A esposa de meu amigo.

Depois que enviuvei fiquei recluso, a única visita que ainda recebia eram Paulo e Janete, amigos de longa data, frequentamos os mesmos cultos e uma vez ou outra fazíamos um churrasquinho. O casal sempre me convidando para que eu voltasse ao convívio social, mas eu me mantinha recluso.
Dois anos se passaram, Paulo e Janete nunca deixaram de me visitar e claro convidar para os cultos, numa das visitas resolvi aceitar o convite, foi uma festa, Paulo ficou eufórico, Janete me abraçou, neste momento senti o perfume e o fato de estarmos abraçados, sem contar o tempo que estava sem fazer sexo. Uma ereção aconteceu involuntariamente, senti vergonha me afastei discretamente e sentei buscando esconder o volume formado dentro de minha bermuda, Janete não demostra nenhum constrangimento, se mantendo bem alegre.
Já recomposto me levanto, ofereço refrigerante, vejo algumas latinhas de cerveja dentro da geladeira, lembrei de minha falecida esposa gostávamos de beber nossa cervejinha, pela primeira vez senti vontade de beber uma latinha, mas me controlei.
Bom marcamos para o dia seguinte o meu regresso aos cultos, o casal se foi, sentado no sofá, pensei no ocorrido, eu e Paulo temos a mesma idade, eu mantenho um corpo bem proporcional, já meu amigo ostenta uma senhora barriga, Janete um pouquinho gordinha, mas um corpo bem distribuído, seios fartos, um corpo curvelíneo, a piroca deu sinal, voltando aí tempo da adolescência me masturbei pensando em Janete, gozei fartamente, depois me deu uma crise de consciência, me senti muito mal.
Paulo e Janete passaram em minha casa, para irmos juntos, Paulo me abraçou e logo veio Janete, estava linda, senti seu cheirinho, corpos colados, foram segundos que valeram horas, novamente a ereção e obviamente Janete sentiu, mas continua agindo normalmente. No culto fui muito bem recebido, as lembranças me fizeram chorar, adivinha quem me abraçou, se pensaram em Janete acertaram, foi um momento insano, senti um desejo enorme por Janete, nem sei como consegui me controlar, a ereção aconteceu, Janete me fez sentar, me mantive de cabeça baixa, me recriminei mentalmente ao me pegar fingindo estar chorando. O culto seguiu me mantive sentado, Paulo e Janete me consolando, finalmente terminou o culto, as pessoas foram saindo, até que saímos também, fomos conversando Paulo ia no meio, eu me sentindo mal por estar desejando sexualmente a esposa de meu amigo, que claro nem desconfia.
Chegamos em minha casa, por educação ofereci um café, Janete prontamente aceitou, entramos, Janete se prontificou em fazer o café, fomos todos para a cozinha, ver Janete de costa, o vestido longo realça sua bunda carnuda, tento disfarçar meus olhares, tomamos o café, louça lavada e era hora do casal ir, levantamos, no portão novos abraços e fiquei sozinho, portão fechado e ali mesmo no quintal bati uma punheta em homenagem a Janete.
As visitas foram ficando cada vez mais frequente, eu já bebendo minhas cervejas, as lembranças e saudades foram sendo confortadas, numa visita do casal amigo, Janete se prontificou em dar uma geral na casal, falei para ela não se preocupar pois eu já estava procurando uma pessoa para fazer esse serviço, foi quando Paulo falou para a esposa ajudar nisso amigo, eu claro recusei, mas terminei sendo convencido, mas impus remunerar Janete, depois de muita conversa minha vontade foi atendida e assim no dia seguinte Janete iria começar, o casal se foi tive uma noite difícil, o medi de meu amigo desconfiar meus desejos ne assustava, mas só em pensar que ficaria sozinha com Janete me excita, duas punhetas depois finalmente peguei no sono.
Acordei cedo, estava ansioso, não sabia como proceder, a companhia tocou, o coração disparou, abri o portão, meu êxtase sentiu o baque, Paulo estava acompanhando a esposa, felizmente Paulo do portão mesmo retornou, ele estava a caminho do emprego. Despedidas sem abraços, Janete caminhando na minha frente, confesso estar triste com o longo e pesado vestido usado por Janete, mas mesmo assim sua bunda ficava evidenciada.
Mal entramos na casa e Janete pediu desculpas por não ter me cumprimentar no portão, e me abraçou, foi um abraço mais longo, eu me preveni e usava uma bermuda jeans, mas mesmo assim Janete sentiria minha virilidade..
Fomos tomar um café, ficamos conversando um bom tempo, Janete me pergunta se poderia tirar o vestido, fico surpreso mas dou total liberdade. Janete se ergue e simplesmente tira o vestido, a visão que tenho faz minha piroca doer de tão dura, Janete usa uma bermuda branca de Lycra, uma calcinha bem comportada tipo as das vovós e uma blusa de tecido bem leve, um topo por baixo deixando os seios dignos de uma espanhola bem apetitosos, tento manter a calma.
Janete comentou que o marido é bem arcaico em relação há vários aspectos, principalmente no que diz ao vestimento e para poder viver bem com o marido aceita mesmo não concordando.
Perguntei se ela tinha muitas roupas fora dos padrões do marido, Janete falou que si tinha está e que ele não sabia da existência e me pediu segredo. Eu claro prometi nada comentar, continuamos conversando, Janete fez alguns questionamentos sobre minha falecida esposa, respondi que ela era bem extrovertida, gostava de uma cervejinha, usava roupas do tipo que ela estava usando, os olhos de Janete brilhavam, pedi para ela me acompanhar, fomos até meu quarto, um closet ainda com todas as roupas de minha esposa, falei para Janete ficar a vontade de usar qualquer peça que ela quisesse, o resultado foi nos abraçarmos ganhei um beijo no rosto sai deixando ela a vontade em usar qualquer uma hoje, fui para a sala, deixando ela bem a vontade.
