Depois da nossa terceira foda na cama dos meus pais, usando a lingerie de minha mãe, Geraldo se apaixonou. Me ligava direto – e desligava toda vez que minha mãe atendia. Aquilo me preocupava, mas era excitante. Um dia, quando desci do ônibus, vindo do colégio, lá estava ele me esperando como um cachorrinho, suplicando. - Fernando, preciso falar contigo. Entre no carro. Entrei, sorriso no rosto e tesão a mil: - Falar comigo? Você quer é me foder de novo. - Estou sentindo sua falta. Ele falou, cabisbaixo. Respondi cinicamente, achando que ia me livrar dele: - Está bom, a gente pode transar mais uma vez, mas só se for na sua cama, onde você dorme com sua esposa. Seu tesão era maior que o seu juízo: - Está bem, lá em casa, amanhã à noite. Ela estará na igreja. Eu poderia simplesmente não aparecer, mas na noite seguinte, lá estava eu, tocando a campainha, o pau duro só de imaginar. Assim que entrei, ele me agarrou por trás e me arrastou pro quarto, a cama com lençóis limpos nos esperando. - Que bom que você veio, Nandinho! Já no quarto, me virei de frente pra ele e ordenei: - Tire a roupa! Quero ver o tamanho do seu tesão. Ele obedeceu, pauzão duro como pedra, apontando pro teto: - Agora deita! Falei, enquanto tirava minha roupa bem devagar, deixando-o ainda mais excitado. Em seguida, me posicionei por cima dele, esfregando minha bundinha branca em sua rola. - É aqui que você fode a sua patroa? Ele assentiu com a cabeça, alisando meu peito e mamilos, olhos apaixonados. Meu corpo ardia, o tesão me deixando louco. Desci meu corpo franzino por suas pernas, começando um boquete bem babado, língua em sua glande, uma das mãos alisando suas bolas. Vez em quando abocanhava seu caralho, mas não conseguia engolir nem a metade. Meu amante revirava os olhos, gemendo baixo. Deitei de costas, pernas escancaradas, expondo meu cu rosado e faminto. - Vem, safado! Chupa o seu putinho! Obediente, ele se colocou entre minhas pernas e caiu de boca, sua língua no meu cuzinho e as mãos estimulando meu pau duro, babando pré-gozo. Mas eu queria subjugá-lo, então ordenei: - Chupa meu pau, porra! Meio a contragosto, mas sem alternativa, ele obedeceu, colocando a boca no meu pênis, chupando meio desajeitado. Tripudiei: - Isso, boqueteiro! chupa o pau do seu gatinho. Enquanto me chupava, um de seus dedos grossos penetrou meu cuzinho, me fazendo arquear as costas e gemer de tesão: - Isso, safado! É assim que eu gosto! Depois de lacear meu anelzinho rosado, Geraldo se levantou, pegou um lubrificante na gaveta lambuzou seu pauzão da cabeça à base, me olhando com cara de desejo. - Vem, tio! Bota essa rola gostosa no meu cu! Falei com voz afetada. Meu amante se ajoelhou à minha frente, apoiando meus pés em seus ombros. Apontou seu mastro e empurrou. Na primeira forçada a cabeçorra entrou, na segunda, entrou até o talo, o pau enorme esticando meu cu deliciosamente. - Ahhh! Mete tudo, safado! Ele socava ritmadamente, enquanto chupava os dedos dos meus pés, num claro gesto de submissão: - Porra, Nandinho! Saudade desse cuzinho! Grunhiu, metendo forte, cada estocada massageando minha próstata e mandando ondas de prazer pelo corpo todo. Eu gemia alto, ordenando: - Mais fundo, veado casado! Me arromba! Virei de bruços, travesseiro por baixo, empinando o rabo: - Vem, pirocudo! Me fode com força! Obediente, ele montou em mim, corpo pesado me prensando no colchão, pau escorregadio mergulhando fundo no meu reto. - Mais forte, porra! Gritei abafado pelo lençol. Ele estocou selvagem, suor pingando nas minhas costas, quadris batendo na minha bunda branca. O prazer era insano – ele me preenchendo todo, próstata latejando, meu pau babando na fronha. Ele tremia, quase gozando, mas eu rolei e montei, cavalgando o meu garanhão: - Agora é comigo! Relaxe e goze! Sentei no pauzão dele, subindo e descendo devagar no começo, depois acelerando, cu apertando seu cacete como uma luva quente. Unhas cravando seu peito peludo e suado. Os decibéis aumentando a cada rebolada, junto com nosso tesão. Gozei primeiro, gemendo alto, jatos quentes e abundantes inundando seu peito, marcando os pelos com minha porra. Ele veio logo em seguida, enchendo meu cu de porra pulsante, gritando meu nome como um mantra. - Ahhh, Nandinho! Desabamos ofegantes, seu pau ainda duro dentro de mim, eu rebolando lentamente, querendo tirar até a última gota de prazer. A exaustão cobrou seu preço e seu pau amoleceu, saindo do meu cu e deixando um imenso vazio. Me levantei, e senti seu sêmen escorrer lentamente entre minhas pernas. Ele ficou deitado sem falar nada, rola a meia bomba, me observando com admiração, enquanto eu me vestia. Lençol e fronha lambuzados com os resíduos de nossa traição. Me despedi secamente e fui embora, para nunca mais voltar. Meu macho selvagem foi domesticado e já não me servia mais.
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