Eu participaria de um curso de dois dias da minha área em São Paulo. É legal porque no ramo todo mundo se conhece e embora haja rivalidade e competição, tem muita gente boa, caso do Henrique. Ele é um dos feras do setor, referência pra todo mundo. Eu, por exemplo, trabalho sozinho; ele tem oito funcionários. Mas desde o meu início, sempre foi gente boa. Evolui e muito com sua torcida pelo meu sucesso, o que fez nascer uma boa amizade. Não temos restrição de área para atuar, mas indicamos muitos clientes um pro outro para serem melhor atendidos, e trocamos ideias a respeito do trabalho o tempo todo.
Como sempre, me perguntou se eu iria.
“Vou, e pelo tema ser punk, não vou fazer bate volta para casa” - moro no interior, a 1h30 da capital - “É cansativo. Vou caçar um hotel e ficar por aí mesmo”
“Porra, irmão, então divide comigo. Reservei um quarto duplo pois ia levar um colaborador, mas ele não pode ir. Assim não preciso mudar a reserva e fica mais barato”
“Fechado, velho. ”
Fizemos check-in na hora do almoço do primeiro dia. Henrique tem a minha idade, 51 anos, 1,80m, uns 80 kg, branco, e a própria cara da riqueza: cabelo com corte moderno e cavanhaque grisalhos, relógio caro, sempre bem vestido e perfumado. Aproveitando, para quem não me conhece: sou negro, cabeça raspada, 1,75m, 107 kg e pica de 16 cm, grossa.
“Puta merda, negão, você tinha razão. Que curso do caralho!!”
“Falei bicho. ”
“Porra, e aquele ar-condicionado de merda, tou todo suado…será que dá tempo de tomar uma ducha? ”
“Vai lá, mano, se apertar a gente come um sanduíche, tem uma lanchonete top ali na esquina. ”
“Velho, foi bom ter dividido com você…tem jeito pra tudo. ”
“Obrigado, mas vai logo antes que só dê tempo de comer uma coxinha e um refrigerante”
Riu e entrou no banheiro, e eu sentei na mesa e liguei o notebook para dar uma olhada nos e-mails. Saiu de toalha e ao trocar de roupa ficou pelado de costas para mim. Era peludo, e tinha um rabo grande e redondo que era uma delícia. Virou-se e enquanto se enxugava, mesmo mole, achei sua piroca pequena para um cara daquele tamanho. Fiquei curioso para saber como era dura…
Mas disfarcei a manjada porque além de gostar do cara, tinha jeito de ser aqueles héteros 100%, sem drama na consciência. Não valia perder a amizade por uma cobiçada, mas que ele é gostoso, é.
Quando terminou a tarde do curso o pessoal fez um happy-hour. Tomei duas doses de whisky e vazei, Henrique ficou. Lá pelas nove horas eu lia na cama quando ouvi batidas na porta. Os quartos abrem com cartão magnético e tinha perdido o dele, pois estava bêbado.
“Devia ter vindo com você, negão, puta merda. ”
Caiu na cama e tentou tirar os sapatos. Naquele estado nem em mil anos conseguiria, então o ajudei. Tirou a camisa e ficou aquele peitoral bem na minha cara. Caralho… ajudei com a calça e quando ficou só de cueca estava de pica dura, dando pra ver que realmente ela não era o que esperava de um cara daquele tamanho. Se tivesse uns 13 cm era muito e não parecia ser grossa. A partir daí se ajeitou sozinho na cama e apagou.
De madrugada fui ao banheiro. Quando saí, a luz mostrou que mexia na rola por baixo do lençol. Batia uma e gemia. Me assustei porque parecia olhar pra mim. Achei que era minha imaginação.
Pela manhã a cama dele estava a maior bagunça. Dormia de bruços, totalmente pelado, atravessado com a maior parte do lençol amarfanhado embaixo dele, e uma banda daquele rabão delicioso totalmente descoberta, todo suado mesmo com o ar ligado. Deixei para acordá-lo no limite para não nos atrasarmos. Primeiro bati em suas costas na curva do burrão, só pra tirar uma casquinha, e ele deu uma gemida.
“Huuuuummmm”
O safado tinha gostado? Por essa eu não esperava…
O sacudi até acordar.
“Cara, o que eu tou fazendo pelado?!”
“Sei não mano, você dormiu de cueca, e olha como tá. Vê se tá tudo no lugar e nada tá doendo, principalmente na hora de sentar…kkkkkkkkkkkkkk”
Ele riu.
