Final de semana reunida em Rio das Ostras, aqui no Rio de Janeiro, uma casa confortável, piscina e muito espaço, um verdadeira farra, mas que teve fim. A volta para a realidade, eu ficaria mais uns dias para arrumar tudo, devido eu estar de férias, minha irmã mais velha perguntou se Serginho poderia ficar comigo, sem ter como negar aceitei. E assim todos partiram, ficando eu e Serginho, olhei para ne sobrinho, de imediato lembrei de quando ele era moleque e do flagra que levou, foi pego mamando um amigo de escola, na época conseguimos abafar o caso., bom os anos passaram , Serginho agora era um rapaz de 22 anos, teve algumas namoradas, mas nada sério. Deixei a arrumação para o dia seguinte vesti uma sunga e fui para piscina, de dentro d'água convidei Serginho que relutou em entrar, mas eu venci na insistência. Serginho vestiu uma sunga e veio ainda de camisa, ele não gosta de ficar sem camisa, mas novamente ganhei na insistência, ao tirar as camisas pude ver o motivo da vergonha, peitinhos bem salientes parecendo uma menina, eu fingi não perceber. Dentro d'água Serginho se solta, nadando de um lado a outro da piscina, saio da piscina e volto com cervejas, ao me aproximar percebo os olhares discretos dirigido ao volume dentro da sunga, finjo olhar algo no céu, dando um tempo para que meu sobrinho possa se deliciar, estico a mão e puxo meu sobrinho, os peitinhos durinhos, nada comento, convido para um brinde, alguns goles e caímos na piscina. Dentro da piscina começamos a brincar, entre mergulhos aconteciam toques, até que eu deixo Serginho encurralado, eu chego por trás e encosto em seu corpo, as tentativas de sair faziam com que Serginho esfregasse sua bunda em minha piroca. Beijei o pescoço de Serginho, sua cabeça pendeu para o lado contrário, uma moedinha de leve, alivie a pressão, Serginho girou seu corpo, antes que ele pudesse falar algo, eu beijei sua boca, o susto passou rápido, Serginho já me beijava na mesma intensidade. Um abraço apertado e as pernas cruzadas me envolvendo, ficamos um bom tempo dentro d'água, até que vi que era hora de sair. Não ouve palavras, seguimos nossos instintos, dentro do quarto, encostei Serginho contra a parede os amassos arrancando gemidos, fui direto nos peitinhos mamei, suguei e mordi, Serginho gemendo, arranquei sua sunga uma piroca pequena surgiu durinha, fiz Serginho sentar na cama, me ajoelhei e suguei seu grelinho, sentindo a proximidade da ejaculação, virei corpo e passei a lamber o cuzinho, pela forma que Serginho gemia fui o primeiro a chupar seu cu, em segundos Serginho despejava sua porra na cama. Esperei ele se recuperar, até que fiz ele liberar minha piroca dura, admirado ele usava as duas mão uma no saco e a outra me punhetando, não demora e estou sendo mamado, realmente o meu sobrinho gosta de mamar, eu estava ganhando um dia melhores boquetes de minha vida, ele conseguia engolir tudo, não aguento despejo minha porra direto em sua garganta, vazou um pouco mas tudo que vazou foi lambido. Ficamos em silêncio um tempo, Serginho deitou de lado, ergui uma das pernas recolhendo um pouco do próprio esperma dele na cama, usei como lubrificante, encostei a cabeça com um pouco de dificuldade fui metendo lentamente até que nossos corpos se tocaram uma micro pausa e eu passei a socar con vontade, trica de posições acontecendo até que eu gozei enchendo o cu de meu sobrinho de porra, ficamos mais dias do que fora combinado, meu sobrinho virou minha puta estamos pensando em morar juntos.
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