Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a festa

Quando as irmãs chegaram do cabeleireiro eu estava na varanda lendo. Cléo, na cozinha com o pessoal dos salgados. Estavam alegrinhas; tomaram champagne no salão.
Vera tinha feito o cabelo como o de seu aniversário de 80 anos (já narrado aqui): corte bem curto e cabelos loiros acobreados.
“Para você, meu gato. ” E me beijou.
Lena pediu licença para ficar mais à vontade, e a Vera veio pra cima, apertando minha rola:
“O que aprontou, safado?!”
“Nada. ”
“Como nada?! E essa cara de culpado?!”
“Nada fora do que você pediu. ”
“Ah, safado, então fez!! Conta!!”
Então falei pra ela das provocações, da roçada e da pegação. Vera mordia os lábios, ouvindo com tesão.
“Que safada!!”
“Não vá constranger a moça hein, mulher!!”
“Eeeeuuu!! Nunquinha!!”
Conhecia aquele olhar. Normalmente aprontaria, mas estávamos na casa da irmã, ambiente sagrado para ela, mas cuja safadeza pairando a matava de tesão.
“Do que os pombinhos estão falando? ”
Lena usava um vestido longo de algodão parecido com que nos recebeu, só que cinza. Mostrava seu corpo, os quadris largos. Não usava sutiã e decotado o suficiente para a curva dos seios aparecerem na lateral, firmes, dos implantes de silicone.
Respondi na lata:
“Casar. ”
Vera ficou abismada e Lena começou a rir.
“Meu Deus, vocês dois casados seriam lindos!! Nem sei porque fui idiota e criei caso. ”
E completou:
“Eu tomaria algo agora. ”
Tive um insight e corri na cozinha. Cléo ainda estava com o pessoal dos salgados. Abri a geladeira e peguei coisas para um drink rápido que pensei.
“O que está fazendo, seu Du? ”
Juntei o que procurava e fiz quatro mojitos com pouco rum a toque de caixa, um para ela:
“Experimente. ”
Liguei o som numa sequência programada para a festa, de música cubana a partir do álbum “Buena Vista Social Club.” E levei os coquetéis para a varanda. Assim que os apresentei…
“Ai meu Deus!! Estou em Cuba!!”
“Veja se aprova o Mojito e a música. ”
Aprovado.
“Você é um homem de muitos talentos, cunhado…”
Vera não perdeu a chance:
“Você nem imagina…”
Lena olhou para ela, confusa.
“Como assim? ”
Mas ficou por isso mesmo. Como elas tinham bebido e não estavam acostumadas, sugeri um descanso antes da festa. Achei que ia fuder com a Vera ou ao menos dar mais umas pegadas na Cléo, porém também caí no sono…kkkk
E quando acordamos, já era hora de nos preparar para a festa.
Que foi maravilhosa. Poucas pessoas, som ambiente permitindo conversas (minha seleção foi elogiada). Os garçons eram o sobrinho e o filho da Cleide. Eu e a Vera circulamos juntos e separados. Quem sempre aparecia ao meu lado era Lena, pondo a mão em minha cintura ou no ombro. Vendo isso, minha coroa abria aquele sorriso cheio de malícia, pensando em algo que não devia.
Arrepiei. Não era possível.
Pouco depois da meia-noite os últimos convidados se foram. Sentamos na varanda. Praticamente não bebi, só circulei de taça na mão, mas as duas estavam ainda mais alegres. Cléo, após guardar tudo e acompanhar os rapazes até a portaria se juntou a nós, não por muito tempo, pois estava exausta. Pisquei para ela, que sorriu envergonhada.
Lena estava exultante. Tinha usado um vestido de seda esmeralda com uma fenda até o meio da coxa. Parecia uma entidade, assim como a Vera com um vestido bege longo com as costas abertas. Para um apreciador de mulheres mais velhas como eu, um espetáculo de visão.
“Os convidados te amaram. ” Disse Lena
“Que bom!! Queria não fazer você passar vergonha. ”
“Como isso seria possível?! Você foi maravilhoso! ”
Vera não perdoou:
“Está elogiando muito meu homem, Leninha. ”
“E não posso? ”
“Não” ela retrucou rindo. “Sou sua irmã e te conheço! ”
E debruçou no meu ombro:
“Sabe como ela fez o juiz (era assim que se referiam ao falecido marido da Lena) casar com ela?! Chupou a rola dele!!! kkkkkkkkkkkk”
Pensei que Lena ficaria puta com o comentário, mas a liberalidade do álcool tomou conta.
