Eu nunca tinha pensado nisso de verdade até aquela noite. Lucas e eu estávamos deitados na cama depois do sexo, corpos ainda quentes, suor secando na pele. Ele me puxou para mais perto, a mão descansando na curva da minha cintura, e começou a falar baixinho no meu ouvido, como quem não quer nada. “Você já imaginou como seria… se outro homem te tocasse assim?” Eu ri, achando que era só mais uma das brincadeiras dele para me provocar depois do orgasmo. “Que besteira é essa, Lucas?” Mas ele não riu junto. Continuou, voz rouca, os dedos desenhando círculos lentos na minha barriga. “Sério, amor. Imagina um cara te olhando com vontade, te querendo… eu do lado, só olhando. Sabendo que você é minha, mas que naquele momento você tá se entregando pra ele. Te vendo gozar de um jeito que talvez eu nunca consiga te fazer gozar.” Eu me mexi um pouco, desconfortável. “Você tá falando de me ver com outro homem?” A ideia soou absurda na minha boca, quase ofensiva. Mas meu corpo… meu corpo reagiu antes da minha cabeça. Senti um calor subir entre as pernas, uma pulsação traiçoeira. Tentei disfarçar, virei de lado, mas ele percebeu. Sempre percebe. “É só uma fantasia, bebê”, ele murmurou, beijando meu ombro. “Mas pensa… você toda arrumada, vestidinho curto, um cara te cantando num bar. Eu ali, fingindo que não sou nada seu. Você flertando, deixando ele te tocar por baixo da mesa… voltando pra casa comigo depois, me contando cada detalhe enquanto eu te como.” Eu deveria ter dito que era loucura. Deveria ter mudado de assunto. Mas não disse nada. Fiquei quieta, o coração acelerado, imaginando. E, pior, me excitando com a imagem. Nos dias seguintes, ele não deixou o assunto morrer. Comentários casuais durante o jantar: “Aquele seu colega de trabalho… ele te olha diferente, né? Aposto que morre de vontade de te pegar.” Mensagens no meio do dia: uma foto minha de biquíni que eu tinha postado anos atrás, com a legenda “Se eu mandasse isso pra outro cara, o que você acharia?”. Durante o sexo, ele começou a sussurrar coisas enquanto me penetrava devagar: “Imagina se fosse outro pau te abrindo assim… maior, mais grosso… eu só olhando você gemer pra ele.” No começo eu negava, ria, dizia que era ciumento demais pra aguentar isso de verdade. Mas cada vez que ele falava, eu ficava mais molhada. Mais agitada. Comecei a reparar nos homens ao meu redor de um jeito novo — o personal trainer na academia, o amigo casado do Lucas que sempre me elogiava, até o vizinho que me cumprimentava com um olhar demorado demais. E à noite, quando Lucas me tocava, eu fechava os olhos e deixava as imagens virem. Uma semana depois, estávamos transando no sofá, eu por cima, cavalgando devagar, quando ele segurou meus quadris e disse: “Se você quisesse… a gente podia tornar isso real. Só uma vez. Eu escolho o cara, marco tudo. Você só precisa dizer sim.” Eu parei de me mover. Olhei pra ele. O ciúme que eu esperava ver nos olhos dele não estava lá — só desejo puro, intenso. E, pela primeira vez, eu não ri. Não neguei. Só respirei fundo e perguntei, voz baixa: “…E você realmente aguentaria me ver com outro?” Ele sorriu, puxou meu rosto pro dele e me beijou com força. “Eu ia enlouquecer de tesão, amor.” Naquela noite eu gozei mais forte do que nunca, só de imaginar. Os dias seguintes foram uma tortura deliciosa. Uma noite, depois do jantar, ele me puxou para o sofá, desligou as luzes principais e deixou só o abajur aceso. Abriu o notebook no colo dele, me acomodou entre suas pernas, minhas costas contra o peito dele, e começou a beijar meu pescoço devagar. “Quero te mostrar uma coisa”, murmurou, a voz já rouca de antecipação. Ele abriu um site de