O Negro da Praia

A previsão do tempo anunciava: ia ser bem quente aquela semana.
Eu e Elisa costumamos frequentar uma pousada no litoral sul de São Paulo, lugar com muita visita e movimento de pessoas.
Muitos gostam do litoral norte, por suas belezas naturais e mesmo pelos frequentadores mas convenhamos, beleza não é privilégio de ricos e lá sempre se vê belos corpos, principalmente de mulheres com seus biquínis enfiados deliciosamente na bunda o que é um ótimo incentivo para à noite descontar na bucetinha da Elisa, com muito tesão, o que ela gosta e muito, terminando sempre com ela tomando meu leite todo, sem deixar uma gota.
Aliás já devo ter falado, mas não é demais repetir, Elisa não tem bucetinha, e sim bucetona, como eu mesmo falo pra ela. Com grandes lábios rosada e cabe bem mais rola, tanto grossa quanto mais comprida do que a minha que se não é tão grande é grossa com certeza.
Pois bem, sabendo do clima fomos em busca da reserva e com sorte conseguimos.
Chegamos numa sexta e como sempre, fomos tomar umas cervejas e batidas, embora não sejamos de beber muito, pra relaxar e entrar no maravilhoso clima de praia que tanto gostamos.
Ao retornar pra pousada claro que pintou um clima, pois eu adoro brincar com os bicos dos seios dela, apertar, chupar e saibam que ela já gozou algumas vezes só comigo mexendo neles. Ela diz que sei como deixá-la louquinha, quando aperto os dois de uma vez ou chupo um enquanto belisco outro.
Ela, como sempre, já estava bem molhada, passei a mão entre os lábios grandes, rosados e macios e enfiei dois dedos na buceta dela.
Elisa adora beijar, saibam disso, ela fica muito excitada ao beijar, e adora enfiar sua linguinha ágil em minha boca, e eu que adoro chupar uma lingua sugo com toda vontade.
Confesso que, cansado da viagem, meu pau não estava tão duro para comê-la como gosta e merece. Saibam vocês machos, que ela gosta de rola na buceta, macetando, preenchendo toda, machucando.
Ela é do tipo que as preliminares não precisam demorar, até demorou pra acostumar de eu chupar sua buceta, dizia não gostar muito desde sempre. Eu nunca entendi bem isso, pois sei chupar gostoso, mas fui me acostumando.
Mas o que ela gosta mesmo é de rola, já vem logo pra cima e adora cavalgar, deixando entrar e depois sair tudo. Eis a minha putinha.
Dito isso, do cansaço, paramos por aí e após quase gozarmos fomos dormir.
Não sei por que, mas adoro deixar ela com vontade, uma maldade de leve, gostosa que faço às vezes rsrs.

