O copo chega escorrendo. Ela bebe longamente, limpando a espuma com o dorso da mão e depois com a língua, devagar, saboreando. Em volta, casais novos trocam beijos que parecem ensaiados. Solteiros olham o celular como se a noite dependesse de uma curtida. Ela suspira, leve entediada, até que vê o estranho do canto.
É ele: Thiago. Camisa preta justa, um corpo que mal aparece mas dá sinais de fome. A câmera pendurada no peço parece parte do corpo, lente apontando para uma mão de garçom que tenta equilibrar bandejas. Clique. O som seco do obturador corta o som ambiente. Ele não fotografa rostos. Ainda não. Fotografa vidas que ninguém repara. Selma sente um arrepio entre as costas, como se o clique tivesse sido dentro dela.
Os olhos dele levantam, encontram os dela. Travam. Nenhum dos dois pisca. Um segundo. Dois. O bastante para o mundo diminuir até o espaço entre pupilas. Thiago inclina levemente a cabeça, reconhecendo algo. Ela abre um sorriso sem querer. O coração bate uma vez a mais, forte, quase duro demais para o peito. Sorriso de volta. Ele caminha.
— Posso? — pergunta, indicando a cadeira à frente. A voz é rouca, segura, educada. Nada de cantada barata.
— Claro — responde Selma, já puxando o decote duas dedadas para baixo, instintivamente, como se dissesse: olha, mas sem tocar. A intenção fica no ar, pesada.
Ele senta. Põe a câmera sobre a mesa, lente virada de lado, como quem quer mostrar que não vai registrar nada sem permissão. Primeiro diálogo:
— Você tem um olhar de quem escreve poemas dentro da cabeça — diz Thiago, sem piscar.
— E você tem uma câmera de quem rouba segredos — rebate Selma, tocando o gargalo do copo com o indicador, úmido.
Ele ri, baixinho. Chama o garçom, pede uma água com gás. Nada de álcool. Precisa manter a visão nítida. Conversa flui sobre sombras, sobre Brasília feita de areia e concreto, sobre fotos que não são retratos, mas respirações. Selma vai soltando. Fala que trabalha numa escola rural, que ama crianças, que odeia burocracia, que adora quando chamam seus seios de “moças pesadas”.
— Nunca ouviu isso? — pergunta, erguendo sobrancelha espessa.
— Nunca. Mas faz sentido. Parecem querer pular fora do vestido — responde ele, olhando diretamente para o tecido esticado, o volume do mamilo já endurecido pelo ar frio.
Ela sente um calor subir da buceta até o pescoço. Leva a mão ao copo, bebe devagar, mostrando garganta. Tudo é convite, mesmo sem querer. Pergunta:
— Qual a foto mais erótica que já tirou?
Thiago abre um sorriso de quem esperava a pergunta.
— Uma mulher de costas, só de salto, de joelhos no chão, o marido no canto fora de foco. O foco era o anus dela, todo esticado depois de levar pica. Brilhando de porra e lubrificante. A luz batia e parecia mar de lua — conta, sem graça, como se falasse de uma paisagem.
Selma pisca, engole seco. A imagem se incrusta na mente: ela mesma naquele quadro. Ivan atrás, assistindo. Sentiu o grelinho latejar contra a calcinha de renda. Cruza e descruza as pernas, o banco de couro rangendo. O silêncio fica pesado, até que um som familiar corta:
— Lá está você — diz Ivan, voz suave, mão caindo sobre o ombro de Selma. Beijo no rosto, cheiro de canoa de masculino e suor da rua.
Selma vira, sorri de uma forma que Ivan não vê faz meses: olhos brilhando, boca entreaberta, respiração acelerada. Ivan estende a mão para Thiago.
— Ivan. O marido atrasado — apresenta-se, simpático, educado.
— Tiago. O fotógrafo pontual — responde, apertando com firmeza. Os dois homens medem forças naquele aperto, mas não há racha. Há curiosidade.
Ivan senta ao lado da mulher, braço tocando o dela. Calcula: decote mais profundo, seios parecendo pedir colo, pele rosada, olhos de quem foi descoberta. Decide não questionar. Decide aprofundar.
