara, você brincou com um cara e agora vai meter numa mulher?!”
Eu ri
“Essa é a graça da vida, velho. Aproveito o dobro! ”
Ele limpou a porta do carro toda gozada, nos despedimos com um abraço e ficamos de nos falarmos.
A isca estava lançada, era só esperar o peixe morder. Afinal, com a gozada monstra que ele deu, tinha certeza que ele ia querer mais…


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Ficha do conto

Foto Perfil negroexpert
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Nome do conto:
Da sedução à pegação, acabou em fodeção - primeira parte

Codigo do conto:
250512

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
29/12/2025

Quant.de Votos:
4

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