Sábado ensolarado, café tomado, lá vamos nós pra praia.
Nosso grande prazer é pedir uma cervejinha e uma caipirinha, que aliás são bem grandes e a gente vai entorpecendo bem devagar...
Perto do meio dia chamou muita atenção a chegada de um casal negro, ela talvez mais velha e nao por isso, talvez mais pela sizudes, mas parecia destoar um pouco dele, com aparência mais descolada. Ele era alto, acho que mais de 1,85, corpo de quem malha e sua sunga denunciava uma rola enorme e grossa, nem precisava ficar olhando pra saber, de longe já se via.
Era perceptível que as mulheres próximas, incluindo a minha, estavam se deleitando com aquele negão roludo ali tão perto.
Minha putinha adora torrar sol, e estava de barriga pra cima quando percebi seu movimento de pescoço para admirar aquele corpo e, claro, aquela rola.
Perguntei: - Gostou querida?
- Hummm, ela sorrindo.
Ela quer sempre ser sonsa mas logo em seguida disse:
- Ah, bonito né. E deu um risinho safado.
Depois achei que era ele que estava no bar na noite anterior, sozinho, retirando uma pizza, e sim, era ele mesmo, e deu uma bela olhada na bunda da minha gostosa.
Acho que ela olhou mais umas duas vezes, até porque ele se movimentava ao redor do guarda-sol deles e esqueci, havia uma criança junto e logo chegou mais uma moça, aliás muito bonita, de corpo esguio. Devia ser irmã ou cunhada dele. Descontei, olhando também.
Cerveja vem, petisco vem, caipirinha vem...
Estava tudo ótimo, e a gente já ficando meio zonzos.
Em nosso revezamento de ida à água eu tinha voltado e era a vez da minha putinha salgar o corpo na água.
Chamo ela de putinha naturalmente, coisa nossa porque me dá tesão, e sempre falo que gosto dela ser puta de outros também. Gosto muito.
Mas ela é bem do tipo discreta, como eu também sou.
Assim que ela foi pra água, passado alguns minutos o touro foi também, pois ele parecia mesmo um touro de forte.
Entre nós havia somente uma família e em seguida o amigo malhado e roludo e família.
De longe, um dado momento, percebi os dois se abaixarem e as mãos saírem da água meio que juntas.
Na hora veio um ciúmes, mas sempre em seguida vem o tesão, vai ser sempre assim.
Mantive a postura e observei que a família dele não tinha visto a cena.
Assim que ela retornou perguntei:
- Que foi aquilo, ele pegou sua mão?
Acrescento que Elisa é discreta mas conversadeira, o que às vezes trás probleminhas, mas venho me acostumando com o tempo.
Aos poucos vou apresentando minha putinha pra vocês.
Ela respondeu: - Meu óculos caiu na água e abaixamos juntos pra pegar rsrs
E eu: - Sei...
- Mas ele tava falando com você?
- Não, mas me olhou umas duas vezes e fez uma cara de safada e convencida ao mesmo tempo.
Eu percebi que ele ficou bem ao lado dela mas não muito, uns 4 metros ou mais distante, na mesma linha dela.
E o esportista se alongou umas vezes, acho até que pra mostrar seus músculos e por que não, aumentar ainda mais o volume na sunga.
Ao se esticar deve ter olhado pra ela nesse momento.
Aí brinquei: - Nossa, será que ele te quer?
- Ai besta, claro que não.
- Mas se ele quisesse você ia gostar né?
Ela demorou alguns segundos...
- Ah que mulher não ia querer esse corpo? E sorriu de forma safada.
Eu já tinha pedido outra caipirinha e a primeira já tinha subido pra nós dois, com certeza.
- E você aguentaria ele?
- Acho que sim, rindo de forma safada.
- Nossa que gulosinha hein.
- A gente dá um jeito né? E mais risinhos.
- Vai que hoje é seu dia de sorte, você que sempre falou gostar duma rola preta.
Sim, ela me confessou uma vez porque eu falei que gostaria de um dia comer uma japonesa.
Joguinho das verdades após umas bebidas.
- Deixa de besteira, nem estou pensando nisso, nada a ver, sem muita convicção, eu senti.
Mas eu conheço minha putinha. Queria sim, ainda mais aquele negro premium mas que parecia deslocado no seu casamento.
