- Mas ele retrucou...
- Vim querendo foder a puta da mãe dele...
No que meu padrasto respondeu que ela também não estava, mas lhe disse que ele poderia pegar a minha irmã. Na hora seu pau endureceu, então, os dois foram até o quarto dela e meu padrasto, já com sua inseparável filmadora bateu na porta e a Paulinha abriu a porta e as pernas (essa é a primeira vez que eu digo o nome verdadeiro dela, antes ou eu não dizia ou o mudava)...
- Oi...
- Oi...
- Te trouxe um presente, risos...
- Toninho, Paulinha...
- Paulinha, Toninho...
Ele é amigo do seu irmão e veio foder sua mãe, mas ela não está, então vai foder você e já foi mandando que ela tirasse a roupa, o que foi fácil, porque, ela estava com um shortinho e uma blusinha transparentes, sem nada por baixo, deixando seu corpinho todo bronzeado com marquinhas de biquini nos peitos, bunda e boceta...
- Agora, tira a roupa dele e chupa essa rola, sua putinha...Risos
Ela obedeceu e foi tirando sua roupa primeiro a camisa, abriu seu cinto, abaixou seu zíper e baixou suas calças, em, seguida começou a lamber e a mordiscar sua rola por cima da cueca, se deliciando com a reação dele e ao perceber o tamanho da sua rola. Abaixou sua cueca, levando uma lambada de rola na cara. Ainda ajoelhada na sua frente meu padrasto mandou que ela mamasse suas bolas, sem usar às mãos e claro, ela obedeceu, caindo de boca em suas bolas, como tinha aprendido com minha mãe, mamando uma das bolas, depois as duas, engolindo seu saco inteiro, enfiando a cara por baixo de suas pernas sem usar suas mãos, afundando o rosto fundo no meio de suas pernas. Em seguida o empurrou contra a cama e abriu suas pernas voltando a mamar e babar em suas bolas e no seu saco inteiro, depois começou a lamber e a babar no tronco daquele mastro branco, duro feito pedra, sentindo veia por veia, milímetro por milímetro daquele caralho, duro feito pedra, grande e grosso feito uma lata de cerveja, como meu padrasto e minha mãe haviam ensinado pra ela...
Então, finalmente, sua língua sedente chegou na cabeçorra daquele mastro duro, puxou a pele pra trás, pra expor a cabeçorra e surgiu um cogumelo maior que a grossura do pau, ela então, começou a passar sua língua por toda a cabeçorra de sua rola, babando muito e até tentar meter sua língua na sua uretra, claro que era impossível, só a ponta de sua língua é que sentia o sabor que exalava dela. Cuspiu naquele imenso caralho e o enfiou na boca o máximo que conseguiu e continuou chupando, até lentamente sua garganta relaxar e ele conseguir enfiá-lo até o talo em sua boca...
- Mamãe ficaria orgulhosa de ver como ela tinha aprendido bem, risos...
- E ficaria quando ela e meu padrasto lhe contassem e lhe mostrassem o vídeo, risos...
E lá estava ela chupando a rola inteira do Toninho, o que não era fácil, então, com a Paulinha engolindo sua rola, ele pegou o telefone e ligou pro Marcelo, mas não conseguiu disfarçar que estava sendo chupado. O Marcelo perguntou onde ele estava e ele respondeu...
- Não te encontrei e vim na casa da puta ver se fodia ela, mas ela não tá...
- E o que você tá fazendo aí, então?
- Fodendo carne fresca, a filha ... gargalhadas
- Tô colando aí, também quero...
Então, ele disse pro meu padrasto que o Marcelo vinha vindo, não deu nem 10 minutos e ele já estava em casa, no quarto da mana. Meu padrasto mandou que ela parasse de chupar o Toninho e começasse a chupar a rola negra do Marcelo, que estava em pé ao lado da cama, ela engatinhou até o Marcelo, tirou seu pau negro, negro, negro pra fora abaixando a calça do seu agasalho e abocanhou suas bolas e foi subindo com sua língua naquela tora negra até chegar na cabeçorra, enquanto isso, o Toninho abriu sua bundinha pentelhuda, deu uma pincelada nela e enterrou aquele monstro de carne dura feito pedra, numa só estocada em sua boceta e a vagabunda nem parou de chupar a rola do Marcelo, que não demorou muito pra também ficar super duro...
Quando ele se aproximando da mana, com sua rola negra completamente babada e lambuzada, cuspiu na sua bunda e fez aquela tora negra desaparecer em seu rabo, num instante aquele dois estavam fodendo a mana como se fossem velhos frequentadores do seu cu e da sua boceta e começaram a lhe desferir xingamentos como faziam com minha mãe, porque sabiam que ela gostaria, já que meu padrasto não parava de xingá-la...
- isso, sua puta, geme...
- Geme vagabunda...