vídeos amadores de casais reais. A primeira thumbnail já era direta: uma mulher sorridente, pernas abertas na cama, um rio grosso de porra escorrendo da buceta inchada enquanto o marido lambia tudo com vontade. Eu engoli em seco. “Lucas…” “Shh. Só assiste.” Ele clicou no primeiro vídeo. A mulher era morena, corpo parecido com o meu, sentada na beirada da cama de um motel qualquer. O amante acabava de gozar dentro dela. A câmera tremia um pouco enquanto o marido filmava, voz ofegante: “Mostra pra câmera, amor. Mostra o que ele deixou em você.” Ela abria as pernas, ria nervosa e excitada, e o esperma escorria em fios grossos. O marido se aproximava, lambia devagar, gemendo alto enquanto engolia tudo. Ela acariciava o cabelo dele, dizendo coisas como “Isso, amor… limpa tudinho… ele gozou tanto dentro da sua esposa…”. Eu senti meu corpo inteiro esquentar. Minha respiração ficou curta. Lucas percebeu e deslizou a mão por baixo da minha blusa, apertando meu seio com força, roçando o polegar no mamilo que já estava duro. “O que achou?”, ele perguntou, baixo no meu ouvido. Eu não respondi com palavras. Só me mexi um pouco contra ele, sentindo o volume da calça dele já duro contra minhas costas. Ele passou para outro vídeo. Dessa vez a mulher voltava para casa depois do encontro. Entrava no quarto já tirando a calcinha, mostrando para o marido: “Olha o que ele fez, amor… ainda tá escorrendo.” O marido caía de joelhos na hora, lambendo tudo enquanto ela contava os detalhes — como o cara tinha metido forte, como ela tinha gozado gritando o nome dele, como tinha pedido para gozar dentro. Lucas pausou o vídeo no exato momento em que o marido lambia o clitóris dela coberto de porra. “Imagina você chegando em casa assim”, ele sussurrou, a mão agora dentro da minha legging, dedos deslizando com facilidade porque eu já estava molhada pra caralho. “Eu te esperando na cama… você abrindo as pernas pra mim… me deixando lamber tudo que outro homem deixou dentro de você.” Eu gemi alto. Não consegui segurar. Ele me virou de frente, tirou minha roupa com pressa, me deitou no sofá e enterrou a cara entre minhas pernas. Chupou meu clitóris com força, enfiou a língua fundo como se estivesse procurando o gosto de outro homem que ainda não existia. Eu agarrei o cabelo dele, rebolando contra a boca dele, gozando rápido e forte enquanto imaginava exatamente aquilo: voltando para casa cheia de porra, ele me limpando com a língua, me fodendo depois enquanto eu contava cada detalhe. Depois do meu orgasmo, ele subiu, pau duro roçando minha coxa. “Você quer isso, não quer?”, ele perguntou, olhos brilhando. Eu ainda ofegante, coração disparado, só consegui assentir levemente. Ele sorriu, victorioso, e me penetrou devagar enquanto o vídeo continuava rodando ao fundo — gemidos de outra hotwife ecoando no quarto. Depois daquela noite no sofá, com os vídeos ainda rodando na minha cabeça, eu não conseguia mais fingir que era só curiosidade. Lucas sabia que tinha me pegado. Ele não forçava, mas também não recuava — plantava as sementes e regava todos os dias, com comentários sutis que me deixavam molhada só de lembrar. Uma tarde de sábado, estávamos na cozinha, eu lavando louça e ele atrás de mim, abraçando pela cintura, beijando meu pescoço como se fosse inocente. Aí veio o primeiro golpe baixo. “Sabe o que eu mais queria ver, amor?”, ele murmurou, a voz baixa e quente contra minha orelha. “Você com um negão daqueles… pauzudo, grosso pra caralho. Um cara que te abre de verdade, que te faz gemer alto de um jeito que eu nunca vi.” Eu parei com a esponja na mão. Meu corpo inteiro arrepiou. Tentei rir, mas saiu meio engasgado. “Você tá