Mesmo tendo essa consciência hoje isso já não faz muita diferença, por tanto tempo sem ter a prática de conversar abertamente sobre minha própria sexualidade já nem sei como tocar no assunto com elas.
Isso também criou em mim várias outras limitações e apesar de ser uma grande safada com uma cabecinha bem pervertida, a maioria das loucuras que fiz foram isso, loucuras.
Precisei negociar muito com minhas vozes antes de tomar impulso pra fazer alguma loucura e foram sempre isso, loucuras. Nunca me permiti simplesmente fazer as coisas porque eu queria sem me importar com o que os outros pensariam de mim.
Semana passada eu saí com meu amor pra jantar. Fazia tempo que não tínhamos tempo de qualidade além de sexo. E, que sexo!
Fomos ao nosso restaurante favorito, Francês, mas tava lotado e só conseguiriam uma mesa pra gente já perto de fechar mesmo sendo clientes costumeiros.
E, foi assim em vários dos nossos favoritos até conseguirmos um que fica um pouco mais afastado. Foi uma noite ótima, música ao vivo, comida boa, lembranças e risadas.
Depois passeamos um pouco pela cidade e como tinha tomado vinho tava toda acesa, tava querendo. Óbvio que comecei a passar as mãos pelo rosto dele, pelo peitoral e até chegar no pau que já tava ficando duro. Fiquei acariciando aquele pau que tanto me faz gozar. Sério gente gozo até só chupando aquele pau delicioso, melo a cama feito uma adolescente quando tô saboreando meu homem.
Ele ficou mais animado e num sinal vermelho colocou pra fora. Claro que não perdi tempo e fui logo dar uns beijos naquela cabeça vermelha e acabei mamando feito uma putinha enquanto ele dirigia. Adoro isso!
Num determinado momento senti que o ar do carro tava com muito vento, e achei estranho. Quando olhei o FDP tinha baixado até a metade os dois vidros da frente eu tava de um lado com no mínimo a minha cabeça subindo e descendo e do outro…meu rabo todo de fora pois tava de vestido. Fiquei tão surpresa que não soube como reagir. Normalmente ficaria puta do jeito errado.
Não sei se foi o vinho, ou se tô mais safada do que nunca, só sei que aquilo me deu um tesão absurdo!
Depois de passada a surpresa, e nem sei precisar se passaram 30 segundos ou 5 minutos, eu ainda mais molhada continuei chupando aquela pica que parecia ainda mais inchada do que antes, o safado ficou com mais tesão. Só sei que fechei os olhos e mamei feito uma louca, rebolando minha raba.
Ele começou a gemer e expressar o tesao que tava sentido me chamando de tudo que sabe que eu gosto de ouvir e ser. Além de ficar passando a mão na minha bunda e na minha xana por cima da calcinha. Foi me deixando louquinha.
Até que de repente ele parou, desligou o carro mas não subiu os vidros e ficou só curtindo o boquete. Continuei mamando gostoso aquela pica, até que deu curiosidade de ver onde estávamos.
Confesso que na hora não fiz ideia de onde era, tava escuro. Era tipo uma praça, com muitas árvores dos dois lados. Na praça uns 3 carros bem espalhados distantes uns dos outros e uns dois casais nos banquinhos, longe da gente mais próximos um do outro.
Na hora não sabia onde estávamos mas entendi o que tava acontecendo. Era um local de dogging. Pra quem não sabe o que é, dogging é quando um casal sai de carro e faz sexo em público daí o nome dogging feito cachorro que faz sem se importar com quem esteja vendo. Alguns até deixam os espectadores participarem. Não é nosso caso.
Eu entendi e fiquei ainda mais perplexa. Não conseguia coordenar os pensamentos, ficava querendo saber o que ele tava pensando, e o que ele tava pensando de mim pra me trazer aqui, e várias coisas assim. Até meus olhos voltaram pro lugar e vi o pau dele muito duro e grosso pulsando pertinho de mim e so consegui pensar em abocanhar aquele pedaço de pica. Mamei de novo, e até parei de pensar no contexto.
