Conheci o Ciro no último ano do ensino médio. Ele era o cara alto, bonito e transbordando confiança, com uma barba precoce e pelos espessos por todo o corpo — aos 18 anos, parecia um homem feito, daqueles que faziam as meninas babarem. Ultimamente, porém, ele namorava sério com uma garota da turma vizinha. Eu, por outro lado, era o nerd nota dez em física e matemática: branquinho, magro, quieto e, apesar de bonito, não chamava muita atenção das meninas — até porque era o mais novo da classe. Ciro era péssimo em exatas e já tinha sido reprovado por isso. Um dia, ele me procurou, suplicante: - Me ajuda, Fernando, senão eu repito de novo. Aceitei ser seu tutor particular — salvar suas notas ruins era a desculpa perfeita para ficar perto dele, inalando seu cheiro masculino e admirando seu corpo atlético. Depois, minha mãe descobriu que eu tinha transado com uma "menina" na cama dela, e que essa menina usara sua lingerie, furiosa, ela me proibiu de ficar sozinho em casa, cortando qualquer chance de sexo. Nem Sérgio, nem George, Rick ou Geraldo podiam vir. Só me restava me masturbar compulsivamente, usando a escova de cabelo dela como consolo improvisado, imaginando corpos quentes e proibidos. Foram semanas intensas explicando derivadas, integrais e vetores na linda casa dele, depois do horário do colégio. Os pais de Ciro trabalhavam o dia todo, e a empregada saía no começo da tarde, nos deixando sozinhos na casa ampla e silenciosa. Com o tempo, ficamos íntimos. As conversas sobre equações deram lugar a papos sobre sexo. Ele confessou que a namorada dele, de quinze anos, era linda, mas virgem — ele chegava em casa louco de tesão depois dos amassos, se masturbando compulsivamente no banheiro. O papo esquentou, e eu via o volume crescendo no short dele, o pau endurecendo visivelmente sob o tecido fino. - Preciso tomar um banho! Murmurou ele, voz rouca, levantando-se com os olhos vidrados. Entrou no banheiro, deixando a porta entreaberta como um convite velado. Meu coração disparou. Não resisti: entrei, movido por uma mistura de curiosidade insaciável e tesão acumulado. Lá estava Ciro no box de vidro fumê, todo ensaboado, a água quente escorrendo pelo peito peludo e largo, manipulando sua rola dura como pedra, com uma cabeça inchada e rosada que brilhava sob o jato. Ele não tentou esconder; pelo contrário, exibiu o pau com um sorriso tarado: - Olha só como ela me deixa! Tomado por uma coragem que eu nem sabia que tinha, perguntei, voz tremendo de excitação: - Quer uma ajudinha? - Um boquete seria bom. Respondeu ele, os olhos faiscando, convidando-me a entrar no box. Tirei a roupa em segundos, a água morna me envolvendo como um abraço úmido. Ajoelhei-me à sua frente e pus seu pau na boca antes que ele se arrependesse. Cheio de desejo represado há meses, devorei tudo com uma fome animal. Ele ergueu a cabeça, gemendo alto: - Porra, Fernando... que isso? Apertei a base com a mão quente e escorregadia, a língua rodando vorazmente na cabeça inchada, babando saliva grossa que escorria pelos seus pentelhos. O gosto dele era viciante — engoli metade de uma vez, garganta relaxada vibrando com seus grunhidos guturais. Ele se apoiava nos azulejos molhados, as coxas musculosas tensionando, enquanto eu chupava a glande com sucção forte, lambendo as bolas pesadas e cheias de leite adolescente, inalando o cheiro de macho. - Caralho, você mama gostoso! Sussurrou, empurrando os quadris contra meu rosto, fodendo minha boca gulosa com estocadas ritmadas. Seu tesão represado e o meu boquete profissional o fez explodir em poucos minutos, num gozo longo e intenso: - Ahhh, caralho! Jatos grossos e quentes direto na minha goela, leite viscoso jorrando em ondas. Engoli tudo, lambendo cada gota remanescente. Limpei sua rola sensível com beijos suaves na cabeça latejante e disse pra ele com cara de putinha safada: - Essa primeira aula foi grátis. Continuamos o banho, ele ainda recuperando o fôlego, mas me olhando com tesão renovado — o pau meia-bomba. - Porra, Fernando... Quero mais. - Quero você inteiro no meu cu. Falei, cheio de tesão, me virando de costas para ele, sorriso safado, meu pau latejando dolorido de tesão. O dele, crescendo devagar, roçando entre minhas pernas por trás, me fazendo gemer. Saímos do banheiro e fomos para o quarto — uma bagunça de roupas, com lençóis azuis desarrumados. Voltei a mamar sua rola no ar fresco do quarto, ajoelhado no tapete macio. Ciro