louco, Lucas? Eu nem respondi aqueles caras que você mandou ainda…” Ele inri baixo, apertando mais os quadris contra minha bunda, me fazendo sentir que já estava duro só de falar. “Exatamente. Porque você não tem coragem. Aposto que se eu marcasse um negão de verdade, bem dotado, que te fode até você esquecer meu nome… você ia amarelar. Ia voltar correndo pra casa sem nem deixar ele gozar dentro.” Eu me virei devagar, encostando as costas na pia, olhando pra ele com as sobrancelhas erguidas. O desafio acendeu algo em mim — aquela mistura de raiva fingida e tesão que ele sabia provocar tão bem. “Ah, é?”, eu disse, cruzando os braços e sorrindo de canto, irônica. “Você acha que eu não aguento um pau grande? Que eu ia fugir com o rabo entre as pernas? Tá me subestimando, hein, maridinho…” Ele sorriu de volta, olhos brilhando de malícia. “Prova então. Eu já achei uns perfis… uns caras que fariam você voltar pra casa andando torto, cheia de porra escorrendo pelas coxas. Mas você não topa. Você fala que quer, mas na hora H ia pedir pra parar.” Eu senti o calor subir pelo peito, descer pro meio das pernas. Em vez de negar, eu entrei no jogo. Me aproximei dele, passei a mão devagar pelo volume da calça dele, apertando de leve. “Quer apostar?”, eu sussurrei, olhando direto nos olhos dele. “Marca aí esse seu negão dos sonhos. Eu volto sim… volto destruída, com a buceta inchada e escorrendo tudo que ele deixar lá dentro. E aí você vai ter que lamber tudinho, enquanto eu te conto como foi bem melhor que você.” Ele gemeu alto, me puxou pra um beijo faminto, as mãos já tentando tirar minha roupa ali na cozinha mesmo. Transamos rápido e forte em cima da mesa — ele me fodendo com raiva e tesão, eu rebolando e provocando no ouvido dele: “Imagina se fosse ele agora… me rasgando toda… gozando fundo…” Gozei primeiro, gritando mais alto que o normal, imaginando exatamente aquilo. Ele veio logo depois, me enchendo enquanto sussurrava que ia marcar logo. Naquela noite, deitados na cama, ele abriu o celular de novo e me mostrou os perfis que tinha separado de propósito: três caras negros, corpos malhados, fotos discretas mas que deixavam claro o tamanho do que carregavam nas calças. “Escolhe um”, ele disse, desafiador. Eu ainda não escolhi. Mas fiquei olhando as fotos por muito mais tempo do que deveria. E quando ele dormiu, eu abri o aplicativo sozinha… só pra ver as mensagens que ele já tinha trocado com um deles. Um deles em especial me prendia: Thiago. Os dias continuaram nesse fogo lento. Eu já não disfarçava mais. Abria os perfis quase toda noite, deitada do meu lado da cama enquanto ele fingia assistir série. Eu rolava as fotos, lia as mensagens antigas e sentia aquele calor subir devagar entre as pernas. Eu mostrava a tela pro Lucas e ria, mas era riso nervoso, cheio de tesão. “Esse aqui?”, eu perguntava, já sabendo a resposta que ele queria ouvir. Ele sorria, olhos escuros brilhando. “Esse aí te destruiria, amor. Pauzudo pra caralho. Você não aguenta. Volta chorando pra casa antes de ele tirar a roupa.” Eu virava de lado, subia em cima dele, sentava no colo dele sentindo o pau já duro roçando em mim. “Não aguento é você”, eu provocava, mordendo o lábio dele. “Você que não ia aguentar me ver gritando no pau de um negão desses. Ia gozar só de olhar, sem nem tocar em mim.” A gente transava assim quase todas as noites agora — eu cavalgando devagar, falando putaria no ouvido dele, descrevendo o que o Thiago faria comigo. “Ele ia me pegar de quatro, amor… ia meter fundo, me fazer gemer alto… eu ia pedir pra ele gozar dentro, bem fundo… e você aí, só olhando, com a mão no pauzinho, morrendo de ciúme e tesão.” Ele