Uma festinha junina familiar, estávamos no sítio dos sogros, dona Marta, que vem a ser madrasta, sempre alegre, já meu sogro sério e de poucas palavras, eu tenho um bom relacionamento com eles, mas claro que dona Marta é mais fechamento, gosta de uma cervejinha e fuma escondido do marido, eu como sou fumante sempre forneço um maço para ela.
Bem voltando a festa, todos animados, resolvi convidar minha sogra para dançar, minha esposa puxou muito ao pai, não gosta de nada.
A baixa iluminação dava um ar de boate, conforme íamos dançando, uma cumplicidade ia acontecendo, dona Marta aceitando minha perna entre as dela, o inevitável aconteceu fiquei excitado, obviamente não passou despercebido meus 19 cm, dona Marta não refugou eu chegando a sentir o calor de sua bocetão. Terminada a música ela falou para sairmos de forma que ela ia na frente evitando que alguém percebesse minha situação.
Não dançamos mais, no dia seguinte aproveitei um momento de privacidade e pedi desculpas pelo ocorrido, dona Marta me surpreendeu ao falar que eu não precisava pedir desculpas e que ela me agradecia por tê-la feito se sentir uma mulher. Me compartilhando que há muito tempo não sentia o quê sentiu ontem e me agradeceu com um abraço.
Nem preciso dizer que tudo mudou passei a desejar minha sogra, trocavamos olhares, nas faltava oportunidade de nós encontrarmos. Até que meu sogro teve um mal súbito, teve que vir para que fosse tratado, teve a necessidade de ficar internado, minha sogra claro veio e ficava direto no hospital.
Minha esposa vendo a necessidade pediu férias no trabalho para poder revezar com dona Marta que ficava durante o dia e minha esposa passava a noite, já que meu sogro estava num quarto particular.
Eu claro continuava trabalhando, na primeira noite minha sogra chegou exausta foi tomar um banho, eu preparei alguns petiscos e sentei na área da churrasqueira nos fundo da casa, onde uma geladeira com cervejas, acendi um cigarro, vi minha sogra vindo em minha direção, eu podia ver sua silhueta o vestido larguinho de encontro a luz ajuda em muito, ofereci uma cerveja que foi aceita, um cigarro e um brinde a recuperação do meu sogro, Marta estava pessimista, chorando falou que era grave.
Nós abraçamos, não demora e nos beijamos, não tinha como evitar, eu sabia que tínhamos privacidade, corpos colados as roupas iam caindo, cai de boca nos seios médios sugando com vontade, Marta gemendo entregue aos desejos, sentada na bancada uma boceta depilada cai de boca chupando o grelo avantajado, um orgasmo fazia o corpo de Marta tremer, eu sugando e engolindo, mas deixando escorrer um pouco, para que meu dedo brincasse no ânus de Marta. Um ajuste e a boceta ficou na posição ideal, esfreguei a cabeça e fui penetrando, a penetração foi lenta senti Marta bem apertada, uma pausa e as estocadas iniciaram e foi aumentando, mais um orgasmo de Marta, eu mantendo a pressão me controlando para não gozar, consegui que Marta gostasse novamente.
Marta me empurrar e se livra de costas, apoiando numa mesa me oferecendo sua bunda, eu claro me ajoelho e chupo seu cu, Marta rebolando na minha cara, praticamente me implora para meter nela, encosto a cabeça e vou metendo bem apertadinha, fico metendo com vontade, quando sinto que ela vai gozar, enterro a piroca e levo as mãos até seus seios e aperto os bicos um novo orgasmo acontece.
Vendo que eu não gozei Marta senta numa cadeira e me oferece sua boca, sou brindado com um boquete barulhento e molhado, a pitoca é engolida toda com grande habilidade, uma estocada e seguro a cabeça de Marta e passo a despejar toda minha porra, Marta não reclama e vai engolindo tudo sem reclamar.
Estamos exaustos um cigarro, cerveja e nos beijamos.
Meu sogro conseguiu se recuperar eu e Marta somos amantes e até pensamos em n ficarmos juntos.