— Ouço que você procura rostos reais para ensaio — comenta, ajeitando a própria camisa polo, os pelos do peito saltando por cima do gola. — Selma sempre quis algo diferente. Nunca ousamos.
Selma arregala os olhos, mas não nega. Thiago percebe o plural: ousamos. Interesse desperta.
— Estou começando uma série sobre casais maduros que não abdicam do desejo. Corpos com história, rugas que contam, seios que ainda pedem boca. Queria alguém que topasse ser olhada sem vergonha — explica, olhando para Selma, mas falando com Ivan.
— Respeitoso? — pergunta Selma, voz baixa, trêmula.
— Totalmente. Tudo combinado, tudo consentido. A câmera só entra onde for convidada — garante Tiago, mas sua voz carrega um leve roçar de excitação.
Ivan bate leve na mão da esposa.
— Topa, minha vida? Vai ser seu ensaio. Só seu. Eu assisto, se quiser. Ou participo, se pedirem — oferece, olhos castanhos brilhando com aquele brilho que ela conhece: o de atravessar um limite.
Selma sente o estômago contrair, o anus piscar, como se já antecipasse o click de uma lente focando sua abertura mais íntima. Leva a mão ao peito, ajusta o seio com um gesto inconsciente de exibição. Inspira fundo.
— Aceito — responde, firme. — Mas vai ser respeitoso. E você fica, Ivan. Sempre ao meu lado.
Thiago faz um aceno de concordância, mas dentro dele algo lateja: a imagem da grande auréola escura enquanto ela respirou fundo ficou gravada. Levanta-se, pega a câmera.
— Por que não começamos agora? Aqui mesmo. Luz do bar é suja, real. Mostra tudo.
Ivan arquitecta um sorriso.
— Vai por mim, Selma. Você vai brilhar — diz, e abre a porta para o que nenhum deles três sabe exatamente o que é, mas três já desejam.
Selma levanta. O movimento faz o decote cair ainda mais. O mamilo direito ameaça pular. Ela nem ajeita. Caminha entre as mesas, sentindo olhares masculinos grudando em seus quadris de curvas largas. Tiago segura a câmera, lente apontada para seu andar: clique, clique, clique. Ivan atrás, respiração ofegante, excitação crescendo à medida que a própria mulher se afasta, se oferece.
Chegam a uma parede de tijolos expostos, iluminada por uma lâmpada amarela pendurada. Thiago posiciona Selma de costas para Ivan, a poucos metros. Põe a luz do flash desligada, quer só a lama do ambiente.
— Pode olhar para ele — ordena suave. — Sorria como se estivesse contando um segredo só dele.
Selma fita Ivan. Os olhos dizem: me assista ser desejada. Ivan senta-se num banco alto, pernas abertas, dor de pau começando a latejar. Ele não esconde. Mão desce ajeitando o volume dentro da calça jeans. Acena com a cabeça: continua.
Tiago aproxima-se, corpo quase colado nas costas de Selma. Sente o cheiro de pó compacto, de shampoo barato, de pele quente. Fala baixo, ao ouvido dela, para que Ivan não escute:
— Vai abrir o sutiã? Quero ver o peso natural caindo.
Selma respira fundo. Mãos vão para trás, encontram o fecho, estalam. Os seios caem livres, medindo a gravidade com alegria. Os dois mamilos, duros como balas, furam o tecido solto. Ela não tira o top completamente; deixa só cair dos ombros, ficar na cintura. O coração martela. Thiago afasta-se dois passos, abaixa, clique. Enquadra o ângulo onde o seio esquerdo se projeta para frente, areola em sombra, bico à mostra. Ivan cruza os braços, mas os punhos apertam, excitado demais.
Thiago volta perto.
— Pode tocar? Só para ajeitar a luz — murmura.
Selma assente. A voz sumiu, transformou-se em desejo.
Ele desliza dois dedos sob o seio direito, levanta-o, expondo mais a auréola. A pele dele toca a pele dela: choque. Ivan lateja dentro da cueca. Veio uma gota de pré. Ele aperta o próprio pau por cima do jeans, esfregando devagar, disfarçado.
