Meu nome é Fernando, tenho cinquenta e poucos anos e, apesar de casado com uma mulher — sou bissexual. Minha vida sexual começou cedo, como a de tantos meninos da minha geração. Eu tinha onze anos quando Rick, um amigo de infância cinco anos mais velho, começou a me ensinar sobre sexo. Ele arrumava revistas pornô cheias de imagens explícitas: peitos balançando, bucetas pentelhudas, bundas abertas, etc. Aquelas revistas me deixavam com o pinto latejando de tesão. Eu corria pra casa, o coração disparado, e me masturbava várias vezes, gotinhas de porra saindo do meu pinto. Um dia, Rick pediu à minha mãe pra me levar ao cinema. No caminho, ele tirou de dentro das calças uma revista sueca hardcore — fotos de putas chupando paus enormes, cuzinhos esticados por rolas pulsantes. Sentamos num banco da praça e folheamos aquelas páginas proibidas. Meu pinto endurecia tanto que doía. Tesão a mil, ele propôs um troca-troca. Naquele instante, eu faria qualquer coisa. Fomos pro bosque próximo, arriamos as calças, ele se ofereceu primeiro: bundão se abrindo pra mim. Esfreguei meu pintinho duro no rego quente, gozei rápido, meu corpo tremendo. Era hora de retribuir. Vi o pau dele — uns 16 cm, grosso como meu pulso, veias saltadas pulsando, cabeça roxa. Fiquei maravilhado com aquele pau imponente, duro como pedra. Debrucei numa árvore, oferecendo minha bundinha branca e lisa. Ele me abraçou por trás, o peito quente contra minhas costas, e roçou aquela rola deliciosa no meu cuzinho virgem. O atrito era elétrico, pele contra pele suada. Uma mão dele me segurava pela cintura, a outra punhetava meu pintinho duro de novo, dedos deslizando. Sua boca quente no meu ouvido sussurrava: — Que bundinha linda. Muito gostosa. Aquilo me incendiou. Seus quadris batiam ritmados, respiração ofegante no meu pescoço, gemidos graves vibrando no meu corpo. Ele urrou baixo, e senti o jorro: porra quente, abundante, escorrendo pelo meu rego, pingando nas coxas. Gozei de novo, pernas bambas, o mundo girando num êxtase. Ele pegou um lenço do bolso, limpando carinhosamente minha bunda melada, dedos gentis traçando o rego sensível. Fomos ao cinema como se nada tivesse rolado, mas aquele dia mudou tudo. Viciado, eu adorava quando ele me chamava pro "cinema". Preferia ser "comido" — seu pau roçando fundo —, mas escondia por medo. Meses depois, no bosque, fomos pegos por um velho gritando "Saiam daqui, seus pederastas!!!". Corremos, coração na garganta, folhas chicoteando as pernas. Rick decretou: "Não dou mais a bunda". Apaixonado, eu cedi: "Tudo bem, mas se você quiser, pode continuar me comendo". Sem um cantinho, a gente improvisava. Momentos a sós, calças arriadas, ele me agarrava por trás no quintal ou escadaria escura, rola quente e dura roçando meu cu, gemidos abafados, mas eu queria ser penetrado de verdade. No banheiro de casa, trancado, testava meu cu com o cabo da escova da mãe untado com creme de cabelo. Entrava fácil, esticando devagar, me deixando gemendo pro espelho embaçado. Com 13, meu pau já estava bem maior e gozando uma boa quantidade de porra, mas continuava sem pelos, bundinha branca como de menina. Rick ia pro Exército. Eu tinha poucos dias pra agir. Por sorte ele ficou sozinho em casa, padrasto com trabalho externo a a mãe visitando avó doente. Ele me ligou: "Vem depois do almoço". Almocei rápido, no banheiro, escovei os dentes e lubrifiquei o cu — dedos melados de creme, cheiro doce e oleoso, cu piscando ansioso. Com minha mãe cochilando, saí de fininho. Entrei tremendo de nervoso e tesão puro. Porta da sala fechada, Rick me agarrou por trás: mãos quentes nas minhas calças, pau duro cutucando minha bunda. Roupas voaram — pele nua colando suada pela primeira vez. Ele ordenou rouco: — Ajoelha. Chupa meu pau. Obedeci, joelhos no tapete. Sua rola: 17 cm agora, dura como pedra, cabeça pequena roxa, engrossando pro meio, poucos pelos pubianos. Beijei devagar, lábios sentindo o pulsar quente, gosto salgado explodindo na língua — diferente de tudo, viciante. Chupei lambendo veias salientes, punhetando a base grossa, ele gemendo grave: "Isso, safadinho. Chupa gostoso. Delícia!!!", dedos enfiados nos meus cabelos, puxando leve. — Vem. Deita aqui. Sofá macio sob mim, de bruços. Ele se deitou por cima, peso delicioso esmagando, pau aninhado quente entre minhas nádegas, pernas peludas entrelaçando as minhas. Boca quente no pescoço, língua úmida lambendo orelha, mordiscando lobo, sussurros quentes me arrepiando. Eu gemia de prazer. A mão dele achou meu pauzão duro, punheta lenta, polegar roçando glande. Empinei a bunda, pele arrepiada. Tomei coragem e supliquei: "Vem, bota!!!" — Você quer que eu bote no seu cu? Respondeu com voz ofegante, incrédulo. — Isso, me come de verdade! gemi, cu latejando. Ele hesitou, mas o tesão venceu. Levantou o tronco suado, apontou a rola — cabeça pressionando meu cu lubrificado, creme escorrendo frio. Alargou devagar, esticando anel virgem, cheiro de sexo cru no ar. — Tá doendo? ofegante, suor pingando nas minhas costas. — Não. Tá gostoso... Respondi, tesão a mil. — Posso meter mais? — Mete! Mete!!!! Entrou lento, grosso esticando paredes quentesb— maior que a escova —, mas eu implorei: "Mete tudo!!!". Pentelhos ásperos roçando em minha bunda lisa: enfim fodido. Sensação divina — preenchido, pulsando dentro de mim, calor irradiando pro corpo todo. Ricj bombava devagar, pele batendo suave, gemidos dele graves no meu ouvido. Me botou de quatro: joelhos no sofá, ele penetrando fundo, bolas batendo no meu saco, mãos na minha cintura suada. Eu delirava: "Mete!!! Forte!!!". Pra não sujar o sofá , ele saiu — vácuo molhado, cu piscando vazio —, sentou e me chamou: "Senta no meu colo". De costas, pernas ao redor dele, desci na rola ereta: glande abrindo cu de novo, preenchendo até o talo. "Ahhhhh!!!! Delícia!!!!" Abraço por trás, peito colando nas costas suadas, mãos me punhetando devagar. Rebolei como profissional, cu apertando, gemidos ecoando roucos. Ele sussurrava quente no ouvido:— Ahh safadinho, vou te encher de porra!!!! — Vem, caralho!!! Goza!!! Goza gostoso!!! Eu vou gozar!!!! xingando entre gemidos. Cu mordendo rápido o mastro pulsante, explodimos: porra dele jorrando quente, inundando fundo, escorrendo pelas coxas; minha porra espirrando na barriga dele, cheiro forte de sexo explodindo. Corpo tremendo, exaustos, fiquei no colo dele sentindo pau amolecer lentamente, escorregando molhado pra fora do meu cu, porra pingando. Fui pra casa leve e feliz, esperando o próximo convite.
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