“Filho da puta! ”
Mas a verdade é que ver aquele rabão aparecendo deu vontade de cair mordendo e enfiando a língua no cuzinho, puta que pariu. E nem fez onda: foi pelado mesmo tomar um banho e saiu se enxugando mostrando a raba e a piroca, que tava dura…
Deu as costas para mim, se agachou e ficou com o rabão pra cima de novo.
O filho da puta estava se exibindo. Então, ele ia ver.
Assistindo o curso, eu só pensava naquele rabo. De vez em quando olhava e sorria. Quando terminamos, happy hour de novo, mas se conteve, cozido do dia anterior e dirigiria quase cinco horas até a cidade dele no dia seguinte. Ficou alegre, mas não ruim, e voltou ao hotel comigo. Chegou no quarto e caiu na cama.
“Foi top demais negão, o curso, a rapaziada, a zoeira…só faltou uma coisa: a diversão.”
“Isso você resolve lá na sua terra, você não é dono da cidade? ” E ri.
A família era conhecida em toda região.
“Você é louco, bicho…não consigo dar um peido sem alguém saber, e se minha mulher souber, ela me capa”
“Então bate uma bronha, goza e os pensamentos vão para o lugar. ”
“É o jeito…”
Engoliu em seco e disse:
“Mano, tou com um tesão do caralho…te incomodo se fizer isso? ”
“De forma alguma, velho…natural. Sendo sincero, também tô na febre do rato, vou tocar uma também, se não se importa. ”
“De boa. ”
Ele pôs a piroca pra fora, rodou um vídeo no celular e começou a se tocar.
Eu na minha cama também comecei a bater uma, alisando bem devagar. Olhou pra minha rola e engoliu em seco.
Fechei os olhos e curti o momento, ouvindo gemidos de mulher vindo do celular dele.
“Negão, você não assiste vídeo pra bater uma? ”
Olhei pra ele, que também alisava a rola devagar, me olhando…
“Não mano, sou à moda antiga, uso a imaginação. ”
“E tá imaginando o quê?!”
Hora do bote…
“Melhor não dizer. ”
“Orra mano, fala aí…na moral, a gente é amigo! ”
“Por isso mesmo. ”
“Caralho, é tão foda assim?!”
Ambos de pau na mão, manjando a rola um do outro, no limite…
“Foda não é, mas pode ficar estranho. ”
“Fala mano, qual é? ”
“Quer mesmo saber? ”
“Claro, bicho!!”
“Tou pensando na sua bunda, velho! ”
“Hummmm, sério?!” Ele sorriu e apertou a pica.
“Sério, mano. Desde ontem tou vendo esse rabão passeando por aí, hoje cedo tava até à disposição, e tou pensando nele. ”
“É? ” Parou de se masturbar e ficou de quatro na beira da cama. “Então vem pegar, putão!!” E deu uma balançada.
“Mano, achei que você era heterão!!”
Virou a cabeça para trás com o rabo oferecido, para responder, com cara de puto.
“Claro que eu gosto de mulher, mano. Adoro. Mas não vivo sem gozar, e descobri que com macho não só é bom pra caralho, como é menos BO…vem aí, cara, pega a minha bunda. É sua!!”
Saí da minha cama, ajoelhei e enfim, caí de boca naquele rabão. Mordia as bandas e enfiava a língua no buraquinho guloso.
“Isso negão, chupa meu cu, caralho!!”
Peguei o pau dele e comecei a punhetar. Ele gemeu mais ainda. Então puxei pra trás e dei umas lambidas na cabecinha, então agasalhei. O tamanho ideal de caber na boca.
“Porra negão, você é safado demais cara!!!”
Se levantou.
“Senta aí na beira da cama. ”
Sentei, ele se ajoelhou em frente e começou a me mamar com uma gula impressionante.
“Puta pauzão gostoso do caralho!!”
Tirava meu pau da boca, batia ele na cara, cheirava e lambia minhas bolas uma de cada vez, punhetava…o playboyzão delirava na rola preta, o que só me deixava mais louco.
“Isso putão…mama teu macho!!!” E forcei a cabeça dele na minha pica até engasgar.
Ele deixou meu pau todo babado, levantou, pegou uma camisinha em algum lugar, me deu pra encapar o bicho, passou bastante cuspe no cu, abriu as polpas e falou:
“Vou sentar na tua piroca. ”
E desceu abrindo o rabo e agasalhando meu pau. Deu aquela dificultada para passar a cabecinha, mas o putão tava decidido: forçou e veio com tudo!!
“Ooooooooooo, caralho!!”