gemia alto, segurava meus quadris com força e metia pra cima, quase bravo. “Fala mais”, ele pedia, voz rouca. “Fala que vai voltar cheia de porra pra mim.” “Vou sim”, eu respondia, rebolando mais rápido. “Vou voltar com a buceta inchada, escorrendo tudo… e você vai ter que lamber tudinho, enquanto eu te conto como ele foi melhor.” Eu gozava forte assim, imaginando, e ele vinha logo depois, me enchendo enquanto sussurrava que eu era perfeita. Uma sexta-feira, eu saí com as meninas. Coloquei uma saia curta preta que mal cobria a metade das coxas, blusa decotada, salto alto. Antes de sair, mostrei pro Lucas, rodando na frente dele. “Tá gostosa assim?”, perguntei, inocente. Ele me olhou de cima a baixo, o desejo misturado com aquele ciúme gostoso que a gente cultivava. “Vai provocar geral, hein. Cuidado pra não voltar com surpresa.” Eu ri e saí. Na balada, dancei, bebi, flertei inocentemente com uns caras que me cantaram. Nada demais, mas eu sentia o olhar deles na minha perna, na minha bunda, e pensava no Lucas em casa, imaginando coisas. Quando voltei, já era tarde, o corpo quente do álcool e da música. Ele estava me esperando acordado, só de cueca, na cama. Me puxou pro colo assim que entrei no quarto, mãos já subindo pelas minhas coxas, por baixo da saia. “Tava todo mundo te olhando, né?”, ele murmurou, beijando meu pescoço. “Todo mundo”, eu confirmei, rindo baixo. “Vários querendo me pegar ali mesmo.” Ele me deitou na cama, tirou minha calcinha devagar, abriu minhas pernas. Desceu a boca pra mim, língua já procurando meu clitóris. Eu gemi, agarrando o cabelo dele. “Aí, amor… cuidado ao chupar assim”, eu provoquei, voz doce mas carregada. “Um dia eu chego em casa de verdade cheia de surpresa… com outro homem ainda escorrendo de mim. E você aí, lambendo tudo sem nem saber de quem é.” Ele parou um segundo, olhou pra cima, olhos vidrados de tesão. “Você não teria coragem de fazer isso de verdade”, provocou, voz rouca, desafiadora, o sorriso malicioso no canto da boca. Eu sorri de volta, empurrei a cabeça dele de novo pra baixo com força. “Tenho sim, amor. E você vai implorar pra lamber tudinho quando eu voltar destruída.” Ele gemeu contra mim, chupando com mais vontade ainda, como se quisesse me punir e me marcar ao mesmo tempo. Eu gozei na boca dele pensando que talvez a próxima vez não fosse só provocação — e que ele sabia disso tão bem quanto eu. Os dias continuaram nesse fogo cruzado delicioso, cada provocação nos deixando mais famintos um pelo outro — e pela ideia que já não era mais só ideia. Outra sexta-feira. Eu decidi repetir a dose, mas com mais ousadia. Escolhi uma saia ainda mais curta, vermelha, justa, que subia perigosa quando eu me mexia. Nada por baixo? Ainda não… mas a ideia já rondava. Antes de sair, passei pelo quarto onde Lucas assistia algo na TV. Rodei na frente dele devagar. “Vai assim de novo?”, ele perguntou, já com aquele olhar faminto e desafiador. “Vou”, respondi, me inclinando pra dar um beijo rápido. “E quem sabe hoje eu não volto com uma surpresinha de verdade.” Ele riu baixo, mas eu vi o pau dele endurecer na calça de moletom. “Você fala, fala… mas não faz.” Eu só sorri e saí. Na balada, com as meninas, a música alta, os drinks descendo fácil, o clima me pegou. Dançando, sentindo olhares, rebolando perto de caras que não disfarçavam o interesse. Em certo momento, no banheiro, sozinha na cabine, puxei a saia pra cima, tirei a calcinha preta de renda e guardei na bolsa. Tirei uma foto: pernas abertas só o suficiente pra mostrar que estava completamente lisa, exposta, molhada já de tanto pensar nele em casa. Na balada, continuei dançando mais solta, sentindo