A mijada dela excitou o amigo

Eu tive uma namorada, a Pati, a qual sempre lembro pelos seus seios fartos, seu belo corpo e principalmente pelo seu jeito safado, muito safado de ser.

Ela era o tipo de pessoa que vai nos surpreendendo, apresentando novos desejos e gostos que às vezes são difíceis de assimilar logo de cara.

Eu chamava ela de PP, que significava Pati putinha. Às vezes chamava ela de pp sem querer ou mesmo baixinho perto de alguém e quem escutava não entendia, e eu claro, nunca explicava. Achavam que era pela letra inicial do seu nome, e assim eu deixava que pensassem.

Logo no começo percebi que ela bebia mais do que eu, e nem por isso ficava alta, e confesso que era difícil acompanhar Pati bebendo cerveja.

Quero falar dela mais vezes aqui, em outros contos, com certeza.

Mas agora vou contar de um hábito dela, que vinha inclusive dessa capacidade de beber que ela tinha.

Não foram poucas as vezes em que tive que achar um banheiro, ou parar em um beco, ou em locais escuros nas estradas em viagens, ou com mato durante o dia, tudo isso pra danada se agachar e dar suas mijadas.

É meus amigos, ela bebia e então tinha que se livrar da cerveja depois certo?

No começo eu achei engraçado, depois teve a fase de ficar puto, mas logo comecei a gostar daquilo. Sempre achei excitante ver uma mulher mijar, e acho que ela percebia que eu me excitava e parecia gostar mais ainda de fazer.

A excitação também rolava pelo perigo, dos becos, e lugares até perigosos em que parávamos.

Sempre vinha o pensamento:

- E se chegar alguém agora? E se for um malandro? Armado....

Mas excitava, me excitava bastante e depois em casa eu comia ela gostoso, lembrando da cena.

Nós tínhamos uma turma fixa de uns seis amigos no trabalho e saíamos às vezes para beber.

Não faz tanto tempo, e nessa época não havia tanto rigor na lei e era possível beber e dirigir sem problemas, mas sempre era bom evitar excessos.

Então era sempre um ou outro que dava carona e íamos revezando.

Nesse dia eu fui de carro e a Pati ia dormir na minha casa.

Nosso amigo Ricardo às vezes chamava a esposa, mas ela teve que viajar na sexta e voltaria domingo, para resolver questões de família e ele não pode acompanha-la pois ela saiu cedo e ele não poderia faltar no trabalho na sexta.

Era uma sexta de muito calor e bebemos bem naquele dia. No final eu iria dar uma carona pro Ricardo, mas acabamos passando do horário e bebendo muito aquele dia.

Falei então pra ele dormir em casa e sair mais tranquilo no sábado de manhã e ele topou.

No caminho para casa a Pati me inventa de querer mijar.

- Ai, precisamos parar, não aguento mais, por favor.

Essa vontade dela vinha quase que de imediato, ela nem me preparava bem antes.

- Puxa Pati, mas estamos numa avenida, como vamos fazer?

- Ah não sei, procura uma rua pra gente entrar, não sei, tô explodindo.

Então andei mais uns três quarteirões e achei uma rua discreta, sem movimento e parei o carro.

Ela já tinha prática. Abríamos as portas do lado da calçada e ela se agachava entre elas e mijava praticamente no meio fio.

O Ricardo estava bem alto de bebida e se divertia com a situação.

Então na parte que sempre foi mais excitante pra mim, ela abria a calça e já ia se abaixando e descendo a calcinha. Era muito excitante isso.

Quando estávamos sozinhos ela até me provocava, virando a bunda branquinha e deliciosa pro meu lado, o que me deixava de pau duro.

Nesse dia eu e Ricardo ficamos de costas pra ela conversando, e eu explicando que era normal ela fazer isso.

A nossa conversa parecia excitar ele também, e toda a situação do momento.

Então ele deu umas duas viradas pra ver e eu chamava ele.

O Ricardo, vira pra cá seu safado. E dávamos umas risadas discretas.

Eu me colocava no lugar dele e pensava como resistir, pois Pati era bonita, sensual, e mulher mijando é demais não é mesmo?

Ela terminou, se disse aliviada e fomos embora.

Mas percebi que Ricardo ficou meio atordoado com a situação, além da bebida que tomou.

Parece que ele começou a olhar a Pati de uma forma mais desejosa ou mesmo achar ela mais safada do que imaginava. O que era bem verdade.

Em casa, ele ficaria no sofá na sala, e nós em nosso quarto. Havia outro mas totalmente cheio de bagunça.

Nos despedimos e fomos dormir.

Era uma noite bem bonita, com uma enorme lua cheia brilhosa.

Depois de umas duas ou três horas acordei pra ir no banheiro, que ficava no corredor, então fui bem na ponta dos dedos pra não acordar o Ricardo.

A Pati acordou com meu movimento e falou que iria no banheiro também.

A porta estava só encostada e assim que puxei ela percebi o Ricardo se mexendo.

Achei estranho, pensei que estivesse sonhando mas logo percebi que ele estava com a rola bem dura, enorme, pra fora da bermuda e batendo uma punheta bem devagar.

A Pati me empurrou e eu virei e falei:

- Você não vai acreditar.

- O quê?

- O Ricardo tá batendo uma, dá pra ver tudo com essa luz da lua.

- Sério? Ah deixa eu ver?

- Que isso Pati? Quer ver a rola do meu amigo?

- Não, desculpa só fiquei curiosa, não dá pra acreditar né?

Na verdade esse pedido dela me deixou um pouco excitado, fiz um charme e falei:

- Vem aqui.

E deixei ela na minha frente e eu por trás dela, cochichando sobre a cena.

- Nossa, é verdade. A rola dele é grande hein.

- Ah é Pati, você achou?

Nisso, desci minha mão pra dentro da calcinha do pijama dela e comecei a massagear sua buceta.

- Ai que gostoso amor.

Dava pra sentir que ela estava excitada com tudo aquilo, e juntando a vontade de ir ao banheiro, fazia ela se contorcer ainda mais, juntando as coxas apertando minha mão.

- Você tá gostando sua vadia?

- Um pouco amor. É algo diferente né?

- É sua vadia, você gosta de tudo quando o assunto é sexo né?

- Ah eu gosto, você sabe que sou safada, sua safada.

Nossa, fiquei doido, e ela pôs a mão pra trás e pegou meu pau, que estava todo babado, mexendo na cabeça, fazendo a mão em forma de cuzinho, e indo e voltando, deliciosamente.

Nisso o Ricardo deu um gemido, e percebemos que ele estava gozando.

Ele se contorceu todo e ouvimos ele falar bem baixinho.

- Pati, sua gostosa, ah...

Ela virou pra mim e falou:

- Você ouviu?

- Ouvi sua gostosa. E sorrimos sem fazer barulho.

Ele fez sinal de se levantar, pra se lavar com certeza, então bem devagar encostamos a porta novamente e escutamos ele ligar o chuveiro.

Deitamos nos beijando ardentemente e eu comi a Pati bem gostoso.

Ela já deitou de pernas abertas e fizemos um papai e mamãe bem coladinhos, tudo bem baixinho, beijando o pescoço dela e socando a rola bem fundo na sua buceta, aproveitando aquele momento diferente que deixou todos nós com muito tesão.

Tudo isso graças à Pati, a putinha gostosa, mijona e maluquinha por sexo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A mijada dela excitou o amigo

Codigo do conto:
254566

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
13/02/2026

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