Coloquei uma blusinha tipo croped que eu mesma “fiz”. Tinha uma camisa linda de seda branca, com botõezinhos tipo pérolas, gola canoa e colarinho mandarim. Pra minha tristeza uma secretária passou a ferro e queimou um parte, então pra não perder a peça levei pra minha costureira que transformou num croped. Mandei encurtar, deixar bem justinho no contorno do tórax e tirar três botões da parte de cima, que não sou boba. O resultado foi um croped super sexy, bem ajustado na cintura feito um espartilho, e que super valoriza meu colo fazendo parecer que meus seios são bem maiores do que realmente são, e se usar de dia, fica bem transparente.
Feita essa descrição, Sainha de alfaiataria curtinha de cintura alta, em xadrez poule com fundo caramelo, e essa cor chama bastante atenção para minhas pernas por causa do contraste do caramelo com minha pele morena, Croped acinturado decotado branco, sem sutiã, um cardigã bem leve, todo aberto na frente, e uma sandalha de saltinho também branca com as tiras dando duas voltas e formando um lacinho na minha panturrilha, que faz a pessoa instintivamente subir o olhar pelas minhas pernas.
Coloquei uma lingerie toda de rendinha, só com uma pequena cobertura para o protetor e toda transparente no bumbum. Tava linda e gostosa, e me sentindo assim. Aquela noite eu queria me divertir, sensualizar, seduzir meu homem, e dar muito pra ele. Já tinha tudo planejado. Queria fazer ele tomar bastante whisky pra ficar bem relaxadinho e ver se eu conseguia testar uma técnica que aprendi com uma autora de um conto delicioso que li aqui, que envolve usar minha língua no meu homem. Que vontade!!!!!!!!!!
Só pra não ser injusta, meu amor estava um tesão. Botas de couro que eu comprei para ele no Sul, calça jeans marcando bem aquilo que eu adoro, camisa quadriculada ensacada, cinto do mesmo couro da bota. E com cheiro de homem Homem. Uma delicia!
Ele contratou uma empresa para nos conduzir pela cidade, e eles mandam um carro com motorista, que fica à nossa disposição durante o período contratado, assim não precisamos dirigir e ficamos à vontade para sair, curtir e até beber se der vontade.
Na hora combinada o carro chegou e fomos à balada. Já por lá, fomos recebidos pela hostess, uma paulistana típica, lindíssima, daquelas que faz a gente se sentir insegura. Pele quase transparente, sainha preta curta sem ser mini, meia calça fumê daquelas que a gente mesmo sendo mulher fica se perguntando até onde vai a meia, se é inteira, se tem lacinho, se tem cinta... kkkkk. Agora imagina os homens, nossa senhora. Ela tava com uma blusa de cetim por dentro da saia, cinturinha bem definida, sutiã aparente que eu tenho quase certeza que era Victoria Secrets, um anel em cada mão, a típica mulher que deve fazer os homens mais bobos babarem e gastarem tudo o que tem e que não tem só pra convence-la.
Meu amor a olhou de cima a baixo sem esboçar qualquer expressão, isso sempre eleva a minha moral. Sei que ele é homem, SEI que ele não gosta, ele ADORA A FRUTA, mas tem aquela atitude de homem feito que me deixa mole e com um formigamento entre as pernas.
Depois dessa recepção pra lá de calorosa fomos levados ao nosso camarote, onde havia um rapaz e uma moça nos aguardando para nos entregar champanhe e nos acomodar da melhor maneira.
A noite estava ótima, lugar ótimo, musica boa e variada com apresentações ao vivo e música eletrônica entre as apresentações. Dançamos, beijamos, bebemos, nos enfregamos muito um no outro. Tudo uma delícia, e a maldade na minha cabecinha, doida pra levar meu homem pro quarto e cobrir ele todinho de lambidinhas e chupadinhas pra ve-lo gemer pra mim e gozar gostoso feito ele merece.
Num camarote ao lado tavam comemorando um aniversário, tava todo mundo com cara de happy our de firma sabe? Todo mundo conhecia todo mundo mas ninguém parecia muito intimo de ninguém. Já lá pelo meio da noite resolvi me escorar na mesinha do camarote e meu amor encostou em mim, de costas pra mim e ficou observando a pista lá embaixo. Eu abracei ele e ficamos assim. A safadeza bateu e fui com minha mão procurar o pau dele e deixei ela lá, fazendo leves carinhos.
Uma das coisas que mais gosto no mundo é sentir aquele pau crescendo na minha mão, fico toda molhada e querendo dar, meter ali mesmo onde a gente tiver. Claro que o safado não achou nada ruim e até ajeitou a pica pra eu pegar melhor. Enchi a mão e fiquei bombeando a pica por cima da calça.
