Aventura no Cine Pornô

As experiências de Rodrigo, depois de seu começo, não pararam mais.

Podia demorar um pouco, ou mais, mas regularmente ele tinha alguma nova brincadeira pra se satisfazer, e, satisfazer outras pessoas também.

Afinal, tudo que vinha acontecendo, experimentando, era totalmente consensual de ambas as partes, e como Rodrigo sempre foi um tanto tímido, devemos dizer aqui que ele sempre era sugestionado, atraído para situações prazerosas, que sim, ele queria muito fazer, porém não tinha muita coragem, de sugerir, falar, cantar outra pessoa.

Inclusive, com o tempo Rodrigo meio que se culpava por ter perdido oportunidades, em sua vida sexual, e por que não dizer, até mesmo profissional.

Mas afinal ele também não podia reclamar tanto.

Trabalhando numa empresa grande, mudando de área às vezes, trazia certas vantagens para ele, e a principal, pensando aqui na sua timidez, era a de conhecer novas pessoas, sejam elas chatas ou legais.

Pois eis que, Rodrigo conhece Paulo.

Paulo era descolado, trabalhava na área de marketing, conhecia muito sobre filmes, arte, música, coisas que atraiam muito o Rodrigo, por ter os mesmos gostos.

Logo, em conversas, Rodrigo sacou que Carlos era bem safado.

Tinha um jeito de perguntar, insinuante sobre coisas íntimas, ou de duplo sentido.

Rodrigo achava ele com um jeito assim.... não diria afeminado, mas talvez delicado, pelo jeito mole de falar, sempre insinuante, e pensava:

- Ah, o Carlos acho que gosta de uma umas pegadas diferentes, ah deve gostar de pegar uma rola, chupar, ele tem um jeitinho meio assanhado, que deixa as coisas no ar.

Logo eles se entrosariam mais, conversariam mais diretamente, sobre as namoradas que tiveram, como eram, o que faziam e como faziam.

Rodrigo sempre ia embora com Carlos até o metrô, e no caminho sempre fica excitado, pois cada vez mais as conversas estavam mais quentes.

- A minha namorada gostava de dar o rabo sabia? E no final pedia pra eu gozar tudinho na cara dela. Ela adorava. Falou Carlos.

- Nossa eu comi um cuzinho uma vez só, estava muito apertado, gostoso demais, me sentia poderoso enfiando e tirando , e minha ex-namorada gemendo entre dor e prazer, completou Rodrigo.

Carlos estava casado, e dizia sentir muita saudade de comer um cuzinho gostoso como o da ex- namorada, já que a esposa, nem pensar, não daria mesmo.

O departamento na época, estava no centro de São Paulo, e até chegar no metrô eles passavam por cinemas pornôs, teatro de sexo explícito, e ficavam olhando as fotos, os cartazes e comentando:

- Quero vir assistir um filme e um teatro hein. Você topa Rodrigo?

- Nossa, eu até queria te chamar, mas você é casado, e fiquei meio sem jeito, não quero que arrume confusão com a esposa.

- Que nada, a gente vai “beber umas cervejas” entendeu?

- Certo Carlos, aí sim, gostei.

Carlos era uns nove anos mais velho, e Rodrigo gostava de uma certa liderança, que Carlos tinha. Na verdade ele puxava as conversas sacanas, e vinha com ideias como essa do cinema e teatro, e Rodrigo adorava, claro.

Marcado o dia da primeira de algumas escapadas com Carlos, lá foram os dois pro Teatro de sexo explícito, que rolava como novidade, e chamava muita atenção nessa época.

Aquela disfarçada, olhadas pro lado, pra ver se ninguém do trabalho estava vendo e vupt, lá estavam dentro do teatro.

Ficou escuro e o coração do Rodrigo disparou.

Ascenderam umas poucas luzes e parecia uma boate e então surgem os atores.

Uma morena de cabelos longos linda, logo se despiu.

A trama rolava, algumas conversas e o ator tira a roupa e mostra um pau enorme, mas bem grande mesmo.

Era grande e envergado pra cima.

Ouvia-se uns cochichos na plateia, e o segurança pedia silencio.

O ator começou então a comer a linda morena, que se parecia com uma índia.

Rodrigo virou e falou:

- Nossa Carlos, como ela aguenta tudo aquilo? Ele parece um jegue.

- Aguenta, elas aguentam bem. Com cara de safado, disse Carlos.

Rodrigo percebeu o volume, entre as pernas de Carlos e ficou surpreso, pois parecia uma rola grande, pelo volume.

Passada uma semana, lá estavam eles, agora no cimema pornô e o assunto da morena e do enorme pau rolou por vários dias.

No cinema, sentaram na última fileira, pois estava cheio, e as cenas deliciosas rolando.

Naquele dia Rodrigo, percebeu Carlos alisando a rola, que estava bem dura.

Ficou até com receio que ele tirasse pra fora da calça, pois parecia bem excitado.

Carlos deve ter percebido o olhar de Rodrigo e disse:

- Não passa vontade não Rodrigo, se quiser pegar e chupar, fica à vontade, sou todo seu.

Rodrigo, ficou estarrecido.

Ele sempre achou que Carlos, apesar de casado, tinha aquele jeitinho, meio delicado, e se um dia rolasse algo ele é quem falaria isso pro Carlos.

- E você Carlos, não quer chupar o meu pau não.

- Não, eu não chupo, só curto ser chupado, e dar rola Rodrigo.

Rodrigo, não acreditou e pensou:

- Você hein Carlos, me enganou seu filho da puta, com esse jeitinho dócil.