O inesperado aconteceu Paulo retornou, um mal estar fez com que ele retornasse , corri avisando a Janete que colocou o vestido e desceu, não demora e levo os dois de carro até a casa deles.
Retornando para casa vou até o quarto, para minha surpresa encontro a calcinha usada por Janete, sem me dar conta levo até me nariz e sinto o cheiro íntimo de Janete, outra punheta e batida.
No dia seguinte o casal chega, Paulo pede desculpas e me agradeceu pela ajuda, pergunto se está tudo bem e ele vai trabalhar, Janete usa o mesmo vestido, ao entrarmos trocamos um abraço apertado. Janete pergunta se pode trocar de roupa e que hoje só usava o vestido, pode ficar a vontade as roupas são suas, outro abraço e o beijo no rosto.
Pego uma cerveja e fico na sala bebendo, Janete ainda no quarto fala que está on vergonha de sair, falo para ela ficar a vontade e finalmente ela surge, percebo que as roupas ficaram bem nela, Janete e minha esposa eram bem parecidas fisicamente eu nunca havia percebido.
Minha reação em ver Janete com as roupas de minha ex , me fez chorar, eu estava numa poltrona, Janete veio até mim e ficou me consolando, ela praticamente sentada em minha perna, aconteceu o beijo tímido que foi assumido una volúpia intensa, Janete sentou em minha perna de pernas abertas, eu usava bermuda, minha coxa sentiu o calor da boceta de Janete que fazia um movimento controlado indo e voltando,senti o molhado de Janete, tirei a blusa os seios totalmente livres os bicos duros, abocanhei um e massageava o outro, as mordidas faziam Janete gemer, senti seu corpo tremer, Janete abraçou minha cabeça puxando de encontro aos seios e tem um orgasmo intenso, percebi o quanto ela está carente por sexo, ali me propus a fazê-la ter prazer.
Percebi que Janete estava constrangida beijei novamente sua boca, alisava seu corpo que já que já demostra querer mais, nos erguermos, carinhosamente tiro o shorts junto com a calcinha minúscula, a boceta tem os pêlos rente, faço Janete sentar, puxo seu corpo para frente, separado as pernas encosto meu rosto sinto o cheirinho gostoso a boceta bem molhadinha, passa a língua suavemente, Janete parece estar recebendo choques, meti minha língua e sugo a boceta de Janete em segundos um orgasmo acontece vou engolindo tudo antes de se recuperar Janete giza novamente, seu corpo desfalece, fico acariciando seu corpo. Lentamente ela se recupera e me pede desculpas, eu beijo sua boca e falo que foi maravilhoso.
Faço Janete levantar caminhando para meu quarto, faço ele deitar vou beijando todo o seu corpo, Janete gemendo gostoso, guro seu corpo fico apreciando sua bunda, fico tenso em tocar sua bunda e ela reclamar, nas percebi que ela discretamente erguia um pouquinho, me posiciono as duas mãos alisando as bandas, Janete totalmente entregue, percorro todo o rego sentido o arroma da bunda de Janete, que força bunda de encontro, separo as bandas um cuzinho cabeludo pisca, minha língua age como seta e acerta o alvo ocasionou um gemido longo e manhoso, passo a lamber o cu de Janete que fora a bunda de encontro, experimento um dedo que com dificuldade entra Janete não reclama, fico mordendo uma das bandas enquanto o dedo vai e volta cada vez com mais facilidade, a carga vai aumentando já são três dedos, fico regulando para ela não gozar. Giro seu corpo novamente e caio de bica na buceta, o dedo médio fuca entrando e saindo no cu de Janete, sinto que é a hora, tiro a bermuda a piroca cheia de veias pulsando livramente, levo a pitica até a boca de Janete que se abre recebendo minha pica, fico fudendo o boca dela, nas não quero gozar agora, interrompo a mamada e me posiciono, esfregando a cabeça babada, deixo meu corpo cair com dificuldade vou introduzindo lentamente, Janete geme, tudo dentro começo a me movimentar, de firma cadenciada foi aumentando as estocadas Janete tem mais dois orgasmos, quando percebi que não aguentaria mais meti a pica entre os seios de Janete e em poucas estocadas gozei feito um doido, uma grande parte foi na boca de Janete que engoliu tudo sem reclamar.
Ficamos na cama namorando Janete me confidenciou que tirando a penetração vaginal, tudo foi novidade para ela, pois Paulo é ultra conservador, ela assiste vídeos eróticos escondido e morria de vontade de fazer, nos beijamos e devido a hora achamos melhor nos recompor é assim iniciamos nosso caso, Janete se mostra sedenta por sexo, no dia seguinte aconteceu o desvirginar anal dela, as dores da primeira penetração foi compensada com o prazer obtido por ela em sentir um orgasmo enquanto era enrabada, neste dia enchi seu cu de porra.
Janete mostrou outra face, a de humilhar o marido, todas as vezes que eu gozava na boca dela, ela fazia questão de beijar o marido na minha frente. Kkk

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico superp

Nome do conto:
A esposa de meu amigo.

Codigo do conto:
255093

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/02/2026

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