O Site Contos Eróticos permitiu conhecer um casal em Brasília
Selma acabara de subir a última história para o “Contos Eróticos” quando a notificação piscou no canto da tela: “Cris & Elias: casal, 53 e 54, curiosos, leitores fiéis, de Brasília.” A mensagem era simples, quase tímida. Diziam que eram de Brasília e adoravam os contos escritos por ela. Pediram para ser amigos do casal. Perguntavam se topariam um café para “trocar experiências” e de ensinarem a eles como funciona esse ambiente liberal. Ela sorriu. Carnaval fervia Brasília, ela estava com muito tesão e a cidade inteira parecia nua sob o calor, e o casal escolhera exatamente aquele fim de tarde para se jogar. Respondeu: “Topo. Beirute, 22h.” Fechou o notebook, foi ao espelho, pintou os lábios de vermelho intenso, vestiu um vestido justo preto que marcava a cintura e deixava a parte superior dos seios à mostra. Quando saiu, Ivan já a esperava no carro, motorista paciente, marido complacente e parceiro de todas as aventuras. Minutos antes de chegarem, Tiago — 38, corpo de ginástica diária, olhar que sempre parecia calcular o ângulo perfeito para gozar dentro de uma mulher — mandara mensagem curta: “Tô no Plano Piloto. Quero Encontrar vcs !” Selma respondeu com um áudio só o som de sua língua estalando. Explicou que iriam encontrar um casal, mas não tinha certeza se, de fato, eles iriam, pois os conheceu naquela data. Assim, quando estacionaram atrás do Beirute, Tiago já encostava na esquina, camiseta branca colada, cheiro de cítrico misturado com suor. No entanto, não imaginam que, dentro do Beirute estariam a Cris e Elias que aguardavam numa mesa de canto, cervejas artesanais na frente, expressão de quem treinara aquela conversa. Cris, morena de traços finos, camiseta de seda azul, se levantou antes que Selma chegasse. Beijinho no ar, mas o olhar foi direto aos seios da anfitriã, depois a Ivan, depois a Tiago, que chegara junto. Elias, alto, barba cerrada, apertou a mão de Selma com força demais, dando logo a dica: nervoso, excitado. “Então vocês são a lenda,” falou Cris, meio risonha, meio rouca. Selma sentou ao lado, deixando a coxa encontrar a de Cris sob a mesa. “Lenda é o que a gente escreve. Prática é melhor.” Tiago já puxava uma cadeira extra, sinalizando que não era aliado, era competidor disposto a dividir. A conversa começou segura. Perguntas sobre regras, fantasias, primeiras trocas. Elias contou que transavam com a janela aberta no prédio deles, mas nunca convidaram ninguém. Cris acrescentou que gozava só de pensar em ser observada. Selma sentiu o calor habitual subir entre as pernas; puxou o copo, lambeu a borda antes de beber, olhando para Tiago. Ele entendeu. Logo virava para Ivan: “Posso participar hoje?” A frase cortou o ar. Nenhum eufemismo. O som ambiente pareceu baixar. Ivan sorriu de canto, deu de ombros. “Desde que todos estejam de acordo.” Elias respirou fundo, viu Cris, que assentiu, ofegante. “Sim,” disse ela. “Quero.” Page 1 of 4 A conta chegou junto da decisão. Cinco corpos em pé, caminhando abarrotados até a calçada. Ivan dirigiu. Tiago na frente, Cris no meio, Elias e Selma atrás. O carro ainda engajou segunda marcha quando Selma arrancou o batom com a unha, agarrou a mão de Elias, pousou sobre seu próprio seio. “Toma,” sussurrou. “Vai sentindo, não precisa pedir.” A mão dele trêmula apertou logo o mamilo duro sob o tecido. Ao lado, Tiago já puxava Cris pela nuca, beijava-a com língua exigente; ela estalava, gemia baixo, mas voltava querendo mais. Ivan fitava pelo retrovisor, boio no trânsito, cuja lentidão favorecia a mão de Selma agora descendo pela bermuda de Elias, sentindo o volume