O amigo queria ela Parte 4 - Final

Robert ficou alí, se recompondo, afinal trabalhou bastante. Elisa dá trabalho.

Mas a conheço bem, estava prontinha para levar mais rola.

Eu fiquei muito excitado e com o pau bem duro com o acontecido e falei:

- Agora sou eu sua putinha.

- Vem meu amor, estou pronta pra você também. Quero fazer você gozar.

Então pedi que ficasse de quatro, a posição preferida dela. Alisei sua bunda, passei a mão na buceta inchada e molhada, numa preparação para minha entrada.

Estava muito quente e molhada.
Quando Elisa está excitada sua buceta que já é grande fica maior ainda.

Antes, não resisti e dei um beijo de língua no seu cuzinho que se mostrava gostosamente rosado e pra cima.

Ela se jogou pra frente e gritou:

- Ai, que arrepio, sorrindo.

Robert olhava e se deliciava.

Vem safada, vem pra trás, na rola do papai.

Ela veio se ajeitando e então foi a cabeça, mais um pouco, e logo tava todo ele dentro.

Eu tinha minhas vantagens sobre Robert, pois meto sem camisinha, claro, como sempre, ele olhava e parecia estar com água na boca. Já havíamos falado dessa posição que ela tanto adora, que aperta mais o pau, e ele havia falado que ia querer também com certeza.

Elisa rebolava, estava louca com aquela situação toda. Eu apertava fortemente sua bunda, nos lados com as duas mãos.
Após dar umas estocadas rápidas passei a enfiar e tirar meu pau bem devagar...
Não era fácil segurar o gozo, então fui pra especialidade dela.

Virei, ela um tanto bruscamente, pra deitar na cama.

Deitei entre ela e falei: - Chupa safada, faz eu gozar.

Eu sempre gozei na boca da Elisa, sempre. Às vezes o final era uma punheta minha ou dela, mas a maioria é sempre na boquinha da safada.

Ela deitou a cabeça na minha barriga e, de lado, chupava maravilhosamente minha rola, engolia toda, voltava, pegava, chupava só a cabeça, lambia ela.
Fazia barulho, como uma criança que chupa um pirulito com muita vontade.

Robert estava olhando tudo, deitado e apoiando-se num dos braços. Estava encostando em mim, até pelo tamanho da cama, e senti uma ralada proposital da sua rola na minha cintura. O pau de Robert já estava duro novamente.

Eu, em êxtase, falei: - Vou gozar safada, continua, continua...

Então veio aquele gozo forte, parecia até doer, com tanta força que saia o esperma.

Sempre foi uma delícia ouvir Elisa engolindo leitinho. Aquele barulho de quem bebe goles de água rápido, sabe? Com muita sede.

- Hum, que gulosa, eu também vou querer, disse Robert.

Eu não achei que ela seria capaz, mas logo que gozei e avisei pra parar, estava sensível a rola, Elisa virou pra ele e falou:

- Se meu marido deixar eu chupo, e se deixar eu até tomo seu leitinho também.

Eu não podia negar àquela safadeza, e mesmo me fazendo de difícil aceitei.

- Ah, tudo bem, não negociamos bem isso, mas hoje deixarei.

Então, em mais uma cena que causou um pouco de ciúmes, Elisa pegou aquela rola preta, cabeçuda, se ajeitou e começou a chupar, vagarosamente. Não sem antes dar uma olhada pra mim, como se ainda quisesse o consentimento, pois tínhamos dúvidas antes do encontro, se realmente ela iria chupar ele, e deixar gozar na sua boca.

Mas o tesão era grande, e a rola dele também, e Elisa dava um trato gostoso, subiu desceu, lambeu, beijou, e Robert gozou novamente.

Não ouvi tanto barulho dela engolindo dessa vez, pois com certeza ele nem tinha mais tanto leite pra sair.

Elisa lambeu os lábios, sorriu, deu um selinho em cada um e falou:

- Meus safados, eu amei dar pra vocês.

Temos dois banheiros então, eu fui pra um e Robert para outro, não queria deixar ele sozinho com ela, e esperei ele ir antes. Depois ela foi, então ficamos sozinhos e ele logo atacou:

- Que delícia ela, meu amigo. Se permitir, vou querer mais vezes. Você deixa?

Havia um cinismo nesse pedido dele. Todos já sabíamos que era coisa pra se repetir. Afinal foi gostoso demais e ninguém vai querer só uma vez, se pode fazer mais.

Os atrevimentos dele me excitavam, eram na medida certa, e claro que eu ia querer mais, mas tinha que não mostrar tanta facilidade.

- Olha Robert, depende muito dela né, você sabe.

- Mas ela gostou. Não acha?

- Acho que sim, mas continuar dependerá dela, eu acho que podemos, vamos ver.

- Você gostou? Disse ele.

- Sim, gostei sim.

Elisa voltou, toda cheirosa, comemos algo, sem muitos diálogos, era uma situação nova e estranha. Robert se despediu. Queria dormir lá mas achamos melhor não.

Não queríamos que ele dormisse, pelo menos ainda não, conosco.

Seu uber chegou, e ele foi embora, sempre com aquela cara de sacana, de garoto peralta.

Conversamos sobre o ocorrido, não muito, e fomos dormir.

Depois daquela noite sabíamos que nossas vidas iriam mudar.

No outro dia, falamos bastante, após o café, e seguiu-se o dia todo.

Logo cedo, teve um bom dia do Robert, com suas famosas fotos de rola, e vários elogios, sobre o ocorrido.

Ele queria muito fazer outras vezes, nós também, com certeza, mas era bom ir conversando, ir devagar, enfim, adequando tudo pra não ter problemas.

