Ciro e Virgínia I

Alguns meses depois das nossas "aulas", a empregada da casa do Ciro, adoeceu e precisou se afastar. Ela era uma senhora discreta, que sempre saía cedo deixando o caminho livre pra nossas aventuras sexuais. No lugar dela, veio a filha, Virgínia, de uns 25 anos. Morena baixinha, descendente de índios, olhos escuros penetrantes e cabelos negros. Não era bonita de rosto, mas estava longe de ser feia. Seu corpo era compacto e curvilíneo — peitos e bunda proporcionais e uma cintura fina que balançava provocante quando andava pela casa.
Logo notamos seus olhares curiosos. Durante as aulas, ela demorava mais para arrumar os quartos, espiando pela fresta da porta do quarto, enquanto eu explicava a matéria. Uma vez, nos pegou rindo de um papo bobo sobre sexo e sorriu, mordendo os lábios. Ciro corou, mas notei seu pau inflar dentro do short.
As semanas foram passando e Virgínia começou a se insinuar: usava saias curtas que subiam nas coxas morenas, blusas decotadas mostrando parte dos seios, e roçava "acidentalmente" em nós na cozinha. Ciro disse que pegou ela olhando pro seu pau várias vezes. Falei:
- Não dá mole. Mete a pica nela!
Eu era virgem com mulheres e ficava louco, imaginando ela quicando na minha rola e me masturbava várias vezes.
Uma tarde, depois de uma rapidinha no quarto, Ciro me contou, ofegante:
- Porra, Nandinho, comi a Virgínia ontem.
Ela me pegou na cozinha, chupou minha rola como uma vadia e pediu pra eu comer a buceta dela no balcão. Ela fode pra caralho. E o melhor, quer fazer um ménage. Disse que adora meter com dois ao mesmo tempo.
- E aí? Tá dentro?
Aceitei na hora - coração disparado. O tesão voltou e Ciro me fodeu outra vez. Gozamos juntos pensando no que rolaria entre nós três.
No dia seguinte, chegamos em casa nervosos e cheios de tesão. Virgínia já estava lá, esperando na sala, enrolada na toalha – cara de puta, esperando seus clientes.
- Finalmente, meninos. Estou louca pra brincar com vocês dois.
Ela falou, sem nenhum constrangimento.
Fomos para o quarto e começamos devagar. Virgínia nos beijou alternadamente, língua gulosa na boca de Ciro, depois na minha - o gosto dela era doce, de mel e desejo. Tirou nossas roupas, admirando o pauzão grosso do Ciro e o meu, normal, mas duro como pedra.
- Que delícia!
Murmurou, ajoelhando no tapete. Chupou o patrãozinho vorazmente, engolindo até a garganta com saliva escorrendo pelos pentelhos, enquanto me masturbava devagar, unhas curtas arranhando minha glande sensível.
Ela gemia abafada pelas nossas rolas, alternando: agora chupando meu pau com maestria, língua rodando, engolindo tudo enquanto alisava as bolas do Ciro. Meu corpo tremia - era a primeira boca de mulher no meu pau. Louco de tesão, Ciro jogou-a no sofá, de quatro, pernas abertas nos dando uma linda visão.
- Abre essa buceta, gostosa!
Virgínia empinou a bunda redonda, nádegas morenas se abrindo para mostrar o anelzinho roxo e a buceta inchada, lábios grossos brilhando de mel. Ele chupou muito, ora a buceta, ora o cu, dedos nervosos em penetrando seus orifícios. Ela devorava minha língua com um tesão incontrolável. Ciro se posicionou e meteu de uma vez, estocadas brutais fazendo-a gemer alto. A safada urrava:
- Fode, gostoso! Arromba minha xota!
Eu assistia maravilhado com aquela cena dantesca, pau latejando, até ela me chamar:
- Vem, gatinho. Me dá de mamar.
Ajoelhado, enfiei minha pica em sua boca, enquanto Ciro martelava. Ela mamava com fome, garganta profunda, babando tudo, gemendo abafado com o pauzão dele esticando sua vulva.
Trocamos de lugar: agora eu a comia por trás, pela primeira vez numa buceta. Meu pau escorregou fácil na entrada molhada e quente, paredes pulsando como um vácuo, me fazendo delirar de prazer. Tive que me controlar pra não gozar rápido e estragar a brincadeira.
- Me fode, porra!
Ela gritava, enquanto eu empurrava, sentindo o calor dela me engolir, mãos nas nádegas morenas, num vai e vem insano. Ciro fodendo sua boca, metendo com força.
Viramos um emaranhado de corpos suados. Virgínia cavalgando seu garanhão, quicando forte em sua rola grossa - reboladas vigorosas, peitos balançando, buceta chapinhando suor e mel nas bolas dele.
- Vem, Nandinho! Bota no meu cu!
Ela suplicou, inclinando seu corpo sobre o de Ciro, abrindo a bunda.
Meio desajeitado, me posicionei por trás, encostei a cabeça rosada e, depois de algumas tentativas frustradas, entrei devagar – seu cuzinho engoliu meu pau inteiro, fazendo ela gemer de tesão:
- Ainnn! Delícia!
Dobradinha perfeita: Ciro na buceta, eu no cu, estocadas alternadas fazendo ela gritar, delírio de prazer.
Fomos pegando o jeito e sincronizando nossas metidas. Ela gritando cada vez mais alto. Se tivesse alguém no quintal, ouviria suas súplicas por mais pica.
- Ahhh, caralho, eu vou gozar!
Inexperiente, eu explodi primeiro, martelando o cu dela até encher de porra quente, pernas tremendo. Uma sensação maravilhosa que mudou minha vida. Descobri que eu também gostava de buceta.
Ciro gozou um ou dois minutos depois, junto com ela, jatos grossos enchendo sua xota até escorrer. Virgínia, escandalosa, uivava dançando no pau, tentando arrancar até a última gota de prazer.
Caímos exaustos, felizes com o acontecido. Ela, deitada entre nós, nos recompensou com beijinhos lentos e molhados. Descansamos uns vinte minutos, enquanto comíamos alguma coisa. Obviamente, o tesão voltou e transamos mais uma vez antes de nos entregarmos aos estudos.

Foto 1 do Conto erotico: Ciro e Virgínia I

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Ficha do conto

Foto Perfil fernandokaff
fernandokaff

Nome do conto:
Ciro e Virgínia I

Codigo do conto:
254509

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
13/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5