Ficou sentado no meu colo um minuto, deu uma rebolada para ajustar, então começou a subir e descer na minha piroca com tanta força que mesmo de camisinha eu sentia as esfoladas. O viado tava cheio de tesão.
“Isso, filho da puta!!! Senta no pau preto!! Não era isso que você queria?!!”
“OOOH mano, Hummmmm…era, e não é de hoje…”
“É puto sem vergonha?!”
“É mano, faz tempo que sonho com essa pica. Ficava imaginando como era. ”
“Era só vir, seu viado!! Só perdeu tempo!!”
“Agora tou vendo, caralho, oooohhhhhh!!!” E dava umas sentadas animais.
E elas ficaram cada vez mais fortes. A bunda batendo nas minhas coxas faziam “plof, plof, plof” delicioso. Apertei a cintura do puto e ele gemeu mais ainda.
“Porra negão, vou gozar!!!”
“Então goza puta safada!!!. Goza no pau do teu macho!!”
Ergueu a bunda sem sair do meu pau, e deu uma sentada que veio engolindo tudo, enquanto batia uma furiosa. Quando sua bunda encontrou com o meu quadril acelerou a punheta e deu uma gozada monstra.
“Poooorrraaaaaaaaa!!!”
Pus a mão na pica dele e os jatos não paravam. Gozou horrores.
Ainda ficou um pouco sentado no meu colo, então levantou.
“Puta que pariu, tô com as pernas bambas. ”
Deitou na cama, de bruços.
“Porra irmão, você me deixou ardido”
“É isso que dá mexer com quem tá quieto. ” E caí na risada.
“E nem gozou ainda? ”
“Eu demoro um pouco…quer dizer que tava doido pra entrar na piroca do negão? ”
“Tava mano…olho pra você nos eventos e fico de pau duro. Quando pintou essa oportunidade de dividir o quarto nem acreditei!! Era a chance. ”
“E bateu punheta pra mim essa noite, safado? ”
“É, velho” ele estava de bruços e me punhetava. “Tava com tanto tesão que faltou pouco pra ir na tua cama mexer na tua piroca. Mas fiquei com medo. Você é negão e nunca deu goela…tive medo de ir e levar um socão! ”
Rimos.
“E agora? ”
“E agora já tou a fim de levar rolada de novo. ”
“É, putão? Então peraí”
Abri as pernas dele e caí de língua naquele buraquinho peludo. A puta começou a gemer de novo. Depois de bem lambido, fui procurar uma camisinha. Ele percebeu.
“Mete no pêlo, negão!!”
O cliente que manda.
Apontei meu pau pra entrada do cuzinho, nem forcei muito e já deslizei pra dentro. Cobri o cara com meu corpo, lambi a orelha, beijei o rosto e ele virou de lado pra trocarmos um beijão. E eu já socando a pica naquele rabão delicioso. Ergueu o corpo e ficou de quatro, e como ele era maior do que eu, tive de erguer as pernas pra meter fundo no puto safado
“Quer pica, viado? ”
“Quero…”
“ Então toma!!!”
E soquei a rola naquele cuzão, sem pena.
“Vou gozar, viado!!”
“Espera negão”
Ele saiu da minha pica e deitou de frango assado.
“Vem que eu quero ver o prazer na tua cara despejando leite no meu cu”
Erguer as pernas daquele cara grande, com pinta de macho playboy levando rolada que nem uma puta foi demais pra mim. Acelerei a pirocada, deitei sobre ele e o filho da puta começou a morder meus mamilos. Aí fudeu…
“OOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHH” e dei uma gozada da vista escurecer. Louco. Soltei muito leite naquele cu. Ele se punhetava olhando pra mim, puxou minha cabeça para um beijo e acabou gozando de novo, lambuzando minha barriga e a dele.
“AhHHHHHHH CARALHOOOOOOO!!!!”
Caí por cima. Ambos suados, exaustos e relaxados.
Na manhã seguinte, ir embora. Arrumamos as coisas com umas pegadas de rola e tapas na bunda. Fui tomar um banho e quando saí, Henrique tava de quatro na cama, com as mãos puxando as bandas do rabão, deixando todo aberto.
“Então, negão…não rola uma rapidinha de despedida? ”
Rolada não se nega.
Entrei no playboyzão de novo, dei muita socada naquele cu e só saí quando lotei de leite de novo.
Ele me deu carona até minha cidade, que é no caminho e marcamos para meter lá na cidade dele.
“Negão, quero te dar até assar, chegar em casa e levar bronca da patroa com seu leite no cu! ”