Quando parei pra olhar ao redor de novo vi que os dois casais estavam de pé um olhando pelo para brisas e outro pela janela do motorista. Ele tinha fechado a minha depois me disse que não queria que alguém tivesse a impressão de que poderia me tocar. Como eu amo aquele Homem!
Mas o safado tinha acendido aquela luzinha do quebra sol, aquela que acende quando a gente abre o espelhinho. Tava tênue mas iluminado.
A essa altura ele já tava dando dedadas na minha xaninha que já tava escorrendo pelas pernas.
Eu só fiz olhar pra ele e antes de pensar alguma coisa voltei a chupar seu pau.
O cachorro me interrompeu, puxou meu rosto e me beijou gostoso e disse já tô satisfeito de boquete agora eu quero buceta!
Chega senti o fluxo aumentar dentro de mim, e ela meio que piscou. Subiu uma emoção com um tesão dentro de mim, um desejo incontrolável de sentir aquele mecho me abrindo me comendo me fudendo. Só olhei pra ele com a cara mais safada que consegui fazer e falei com voz aveludada de putinha, então me fode gostoso!
Nem acreditei em mim mesma!
Ele começou a intensificar as dedadas e voltei a rebolar na mão dele, enquanto ele mandava eu repetir aquilo. Comecei a rebolar com mais intensidade e gemer e perdi completamente a compostura. Ele nem precisou mais pedir eu que comecei a dizer entre gemidos, me fode amor, fode tua putinha!
Nessa mesma hora consegui ouvir o homem de um dos casais falando caralho, vou gozar! Abri o olhos na direção da voz bem a tempo de ver ele gozar na mão da mulher que batia uma nele. Fiquei me sentindo tão vulgar. Uma vagabunda mesmo, mas tava me sentindo segura ali com meu homem, e meu desejo só aumentou.
Meu amor segurou meu pescoço e perguntou se eu queria ser fodida, só consegui dizer MUUITO!!
Na hora o sem vergonha me soltou, botou o pau pra dentro pegou o celular abriu a câmera e pôs no painel do carro voltado pra fora, depois saiu e falou alguma coisa com os dois casais, e eu lá dentro com o coração disparado, sem acreditar em nada daquilo. Morrendo de curiosidade pra saber o que tava acontecendo.
Até que ele veio, parou ao lado da minha porta e a abriu, mediatamente segurou minha mão e me puxou pra fora.
Eu tava me sentindo embriagada, a cabeça tava zonza, as pernas tremendo e a buceta piscando. Sensação inebriante de desejo. Peguei na mão dele e só fui.
Nessa hora ele me abraçou com muito amor, me agradeceu pela confiança e por estar realizando aquilo, e disse que já tinha combinado tudo que ninguém se aproximaria. Tudo voltou a fazer sentido, me lembrei que eu já tinha decidido embora as vezes esquecesse que queria fazer tudo com o meu homem, o amor da minha vida. O que ele propusesse eu aceitaria! E, só fui!
O cachorro parou em frente ao carro, mais ou menos um metro e meio do capô, depois entendi que era pra garantir que a câmera pegaria. Ele me abraçou, me beijou com paixão e me falou pra agachar, nisso colocou a pica pra fora. Já tava lá, mamei! Em público, na rua, do lado de fora do carro!
O pau do safado ficou super duro e grosso fechando minha garganta. E do nada ele tira o pau da minha boca. Olhei com curiosidade e ele me falou em tom de ordem, levanta putinha. Levantei!
Meu amor me levantou nos seus braços, me segurando assim e me beijando e foi andando pra frente até que senti o capô do carro na minha bunda e minhas pernas.
Ele me posicionou e perguntou se tava confortável. Se tava. Todo aquele tesão e o capô quentinho criaram uma sensação maravilhosa. A essa altura nem me importava mais com os dois casais ali perto. Inclusive o que tava de frente pro para bisas tava se pegando e o outro que o cara gozou agora ele tava dedando ela que gemia baixinho, um tesão imenso.
