Eu não sei o que deu em mim. Normalmente eu viraria pro outro lado, me levantaria pra fazer café como a esposa exemplar que ele acha que sou. Mas hoje... o tesão me pegou de jeito. Uma onda forte, daquelas que faz a buceta latejar na hora.
Virei devagar, abaixei o cobertor. Ele ainda dormindo, mas o pau ali, duro pra caralho. Abaixei a cueca dele com cuidado, peguei na mão. Nunca tinha chupado ele antes – nunca, em todos esses anos de casada. Com amantes escondidos, sim, eu chupo como uma vadia profissional. Mas com meu marido? Sempre neguei, dizia que era coisa suja, de puta.
Hoje eu não aguentei. Comecei devagar, lambendo a cabeça, rodando a língua no freio, sentindo ele pulsar na boca. Depois enfiei mais fundo, boca toda, sugando forte, mão na base punhetando ritmado, a outra no saco apertando de leve. Engasguei de propósito, baba escorrendo, olhos lacrimejando, mas não parei. Chupava loucamente, como se fosse a última vez da minha vida – língua rodando, sucção forte, cabeça subindo e descendo rápido.
Enquanto chupava, minha mão foi pra calcinha. Enfiei três dedos na buceta de uma vez, molhada que só, socando forte, polegar no clitóris rodando. Me tocava sem dó, gemendo abafado no pau dele.
Ele acordou gemendo, olhos arregalados me olhando. Não falou nada, só observava louco, mão no meu cabelo, empurrando mais fundo. Eu via nos olhos dele que estava adorando, mas ao mesmo tempo surpreso – nunca tinha visto essa versão de mim.
Ele gozou primeiro, jatos quentes na minha boca, eu engolindo tudo, lambendo até a última gota. O gosto dele me fez gozar junto, buceta apertando os três dedos, tremendo inteira.
O tesão baixou... e veio o peso.
De repente me dei conta do que tinha feito. Com meu marido. Aquele boquete de puta que eu só faço com amantes escondidos. Chorei na hora, abracei ele forte, cara no peito dele.
— Me perdoa... me perdoa pelo que eu fiz. Pelo pecado que cometi agora.
Chorava de verdade, soluço, medo de destruir a imagem que ele tem de mim. A esposa fiel, evangélica, recatada. Se fosse com outro, eu nem ligaria. Mas com ele... eu tinha medo de ele perceber quem eu sou de verdade.
Ele me abraçou mais forte, tentou me acalmar.
— Calma, amor... calma. Não tem nada pra perdoar. Você é minha esposa, eu te amo.
Eu chorei mais ainda. Porque ele não sabe. Não sabe que aquela putinha que chupou ele loucamente sou eu o tempo todo. Só que escondida.
Até hoje.




Vc se supera gata, q tesão!
Maravilhoso! É muito bom tomar leitinho a toda a hora!
Você é tão puta, que quando faz a coisa certa dando para o seu homem, você se sente uma puta pecadora. Voce tem prazer pelo errado, cachorra gostosa!
Tem que cuidar do marido também, se não vem outra e cuida! É tão gostoso acordar tomando um leitinho, né?
Boa noite graça e paz, temos muito em comum sabia??
Que delícia de conto e que putinha safada vc