Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a chegada

“Amor, é aniversário da Lena no fim de semana e ela gostaria que eu fosse…vamos? ”
Eu e Vera estávamos juntos há alguns meses quando surgiu o convite. E não me empolguei.
“Sei não, meu bem…você não disse que ela é a maior caga-regra? O que ela vai dizer de você aparecer com seu namorado preto 30 anos mais novo?!”
“Já falei com ela, querido, está tudo certo, nem pensaria em ir se não estivesse. Ela acha que eu mereço ser feliz e você é bem-vindo. E gosta tanto do Rio!!”
Fato. Sou apaixonado pela cidade que visito sempre a negócios e estendo ao prazer. O problema era a anfitriã. Maria Helena, a irmã mais velha de Vera, era a típica matriarca, disparando opiniões sobre tudo e todos. Soube que a princípio achou minha coroa maluca por estar comigo, e que até ficaram sem se falar, mas capitulou.
Ia fazer 83 anos, viúva de um juiz federal que a deixou bem de vida e com quem teve apenas uma filha, que morava no exterior e não veio para a comemoração. Os filhos da Vera também correram da confusão.
O filho, aliás, não perdoou:
“Negão, passa lá no Butantã e pega soro antiofídico que a jararaca é foda!!”
Também não gostei da ideia de ficar hospedado no apartamento dela, mesmo sendo uma cobertura dúplex de frente para o mar na Zona Sul. Ia ser mais que confortável, mas tava na cara que eu iria ficar sem meter com a minha coroa safada.
Mas para agradá-la acabei topando.
Na sexta viajamos pela manhã de ônibus. Vera não se sentia mais bem voando, e fiquei grato porque odeio, então viajamos de poltronas leito. Enquanto aguardávamos o embarque uma mulher, que provavelmente estaria no mesmo ônibus, branca, cabelos vermelhos crespos e curtos, grandes óculos e um vestido de algodão branco com bolsos não parava de olhar para nós. Devia ter quase ou pouco mais de 60 anos e nos abordou:
“Desculpem, mas preciso dizer: que coisa mais linda vocês dois…tudo de bom !!!”
Agradecemos a simpatia inesperada, e ao entrarmos no ônibus Vera perguntou baixinho:
“O que será que chamou a atenção dela? ”
“Sua beleza. ”
Deu um sorriso satisfeito foi ao ponto:
“Fala sério, preto!! O que acha que foi? ”
“Nossa diferença de idade ou sermos um casal inter-racial, talvez os dois. Tem jeito de ser professora universitária de humanas…costumam ser progressistas e amam essas coisas!!”
Ela riu, e isso chamou a atenção dela, sentada um pouco à frente e viajando conosco na classe leito. Aliás, apenas os três.
Partimos e conversamos um pouco até minha coroa cochilar. Ela usava um vestido bata branco e dourado, com cumprimento digno para sua idade, sem parecer ridículo. Cochilei com a mão em suas coxas e acordei com o vestido tendo subido um pouco. Alisei sua perna, e quando se mexeu o vestido subiu mais. Continuei o carinho, fui pondo a mão por baixo dele e cheguei até sua cintura, puxando o elástico da calcinha.
“O que você está fazendo, seu doido?!”
Fiz sinal de silêncio, olhei para o corredor e a Angela (fictício, óbvio) parecia dormir. Então beijei minha coroa gostosa e fui enfiando a mão entre suas pernas.
“Ai meu Deus!!”
Tirei a mão um minuto, lambi meus dedos, a fiz lamber também e enfiei a mão novamente por baixo do vestido, já quase na cintura. Puxei a cortina e dedei sua bucetinha suculenta afastando a calcinha. Meu dedo entrou, ela deu um suspiro e mergulhei entre seus seios abrindo o vestido e abaixando a alça do sutiã.
“Você é maluco, amor!!”
Enfiei três dedos em sua buceta, mamava seus seios e a beijava. Ela começou a tremer, suspirar até que travou sua bucetinha gulosa na minha mão e puxou minha boca para um beijo desesperado, explodindo numa gozada épica.
Se ajeitou em meus braços e ao olhar pelo corredor Angela, que estava sentada uma fileira de poltronas de distância do lado esquerdo, estava na do corredor, olhando para nós com safadeza, segurando um seio de fora e a mão entre as pernas, visivelmente numa siririca.
Disse para minha coroa que tínhamos plateia. Se assustou, mas mostrei a ruiva gozando e ficou vidrada, debruçada sobre mim apertando meu pau pela calça. Angela se dobrou para a frente, suspirou fundo e gozou também.