“O coitado não se decidia!! Cinco anos de namoro, eu subindo pelas paredes porque na nossa época casava “quase” virgem, né? No máximo dava a bundinha para não engravidar, mas ele nem isso queria. Arrisquei. Na época só puta chupava pinto, a gente só ouvia falar, pegava mal, mas estávamos no carro dele, nos amassos, e eu fiz mesmo!!E ainda gozou na minha boca. Não tinha experiência e fiz a maior bagunça, caiu na calça dele e na minha blusa”
Explodimos de rir e perguntei se ele demorou a fazer o pedido.
“Isso foi numa quarta-feira, que era o dia da semana em que a gente se via…pediu no sábado. ”
Novas gargalhadas.
“Que Deus o tenha, foi um bom marido e um bom pai, mas na cama não era lá essas coisas”
Perguntei se depois do juiz não tinha tido mais ninguém.
“Tive sim, querido, mas o problema continuou: não me satisfaziam. ”
“É porque não provou meu negão. ”
Eu e Lena olhamos para Vera, vermelha e com o olhar meio selvagem. Já tinha visto aquilo. Comecei a ficar de pau duro.
“Que bobagem!! Como eu o provaria para saber?!” Sentada na minha frente, Lena olhou para mim.
“Eu deixo. ”
A irmã ficou sem palavras. Vera, debruçada em mim com os pés na poltrona continuou.
“Garanto que ele tira seu fôlego. ” E começou a alisar meu pau por sobre a calça.
“Tá louca, Véu ” - chamou a Vera pelo apelido. “Nessa altura da vida…”
Ela cortou a irmã.
“Eu também falava exatamente isso, e ele me convenceu do contrário. ” Pegou meu rosto e me deu um beijo. “ A vida é curta, Lê, e estamos mais no fim do que tudo…aproveita!!” E continuou apertando minha pica.
Lena parecia confusa. A alegria do álcool sendo trocada por compreensão, e desejo. Novamente olhou para mim.
“Você toparia?!”
“Sim, eu topo” respondi. “Seria a cereja do bolo de um fim de semana maravilhoso. ”
Ela deu um passo atrás.
“Vocês são liberais? ”
Foi Vera quem respondeu.
“Não é nosso estilo de vida…apenas decidimos que vamos fazer o que der vontade. Já realizamos algumas coisas e conversamos sobre esse assunto. Jamais pensei que ia ser com você, mas fico feliz que seja, se quiser. ”
Lena estava vermelha e insegura a respeito. Era nítido que queria, mas estava assustada.
“Nós duas…”
“Não. ” Ela respondeu rápido. “Meu tesão é vê-lo dar prazer a outra mulher. Vou estar junto, mas ele foder só você. ”
Vera dominava o andar dos acontecimentos com decisão e suavidade. Comecei a beijá-la, baixei a alça de seu vestido e caí de boca em seu seio direito. Pude ver que Lena apertava as pernas com a mão entre elas, cedendo ao desejo.
“Ai” pôs a mão no peito e suspirou. Vera percebeu o momento e a pegou pela mão.
“Vamos. ”
Pegou a minha mão também, e fomos para o nosso quarto com ela.
Em frente a cama havia um pufe alongado. Nos sentamos ali. Lena baixou os olhos, parecendo uma menina virgem. Vera sentou do meu lado, e a beijei. Me virei para Lena, ergui seu rosto, dei um selinho e passei a mão em seus seios. Ela passou a mão no meu rosto e passamos a nos beijar. Vera tirava minhas roupas enquanto eu tirava as de Lena a beijando. Ainda sentada beijei sua barriga meio escondida. A levantei e o vestido foi ao chão, confirmando o que percebi durante a noite: estava sem calcinha; o vestido teria marcado a lingerie, e uma mulher elegante como ela jamais deixaria acontecer. Vera também não usava de acordo com o que vestisse.
Nos deitamos na cama e minha coroa caiu de boca na minha rola enquanto eu beijava os seios da Lena, que suspirava fundo.
