Meses se passaram desde que eu fui procurar meu amigo Rick, mas foi seu padrasto, Geraldo, que acabou me fodendo o cu. Aquele dia me assustou pelo inusitado, mas não saía da minha cabeça. Aquele dia me marcou pra sempre, moldando minha forma de enxergar o sexo entre homens. Desde que meus pais compraram uma casa na região dos lagos, quase todos os finais de semana eu ficava sozinho. Isso me dava liberdade total pra receber meus amiguinhos, George e Serjão. Mas ultimamente os dois não apareciam me deixando na seca. Numa sexta-feira, antes de sair de casa, meu pai disse que o Geraldo Marceneiro iria lá em casa para instalar os armários de banheiro. Fiquei receoso, porém excitado com a presença do padrasto do Rick, que tinha me iniciado no sexo hardcore. Bem diferente dos outros três parceiros que já tinham me comido. Sábado pela manhã ele chegou, trazendo os móveis que seriam instalados. Geraldo estava com um short longo, parecendo estar sem cueca, pois era visível o volume balançando entre suas pernas. Fiquei ajudando-o, mas meus olhos sempre voltavam pra sua rola, coberta pelo short. Eu estava cheio de tesão, doido pra que ele me agarrasse e me comesse, mas ele parecia distante. Quando o serviço terminou, ele recolhendo as ferramentas, vi que ia perder a oportunidade de ser fodido novamente por aquele homem bruto e viril. Tomei coragem e mandei: — O senhor está muito suado. Não quer tomar um banho? Ele sorriu e disse:- Seria maravilhoso! - Fique à vontade, vou pegar uma toalha. Voltei excitado, toalha na mão, lá estava ele, nu, embaixo do chuveiro com seu caralho duro na mão. Fiquei olhando fixamente. Ele, com cara de tarado, falou: — Entra! Toma banho comigo. Sem dizer nada, me despi e dividi o chuveiro com ele. A água escorria pelos nossos corpos, e o pau dele, grosso e veiudo, latejava bem na minha frente. Ele me puxou pela cintura e colou seu pauzão na minha bunda. - Putinho gostoso! Sentiu saudade da piroca do tio, né? Minha resposta foi um gemido alto de prazer. Ele me virou, segurou minha nuca nuca com mãos firmes, guiando meu rosto delicado pro seu pau grande e bruto. - Chupa, putinho! Mostra pro tio o que você sabe fazer! Disse ele, com aquela voz grave que me derretia. Ajoelhei no box, a água batendo nas costas, e engoli a cabeça da sua pica de uma vez. Era grossa o suficiente pra me fazer babar e gemer de prazer. Ele segurava minha cabeça, fodendo minha boca devagar, me deixando sentir cada centímetro. - Isso, mama gostoso! Eu chupando com fome, lambendo as veias e massageando as bolas. Depois de uns minutos, ele me levou pro quarto, me agarrando por trás, me jogando na cama com um empurrão suave. - Deita e abre as pernas! Pede pra eu te foder. Obedeci na hora, implorando: - Vem, tio, me fode! Ele sorriu, dando um tapa na minha bunda enquanto se posicionava. - Bom menino. Mais relaxado que na primeira vez, pedia: - Lambe meu cu! me prepara pro seu pauzão. Ele obedeceu, chupando meu pau pela primeira vez, deslizando pro meu cuzinho sedento de pica. Em seguida, posicionou seu pau e meteu devagar, alargando meu anelzinho. - Ainnn!!! Eu gemia, afetado, mostrando todo o meu tesão. Geraldo socava ritmadamente, metendo fundo. Em seguida, me virou de lado, colando o peito peludo nas minhas costas, uma perna minha levantada pro alto. Ele entrava devagarinho, roçando a glande na próstata a cada estocada profunda, me fazendo arquear as costas de tanto tesão. - Assim, putinho? Pede pro tio foder mais fundo." Eu gemia alto: - Mais fundo, tio, não para!" Ele acelerava, uma mão no meu quadril guiando, dando tapas na bunda pra me provocar, o suor dos nossos corpos escorrendo juntos enquanto ele sussurrava no meu ouvido: - Você é tão apertadinho, meu putinho safado. Depois, me botou de quatro, empinando minha bunda pro alto, se ajoelhou por trás, abrindo minhas nádegas, metendo de uma vez, batendo as bolas no meu períneo. - Olha essa bundinha pedindo rola! Eu empurrava pra trás, suplicando: - Me fode, tio, forte! Bate na minha bunda! Ele socando ritmado, dando tapas na minha bunda, deixando-a vermelha. Às vezes, acertava meu rosto com sua mão forte, quando eu virava pra olhar. Cada investida me fazia tremer, o pau dele entrando e saindo sem parar, meu pau latejando duro e pingando pré-gozo no lençol sem ser tocado. O tesão insano – minhas pernas fraquejando, o corpo todo formigava, e eu sentia o orgasmo subindo com a rola dele me arrombando. - Tô quase, tio... me faz gozar! Não para! Implorei, voz rouca. Ele apertou meus quadris mais forte, acelerando as metidas profundas e circulares, roçando no ponto certo. - Goza pro tio, putinho! Mais um tapa na bunda foi o gatilho: explodi jorrando porra grossa no colchão, ondas de prazer me sacudindo inteiro, o cu piscando apertado na pica dele enquanto eu gritava seu nome. Ele continuou metendo, prolongando meu prazer. Quando sentiu que eu estava vencido, me colocou de joelhos, segurou minha cabeça firme e fodeu minha boca. - Pede a porra, putinho. Engole tudo. Ele explodiu, enchendo minha boca de leite quente e grosso, jatos que eu engolia guloso. - Bom garoto! Murmurou ele, batendo com sua rola ainda dura no meu rosto enquanto eu lambia tudo. Enquanto ele se vestia, falou: - Sábado que vem, volto pra fazer o acabamento. Me espere com uma calcinha da sua mãe, aquela gostosa! Vou te comer na cama dela. Fiquei meio enciumado, mas ao mesmo tempo feliz.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.