Meu amor me mandou deitar e já foi colocando as duas mãos por dentro do vestido, procurando a calcinha. Levantei a bunda do capô, pra ele conseguir puxar a calcinha.
Depois de tirar ele guardou no bolso, se posicionou e começou a retribuir a chupada. Aaahhhh gozei em segundos. Ele continuou chupando enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro. Nessa hora um carro de polícia passou a uns 100 metros dali e eu gelei, mas não tive forças pra fazer nem pra falar nada. Só aceitei! ??
Mas eles nem se aproximaram. Já devem saber a fama da praça e não deviam ter nada a ganhar indo lá.
Foi também nesse momento que ele parou de chupar e levantou. Pensei caramba que aventura que noite gostosa, e deixei meu corpo deslizar mais pra baixo. Engano meu.
Quando penso que ele me ajudaria a descer, o cachorro segurou minhas coxas e as abriu levantando meu vestido até me umbigo.
Me vi lá semi nua, arreganhada com a xaninha todinha de fora, toda melada chega tava reluzindo.
Só consegui expressar - Amor…
E, ele já foi metendo aquele pau gostoso em mim, e eu não resisto a sensação dele me abrindo. Na mesma hora me apoiei com os colovelos no capô e arqueei bem as costas pra facilitar dele meter, e reclinei minha cabeça pra trás olhando meio pra cima meio pra trás. Fechei os olhos e senti as metidas que ele começou a dar.
Ele começou devagar, enfiando tudo, e antes que eu pudesse raciocinar ele já tava metendo forte, tirando gemidos altos de mim. Parecia que todo o ar ao meu redor tinha virado sexo e prazer, de vez em quando conseguia ouvir os gemidos da mulher que tava levando dedadas, e outros sons, que vinha do segundo casal que tava tentando encontrar uma posição para transar.
Eu nunca tinha sentido tanto tesão fetichista na minha vida como aquele momento, minha xana tava que parecia que eu tinha usado lubrificante nela. A pica chega deslizava e quando saía arrastava muito gozo meu pra fora, fazendo aquele barulho de pano molhado que eu adoro. Sabe o tecido quando é esfregado a mão? ??
Já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha gozado, quando senti a pica estremecer dentro de mim, seguido pelos jatos de gozo dentro de mim, e um gemido maravilhoso do meu macho safado!
Fiquei arrepiada só de relembrar o momento. Ele gozou e ficou dentro de mim, deitado sobre meu corpo.
Não sei se todo mundo já tinha gozado ou meus ouvidos simplesmente adormeceram, porque eu não ouvia mais nada naquela hora. Nada. Só consegui ficar paradinha, olhando o céu meio nublado. Tava uma noite particularmente escura.
Depois de alguns minutos voltamos a nos mexer, e ele lentamente foi saindo de dentro de mim, devagar e com cuidado. Depois o cachorro ainda me falou que era pra todo o gozo ficar dentro de mim e eu voltar pra casa toda gozada, feito uma rapariga bem vagabunda e vulgar. Nessa hora meus peitos se acenderam de novo. Ele viu, me chamou de piranha, deu um belo tapa na minha cara seguindo de um beijo forte na boca. Fiquei tontinha de novo, um misto de calor e desorientação.
Então ele me levou de novo pra dentro do carro. Me agradeceu com um sorriso, e como eu amo o sorriso do meu amor.
Sem falar mais nada ele ligou o carro, fechou os vidros e fomos embora, sem falar muito, só trocando olhares e risadas até chegar em casa.
Quem quiser pode me julgar mas nem consegui tomar banho. Deitei e apaguei até o outro dia, que por sinal perdi a hora de ir trabalhar. Mas valeu a pena. Tudo, absolutamente tudo!
A adrenalina é um ótimo afrodisíaco e sexo em público dá muito tesão