Da sedução à pegação, acabou em fodeção - parte II
Depois de aliviar o Fábio, meu amigo negão do futebol cuja esposa tava sonegando sexo, imaginei as coisas que poderiam acontecer: uma, se arrepender e se fechar, dois, ficar com sede de mais e me procurar. Mas diz o ditado que o homem põe e Deus dispõe. Torci o tornozelo bestamente em casa e não ia ter futebol. Ele me mandou mensagem lamentando, desejando melhoras, e… “Vou sentir falta da fortalecida, contava com tua presença” - carinhas de riso na mensagem. “Não seja por isso, a gente se ajeita…” - carinha piscando. Saiu melhor que o esperado. Fui ao mercado um dia e encontrei-o com a esposa, uma linda morena, baixinha e rabuda, cara de marrenta e um sorriso estranho, daqueles que dizem os escritores, “não chega aos olhos”. Me mediu da cabeça aos pés. Conversamos um pouco enquanto esperava a sogra vir do açougue. E quando isso aconteceu… “Meu filho!! Quanto tempo!!” Era uma ex-faxineira de casa, dona Nilda. A esposa tinha de quem puxar o rabão. Passei a vara em muitas das minhas auxiliares menos nela, que sempre se mostrou séria. Mas tinha uma das bundas mais desejáveis que já vi, sendo das que mais fiquei em casa, só pra ver aquela raba desfilando. Parou de trabalhar por causa de tratamento de saúde, mas gostava tanto dela que para ajudar mandei a diária semanal por uns três meses. Sabendo que fiz isso por sua mãe, o comportamento da Mariana (o nome ficcional da esposa do Fábio. Obviamente, todos são trocados), mudou. O sorriso foi genuíno e animado. Até um pouco demais, eu diria… No dia seguinte, a mensagem. “Negão, a patroa gostou de você. ” “Legal, mano. ” “Ontem ela até liberou pra mim, bicho!!” “Sério…tirou o atraso? ” “Bom, esvaziei o saco, mas não foi lá essas coisas não…” E completou: “Não tão bom quanto sua fortalecida…” “Gostou né, putão?!” Na semana seguinte eu estava bem, mas não teria futebol de novo. Problema na quadra. Então veio o convite. “Negão, a fim de tomar uma? ” “Sempre, mas sua patroa não vai querer que você fique em casa? ” “Sim, mas eu disse que ia tomar uma com você, e ela não se opôs. Gostou de você, disse que é um cara legal por ter ajudado minha sogra. ” “Fechou. ” Marcamos no bar de um conhecido nosso. No primeiro gole o Fábio já deu a letra. “E aí negão, metendo muito? ” “Também não é assim, né, bicho, tem época que tá melhor, mas tem época de seca. ” “Então tá com o saco cheio? ” “Porra, nem fala” dei uma patolada na rola. Sem perceber, fez o mesmo na dele. Tomamos umas quatro, e o assunto sexo não saía da mesa. Reclamou que a esposa não mamava mais, trepava mal e o chamava de “tarado”. “Ixiii mano, então você também tá cheio. ” “Porra, velho…” Nem pisquei: “A fim de dar uma esvaziada? ” “Era bom…, mas onde? ” “Meu escritório é aqui perto…bora! ” Pegamos umas cervejas e fomos. Lá tenho sofá e televisão e trepo; moro num condomínio com poucas casas. O entra e sai chamaria atenção e podia me dar uma multa. Sentamos no sofá, ele num lado e eu no outro. Pus um filme em que dois negões metiam numa morena que gemia como uma puta. Não foi intencional, mas parecia a esposa dele. Arregalou os olhos, mas não comentou. Sentei, baixei as calças e já fui socando uma punheta. Sentou perto, tirou a pica pra fora, mas não tão à vontade quanto eu. Só abriu a braguilha, mas manjava minha rola enquanto via o filme. Fechei os olhos curtindo o momento e ao abrir ele estava debruçado do lado secando meu pau. Peguei sua mão e o fiz pegar, mas resistiu um pouco. “Pega aê, mano, tá de boa. ” “Porra negão…” “Já estamos aqui… relaxa e curte. ” Enfim pegou, e fiz o mesmo no dele. Trocando punheta aos poucos foi se rendendo. Encostou o rosto no meu, com a respiração pesada. Virei para ele, peguei seu queixo e me aproximei. “Pera, negão, que porra é essa? ” “Mano, sei que tá a fim. Larga de preocupação, só estamos nós dois e ninguém vai saber…” Grudei o cara e dei um beijo. Ele deu um suspiro profundo e pegou meu pescoço correspondendo. Entregue. Começou a lamber meu peito e desceu a boca até meu pau o me punhetando. Tocava a bronha e me olhava quando empurrei sua cabeça para me chupar, mas resistiu novamente. “Mano…” “Relaxa, velho…” E o fiz abocanhar minha rola. O safado fez com maestria. Chupou com carinho, subindo e descendo devagar, com cuidado, a língua cobrindo os dentes e tudo. “Ah, putão!! Não foi a primeira vez que essa boca viu rola, né? ” “Ah, mano…já fiz uns bagulhos, né? Mas nunca fui tão longe…” Fiz um charme. “Se quiser parar, bicho…gosto