Voltei às 5 da Manhã… pingando porra! - Marido quis e teve!
Eu esperei até o silêncio da casa ficar quase insuportável. As crianças já dormiam há horas, a TV estava desligada, e só restava o barulhinho distante da geladeira e o tique-taque do relógio na sala. Sentei na beirada da cama, de frente pra ele, ainda de camisola preta curtinha — aquela que eu sei que faz ele engolir seco toda vez que passo na frente dele sem sutiã. Mas hoje não era pra provocar de brincadeira. Hoje eu precisava saber. “Amor…” comecei, voz baixa, quase um sussurro. “Olha pra mim.” Ele levantou os olhos do celular devagar, como se já soubesse que a conversa ia ser pesada. Colocou o aparelho na mesinha de cabeceira e se sentou mais reto, costas contra a cabeceira. “Eu vi as abas que você deixou abertas no notebook semana passada,” falei, sem rodeios. “E os vídeos. E as conversas no Reddit. Tudo.” O rosto dele mudou em câmera lenta: primeiro surpresa, depois um rubor subindo pelo pescoço, depois… algo que parecia alívio misturado com pânico. Ele abriu a boca, fechou, abriu de novo. “Você não apagou o histórico,” continuei, mantendo os olhos cravados nos dele. “Então não adianta negar agora. Eu li tudo. Hotwife. Cuckold. Bull. Cleanup. As fantasias que você salvou… as que você curtiu. As que você comentou.” Silêncio. Só a respiração dele ficando mais curta. Eu me aproximei um pouco mais, deixando a camisola subir naturalmente pelas coxas. Coloquei uma mão no joelho dele, firme, mas sem agressividade. “Eu não tô brava,” falei, e era verdade. “Tô curiosa. Muito curiosa. Mas eu preciso ouvir da sua boca, olhando nos meus olhos… é isso mesmo que você quer? De verdade?” Ele desviou o olhar por um segundo. Depois voltou pra mim, e dessa vez não fugiu. “Sim,” ele murmurou. A voz saiu rouca, quase engasgada. “É… é isso que eu quero.” Meu coração deu um pulo forte. Não de raiva. De excitação misturada com poder. Algo que eu nunca tinha sentido exatamente assim. “Conta direito,” pedi, apertando de leve a coxa dele. “Sem enrolação. O que exatamente passa na sua cabeça quando você bate uma pensando nisso? Quero os detalhes sujos. Os que você tem vergonha de falar em voz alta.” Ele respirou fundo, como se estivesse juntando coragem pra pular de um penhasco. “Eu imagino você… com outro homem. Um cara que te pega com força, que te faz gemer alto do jeito que eu nem sempre consigo. Que te fode até você tremer. E eu… eu assisto. Ou espero em casa. Ou fico no canto do quarto. E quando ele terminar… quando ele gozar dentro de você… eu…” Ele parou, o rosto vermelho, o pau já visivelmente duro sob o lençol fino. “Fala,” eu sussurrei, chegando mais perto, roçando os lábios na orelha dele. “Termina a frase.” “Eu limpo você,” ele confessou, quase num fiapo de voz. “Com a boca. Tudo. O gozo dele… misturado com o seu. Enquanto você me olha e me diz que eu sou um bom menino por fazer isso.” Um calor subiu do meu ventre até o rosto. Meu sexo pulsou só de ouvir aquelas palavras saindo da boca dele. Eu sorri devagar. Um sorriso que era metade carinho, metade predador. “Então é isso que você quer mesmo, meu amor?” perguntei, deslizando a mão por baixo do lençol até encostar de leve no pau duro dele. “Que eu saia, me vista como puta, foda com um macho de verdade… volte pra casa toda marcada, toda gozada… e você me chupe inteira depois?” Ele gemeu baixinho, os quadris subindo involuntariamente contra minha palma. “Sim… por favor…” Eu tirei