Vera deu uma piscada para ela, que falou o que parecia ser “obrigado”, sem emitir som.
Tivemos de nos recompor, pois o ônibus ia parar. Ao descermos Angela disse que amou o show e retruquei que era tão bom que foi filmado.
“O quê?!” Elas se assustaram.
Disse que as empresas de ônibus estavam instalando câmeras para monitoramento das viagens por segurança. Ficaram aos risinhos enquanto almoçávamos juntos, mas ao voltar para o ônibus Vera foi taxativa.
“Vamos nos comportar, mocinho!! Não quero ser banida, expulsa ou pior: aparecer no Xvideos!!”
Vera assiste comigo, disse que já assistia antes, e acabava sempre gozando.
Angela sentou em nossa fileira e conversamos. Acaba sendo mesmo professora de humanas em universidade federal…kkkk. Perguntou sobre nossos gostos e se já tínhamos feito ménage.
Minha coroa respondeu:
“Adoraríamos, só não aconteceu ainda. ”
Chegamos à cidade maravilhosa e elas trocaram zap. Angela disse que gostaria de nos encontrar. Vera disse que talvez não fosse possível desta vez, mas que poderíamos vir de novo só para vê-la…
Combinado. Agora, hora de enfrentar a surucucu.
O prédio era espetacular, e a primeira surpresa foi ao chegarmos: Lena nos esperava num dos enormes sofás do saguão. Ela tem 1,75 m, magra, um ar distinto, cabelo loiro de corte despontado, usava óculos e estava com um vestido longo azul marinho com de alças que exibia os braços que mostravam sua real idade. Assim como a Vera, tinha lá sua cota de plásticas, mas assim como minha gostosa era trabalho de cirurgião bom, parecia natural.
As irmãs se abraçaram com muito carinho, podendo ver o quanto eram próximas apesar da distância física. O surpreendente foi a doçura com que me recebeu.
“Então esse é meu novo cunhado?! Como é bonito!!”
Para quem chegou a me achar um gigolô, aquilo era uma mudança e tanto.
Quem pareceu pensar assim foi a empregada, Cléo. Negra, 45/50 anos, cabelo liso de progressiva um pouco abaixo dos ombros, baixinha, gordinha e rabuda (eu e minha tara por bunda !!) Assim que me viu fechou a cara.
Entendi o porquê. O prédio era antigo, mas o apê não. Deslumbrante e sem o ar de museu que o edifício faria supor. Amplo, claro, com uma mega varanda e a brisa do mar se apresentando. Como chegamos no fim da tarde nos aguardava uma mesa de café parecendo um balcão de padaria. Doces, pãezinhos, salgados, sucos, café…a cunhada era chique mesmo. Nos sentamos e a Cléo junto. Mais que empregada era companhia da Lena.
À mesa, Vera fazia o possível para me incluir na conversa, o que não foi difícil. Modéstia à parte, tenho bala na agulha para entrar e sair de qualquer ambiente com louvor. Isso incomodou demais Cléo, que foi até a cozinha e como eu queria um copo d 'água, que tinha acabado na mesa, pedi licença e fui também. Entrei e o ataque veio.
“Sei qual é a sua viu, safado!! Enrolou dona Vera, mas não vai enrolar dona Lena!!!”
“Não estou aqui para enrolar ninguém, eu nem queria vir. Mas vim, sou visita e não vai me tratar assim. Não me conhece, mas numa coisa acertou: sou safado sim!!””
E mandei um beijo para ela, que voltou para a sala puta.
Vera trouxe os presentes que compramos para Lena. Dela, um belo colar e depois o meu.
“Oh meu Deus!!”
Como sou tremendo pé de cana, mas não bobo, ao saber que Lena religiosamente tomava uma dose de whisky antes do jantar, comprei para a cunhada coisa boa, uma garrafa de single malte Lagavulin 16.
“É o do filme?!”
Confirmei. Agora vocês descubram o filme…kkkkkkk
E fui além. Como soube que a comemoração do aniversário no dia seguinte seria um coquetel, trouxe da minha adega uma garrafa de champanhe francês primeira linha e duas garrafas de um toscano badalado para ser servido na festa.
“É muita gentileza, Du!”
Assim fui ganhando a cascavel, e o triunfo final veio ao jantar. Lena programou o lanche da tarde, supondo que a viagem poderia atrasar, e aí só faríamos uma ceia leve à noite, mas chegamos cedo, e fez com que tivéssemos de jantar.