Deduzindo que eram casados, tudo indicava.
Então eu que sou o rei das táticas sexuais rsrs, o mestre das artimanhas promiscuas, criei um plano pra putinha trepar ou pra ver no que dava, e quase bêbado, bem anestesiado de caiprinha, fiquei de olho no touro.
Ele percebeu e me deu uma encarada, não desafiadora, mas sei lá amigável, curiosa.
Ela de rabo pra cima, queimando ao sol, só ouviu de mim. Vou pra água, já volto.
Levantei e me estiquei, espreguissei e assim que o negão me olhou fiz sinal discreto com a cabeça apontando pro mar.
Fui andando e olhei pra ele pra ver se vinha, se tinha entendido.
Já perto da água, aí sim ele se levantou e veio, não sem antes conferir o rabo da putinha, ah isso eu vi, quando bateu as mãos enormes tirando a areia da sunga.
Enrolei um pouco, vi que me olhou e fui me aproximando, brincando com a água, abaixando...
- Hoje tá bom demais né?
- Tá sim, sol tá forte.
- Forte é você, pô.
Ele riu.
Me apresentei e perguntei qual seu nome mesmo?
- Júlio
- Malha muito né Júlio?
- Sim, tem que se cuidar né?
- As mulheres gostam né?
- É... gostam mas sou casado né.
Mas percebi que a parte de ser casado era sem convicção.
- Algumas aqui estão gostando, nem disfarçam
Rimos juntos.
- A minha também gosta, a do óculos que caiu.
Ele ficou um pouco sem jeito e falou:
Ah é? Ela é bonita, corpo bonito
- É gostosa também, tem tara por negros.
- E você, o que acha?
- Normal, gosto que ela goste, também tenho meus gostos.
Ele riu e disse: - Ah é?
Ficou um pouco em silêncio....
Não dei trégua e falei:
- Não gostaria de experimentar? Percebi que você gostou.
- Como?
- Querem um dia se encontrar?
- Ou agora, uma rapidinha bem gostosa pra tirar o estresse da semana?
- Como assim, você tá me zoando? E riu.
Falei meu plano:
- Vi que você tem uma mamadeira guardada.
- Sim, mas é daí?
- Então, você derruba ela sem querer querendo e vai buscar leite ali, apontei, onde estamos, mas pro seu pessoal você vai na padaria, que era mais longe, e ajudava até demorar um pouco como desculpa.
- Você hein rsrs mas gostei.
Ele passou a mão na sunga que estava mais volumosa, apertou um pouco e falou:
- Será um prazer comer aquela loirinha.
- Come gostoso mesmo, judia dela, ela gosta. E rimos.
Expliquei pra depois de derrubar e decidir buscar o leite, deixa ela levantar e espera uns dois, três minutos, aí encontra ela no calçadão.
- Beleza, mas que doideira, rindo.
- Você tá carente? Com muita vontade né?
Pois havia percebido um clima destoante entre ele e a esposa, não sei se brigaram ou era um mau casamento.
Ele falou que sim, um pouco.
Eu ia voltar primeiro pra areia, mas logo voltei e perguntei:
- Qual o tamanho dessa rola?
- Vinte centímetros.
- Eita, vai judiar rsrs
Ele riu e emendou que elas aguentam, sempre aguentam.
Assim que cheguei falei no ouvido da putinha: Vai realizar seu desejo, hoje, aliás, já já.
Como falei, judiei dela na noite anterior pois não gozou, e assim ela estava com vontade, eu sei.
Revelando mais sobre a putinha, ela não gosta de se masturbar, eu acho desperdício.
Já eu, fui pro banho e bati uma bem gostoso, gosto de bater uma
Por isso gosto de judiar dela, meio sádico, deixo ela com tesão e não como às vezes.
Ela arregalou os olhos e falou:
- Você tá bêbado né? Que conversa é essa?
Aquele negão vai ter pegar daqui poucos minutos. Seja esperta e aproveite, realize sua fantasia.
Falei sobre o tal plano e afirmei que sabia que queria experimentar.
Aprendi a usar esse truque de judiar, pra putinha ficar em ponto de bala e topar mais aventuras depois.
Ela ficou toda receosa, confusa, mas a bebida ajuda a dar clareza né pessoal rsrs
Olhou pra ele umas três vezes, falou que eu era doido.
Falei que era doido pra ver ela gozar gostoso, que se não mexesse os pauzinhos ela não o faria. Que isso sim, era amor verdadeiro e mais uma vez lembrei que já tínhamos falado muito que quando eu quisesse uma buceta diferente ela disse que deixaria também, só se negava a presenciar a transa, ao contrário de mim, que queria ver ela chorando de prazer, gozando em outra rola até ficar sem forças.