grosso, massageando por cima. Na Rua Belford Roxo, motel cor-de-rosa iluminado. Vaga nos fundos. Carro parado, portinhola abrindo. Coube a Selma liderar, atravessou a catraca como quem entra em própria casa. Pagou duas horas adiantadas, pediu o chalé mais silencioso. Porta fechando, trinco girando. Luz fraca, cheiro de lençol higienizado. Primeiro a se jogar na cama foi Selma, de costas, vestido subindo até a cintura sem ninguém pedir. “Homens, fiquem de pé,” ordenou. Ivan e Tiago obedecem, puxam camisetas, calças. A disputa começa: Ivan agarra a cintura de Selma, morde sua barriga, sobe até o sutiã, arranca. Tiago desce, beija o interior das coxas, sente o cheiro molhado que impregrou a renda da calcinha. Elias fica um segundo perdido, mas Cris, de olhos faiscando, empurra-o: “Vai ajudar.” Então formaram-se duas frentes. Ivan e Tiago centraram fogo em Selma. Deduaram o corpo: boca de Ivan sugando seio esquerdo, boca de Tiago no direito, dentes puxando mamilo, mãos apertando carne macia. A calcinha sumiu com um estalo. Ivan desceu, abriu as coxas com um movimento seco, lambedura longa do clitóris até o ânus. Selma soltou um “querida” rouco, pernas tremendo. Tiago agarrou seus cabelos, beijou com força, meteu a língua enquanto desabotoava o jeans. A came jorrando por trás de Selma, Cris sendo conduzida a outra extremidade da cama. Elias, agora nu, pênis ereto, curvado para cima, conduziu Cris até a beirada, empurrou-a de joelhos. “Chupa,” pediu. Ela envolveu a cabeça rosada, deslizou, babou. Ivan, sem deixar a buceta de Selma, acenou: Elias se inclinou, abriu mais as pernas de Cris, chupou-a de baixo para cima, sentindo o gosto azedo do candomblé carnavalesco dela. Tiago aproveitou: ajoelhou atrás, cuspiu na própria palma, lubrificou o pau, aproximou da entrada da garota. “Posso?” “Pode,” respondeu Elias, de boca cheia. A garota, porém, gemia com a boca ocupada, não conseguia articular permissão maior; o corpo que se encheu de um só impulso bastou. Tiago entrou devagar, sentiu o anel fechar, avançou até o talo. “Aperta gostoso,” rosnou. Selma, debruçada em almofadas, ouvia os gemidos, sentia a boca de Ivan em seu clitóris pulsar. Quis mais. Gritou: “Me fode, Ivan!” Ele levantou, cutucou a entrada, molhada por saliva e desejo, e enterrou. O som de tapa de carne ecoou. A cama rangia em dois compassos: Ivan socava Selma, Tiago socava Cris. Elias levantou-se, tirou a boca da buceta da mulher, beijou-a sujo de sua própria secreção, depois posicionou-se atrás do casal vizinho: empurrou a cabeça do pênis contra o cu já ocupado de Cris. “Respira,” orientou. Ela expirou, relaxou; o plano era duplo. Lentamente, Elias avançou. Cris soltou um gemido rouco, misto de dor e êxtase, boca ainda com gosto de pau. Estava sendo duplamente penetrada, vagina e ânulo, enquanto chupava ar que não existia. Selma, no mesmo ritmo, sentiu o orgasmio agarrar-lhe a coluna, primeiro arrepio leve, depois feixes de luz. Contraiu a buceta, Ivan sentiu, apertou os quadris, fundeu. Ela choramingou: “Tô gozando!” As pregas internas pulsaram, líquido escorreu pelas coxas. Ivan continuou até o último estalar, então retirou-se, brilhante de suor. Sem perder tempo, Tiago, ainda dentro de Cris, pediu: “Quero provar essa que goza feio.” Antes que Page 2 of 4 terminasse de falar, retirou-se de um golpe, virou-se para Selma, empurrou-a de lado, levantou-lhe a perna. Ivan segurou o tornozelo. A ponta do pau molhado por outra buceta encontrou o ânus de Selma, já relaxado por lambidas. Entrou. “Ai, caralho,” ela respirou, olhos arregalados. A sensação de abertura máxima obrigou-a a contrair barriga. Tiago socou fundo