As convidei para sairmos e Lena sugeriu um restaurante na Lagoa, do qual eu já tinha ouvido falar. Convidamos Cléo, mas contrariada com minha presença, disse que estava “com dor de cabeça”.
Ao chegarmos, alegria: encontrei um associado e amigo, cara engraçado:
“Negão, marcamos algo e eu esqueci?!”
Apresentei Vera como minha esposa e Lena. Creio que esperavam um olhar enviesado, que não veio. Não só o amigo sabia de minha predileção por mulheres mais velhas como eu tinha falado e mostrado fotos da Vera antes.
Isso causou seu efeito. As duas relaxaram e tivemos uma ótima refeição. Objetivo alcançado: cascacu conquistada.
Não demoramos muito pois sabia que Lena dormia cedo e nós tínhamos viajado quase um dia inteiro.
Cléo estava acordada e apesar da “dor de cabeça”, perguntou se queríamos algo. Com a negativa se recolheu.
O quarto em que nos acomodamos era show, com uma cama king. Fechamos a porta, Vera grudou em mim me dando um beijo de perder o fôlego.
“Seu safado sem vergonha!! Sei que é sedutor, mas hoje extrapolou…a Lena está caidinha por você…vou acabar te perdendo! ”
“Vai nada, porque você é meu amor…agora, já que está tudo bem, eu não mereço um agradinho, não? ”
“Pior que merece, principalmente por causa do ônibus, me fez gozar como uma adolescente! ”
“Adolescentes não gozam, porque os moleques não sabem o que fazem…gozou como a delícia que você é!!”
“Chega de filosofia, safado, vamos tomar um banho, que vou cuidar de você…”
O box enorme nos deixou à vontade. Grudamos nossos corpos e fui logo apertando aquele rabo grande e delicioso, enquanto ela pegava meu pau e punhetava. Ligamos o chuveiro para isolar o barulho e ela se ajoelhou, beijou a minha pica e olhando para mim, foi abocanhando toda bem devagar, até o talo, tesão que me escraviza. Mamava gostoso me punhetando com uma mão, ordenhando meu saco com a outra e às vezes enfiando um dedo no meu cuzinho. Segurei sua cabeça e fodí sua boca, ela ajoelhada, recebendo pirocada na garganta. Tava quase gozando mas parei, a levantei e virei de costas, apoiada na parede.
“Vem que eu vou te fuder agora!!”
Apontei minha cabeçona para a entrada da bucetinha, dando umas pinceladas que a deixam doida.
“Vem amor, mete logo essa piroca em mim, caralho!!” E empinou ainda mais a bunda.
Afundei meu pau gostoso naquela buceta quente. Vera perdeu o controle.
“Vem safado, puto sem vergonha!! Mete gostoso na tua coroa, mete!!!
“Gostosa, safada!!”
“Dá piroca pra sua esposa!!”
“Hummmmmmmm!!”
“Gostou né, safado!! Mete esse caralho, na sua mulher…sou sua mulher, não sou?!”
“Ééé…”
Socava sem dó naquele bucetão, meu saco batendo na raba e água caindo nas costas dela, que tocava uma furiosa siririca.
“Amor, tou gozando!!!”
“Eu também amor!!”
“Vou gozaaar, gato, vou gozaaar, eu vou…aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!!!!!”
Enquanto ela tremia toda meu pau esguichou muito leite naquela bucetona...gozei como um cavalo.
Ela tremia muito e tive de segurá-la. A encostei na parede e trocamos beijos.
“Amor, que loucura!!”
Então fomos tomar banho…kkkkkk, quando saímos do banheiro, vimos algo estranho: uma fresta de luz vinda da porta que sumiu assim que entramos no quarto, como se alguém a tivesse fechado.
“Preto, você viu o que eu vi?!”
“Vi…segunda vez hoje que somos vistos…tá na hora de cobrar couvert artístico!!!”
Ela explodiu em risos e me beijou.
“É por isso que eu te amo!!”
“OI?!”
Ela fez cara de “ops, falei demais”, mas pensou um minuto, respirou e disse:
“Ah, quer saber?! A gente junto já é uma loucura, mas estamos aqui. Passamos tanta coisa!! Confesso que estava nervosa até chegarmos hoje, e o preto safado já conquistou minha irmã, né!! Sou louca por você !!”
O beijo que trocamos tinha outro nível.
“Agora, vamos dormir, e só dormir, safado, que amanhã é dia de festa. ”
E que festa…

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a chegada

Codigo do conto:
253852

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
04/02/2026

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