o ar frio na pele, sabendo que qualquer movimento errado mostraria tudo. Flertes mais ousados, um cara chegou mais perto, mão na minha cintura, eu deixei um pouco… só pra sentir o gosto do perigo. Voltei pra casa por volta das três da manhã, o corpo elétrico. Lucas estava deitado, luz baixa, só de cueca, claramente esperando. Assim que entrei no quarto, tirei o salto, subi na cama e montei no peito dele sem dizer nada. “Prova”, eu disse, voz baixa, já puxando a saia pra cima e me posicionando sobre o rosto dele. Ele gemeu alto ao ver que eu estava sem nada, completamente exposta, molhada pra caralho. Segurei na cabeceira, desci devagar até sentir a língua dele me invadir. “Aí… chupa bem, amor”, eu sussurrei, rebolando devagar contra a boca dele. “Chupa como se eu tivesse deixado alguém me comer na balada… como se ainda tivesse outra porra aí dentro pra você limpar.” Ele chupou com desespero, mãos apertando minhas coxas, gemendo contra mim. Eu cavalgava o rosto dele, falando putaria sem parar. “Cuidado pra não se acostumar só com o meu gosto… um dia vai ter o de outro homem misturado, bem grosso, escorrendo… e você vai lamber tudinho, implorando por mais.” Gozei forte na boca dele, tremendo inteira, e só então desci pra beijá-lo, provando meu próprio gosto na língua dele. Dias depois, numa noite qualquer, a provocação subiu de nível. Transamos com raiva e tesão acumulado. Eu cavalgando, falando do Thiago, descrevendo o pau dele, como ia me rasgar, como eu ia gritar. Ele me virando de quatro, metendo forte, dizendo que eu nunca ia ter coragem de verdade, que ia amarelar na hora. Eu rebatendo que ele que não ia aguentar ver, que ia gozar só de olhar outro homem me enchendo. Ele gozou primeiro, fundo, pulsando dentro de mim, gemendo meu nome. No segundo em que senti os jatos quentes, eu me soltei dele, empurrei ele de costas na cama e subi direto no rosto dele, sem dar tempo de respirar. “Sente o que você fez”, eu disse, esfregando minha buceta cheia do gozo dele na boca dele. “Lamba tudinho… limpa sua esposa direitinho… porque um dia vai ser o gozo de outro homem aí, bem mais grosso, e você vai engolir tudo enquanto eu te conto como ele meteu melhor.” Ele lambeu com vontade, língua fundo, engolindo o próprio gozo misturado comigo, gemendo como se fosse a melhor coisa do mundo. Eu rebolava, apertando mais forte, gozando de novo só com a sensação e com a provocação. Quando desci, deitei no peito dele, os dois ofegantes. Ele me abraçou forte, voz rouca: “Você tá cada vez mais perto, né?” Eu sorri contra o pescoço dele. “Tô. E você também.” Eu já estava decidida. No fundo, fazia dias. O Thiago era o escolhido. Eu só precisava daquele último empurrão — não dele me convencendo mais, mas eu tendo certeza absoluta de que ele queria isso tanto quanto dizia. Que não era só tesão da boca pra fora, que não ia se arrepender depois. Eu queria ouvir dele, sem filtro, sem provocação de volta, que ele desejava mesmo me ver com outro homem. Uma noite, depois do jantar, eu me sentei no colo dele no sofá, de vestido soltinho, nada por baixo — como ele adorava. Comecei beijando devagar, mão já descendo pro volume da calça dele. “Amor…”, eu murmurei contra a boca dele, enquanto desfazia o zíper e começava a acariciar devagar. “Eu tô quase marcando com o Thiago. De verdade. Só falta eu mandar a mensagem final.” Ele gemeu baixo, os quadris se mexendo contra minha mão. “Faz isso… marca logo.” Eu parei o movimento, segurei firme o pau dele e olhei nos olhos. “Não. Primeiro você me fala sério. Sem provocação, sem me desafiar. Você quer mesmo me ver com outro cara? Quer me ver abrindo as pernas pra um negão pauzudo, gemendo