Terminei beijando a boca dela, que cheirava à caipirinha.
Então meio zonza levantou, e disse uma última vez:
- Seu doido, me deixa doida também.
- Doida pra dar né safada? Vai e explica que é um amigo nosso lá na portaria. E já sabe, sejam rápidos.
Ajeitou-se e passou a mão nas nádegas outrora brancas, agora vermelhas de sol, pos o chinelo, olhou pro touro e foi.
Logo ele saiu também, depois de uma breve bronca da esposa.
Fiquei ali, sentindo sair caldo do meu pau, bem excitado e pensando mil coisas, mil cenas.
A pousada é bem de frente pra praia, muito perto
Deviam ter passado uns 25 minutos, creio.
Ela voltou.
Pouco antes ele tinha chegado, e a família só esperando a mamadeira pra depois irem pra outro lado da praia, não entendi se iam embora, foram beirando a praia.
Eu e ele nos olhamos muito rápido, sem dar pra mostrar nada um pro outro.
Mas havia uma cara de felicidade nele, um sorriso maroto.
Ela estava toda mole, sempre foi assim, quando como ela bem comida fica mole e logo dorme.
- E aí? Tudo bem? Deu certo?
- Deu certo? Eu dei é gostoso demais, nossa tô acabada.
- Está bem?
- Sim.
- Conta tudo.
Aí, ela se abanou e começou:
- Entramos, não se preocupe com a portaria, tudo certo.
- Ele me puxou e foi beijando minha boca e enfiando seu dedo enorme na minha buceta. Nossa...
- Conta, conta.
Eu morrendo de tesão e curiosidade.
- Ele me virou meio bruscamente, não grosseiramente, com pegada né, tirou o biquíni e apertou meus mamilos enquanto esfregava o pauzão já duro na minha bunda.
- Me pegou pela cintura, me levantou e enfiou o pau entre minhas coxas. É tão grande que esfregava a buceta e ainda sobrava do outro lado a cabeçona pra eu pegar.
- E como é o pau dele?
- É enorme, grosso, fiquei com medinho rsrs
- A cabeça rosada, eu puxei a pele e ela apareceu pedindo me chupa.
- E você? Eu dando uma de ingênuo.
- Ah chupei, tava gostosa demais, um pouco salgadinha.
- Mas passei um pouco de água pra tirar o sal e lambi aquele sorvete de chocolate double.
E depois?
- Ele me jogou de bruços na cama e deitou em cima de mim, segurou os dois braços esticados enquanto o pau dele achou o caminho sozinho.
- Sério?
- E a camisinha?
- Calma, ele só enfiou sem pra eu sentir a pele ele, eu que pedi.
- Ai que rola grande, faltou até ar pra mim. Aí peguei uma camisinha na gaveta e ele colocou e enfiou aquele talo enorme em mim depois de me virar de frente pra ele.
- Segurou meus braços de novo e meteu, mas meteu gostoso demais, sem dó, me beijando o pescoço e chamando de loira safada.
- Eu não sabia se mandava parar ou continuava.
- Por que?
- Eu ia gozar, queria gritar, tinha que me conter, não tava aguentando. Queria dobrar as pernas mas ele não deixava, comia como queria, fiquei presa debaixo dele e a rola dura, dura feito pedra, e grossa, como é grossa.
- Então gozei rapidinho, a buceta piscando naquele pau, só respirei um pouco e pulei pra chupar ele.
- E gostou?
- Demais
- Você não fica bravo?
- Eu? Porque?
- Tava muito bom, ele adorou e pediu pra gozar na minha boca, que ele tava sentindo falta de uma foda, duma boquinha gostosa.
Amigos, minha putinha é boa de boca demais, sempre me chupa e toma todo o leite.
Fico exausto.
- Eu deixei...
- Tudo bem, na buceta que não pode né.
Ela deu um risinho e beijou minha boca.
Sua boca parecia estar mais quente que o normal e pareceu ter um... um gostinho diferente rsrs.

Foto 1 do Conto erotico: O Negro da Praia

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Ficha do conto

Foto Perfil amigo3
amigo3

Nome do conto:
O Negro da Praia

Codigo do conto:
254183

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
08/02/2026

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