uma, duas, cinco vezes. A outra mão apertava o seio, dedilhava mamilo. A concentração de nervos incendiou-a de novo; segundo orgasmio estourou com gritos, agora mais altos. Cris, liberada, deitou-se de costas, abriu pernas, pediu: “Quero sentir isso também.” Elias recolheu-se ao banheiro, trouxe o sachê de lubrificante que o motel oferecia. Espalhou com dois dedos no clitóris, depois enfiou ambos no cu. “Vai,” disse a Ivan. Ivan reposicionou-se, entrou no ânus dela devagar; Cris rangia os dentes, mas abria mais. Tiago, sem perder tempo, acomodou-se na frente, introduziu na vagina. O corpo da mulher esticou-se, arregalou olhos pro teto. Elias, ao lado, batia punheta, beijava-a no pescoço, sugava, mordia. A cama nessa altura era só mola gemendo. Selma, recuperada, observava de joelhos, dedo médio dentro da própria buceta. A cada estocada dupla em Cris, ela sentia fantasma no corpo. Quando viu o casal sincronizado, agarrou o cabelo de Cris, beijou-a por cima do ombro de Tiago, passou língua no suor. “Goza por eles,” sussurrou. A voz foi o estopim. Cris enterrou as unhas nas costas de Ivan, soltou berro rouco, o anus contraiu, líquido escorreu em jato molhando as bolas de Tiago. Ele sentiu, retirou o pau da buceta, espirrando por cima da xota, primeira leva de porra pegando no clitóris, segunda no umbigo. Ivan continuou no cu, quatro batidas, então retirou-se, gozando em arco até os seios dela, ofegante. O silêncio durou um segundo. Selma ia falar quando Elias agarrou-a pela cintura, virou sobre a mesma mancha de esperma, introduziu de uma vez na buceta. “Meu turno,” disse rouco. Selma riu, abraçou com as duas pernas, cruzou tornozelo na cintura dele. Sentia o pau diferente, mais fino, curvado, batendo em ponto novo. Quis mais profundidade, girou, trocou para quatro. Tiago, ainda ofegante, colocou a cabeça debaixo, lambeu o clitóris de Selva enquanto Elias metia. Ivan observava, punho lento, beijando o ombro de Cris, que recuperava o fôlego. A terceira vez que Selma gozou foi sobre a língua de Tiago; ela puxou seus cabelos, esfregou a xota no rosto dele até perder a força. Ainda dentro dela, Elias retirou devagar, guiou-a para cima de Cris. “Quero ver vocês se chupando,” pediu. As duas obedecem: Selma ajoelhou-se sobre o rosto de Cris, que lambia sua buceta aberta, misturando o gosto de homem consigo. Ivan, excitado de novo, aproximou-se, meteu dentro de Selma, dessa vez devagar, saboreando. Tiago, recuperado, viu o ânus de Selma piscando, ainda aberto por sua foda. Lubrificou dois dedos, depois três. “Vai, aguenta aí.” Atravessou o pau de novo no cu. Selma ficou presa entre dois corpos, duas rolas, dois extremos. O princípio da dupla penetração redundou em gritos abafados contra a xota de Cris. As estocadas combinaram-se; Ivan por dentro acariciou o clitóris, Tiago apertou mamilo. Em sincronia absoluta, sentiu o quarto orgasmo arrancar-lhe unhas do lençol, suor caindo em gotas nos seios de Cris. Os homens resistiam. Ivan retirou-se, punha o pênis contra a boca de Cris, que limpou com vontade. Tiago, porém, continuou socando o cu, agora deitado de lado, segurando a perna de Selma ao alto. Elias, observando o buraco vagabundo, ajoelhou-se na frente de Selma, meteu na boca. Ela mamou com vontade, saboreando seu próprio líquido. O jogo virou-se: três homens em volta, um corpo feminino sendo penetrado anal e oral, outro feminino recuperando força ao lado. O ritmo aumentou. Tiago gemia cada “ai” que escapava, Elias agarrava cabelo, Ivan filmava mentalmente, punha dedo no cu de Cris, que rebolava, excitada por ser coadjuvante excitante.
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