no pau dele, deixando ele gozar dentro de mim? E depois eu voltar pra casa cheia, e você lamber tudo? Você quer isso de verdade, Lucas? Porque se for só fantasia, a gente para aqui. Eu não quero te machucar depois.” Ele ficou quieto um segundo, respiração pesada, olhos vidrados nos meus. Eu vi o tesão ali, mas também algo mais profundo — aquele desejo cru que ele tentava esconder atrás das provocações. “Quero”, ele disse finalmente, voz rouca mas firme. “Quero pra caralho. Eu penso nisso o dia inteiro. Você com ele, se entregando, gozando alto… eu só olhando, depois te limpando com a língua. Me deixa louco de tesão, amor. Eu quero ver você assim. Quero que você sinta um pau maior, mais grosso, que te foda como eu nunca consegui. E depois voltar pra mim, me contar tudo, me fazer lamber o que sobrou. Eu desejo isso mais que tudo.” Eu senti um arrepio forte, o corpo inteiro reagindo. Era isso que eu precisava ouvir — sem jogo, sem ironia. Só verdade. Eu sorri devagar, voltei a acariciar ele, agora mais rápido. “Então tá. Você pediu.” Subi o vestido, me posicionei em cima dele e desci devagar no pau dele, gemendo alto. Cavalguei forte desde o começo, falando no ouvido dele tudo que eu ia fazer com o Thiago, mas agora com outro tom — não só provocação, mas promessa. “Vou deixar ele me comer de quatro, amor… vou gemer alto no pau dele, pedir pra gozar dentro… vou voltar destruída, com a buceta inchada e escorrendo tudo. E você vai lamber tudinho, como o corno safado que você quer ser.” Ele gozou rápido dessa vez, pulsando forte dentro de mim, gemendo meu nome misturado com “faz isso… faz…”. Quando ele terminou, eu não esperei. Subi direto pro rosto dele, sentei com força, esfregando minha buceta cheia do gozo dele na boca dele. “Lamba agora”, eu ordenei, rebolando. “Lamba o seu próprio gozo… treina pra quando for o do Thiago. Prova como vai ser… engolindo tudo que outro homem deixar na sua esposa.” Ele lambeu com desespero, língua fundo, engolindo tudo, gemendo contra mim o tempo todo. Eu gozei rápido, apertando as coxas na cabeça dele, sabendo que agora não tinha mais volta. Eu já não aguentava mais esperar. Depois daquela noite em que o Lucas abriu o jogo de vez, confessando sem provocação que queria mesmo me ver com outro, que desejava o cleanup, o gosto, a história — eu soube que era hora. Mas eu queria que fosse surpresa total. Nada de avisar que era hoje. Só eu vivendo, me entregando inteira, e voltando com a prova viva escorrendo pelas coxas. Era uma sexta-feira. Eu me arrumei como se fosse pra balada com as meninas: saia preta curtíssima, blusa decotada justa, salto alto, batom vermelho. Lingerie vermelha por baixo — aquela que ele adorava. Antes de sair, passei pelo sofá onde ele estava assistindo algo, distraído. Me inclinei, beijei o canto da boca dele e sussurrei: “Me espera bem acordado, amor. E quando eu mandar mensagem que tô chegando… você fica deitado no chão da sala. Quem sabe hoje a sua fantasia não vira realidade de verdade.” Ele congelou, olhos arregalados, pau já endurecendo na calça de moletom. “Você… você vai…?” Eu só sorri, mordi o lábio dele de leve e saí sem responder. Dirigi pro hotel com o coração disparado, a buceta já latejando de antecipação. Thiago estava me esperando no quarto. Assim que entrei, ele me puxou pra dentro, fechou a porta e me encostou na parede. “Caralho, que delícia você tá”, murmurou, mãos já subindo pelas coxas, descobrindo que eu estava sem nada por baixo da saia. “Veio pronta pra mim.” Eu gemi quando os dedos dele encontraram meu clitóris já inchado. Ele me beijou com fome, língua invadindo, enquanto tirava minha blusa e o sutiã. Chupou