Dando para dois no fim do samba
Era um sábado qualquer de 2003, barzinho com samba ao vivo, mesa cheia de cerveja gelada, caipirinha e a turma da faculdade fazendo barulho. Eu estava soltinha: cropped branco de manga comprida, decote fundo que marcava tudo, calça jeans clara abraçando a bunda, sandália de salto preta. Dançava com todo mundo: com os amigos da turma, com uns estranhos que me puxavam pra roda, rebolando, rindo, deixando encostar, sentindo os paus duros roçando na minha bunda, todos loucos pra me arrastarem dali e me fuderem, e eu fingindo de sonsa inocente que só estava dançando.
A noite foi passando, as meninas foram embora cedo, sobrando só eu, o Felipe e o Marcelo. Felipe era o alto, cabelo penteado de ladinho, camisa polo azul, o bonitão que todo mundo queria. Marcelo era o mais magrinho, óculos de armação fina, camisa social listrada aberta no peito, o certinho que ficava abusado quando bebia.
O samba parou, o bar começou a apagar as luzes. Ficamos os três conversando na mesa, e eu rindo das besteiras de segunda intenção que eles sempre falavam pra mim: "minha mãe quer uma nora igual você", “ow lá em casa”, “essa dá trabalho”, “toda delicious”. Eu ria, chamava eles de bobos, mas já sentia o clima mudando.
Saímos pro estacionamento. Gol prata quatro portas do Felipe. Ele entregou a chave pro Marcelo:
— Dirige aí.
Eu entrei no banco de trás. Felipe entrou logo atrás, jogou os braços por cima dos meus ombros me abraçando, roubou um beijo que eu devolvi na hora. Mão dele subindo pela coxa, apertando. Marcelo ligou o carro, olhou pelo retrovisor:
— Virei chofer?
Felipe riu rouco:
— Só vai, dirige aí.
Menos de dez minutos de estrada. Zero conversa. Só o barulho do motor e da minha respiração. Felipe beijava meu pescoço, descia pro decote, mão dentro do cropped, chupando o peito que saia pelo decote. Eu abria mais as pernas sem nem perceber, ofegante, molhada pra caralho, pegando o pau dele dentro da calça e punhetando. Marcelo olhando pelo retrovisor, mão no câmbio, acelerando.
— Ô, vou embicar o carro no motel, hein? Só tô aqui na vontade!
Eu e Felipe rimos juntos. Eu gritei:
— Bora pro motel! Woohoo!
— Bora Marcelão! — grita felipe.
Garagem fechada, quarto simples, meia luz. Porta mal fechou. Felipe na minha frente me beijando louco, arrancando o cropped e deixando meus peitos livres. Marcelo por trás soltando meu cinto, abrindo o botão da calça jeans clara, descendo tudo até os tornozelos junto com a calcinha, e me deu uma lambida no meio da minha bunda. Cropped no chão, calça embolada no tornozelo, sandália ainda no pé. Mãos me apertando por todos os lados, dedos me tocando, me invadindo, respiração pesada. Não consegui andar direito com a calça ainda nos tornozelos; eles me conduziram até a cama, tiraram a sandália, puxaram o resto da calça. Fiquei peladinha ali no meio dos dois. Eu era o brinquedinho deles naquela noite, a putinha deles.
Felipe ja meteu o pauzão envergado na minha cara pra eu chupar, e Marcelo já veio na sequência. Punhetava um e chupava o outro. Eles loucos e me sentindo uma puta. Felipe deitou na cama. Sentei nele, sentindo o pauzão dele duro e babado entrar na minha buceta sozinho de uma vez de tão molhada que tava. Marcelo já veio por trás, pau duro esfregando na minha bunda, procurando o cuzinho. Rebolada desajeitada pra ajudar a encaixar. Ele cuspiu e esfregou os dedos no meu cuzinho, preparando para receber aquele pau gostoso (acho que era maior que o do Felipe), Segurou minha cintura, empurrou a cabeça, e foi entrando… Gritei de prazer!! - “ai, isso, caralho!”.
Calor, pressão, preenchimento. Dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Meu corpo inteiro tremia. Faltava coordenação no movimento.
— Empurra tudo e fiquem parados, eu me mexo! — disse a eles.
Marcelo empurrou todo o pau dentro de mim, e comecei a rebolar de forma que sentia o pau do Felipe e do Marcelo entrando e saindo. CARALHO! eu gritava e acelerava mais o movimento. Felipe apertando meus peitos. Que tesão, gozei logo no começo e continuei. Felipe já tava quase gozando na minha buceta. Marcelo se acertou no ritmo e começou a me fuder com uma cadência deliciosa, saia e entrava com força, batendo as pernas na minha bunda. Felipe ainda na minha buceta, segurou meus peitos e começou a chupar com força.
— NÃO PARA CARALEO, FODE, FODE, FODE!!!! — Eu tava louca!
Gozei forte, gemendo alto, sem controle.
Eles não aguentaram muito mais: Felipe gozou dentro da minha buceta, Marcelo gozou no meu cu logo depois, pulsando quente, que tesão.
Silêncio. Respiração ofegante. Deitei suada na cama para me recuperar, sentindo minha buceta e cu escorrendo, o gozo correndo pela minha coxa. Riso nervoso de prazer, o corpo tremendo. Marcelo foi para o banheiro, pelado. Felipe, ainda com o pau meia bomba levou o pau até a minha boca. Chupei, ele ficou duro novamente e deixei ele limpinho, e ele deu mais uma gozadinha que pegou no meu rosto e no meu cabelo. Fui até o banheiro me limpar. O Marcelo estava saindo do banheiro já de pau duro. Me agarrou, me colocou contra a parede, me segurando pela bunda. Cruzei as pernas na bunda dele e apertei, mas ele deu umas 6 bombas e já gozou.
-Deinha, essa bucetinha me quebra! -Disse Marcelo.
Dei um beijo na boca dele
-Acabei de chupar o Felipe.
-Filha da puta, ai é foda!
Rimos muito.
Segui me rumo para se limpar e para colocar a Roupa de volta no corpo, calça jeans amassada, cropped torto, cabelo gozado e grudado na testa e na pele.
Voltei pra casa no banco de trás, pernas moles, cheiro de sexo no corpo inteiro. Os dois na frente do carro, ninguém tocava no assunto.
Entrei de fininho pra meus pais não acordarem, fedendo a puta comida e satisfeita. Fui direto pro banho, água quente escorrendo, lembrando de tudo.
Vesti meu pijaminha cor de rosa, me joguei na cama e dormi com um sorriso que não saía da cara, sem acreditar que eu tinha acabado de ser a puta de dois machos ao mesmo tempo.
E o melhor?
Queria novamente.
Tenho algumas fotos deste dia, mas a câmera na época não ajudava. E o Felipe tirou uma foto do pau com a minha câmera. Saudade do meu corpinho.