de tu, não quero que fique grilado. ” “Não negão, tou de boa…” E voltou a me mamar, deixando a pica toda babada de saliva, até escorrendo pelo meu saco. Eu já tava pirando e mandei: “Velho, deixa eu meter no teu cu!!” Ele se assustou. “Tá doido, negão?! Eu nunca dei e não aguento isso aí, não!!” “Vai mano, eu vou com jeito…é desconfortável no começo, mas depois você curte. ” O convenci com um clichê de adolescente: “Eu deixo você meter em mim depois. ” “Sério velho?!” “Sério, sei que tá louco no meu rabão. Ele é seu, se me deixar meter no teu cu.” Pensou por uns segundos. Então se levantou, se livrou do resto das roupas e perguntou: “Como vai ser? ” “Fica de quatro no sofá. ” Caí de língua no cu dele. Tava suado e salgadinho, mas assim que comecei já foi piscando... “Velho, que é isso?! É bom pra caralho!!” Como sempre tou fodendo no escritório, tenho camisinha e KY lá. Lambuzei seu cu até escorrer pelas coxas e também a camisinha, que já era lubrificada. Queria comer aquela bundinha malhada mais vezes, então tinha de ser o menos doloroso possível. Apontei e fui forçando a entrada. “Ai, caralho mano!!!” “Pera, bicho…” A cabecinha passou e não parei. Entrei aos poucos, mas sem parar, pois, quando reclamasse de dor eu já estaria dentro e não ia ter volta. “Puta que pariu, como essa porra dói!!!” “Calma mano, já enchi teu cu.” Ele respirava rapidamente, tentando diminuir a dor e o desconforto. Debrucei sobre ele, beijei seu pescoço, orelha, fiz carinhos nos mamilos e peguei o pau dele batendo uma devagar. Mais um pouco o cuzinho começou a piscar e ele a gemer. A piroca dele amoleceu, entregue. Comecei a socar num ritmo lento, segurando sua cintura. A cada pirocada meu saco fazia barulho batendo na bunda dele. O cara tava gemendo muito, quase chorando de tesão. “E aí, filho da puta, tá gostando de levar rola? ” “Cara, ainda tá doendo, mas isso é bom, mano…cacete!!!” “Cacete é o que você tá levando agora…toma!!” Peguei ele pelos ombros e enterrei a rola sem dó. Ele deu uns gemidos de tesão e dor e aí sentei a estocada mesmo, sem parar. E não aguentei mais, soltei leite no cu daquele puto. “OOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHH”. Foi uma puta gozada do caralho. Nada me dá mais tesão do que inaugurar um cu. Deitou de bruços no sofá e caí por cima para ele sentir o que era estar debaixo de outro macho. Estávamos os dois suados e ofegantes. Fui pegar umas cervejas para nós e ficamos um encostado no outro. Sem abraço, só nos encostamos; não queria que se sentisse constrangido, pois tem gente que depois da experiência morre de vergonha quando o sangue pára de ir para a pica…kkk. “Puta negão, quase gozei com seu pau no meu cu…faltou pouco!!” “Velho, se isso acontecesse você ia ver o que era doideira. ” “Acredito mano…agora sei porque tem tanta gente dando o cu…doeu, mas delirei cara, teve hora que saí do corpo. ” Falei que era a primeira vez, que as próximas iam ser ainda melhores. Ele perguntou se eu ia querer o cu dele de novo e respondi que toda vez ele quisesse a gente podia foder. “Top, mas então…ainda não gozei. ” Ajoelhei e dei uma mamada caprichada para deixar ele no ponto. Ele pôs a camisinha, eu fiz a mesma coisa, a lambuzei e o meu cu de lubrificante e fiquei de quatro no sofá. “Vai mano, fode esse rabo que sei que você tá querendo…” Ele abriu minha bunda e também foi metendo sem esperar. Bem melado, deslizou sem problema. A pica dele é comprida, deve ter uns 18 cm, mas é mais fina que a minha, que tem a grossura de um tubo de desodorante. Logo comecei a sentir as estocadas no meu estômago. “Puta cu gostoso do caralho, negão!! Melhor do que eu imaginava...” “Então mete aí, porra!!” Me pirocou sem dó, louco pelo meu cu. Eu já estava sentindo que ia gozar de novo quando a rola dele engrossou, a respiração ficou pesada e me torou mais fundo…. “CARALHOOOOOOOOOOOOOO!!!” Gozou tanto que se não estivesse encapado tenho certeza que a porra teria escorrido pelas minhas pernas. Enquanto isso me punhetei com a rola dele estourando meu cu e gozei horrores. Nunca vi uma camisinha tão lotada de porra. Me disse que nem lembrava quando foi a última vez que gozou daquele jeito. Falou que quase desmaiou. Ficamos ali, jogados no sofá, matamos a cerveja e sugeri que tomasse um banho sem sabonete por causa da patroa. ‘Se a sua patroa é tão cismada assim, vai sentir cheiro de macho em você. ’ E caímos na risada Nos despedimos com ele já planejando a próxima vez…
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