Apertava e bombeava a pica dele, sentindo ela pulsar na minha mão, alisava passando a mão pela direção da pica, das bolas até a cabeça, e ficava as vezes passando só as pontas das unhas naquele pau duro, por toda a extensão e nas bolas, ele já tava suspirando. E minha xaninha meladinha, a cabeça a milhão imaginando se aquela pica dura tava toda babadinha. Adoro abaixar as calças deles e dar uma sugada na cabeça da pica por cima da cueca bem onde tá aquela marca do meladinho que sai dele, chega o pau vibra na hora.
Quando num momento um canhão de luz iluminou o piso dos camarotes e por trás do corpo dele eu pude ver sem ser vista, uma mulher no camarote do aniversário tava paradona, imóvel, encostada numa pilastra como quem não quer nada, e com os olhos fixos na pica do MEU HOMEM. Ela olhava fixamente com um sorrisinho no canto da boca, as pernas meios cruzadas tipo quando a gente tá segurando o xixi, e com uma das mão “masturbava” o copo de bebidas que ela tava tomando, o copo sobre aquelas mesinhas mais altas de balada. Na hora me subiu uma raiva, um calor pelo corpo todo até a cabeça.
“Aquela vaca oferecida”!!!!!!!!
Olhei pra cima, na direção da cabeça dele e ele tava totalmente alheio, olhando para o telão que passava o vídeo do palco, só curtindo a punhetinha que eu tava dando por cima da calça. E ela não percebeu que, por trás do corpo dele eu conseguia ve-la.
Nessa hora resolvi brincar com a oferecida. Ela é uma mulher bonita, loira, de mais ou menos uns 38 anos, muito bem conservada. Braços musculosos de academia, barriga chapada, panturrilhas de academia, do tipo que poderia conseguir o homem que quisesse, mas achou por bem focar no pau do meu.
Me posicionei de um jeito que a luz nunca batia em mim, e comecei eu a bater uma. Por cima da calça mesmo, segurei mais forte a tora do meu macho e acelerei a punhetinha, chega ele relaxou o corpo e elevou o rosto, como quem olha para o teto, e ficou só sentindo. O safado nem se importou caso alguém visse, ele é um cachorro mesmo!
Não satisfeita, empurrei com minha bunda a mesa que tava encostada e ela foi mais pra trás, me ocultando ainda mais e deixando tudo mais discreto, menos para quem já estivesse olhando, caso da loira oferecida manjando a pica do meu esposo. Tirei a camisa dele de dentro da calça e pus pra fora, afrouxei o cinto, e nessa hora o cachorro já olhou pra trás com cara de tarado. Aposto que se eu topasse ele me comeria ali mesmo. Nunca ouvi falar de outro homem tão disposto quanto meu homem gostoso! Meu corpinho agradece!!!!!
Eu beijei rápido a boca dele e mandei ele voltar a olhar para o telão. Então abri o botão da calça e depois de conferir se a loira oferecida ainda tava secando o pau dele, e confirmar que sim, e com mais atenção do que nunca!
Eu coloquei o pau dele pra fora da cueca sem tirar da calça. Coloquei a camisa dele cobrindo parcialmente o que tava acontecendo e comecei a alisar aquela pica por baixo da calça. Deu pra sentir o cassete endurecendo ainda mais na minha mão. As veias ficaram pulsando e de repente a pica ficou quentíssima. Com o rosto encostado nas costas dele dava pra sentir a respiração ofegante.
Com aquele cacete duro daquele jeito ficou fácil bater uma pra ele por dentro da calça mesmo. Agarrei bem na base do pau, pertinho das bolas, segurei firme e iniciei os vai e vem, quando o zíper abriu. Meu esposo em vez de fechar o zíper, apenas abotoou a calça o que foi supreendentemente melhor. Ficou firme na cintura mais espaçoso na altura da pica, e a punheta fluiu muito melhor. Fiquei instantaneamente cheia de tesão, senti minha xaninha formigar e pulsar, além de sentir intensamente o melzinho escapando, tão vividamente que eu praticamente consegui ver a cena daquele brilhinho sensual descendo pelos pequenos lábios.