a mão de repente, deixando ele no vácuo. “Então a gente vai conversar sobre regras,” falei, me levantando da cama e indo até o espelho do quarto. Olhei meu reflexo: bicos duros marcando a camisola, rosto corado, olhos brilhando. “Porque se for pra acontecer… vai acontecer do meu jeito.” Virei pra ele, sorrindo. “Mas hoje… hoje você só ganha uma prévia.” Subi na cama de quatro, engatinhando até ficar de frente pra ele, rosto perto do dele. “Me beija,” ordenei. “E enquanto me beija… pensa que talvez amanhã essa boca já tenha provado outro pau.” Ele gemeu alto contra minha boca quando nossas línguas se encontraram. E ali, naquele beijo, eu soube que a gente tinha acabado de cruzar uma linha da qual não tinha mais volta. Os dias seguintes foram uma delícia de tortura mútua. Eu adorava ver ele se contorcendo de tesão só com palavras e toques, e confesso: eu também ficava molhada o tempo todo pensando no quanto isso o deixava louco. Segunda e terça foram como antes: eu descendo de camiseta curta sem nada por baixo no café da manhã, mandando fotos do vestido novo no provador, sussurrando no ouvido dele à noite como eu poderia estar conversando com um bull no Tinder. Ele ficava duro o dia inteiro, respondendo com gemidos e mensagens desesperadas. Quarta-feira à noite, depois que as crianças dormiram, eu decidi dar a primeira “recompensa real”. Deitei na cama de lingerie preta fina, calcinha já úmida, pernas abertas convidando. “Vem cá, amor,” chamei, voz rouca. “Hoje você goza… mas do meu jeito.” Ele veio rápido, nu, pau latejando. Eu o puxei pra cima de mim, guiando ele pra dentro devagar. “Enfia fundo,” sussurrei. “Pensa que sou eu voltando de um date… que um macho já me abriu hoje, e agora é sua vez de misturar tudo.” Ele meteu ritmado, gemendo alto, mãos apertando meus quadris. Eu cruzei as pernas nas costas dele, apertando os músculos internos. “Goza dentro,” mandei. “Enche minha buceta. Imagina que é a segunda porra da noite.” Ele explodiu em segundos, gozando forte, jatos quentes me enchendo. Eu gozei junto, gemendo no ouvido dele. Quando terminou, saí de baixo devagar, abri as pernas bem abertas, o gozo escorrendo grosso pelas coxas. “Agora limpa,” ordenei, segurando a cabeça dele. “Lambe tudo. Prova o que você deixou aí dentro… porque em breve vai ser de outro, e você vai fazer a mesma coisa com gosto.” Ele desceu sem hesitar dessa vez, língua lambendo voraz, chupando o gozo misturado com meu mel, gemendo contra mim. Eu gozei de novo na boca dele, puxando o cabelo, chamando de “meu limpador perfeito”. Quinta-feira repeti a dose, mas mais intensa. Mandei fotos do perfil fake no Insta durante o dia, com DMs de caras mandando fotos de pau. À noite, repeti a cena: ele gozando dentro, eu abrindo as pernas, ele de joelhos lambendo tudo, mais fundo, mais obediente. Depois do cleanup, beijei a boca suja dele e sussurrei: “Você tá ficando bom nisso… tá pronto pro real?” Ele assentiu, olhos brilhando. Sexta chegou e eu me arrumei como puta: saia preta curtíssima (mal cobria a bunda), blusinha justa sem sutiã, salto alto, batom vermelho, perfume forte. Antes de sair, sentei no colo dele na sala, rebolando devagar no pau duro por cima da calça. “Hoje pode rolar de verdade, amor,” sussurrei, mordendo a orelha. “Vou pra balada com as meninas… dançar colada em macho, sentir pau duro contra mim. Se pintar um ideal — alto, forte, grosso — eu deixo rolar. Volto recheada pra você limpar.” Ele