meus mamilos com força, mordendo de leve, me fazendo arquear contra ele. “Sua buceta já tá encharcada”, ele riu baixo, enfiando dois dedos grossos de uma vez. Eu gritei baixo, agarrando os ombros dele. Ele me carregou pra cama, me deitou de bruços e abriu minhas pernas. Dedos me fodendo rápido enquanto a outra mão descia palmadas leves na bunda. Depois tirou a roupa. Quando vi o pau dele — grosso, longo, cabeçudo, pulsando — eu engoli em seco. Ele viu e sorriu. “Vai aguentar tudo, delícia?” Ele entrou devagar, me abrindo centímetro por centímetro. Eu gemi alto, sentindo ele me rasgar toda, me preencher como nunca. “Porra… tão grosso… tá fundo pra caralho…” Ele começou a meter — ritmado no começo, depois forte, fundo, a cama batendo na parede. Me virou de frente, jogou minhas pernas nos ombros e socou com raiva, olhando nos meus olhos. “Gosta, né? Gosta de um pau de verdade te comendo.” Eu gozei duas vezes, gritando o nome dele, apertando ele dentro de mim, as unhas cravadas nas costas dele. Ele me virou de quatro de novo, segurou meu cabelo e meteu até o talo. “Pede. Pede pra gozar dentro.” “Gozar dentro… por favor… enche tudo… meu marido quer assim…” Ele grunhiu alto, enterrou fundo e gozou — jatos quentes, grossos, pulsando forte dentro de mim. Senti cada um, enchendo, transbordando. Quando saiu, o gozo escorreu pelas coxas em fios grossos, quentes. Eu fiquei ali um minuto, ofegante, sentindo tudo. Thiago se vestiu, me beijou rápido. “Delícia absoluta. Me chama quando quiser mais.” E saiu. Eu me limpei só o básico — passei um lenço rápido, mas deixei o resto. A saia grudando nas coxas, o cheiro de sexo no ar. Mandei mensagem pro Lucas: “Tô chegando em 10 minutos. Chão da sala. Agora.” Cheguei em casa tarde da noite. A luz da sala estava acesa, baixa. E lá estava ele: deitado no chão, só de cueca, pau duro apontando pra cima, olhos ansiosos e vidrados. Eu entrei, fechei a porta devagar e fiquei de pé na frente dele. Levantei a saia devagar, abrindo as pernas. “Olha a surpresa, amor”, eu disse, voz rouca. “Sua fantasia virou realidade hoje. Eu fui com o Thiago. Sozinha. Deixei ele me comer de todo jeito… e ele gozou tudo dentro. Ainda tá escorrendo.” Ele gemeu alto, olhos fixos na minha buceta inchada, vermelha, com fios grossos de porra escorrendo pelas coxas. “Me conta… por favor… me conta tudo…” Eu desci devagar, agachei em cima do rosto dele, sem sentar ainda. “Primeiro limpa, corno. Lambe o gozo dele todinho da sua esposa enquanto eu conto.” Ele levantou a cabeça, língua já procurando, lambendo as coxas, coletando tudo. Eu desci mais, sentei com força no rosto dele, rebolando devagar enquanto começava a história. “Ele me pegou na parede logo que entrei… me abriu com os dedos… depois enfiou aquele pauzão grosso… me rasgou toda, amor. Eu gritei, gozei duas vezes gritando o nome dele… pedi pra gozar dentro… ele encheu tudo. Foi melhor que você, muito melhor…” Ele lambia com desespero, língua fundo, engolindo o gozo do Thiago, gemendo alto contra mim. Eu rebolava mais forte, contando cada detalhe — as posições, os gemidos, como eu pedi mais. Gozei na boca dele, tremendo inteira. Depois desci, montei no pau dele ali no chão mesmo e cavalguei forte enquanto ele ainda tinha o gosto do outro na boca. “Sente como eu tô folgada agora? Ele me alargou… goza na sua hotwife usada, amor.” Ele gozou rápido, me enchendo mais ainda, gemendo que foi o melhor dia da vida dele. Deitamos ali no chão, suados, abraçados. “Foi perfeito”, ele sussurrou. “Faz de novo… por favor.” Eu sorri, beijando ele. “Vou. E da próxima vez, talvez eu traga mais surpresas.”
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