Thiago tira mais três fotos. Depois, aproxima a boca quase colada no lóbulo de Selma:
— Posso chupar? Um instante só. Uma foto do beijo no seio. Nada mais.
Selma sente tontura. Olha para Ivan. Ele engole em seco, dá um aceno. Sim.
Ela vira de perfil, oferecendo aquele peito latejante. Thiago inclina-se, língua primeiro tocando o mamilo como prova. Depois abre a boca, roda, lambe, aspira. Selma geme baixinho, um "ahhh" que soa como "agora". Ivan desaperta o botão da calça, insere a mão dentro, segurando a jeba dura, pulsante. Não se masturba, apenas mantém, sentindo o sangue bombar.
Thiago tira a boca, respira o cheiro de pele molhada. Volta para trás da câmera, clique, clique. Depois, voz firme:
— Quero um em que você segure os dois seios, como oferta. Ivan vai adorar.
Selma obedece. Mãos largas seguram as molas de carne, levanta, aperta, cria um canal profundo entre eles. O sangue lateja nos mamilos. Ivan retira a mão da calça, se levanta, aproxima-se. Chega perto o suficiente para que ela sinta o halito.
— Você tá gostosa demais — sussurra, beijando a testa da mulher. Depois, mais para Thiago do que para ela: — Continua.
Thiago respira fundo. Olha em volta: ninguém liga. Música alta, gente bêbada. Aproxima-se de Ivan, fala mais alto:
— Que tal você segurar um, eu o outro? Duas bocas, dois seios. A foto vai ser delirante.
Ivan estremece. Olha para Selma. Ela, por resposta, simplesmente puxa o rosto do marido, beijando-o com língua, mostrando que está toda in. A língua dele dança com a dela; quando se separam, um fio de saliva quebra. Ivan vir para Thiago, um olhar de permissão: sim, mas cuidado.
Selma ergue os braços, apoia as mãos na parede fria, oferece os seios como sacrifício de prazer. Os dois homens abaixam simultaneamente. Ivan, que já conhece cada milímetro, abocanha o esquerdo com voracidade familiar; Thiago, cauteloso primeiro, lambe o direito, em seguida suga todo o mamilo, a auréola preenchendo a boca.
Selma solta um gemido rouco, alto demais. Alguém no bar olha, ri, volta a beber. Ela não liga. A sensação é demais: duas línguas, duas texturas. Ivan morde leve, Thiago suga forte. O contraste faz seu grelinho latejar, a calcinha encharca. Ela rebola na parede, desesperada por atrito.
Thiago solta a boca, respira com dificuldade, fala para Ivan:
— Segura firme, vou focar no rosto dela. Quero capturar o momento que ela goza só com as bocas nos seios.
Ivan obedece, ambas as mãos subindo para segurar o peito direito, expondo-o inteiro. Thiago clica, clica. Selma sente a aproximação do orgasmo; ela sempre gozou assim, sem tocar a buceta diretamente, só com pica ou com muito estímulo nos mamilos. Agora, com duas bocas e a tensão de ser fotografada, ela sobe, sobe.
— Vou gozar — avisa, surpresa.
Os homens não param. Ivan suga mais forte, Thiago captura a contração do rosto, a boca aberta, os olhos vidrados, o suor na testa. Selma geme, tremendo, pernas bambas. O orgasmo chegasem tocar o clitóris: uma onda que contrai o útero, escorre porra pela calcinha, sobe até o ânus que pisca vazio, implorando. Ela grita baixo um “aiiii”, depois fica pendentes nos braços contra a parede.
Thiago tira a câmera do rosto, olhando a própria ereção clara na calça. Ivan respira com dificuldade, mão ainda no peito, a outra de volta à própria pica, latejando.
Selma recupera o fôlego, vira-se, beija Ivan com gratidão, depois se inclina, beija Thiago na bochecha, mas perto demais da boca. Um promessa.
— Podemos continuar? — pergunta ela, sem querer saber de parar.