Mas nessa hora, Rodrigo estava se sentindo atraído pelo jeito safado de Carlos, e estava sendo cantado por ele.

- Carlos posso pegar nele, mas aqui não, tem muita gente perto.

- Certo, Rodrigo, assim que se fala.

- Vamos no banheiro então?

- Experimentar quer dizer que nunca chupou? Que sou um sortudo? E riu.

Aquele atrevimento de Carlos desconcertava e excitava Rodrigo.

- Sim Carlos, nunca tive vontade, já fui chupado por homens e mulheres, mas hoje me deu essa vontade, nem sei explicar.

- Não explica Rodrigo, vamos pro banheiro. E logo foi se levantando.

Rodrigo, tinha vergonha, parecia que estavam chamando a atenção. Não era acostumado àquele ambiente. E queria deixar claro que ela era o ativo, se sentia ofendido de ser passivo na estória.

Chegando no banheiro, haviam alguns homens se masturbando, e eles logo entraram numa das casinhas. Os caras nem usavam elas, queriam bater uma e ver as rolas do lado de fora.

Até que não estava suja. Rodrigo levou uns papeis toalha com um pouco de sabão e passou no vaso. Rodrigo sempre foi limpinho, rsrs.

Então Carlos sentou e pôs seu cacetão branco e cabeçudo pra fora.

Era grande, Carlos falou em 17 cm, e tinha uma cabeçona linda, rosada, toda pra fora. E ele estava muito duro.

- Toma Rodrigo, vem, chupa gostoso.

Aquela cara todo delicado, estava ali agora, no comando, tomando a frente, esfregando a rola na cara e na boca do Rodrigo. A rola quente, saia caldinho da cabeça, e Rodrigo estava em puro êxtase, confuso mais uma vez, sentindo-se traído pelo desejo, pois não imaginava terminar o dia fazendo uma chupeta no amigo, o qual achava que gostava de dar e chupar.

Rodrigo atordoado, pegava aquele pau gostoso, segurava e sobrava pau. Ele lambia e perguntava:

- Tô indo bem? Meu dente tá encostando?

- Não Rodrigo, tá pegando não, você chupa é muito gostoso. Chupa mais, assim, vai...

Com uma cara de safado impressionante. Fechava os olhos e mordia os lábios. Puxava o ar entre os lábios e soltava em forma de gemido.

Rodrigo, ficou com vergonha, pareceu que lá fora estava silencioso, e todos se ligando neles.

Rodrigo falou:

- Chupa o meu agora, chupa?

Mas Carlos era irredutível.

- Não, não curto chupar. Chupa você. Não para não, tá gostoso.

- Seu mentiroso, você já chupou antes né? Sabe mamar gostoso demais, seu safado.

- Não, juro que não. E voltou a boca pro pau do Carlos.

Carlos estava adorando, e Rodrigo pensando:

- Cacete, como tô fazendo direitinho, nunca imaginei, e caralho, estou adorando.

A cabeçona da rola quente, de rosa ficou vermelha, toda molhada da saliva do Rodrigo, que se misturava ao caldo que sai dela.

Rodrigo estranhava o gosto, não sabia defini-lo, pensava e chupava, se sentiu um escravo de Carlos, tirou seu pau e começou a se masturbar.

O calor subindo pelos corpos, e aquela mistura de calor, suor, saliva.

Carlos era bem atrevido. Puxou o rosto de Rodrigo e deu-lhe um beijo tesudo, enfiando sua língua na boca dele, movendo ela pra lá e pra cá.

Rodrigo ficou em choque, e maluco de tesão, não sabia se tirava o rosto ou continuava. Era o primeiro beijo de um homem.

Ele abria os olhos e Carlos estava em outra dimensão, com os olhos fechados, e soltando gemidos, fazendo Rodrigo sentir seu hálito quente.

Em seguida, Carlos conduziu a rola cuidadosamente para o rosto de Rodrigo, como quem diz: “Continua a chupada.”

Ele movia sensualmente a cintura para frente e para trás, como se estivesse transando com a boca de Rodrigo, o que o deixou extremamente excitado, ofegante.

Carlos começou a estremecer, contendo um gemido forte, um uivo dentro de si e então gozou.

Ele empurrou o pau mais pra dentro da garganta de Rodrigo, e segurou sua cabeça.

Carlos sendo o macho alfa, quem diria.

Rodrigo estava ali, tomando todo o leite de Carlos, um pouco contrariado, mas já nem sabia mais o que sentia. Era tesão, medo, surpresa, contrariedade, mas com certeza, o prazer era maior que tudo.

Rodrigo, deixou um pouco da porra sair pelo lado e passou a mão, parecia estar lambuzado, e com receio de cair na roupa.

Então acabou.

O vigoroso pau de Carlos diminuiu de tamanho e ficou menos rígido na boca de Rodrigo.

Carlos voltou ao normal, relaxou, sua rola era daquelas que não são tão grandes mole, mas dura era bem chamativa, grande e gostosa, muito gostosa, pensou Rodrigo.

Como a coisa esfriou Rodrigo quis lavar a boca, mas Carlos de forma rápida, puxou ele e deu-lhe outro beijo.

- Pronto Rodrigo, agora também me lambuzei, não sinta nojo.

- Não Carlos, é que... é tudo novidade pra mim.

- Calma Rodrigo, você chupou maravilhosamente bem, e vou querer mais vezes dessa boquinha gostosa, ah se vou.

Carlos deu aquele sorriso de canto de boca, bem sacana, como só ele sabia dar.


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Ficha do conto

Foto Perfil amigo3
amigo3

Nome do conto:
Aventura no Cine Pornô

Codigo do conto:
251609

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
09/01/2026

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