Combinamos então, para o próximo mês com o Robert, achamos um bom tempo.

Passado um mês lá estava Robert novamente, fazendo gostoso com Elisa, novas posições, mais atrevimentos, mais tudo e gostoso. Todos gostamos mais uma vez.

Então mais uma vez o tempo foi passando. Uma vez por mês Robert vinha e comia Elisa. Eu estava adorando, e ela também, claro. Parecia mais calma, ao mesmo tempo que se agitava quando estava chegando o dia. Ficávamos com mais tesão e transávamos mais, às vezes, do nada à qualquer momento, seja por nossa vontade, ou pelas fotos e conversas com Robert, pelo zap.

Eu sempre me senti criativo, e ele também era. Um dia sugeri que, não viesse em casa, iríamos pegar ele no metrô, ele iria no banco de trás com a princesa e eu levaria eles por aí, um tempo. Então seria meio que uma rapidinha.

Eles gostaram da idéia, ela ficou com medo de andar assim à noite, mas os vidros do carro são escuros o suficiente pra realizar a fantasia.

Combinado, lá fomos nós. Ela já foi no banco de trás, sem calcinha, um vestido de tecido mole, um tanto curto e sem sutiã.

Ele entrou, cumprimentou, senti seu perfume vindo, ele sempre estava perfumado e Elisa sempre exaltava isso. No começo dava ciúmes, mas depois não me preocupava, ela sempre falava que eu também era cheiroso, e sempre falava, mesmo antes dele aparecer.

Eu disse: - Deixa eu virar alí, e vocês podem ficar à vontade. Era uma rua sem muitas lojas, mais escura.

Eram mais de 22h e eu só olhando eles pelo retrovisor.

Ele enfiou as mãos dentro do vestido e acariciou os peitos dela, enquanto beijava sua boca safadamente. Pegou num bico, depois outro, nos dois, e beijando....beijando.

Eu esperto pra não perder a direção, de tanto tesão em acompanhar.

Via a mão descendo pra buceta dela, mas não via tudo, mas voltava o olhar e via ela de olhos fechados, delirando, boca aberta, toda entregue para Robert.

Com certeza é uma delícia pra ela experimentar uma nova rola, e já queria muito, faz tempo.

Agora estava ali, sendo usada e gostando disso, Robert se ajeitava tirando suas roupas, eu fiquei com receio, pois ela era só baixar o vestido de novo, mas ele teria que ser muito rápido pra se vestir caso um carro policial desconfiasse e pedisse pra parar.

Eu fui dirigindo bem devagar, pela direita, andei por rodovias, dei voltas, lugares escuros e eles só metendo gostoso, de ladinho, sentando no colo dele, sentando de frente pra ele, e então sendo beijada e chupada nos peitos. Eu via as costas e o rabo branco dela, às vezes um pouco da cobra negra entrando na sua toca rosa.

O que mais me incomodava era parar em faróis, pois São Paulo e qualquer outra cidade grande tem muitos assaltos e violência. Nesse momento eles ficavam apreensivos e perdiam um pouco o foco, logo que os faróis abriam eles reiniciavam, Elisa gozou, acho que uma vez, nem sei, e ele deu pau na boquinha dela, acostumado agora a dar leite pra putinha.

O gostoso foi que gemeram mais alto que o normal, em casa, só não quando parávamos nos faróis, mas em movimento sim, ele chamava ela de puta, vadia, vaca, beliscava ela que dava gritinhos, judiava gostoso da safada. Bem feito.

E assim tivemos muitas fodas juntos, durante seis meses.

Porém ocorreu de a empresa de Robert, que tinha filiais pelo Brasil, oferecer um cargo, em outro estado, onde, aliás, ele tinha alguns familiares e ele optou por ir.

Talvez se fosse há uns meses atrás não iria, estaria começando o contato conosco, mas agora já tinha provado bastante da buceta de Elisa, não que enjoasse dela, longe disso, dava pra ver que não.

Passados uns quatro meses de sua partida, notamos um afastamento por parte dele. Enviava menos fotos e demorava mais a responder no zap.

Até deduzimos e perguntamos um dia, se estava namorando, ele disse que não, mas estava diferente. Achamos que era realmente isso, um novo relacionamento.

Mas entendemos e não buscamos mais contato também.

Não diria que ficamos tristes, mas voltamos ao estado anterior, depois de tanta emoção, ficamos um pouco mais frios e transando menos.

Foto 1 do Conto erotico: O amigo queria ela Parte 4 - Final

Foto 2 do Conto erotico: O amigo queria ela Parte 4 - Final


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Comentários


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amigo3 Comentou em 06/01/2026

Que gostoso hein sagitarius. Bem safados.

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sagitarius Comentou em 06/01/2026

com a minha foi o contrario...ele no largava a minha mulher..chegaram a foder 3 vezes numa semana e as vezes longas fodas...

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amigo3 Comentou em 06/01/2026

Que delícia hein sagitarius. Isso mesmo Iozo

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sagitarius Comentou em 06/01/2026

adorei o conto...a minha tbm me tornou cornudo com amigo dela de infância, além de fotos da primeira vez contou me todos os detalhes além de saber todas as conversas q houve antes da 1 vez....

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lozo Comentou em 03/01/2026

Esposas maravilhosas, gostosas, deliciosas são a alegria dos maridos, sempre prontas pra fazer coisas diferentes, contanto que agrade o maridão. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O amigo queria ela Parte 4 - Final

Codigo do conto:
250935

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/01/2026

Quant.de Votos:
7

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2