Thiago limpa a testa.
— Aqui é muito exposto. Se quiserem, tenho um estúdio no Sudoeste, perto. Ou… — ele olha para Ivan — podemos ir para um lugar mais reservado, vocês mandam.
Ivan, sem hesitar:
— Conheço um motel com ar condicionado. Flamingo. Vinte minutos daqui. É limpo, tem espelhos, silencioso.
Selma sente o coração disparar. Motel. Nunca chamara ninguém além de Ivan para um motel. Agora chamaria o fotógrafo que acabara de chupar seu peito. A ideia é tão suja que contrai mais uma vez o ânus, que lateja pedindo atenção.
— Vamos — responde, puxando o top, guardando os seios, mas sem voltar a fechar o sutiã. Fica solto, desordeiro, anunciando.
Pagam as contas. Ivan deixa a gorjeta maior do que devia, como quem compra a cumplicidade do garçom. Saem em fila: Ivan na frente, Selma no meio, Thiago atrás, câmera pendurada mas olho grudado naquela bunda larga balançando sob o vestido leve.
Na calçada, ar quente de Brasília agarra. Iluminação dos postes amarelos. Selma para, vira-se de repente, agarra Thiago pelo pescoço, beija-o na boca, com língua, por três segundos. Ivan assiste, de mãos nos bolsos, excitado. Quando ela se solta, diz:
— Isso é pra você sentir o que espera.
Thiago ofegante:
— Já estou sentindo — e puxa a mão dela, coloca sobre o caralho duro na calça, por baixo da câmera. Selma aperta uma vez, sorri, se vira, vai em direção ao carro de Ivan.
Os três entram no SUV. Ivan dirige, o ar-condicionado gelado bate nos rostos quentes. Selma no banco da frente, Thiago atrás. Ela abaixa o espelho, olha para ele, puxa o decote até quase mostrar tudo, morde o lábio. Ivan liga o GPS para o Motel Flamingo. Caminho reto, quinze minutos.
Ninguém fala. A tensão é um animal respirando no carro. Atoa, só o som do ventilador gelado. Metade do caminho, Ivan estende a mão, põe sobre a perna de Selma, sobe, entra debaixo do vestido, sobe mais, encontra a calcinha encharcada. Dedos passam por cima da buceta, apertam o grelinho. Selma solta um gemido agudo, abre as pernas mais. Ivan olha pelo retrovisor, encontra o olhar de Thiago.
— Quer cheirar? — pergunta.
Thiago inclina-se pra frente, respira fundo o aroma de buceta molhada que Ivan traz nos dedos. Ivan não retira; leva os dedos à própria boca, lambe um, depois oferece o outro para trás. Thiago abre a boca, suga o dedo de Ivan, sentindo o gosto acre da esposa. Selma assiste, pasmada, tesão subindo. A mão dela desce, abre o zíper do marido, pega o pau para fora, peludo, duro, cabeça rosada. Começa a bater lentamente, ao ritmo dos dedos que Ivan enfia nela.
O carro para no sinal. Ivan fica estacionado, não liga mais. A mão de Selma desluz no pau, sobe e desce; a outra mão dela vai para trás, entre os bancos, encontra a perna de Thiago, sobe, encontra o caralho latejante, duro como pedra. Agora ela bate dois paus simultaneamente, um em cada mão, olhando de um para o outro através do espelho. Gotas de pré-cozido escorrem dos dois. O sinal abre. Ivan acelera com dificuldade.
Dois minutos depois, entram na entrada do Motel Flamingo. Porteiro entrega a chave com um sorriso de quem já viu de tudo. Garagem fecha. Silêncio.
Saiem do carro. Ivan guarda o pau para dentro com dificuldade. Selma não se preocupa em ajeitar o decote; os seios estão quase todos de fora. Entram no quarto. Ar-condicionado gelado bate na pele quente. Espelhos nos teto, nas paredes laterais. Cama king size, lençóis limpos, uma cadeira estofada no canto, mesinha com kit de lubrificante e preservativos. Thiago liga a câmera, lente apontada para a cama. Ivan fecha a porta, tranca.