Por um momento até esqueci da loira, e bati aquela punheta com o rosto colado nas costas dele, olhos fechados, como se não houvesse amanhã. Quando lembrei da oferecida e abri os olhos, ela tinha movido a mesa de lugar ou ela própria tinha se movido, só sei que ela tava entre a pilastra e a mesinha. Só dava pra ver o corpo dela inteiro se tivesse de frente pra ela, que era meu caso. A sem vergonha tinha aberto mais o decote, reforçado o batom, e tava com o braço direito entre seu corpo e a pilastra como se tivesse somente encostada com a mão no bolso faca da calça de alfaiataria de executiva que tava usando, mas quando batia uma luz eu conseguia ver perfeitamente o movimento da mão dela dentro do bolso. Devia ser mais profundo do que parecia, o que faz total sentido, já que ela tava muito elegante e a calça era ajustada no quadril, com o cos bem alto que certamente tava marcando a bundona dela por trás, e a cintura também alta, então o bolso devia ser profundo e largo. Inclusive já comecei a procurar umas daquelas pra mim, kk.
A loira safada oferecida tava se tocando em plena balada, escondidinha, secando a pica majestosa do meu macho. QUE OUSADIA!
Aquilo ao mesmo tempo me deu um tesão imenso, chega dei uma reboladinha.
Normalmente eu sou a exibicionista, embora ele goste demais, e dessa vez tenha se exibido involuntariamente. Mas, aquela situação totalmente inusitada, aquele exibicionismo involutário do meu amor com a pica dura e grossa como tava... Ui, molhei mais a calcinha de renda que não devia estar absorvendo nada, tava tudo escorrendo pelas coxas.
Sem deixar ela perceber que podia ve-la acelerei a punheta, ouvindo meu homem arfar com o ouvido rente às suas costas. Até que ele começou a colocar as mãos para trás procurando meu corpo, minha cintura, meus seios, minha bunda o que ele conseguisse alcançar. Que tesão. E, mais tesão ainda de ver a loira oferecida chegando a ficar nas pontas dos pés de tanto tesão pelo meu macho. Até que ele finalmente tencionou todo o corpo, me passou o copo do drink que peguei com a mão esquerda e coloquei sobre a mesa sem parar de punhetar. Ele colocou os dois braços para trás e se segurou na mesa onde eu tava apoiada, e aquilo deve ter feito a pica dele se projetar ainda mais pra frente.
Nessa hora acelerei a punheta e olhei fixamente para a ela, justamente na hora que brilhou uma luz no meu rosto. Nossos olhos se encontraram, ela lá com o colo suado aparecendo no decote, os lábios marcados das mordidas que ela mesma deu, a mão frenética dentro do bolso. Ela fez cara de surpresa e de quem procura um lugar pra se enfiar, mas não parou de mexer na xana, acho que devia tá pertinho de gozar também.
Não desviei o olhar continuei olhando pra ela saber que tava vendo, olhando e acelerando a punheta. Nessa hora elE já tava segurando na mesinha e olhando para o teto, arfante de tesão.
Foi qando senti a pica estremecer e jorrar o liquido quente na minha mão. Que gozada! E, que gozada gostosa!!
Ele simplesmente relaxou o corpo inteiro instantaneamente, dando um gemido incrível nesse momento, enquanto eu tirava até a última gota de leite daquele macho.
Nessa hora eu também cheguei ao orgasmo. Minhas pernas ficaram trêmulas e quase perdi o controle. Até fechei os olhos sem querer. Quando reabri a safada já não disfarçava nada. Acho que se sentiu no direito.
Por minha vez, olhei dentro dos olhos dela, passei minhas mãos na cabeça do pau dele e tirei o máximo de leitada que consegui e olhando para ela levei minha mão à boca e tomei tudo, lambi minha mão e meus dedos, enfiando um por um na boca. Nessa hora deu pra ver o abdome dela tremendo e as coxas se contraindo, chega um dos olhos tremeu involuntariamente. Acho que o corpo dela queria fechar os olhos e ela tava resistindo. A loira safada oferecida gozou batendo uma para a pica do meu macho e aquilo me deu um tesão do caraaaalho!!!!!!!
Logo depois ela ficou toda sem graça!
EU tratei de enviar um sorrisinho discreto com uma piscada, como quem diz que está tudo bem, não me senti ofendida e ainda curti. Acho que ela entendeu e deu um sorrisinho amarelo em seguida. Depois disso ele se virou e me beijou. Eu o interrompi, porque ele não tinha visto que tinha acabado de tomar toda sua porra. Ficamos alguns minutos abraçadinhos, e quando nos movemos não vi mais a loira oferecida. Que, apesar de não ter sido convidada nos proporcionou um orgasmo incrível.
Voltamos lá pelas três da manhã, e com a noite já querendo se recolher, no hotel, finalmente coloquei em prática o que a jovem do conto ensinou a fazer. Cai de boca nele!
Mas, esses detalhes conto outro dia! ; )