gemia alto, mãos nos meus cabelos, o corpo todo tensionado. Quando vi que seu pau estava em ponto de bala, me pus de quatro na cama, empinando a bundinha branca e lisa, abrindo as nádegas com as mãos para exibir o cu rosado, piscando de desejo. - Vem, Ciro. Me fode! Provoquei, voz rouca e suplicante. Ele cuspiu na mão, dedilhando meu cuzinho sedento com dois dedos grossos, lubrificando a entrada apertada. Encostou a cabeça vermelha e grossa na minha rosquinha e empurrou devagar. Meu anelzinho resistiu por segundos agonizantes, mas, uma vez que a glande entrou, engoliu fácil o resto da pica grossa até suas bolas baterem nas minhas. - Caralho, cuzinho gostoso! Gemeu, mãos fortes me segurando pela cintura fina, unhas cravando marcas vermelhas na minha carne macia. O calor latejante dele me envolveu por completo, as veias roçando minhas paredes internas, que sugavam cada centímetro como um vácuo quente e úmido. Comecei meu show particular: reboladas circulares lentas primeiro, girando o quadril como uma puta profissional, massageando a rola dele com contrações precisas. O prazer subia em ondas elétricas, me fazendo delirar de êxtase. Ahhh, isso, me arromba! Gemi alto, quicando ritmado, o barulho molhado de pele suada batendo ecoando pelo quarto, suor escorrendo pelas minhas costas. Virei o rosto, lambendo os lábios inchados: - Ahh, safado! Gostou do meu cu, né? Aquilo o enlouqueceu. Ele acelerou as estocadas, martelando fundo com fúria primal, o cheiro denso de suor e luxúria impregnando o ar. Contraí o cu em espasmos ritmados, apertando a rola dele, rebolando insano para cima e para baixo. Mordi o lençol para abafar os gemidos, masturbando meu próprio pau latejante. Mas eu queria olhar em seu olhos, enquanto ele me arregaçava o cu. Mandei-o deitar de costas e me posicionei sobre ele, guiando a cabeça grossa de volta ao meu cu arrombado e escorregadio. Desci devagar, gemendo alto enquanto seu pau me invadia, esticando minhas paredes sensíveis até as bolas dele colarem à minha bunda suada. Subidas lentas primeiro, sentindo cada veia pulsar dentro de mim, depois descidas fortes, quicando com o quadril girando em círculos insanos. Minhas mãos no peito peludo dele, dedos apertando seus mamilos duros, enquanto ele gemia rouco, apertando minhas coxas. - Porra, que putinha gostosa! Grunhia, empurrando de baixo para cima, nossas peles se chocando com o som molhado da mistura de gozo e suor. Rebolava como uma vadia, próstata massageada a cada batida, meu pau duro chicoteando seu abdômen definido. O prazer era avassalador, ondas de êxtase me fazendo urrar. Mas Ciro era insaciável. Me jogou de bruços na cama, o corpo pesado colado nas minhas costas, a rola grossa afundando ainda mais no meu cu. - Porra, esse cu agora é meu! Ele rosnou no meu ouvido, quadris batendo ritmados e brutais, bolas esmagando meu períneo a cada investida. Suas mãos prendiam meus pulsos acima da cabeça, imobilizando-me completamente. O ângulo era insano — cada estocada roçava direto na minha próstata, enviando choques de prazer pela espinha, meu pau esfregando no lençol. - Ahhh, Ciro!!! Gostoso! Gritei, perdido no delírio. Depois de minutos massacrando meu cu com uma fúria selvagem, ele não aguentou: - Tô gozando, caralho! Berrou, jatos viscosos e quentes inundando meu reto, escorrendo cremoso pelas minhas coxas enquanto ele martelava os últimos impulsos brutais. Gozei junto, porra inundando o lençol amarrotado, o corpo convulsionando sob o dele. Ciro desabou sobre mim, ofegante, sua rola ainda dura se movimentando lentamente dentro do meu cu, enquanto beijava minha nuca suada. - Delícia de professor. Quero mais aulas assim todo dia. Sussurrou, satisfeito. Mais calmo, deitado ao meu lado com o peito arfando, Ciro confessou que era o primeiro cu que comia e que tinha gostado demais — o jeito apertado e quente, a forma como eu gemia e rebolava. Foram meses de "aulas" de matemática, física... e sexo insaciável. Nossas namoradas não desconfiavam de nada; pelo contrário, achavam nossa "amizade" linda e elogiavam as boas notas dele. Finais de semana eram de praia, cinema e lanchonete com as meninas e durante a semana éramos só nos dois, entregues ao prazer.
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Caralho que delícia de conto, eu tive uma adolescência reclusa desejos contidos, fui liberar meu brioco já tinha 30 anos rsrsrs mas me arrependo muito deveria ser dado cedo.