Selma fica no centro do quarto, respirando fundo. Vira-se para os dois.
— Antes de mais nada, respeito. Qualquer coisa que não gostar, falo — diz, firme, mas olhos brilhando de safadez.
— Palavra de segurança? — pergunta Thiago.
— Maracujá — responde ela, rindo. — Se eu falar, para tudo.
Ivan concorda, já tirando a camisa, expondo o tronco peludo, musculoso. Thiago põe a câmera num tripé, ajusta ângulo que capte a cama inteira, inclui a cadeira num canto. Aperta gravar.
Selma começa devagar. sobe o vestido por cima da cabeça, joga no chão. Fica só de calcinha e salto baixo. Os seios oscilam livres, aurólas enormes, bicudas. Ivan respira fundo, abre a calça, tira tudo. Fica pelado, pau latejando para cima, bolas duras. Thiago retira a camisa, mostra abdômen definido, tira calça e cueca. Pica mediana mas grossa, cabeça rosada, veias saltadas. Ambos olham para Selma como quem vai devorar.
Ela, no entanto, decide o ritmo. Vai até Ivan, beija-o lentamente, língua dançando. Depois se vira, puxa Thiago pelo pescoço, beija também, deixa os dois com sabor de boca dela. Então fala:
— Quero ser fotografada enquanto sou chupada pelo meu marido. Depois quero sentir sua boca também, Thiago. Mas primeiro quero que ambos mamem meus seios até eu pedir para parar.
Ivan sorri, senta-se na cadeira. Thiago ajusta a câmera de foco, depois aproxima-se também. Selma fica em pé, entre os dois sentados. Levanta um peito com as mãos, oferece. Ivan abocanha o esquerdo, Thiago o direito. Começam a sugar, devagar, depois ritmo forte. Línguas roçam mamilos, dentes mordem leve. Selma segura as duas cabeças, puxa-os mais, quer engolir-se. Gema alto, gemido ecoando nos espelhos.
As mãos dos homens sobem em suas coxas, encontram a calcinha molhada. Ivan desce, enfia dois dedos pela barra, entra na buceta quente. Thiago, sem pedir, apenas desvia o tecido lateral, toca o grelinho, esfrega em círculos. Selma rebola, sente dois dedos dentro e um circulando por cima, tudo ao mesmo tempo que as bocas puxam, sugar mamilos. O orgasmo sobe rápido, agora mais familiar. Ela deixa vir, gemendo "ahhhhh" longo, pernas bambas. Gozo molha os dedos de Ivan, escorre. Ele retira, mostra para Thiago, que lambe com vontade, depois oferece o mesmo dedo para a boca de Selma. Ela suga, saboreando-se.
Respairem. Selma abre os olhos, olha para o tripé, para a câmera que capta tudo. Sorri. Anda até a cama, deita de costas, pernas juntas.
— Agora quero mostrar meu cu — fala, sem hesitar. — Quero fotos dele aberto, quero dedos, quero língua. Quero que vocês fiquem obcecados por ele.
Ivan engole em seco; adora. Thiago arregala os olhos, excitação cresce. Aproximam-se. Selma levanta as pernas, dobra nos joelhos, abre. A calcinha ainda cobre a buceta mas o ânus se insinua por cima do tecido, atrás. Ivan segura a cintiga, puxa para cima, criando fio dental renta ao cu. O buraquinho aparece, moreno, limpo, rosando. Thiago clica, clique, clique, focando. Aproxima-se, cheira, sente o cheiro de sabonete e desejo.
Ivan fala para Thiago:
— Segura a câmera, filma de perto. Vou preparar.
Entrega a câmera em modo vídeo nas mãos do fotógrafo, que assume. Ivan pega o lubrificante do kit, abre, pinga uma gota no dedo indicador. Esfrega no contorno do anus da esposa, massageando. Selma geme, levanta mais o quadril, pedindo. Ivan insere um dedo devagar, sente o calor fechar. Retira, adiciona mais lub, enfia dois dedos, abrindo. Thiago gruda a lente a centímetros, captura a contração, a entrada rosada piscando.