- Aperta esse cu e essa boceta... risos
Mandando ela fazer força pra não deixá-los foderem com ela, mas mesmo com ela fazendo força aquelas duras rolas entravam e saíam de dentro dela, sem dó. Então, trocaram de posição, com o Toninho deitando na cama e mandando que ela deitasse em seu peito, ela obedeceu e sua rola foi agasalhada inteira naquele cu e o Marcelo veio por cima dela e a cobriu penetrando sua boceta pentelhuda e toda lambuzada de cuspe até o talo e com as duas rolas enterrada dentro da mana, começaram a fodê-la deliciosamente, sua pela bronzeada, as marcas do seu biquini, sua boceta e cu tentelhudos eram deliciosamente arregaçados por aquelas duas rolas monstruosas. Mais alguns minutos assim e novamente a mudaram de posição. Novamente, a puseram de quatro abriram sua bunda, deram mais uma cusparada cada um e o Toninho enterrou-lhe a rola no cu, mal ela tinha se acostumado e o Marcelo veio e também enterrou seu pau em sua bunda e os dois a foderam por uns bons minutos, antes de tirarem as rolas e enfiarem em sua boceta, os dois enterravam seus caralhos sincronizados pra dentro dela, quando um entrava o outro tirava e vice-versa, enquanto ela urrava...
- Me fode filhos da puta...
- Mete essa rola, caraaaalho...
- É pra metê porraaaa...
- Arregaça tudo...
Então, a fizeram deitar e erguem as pernas, em seguida o Toninho lhe deu outra cusparada no meio da boceta que escorreu até sua bunda, pincelou e cravou-lhe a rola mais uma vez, dessa vez era pra gozar. Enquanto isso o Marcelo havia sentado em sua cara e lhe segurava as pernas bem erguidas pro Toninho lhe foder melhor. Assim, já aberta, pernas bem afastadas e muita saliva no cu e na boceta sua rola entrava e saía, gostoso era tirar do cu e meter na boceta, tirar da boceta e meter no cu, a essa altura pernas bem afastadas e presas era um puta tesão. Até ele começar a meter o pau mais forte e fundo, avisou que iria gozar pro Marcelo sair da frente deles. Enterrou a rola em seu cu e começou a esporrar, tirou sua rola ainda esporrando e terminou de esporrar em sua boceta, barriga, peitos, até na cara os jatos acertaram. Depois enterrou-lhe a rola na boca e a faz chupá-lo até sua rola amolecer, caindo exausto ao seu lado na cama, até as primeiras esporradas é só uma trepada, só sexo, só depois das esporradas é que a coisa vira putaria, nada como foder um cu, boceta, peito e boca esporrados e continuar fodendo é delicioso tanto pra quem dá quanto pra quem fode...
Agora, o Marcelo cuspiu e mandou que ela ergue-se as pernas, ela obedeceu e o Toninho as segurou pro amigo foder a mana, boceta e cu pentelhudos, arrombados por aquelas duas rolas monstruosas, cuspidos e completamente esporrados pelo Toninho, agora, agasalhavam a imensa tora negra do Marcelo que ao contrário do Toninho, no começo não ficou alternando as estocadas entre o cu e a boceta, preferiu primeiro foder seu cu e depois a boceta, somente quando ficou perto de gozar é que começou a foder seu cu e sua boceta alternando um e outro e ao contrário do Toninho que começou esporrando em seu cu, o Marcelo deu preferência pra sua boceta, tirando seu mastro negro de dentro dela e terminando de esporrar em cima dela, pra depois fazê-la mamá-lo até que ficasse limpo. Rindo muito os dois se vestiram e saíram de lá satisfeitos, dizendo pro meu padrasto que voltariam, porque agora, tinham duas putas vagabundas pra foderem. Depois que eles foram embora, claro que meu padrasto também tirou sua casquinha, fodendo a mana mais um pouco até gozar e mijar duas vezes dentro dela, cu, boceta, boca, peitos, do jeito que ele gostava...
E meu padrasto, depois junto com a mana contariam tudo pra puta da minha mãe e lhe mostrariam o vídeo que meu padrasto tinha feito, ele se acha o Spilberg, da putaria KKKKK. E claro que ele também iria me contar tudo e me mostrar o filme, sem ela e minha mãe saberem é claro. Mas, uma coisa era certa, a mana não era tão arrombada quanto a minha mãe e aquele dois eram muito grandes, grossos, duros e não perdoavam nada e posso garantir que naquele dia ela mesmo já bem treinada pela minha mãe e pelo meu padrasto e até já tendo participado de algumas das festas deve ter sentido aquelas rolas pra valer, mesmo porque meu padrasto não permitiria que eles pegassem leve com ela ou nunca mais a comeriam e nem ela iria gostar disso, tinha sido adestrada pra foder pesado e assim que ela foi ensinada a gostar. Se gostaram, comentem, isso me dá mais tesão ainda, pra continuar contando...





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