gemeu alto, mãos tremendo. “Vai mesmo?” perguntou, voz rouca. “Vai. E você vai esperar aqui, pensando em mim sendo fodida enquanto você fica duro sem alívio.” Beijei a boca dele devagar e saí. A balada estava lotada: música alta, luzes neon, corpos suados. Dancei com as amigas, mas meus olhos procuravam o alvo. E logo vi ele — um moreno alto, tatuado, barba bem feita, 1,90m, dançando com confiança. Nossos olhares se cruzaram, ele sorriu e veio direto. Dançamos colados, mão dele na minha cintura descendo pra bunda, volume grosso roçando contra mim. Conversamos um pouco, mais já era tarde ou cedo, precisava partir pro ataque, falei para gente ir para um lugar mais tranquilo, eu sabia o que queria, não queria romance e sim voltar pro meu marido com a fantasia dele realizada! Saímos dali rápido. Fomos pro carro dele num estacionamento escuro perto. Ele me jogou no banco de trás, levantou a saia, viu que eu não tinha calcinha e meteu de uma vez, fundo, sem aviso. Eu gritei de prazer — ele era grande, bruto, ritmado, batendo forte na minha bunda enquanto me fodia como se quisesse me marcar. “Seu marido sabe que você tá aqui?” perguntou, puxando meu cabelo. “Sabe… e tá esperando eu voltar cheia da sua porra.” Ele acelerou, mãos apertando meus quadris, me fodendo com força. Gozou fundo, jatos quentes enchendo tudo, gemendo alto no meu ouvido. Ficamos ali uns minutos, ofegantes, ele ainda dentro pingando. Coloquei a calcinha pra deixar tudo bem guardado Saí do carro pernas bambas, buceta inchada e latejando, gozo escorrendo pelas coxas internas. Peguei um Uber quase amanhecendo, sentindo a calcinha cheia, escorrendo pelas coxas. Cheguei por volta das 5 da manhã, cheirosa de sexo, perfume masculino, e bebida misturados. Entrei no quarto na ponta dos pés. Ele estava acordado, luz baixa, nu na cama, pau duro apontado pro teto, esperando ansioso. Tirei a saia devagar na frente dele, ficando só de calcinha, blusinha e salto. Subi na cama, abri as pernas e puxei a calcinha de lado, sobre o rosto dele. Buceta vermelha, inchada, gozo branco grosso escorrendo devagar. “Surpresa entregue,” sussurrei, voz rouca e provocante. “Agora limpa, meu cuck. Lambe tudo que o macho deixou em mim. Prova como ele me fodeu.” Ele não hesitou nem um segundo. Puxou meu quadril pra baixo, língua enfiando fundo, lambendo o creampie quente do outro misturado com meu mel. Gemeu alto contra mim, chupando voraz, sugando cada gota como se fosse o melhor sabor do mundo. Eu rebolava no rosto dele, contando os detalhes devagar enquanto gozava na boca dele: “Ele era grande… me abriu toda no banco de trás. Me fodeu de quatro, puxando o cabelo, batendo na bunda. Gozou fundo, quente… muito mais que você costuma. Senti jorrando dentro, enchendo tudo. Agora você engole. Mostra que merece ser meu limpador.” Ele lambeu mais forte, língua explorando cada canto, gemendo de tesão puro. Eu gozei duas vezes na boca dele, tremendo, puxando o cabelo forte. Quando terminei, caí ao lado dele, beijei a boca suja de porra alheia, provando o gosto salgado. “Foi incrível,” sussurrei. “E foi só o começo. Próxima vez eu filmo… ou trago ele pra cá pra você assistir. Tá pronto pra mais?” Ele assentiu, pau latejando sem alívio, olhos brilhando de humilhação e desejo. “Então descansa… porque eu já tô pensando no próximo date.” E dormi sorrindo, sabendo que a gente tinha entrado de cabeça nessa vida.
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