— Você quer mais? — pergunta Ivan.
— Quero língua — responde Selma, rosto vermelho de tesão.
Ivan olha para Thiago, convida com a cabeça. Thiago não perde tempo. Entrega a câmera de volta ao tripé, ajusta ângulo para gravar de lado. Abaixa-se, passa a língua ao redor do anus, saboreando. Depois afunda quanto consegue, sentido o sabor mentolado de sabonete misturado com quente humano. Língua entra, sai, babando. Selma grita de prazer, agarrando os lençóis.
— Me enfia um dedo, junto — pede.
Ivan aproveita: enfia um dedo ao lado da língua, depois outro. Agora dois dedos e uma língua trabalham o cu, esticando, entrando. Thiago retira a boca, respira, fala para câmera:
— Cu guloso. Quer mais.
Selma respira fundo, olhos nos dois homens.
— Quero pica. Mas devagar. Quero ser arrombada com carinho, até pedir para ser fodida de verdade.
Ivan sacode a cabeça sim. Lubrificante generoso pingado no cu, espalhado na jeba dele. Posiciona-se entre as pernas, cabeça toca o anus. Empurra devagar, sentindo a pressão aceitar. Entra primeira bordinha, retira, entra mais, retira, até o anus relaxar. Selma geme a cada ida, mas não pede maracujá. Quer. Finalmente, Ivan enfia até as bolas. Fica parado, deixando o calor moldar. Thiago filma close, depois aproxima o próprio pau na mão, bate uma punheta lenta, mostrando para câmera e para Selma.
Ivan começa a bombada lenta, sacadas completas, quase saindo, voltando. Cada entrada faz um som úmido delicioso. Selma sente o crescer de outro orgasmo, agora pelo cu. Mão desce, esfrega o clitóris por cima da calcinha. Thiago aproxima-se da cabeça dela, oferece o pau na boca. Ela abre, suga com vontade, saboreando o salso. Ivan fode o cu, Thiago fode a boca, ela é ponte entre dois paus. Espelhos registram tudo: o corpo curvado, seios balançando, olhos perdidos.
O ritmo aumenta. Ivan gemendo baixo, bolas batendo na bunda. Thiago agarra o cabelo de rabo de cavalo, empurra mais fundo, fazendo gag suave. Selma sente o gosto de próximo gozo, sente o cu sendo arrombado com amor. Mão se move mais rápido no clitóris, explosão chega. Ela tira a boca do pau, grita:
— Tô gozando, fode meu cu, fode!
Contrai tudo, ânus aperta o pau de Ivan, que não aguenta, goza dentro, jorrando porra quente. Thiago sente o corpo dela tremer, também goza, jorrando porra nos lábios dela, no rosto, nos seios. Selma pega o que alcança, lambe dedos, borrada, suja, linda.
Ivan retira devagar, deixando escapar um fio de porra branca pelo cu aberto. Thiago grava o buraco piscando, expelindo o líquido. Depois aproxima a boca, lambe o que escorre, limpando. Selma treme, pós-orgasmo intenso.
Os três desabam na cama, respirando. Ar gelado bate nos corpos suados. Câmera ainda grava. Ivan abraça Selma, beijando a testa. Thiago deita do outro lado, mão sobre o seio dela, suave.
Selma olham para o espelho do teto, vendo-se entre os dois, toda gozada, arrombada, feliz. Fala com voz cansada:
— Ainda não acabou. Quero você me foder de novo, Thiago. Mas agora quero nós três juntos, de verdade. Quero sentir os dois dentro de mim. Buceta e cu, ao mesmo tempo.
Ivan sorri, já pensando na próxima rodada. Thiago beija o ombro dela, confirmando: sim.
A câmera capta os olhos dela brilhando, o suor escorrendo, o anus ainda aberto, relaxando, convidando. O episódio finda ali, mas promete volta: o limite foi cruzado, a porta aberta, e Selma, enfim, é quem segura a chave.




Que porra foi essa , me senti no meio dessa foda , estou com a cueca molhada.