“Meu Deus, que loucura!!!”
Com a minha pica molhada da saliva de Vera, fiquei entre as pernas de Lena para penetrá-la. Minha gata alisava minhas costas e peito, me beijava, enquanto eu forçava a entrada na grutinha da cunhada, que não foi fácil. Então caí de boca na buceta de Lena, pequena e peludinha, apenas aparada e pude beijar e lamber à vontade. Vera alisava e beijava meu rabo empinado para cima. A irmã respirava pesadamente.
Após lambuzar a buceta de saliva apontei minha pica para a entradinha, forcei e entrou. Lena suspirou e Vera incentivava.
“Isso meu amor, mete rola nessa sem vergonha!! Mostra para ela sua piroca preta!! Fode ela gostoso como faz comigo !!”
Estava todo dentro dela que apertava minha rola, uma delícia. Lena se descontrolou, gemia gostoso, rebolava sobre mim e pedia mais pica.
“Vai negão!! Mete gostoso! Ai que delícia de pau!!!””
Eu beijava Lena e Vera ao meu lado, que acariciava minhas costas e passava a mão na minha bunda. Lena começou a ficar mais agitada, virar a cabeça de um lado para outro e pude sentir os tremores enquanto não parava de rebolar na minha pica.
“Ai meu Deus, eu vou…eu vou…eu vou…eu vou…aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
E esticou as pernas e os braços tremendo totalmente, virando os olhos e me abraçando com uma força que não imaginei que tivesse.
Vera continuava incentivando.
“Isso meu amor, é o que sinto quando essa pica preta entra em mim…viu como é bom?!”
Lena aos poucos foi se recuperando, a respiração normalizando, mas ainda parecia não entender bem o que tinha acontecido. Saí de dentro dela.
“Eu fiz mesmo isso?!”
Vera acariciou seus cabelos.
“Fez meu amor…não é bom?!”
“Como vivi tanto sem?!”
A beijei, e comecei a atacar a minha coroa.
“Tá doido, preto?! Já gozei duas vezes só de ver vocês!! Nunca passei tanto tempo com o dedo na buceta!!!”
Me deitei de barriga para cima, Lena encostou no meu peito e Vera segurou meu pau, balançou e pôs na boca, começando a mamada caprichada que eu amo. Tirou da boca, balançou e mostrou para a irmã:
“Vem experimentar, vem!!”
Lena veio, mas percebi que não estava acostumada, e machucou um pouco com os dentes. Logo parou, porque tinha sido um longo dia, deitou no meu peito e cochilou.
Vera continuou me mamando, me fez erguer um pouco as pernas e enfim conseguiu o que queria: pôr o dedo no meu cuzinho. Com ela me dedando e chupando, e eu louco para gemer, mas não podia fazer barulho e acordar a cunhada, não demorou pra eu explodir numa gozada daquelas.
Ela deitou no meu outro braço e apagamos os três.
Na manhã seguinte quando acordei Vera dormia com aquele rabão branco virado para mim. Não resisti a dar uma alisada. Ela resmungou e continuou a dormir. Com sede, levantei e fui até a cozinha onde Lena e Cléo conversavam e tomavam um café. A cunhada tinha uma luz diferente. Aceitei uma xícara enquanto Cléo ia embora, pois era sua folga. Pelo olhar, soube que tinha xeretado de novo, e parecia não acreditar no que tinha visto ou ouvido.
Assim que ela saiu Lena pôs a mão nos meus ombros:
“Posso te dar um beijo?!”
E nos beijamos ali mesmo na cozinha.
“Oxe, já vão começar, e sem mim? ”
Vera veio vestida com a minha camisa, cheia de sono, deixando aquelas coxas brancas gordas e deliciosas de fora. Mas não rolou mais nada. Ficou claro que Lena gostou da experiência, pois dividia meus abraços e beijos com Vera durante o dia enquanto saímos, mas tinha sido desgastante, e soube que demoraria a se repetir, se acontecesse. Passamos o dia tranquilamente, cozinhando para ela inclusive, e no seguinte, com muita dor no coração e lágrimas das irmãs pela separação, voltamos para casa.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a festa

Codigo do conto:
253855

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
04/02/2026

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