Serjão l

Depois que o Rick arrumou uma namorada, fiquei na seca total. O desejo apertava por dentro, queimava, e eu só sabia me aliviar na solidão do meu quarto. Nem queria passar perto da casa dele por causa do seu padrasto. Tinha medo de ceder a ele mais uma vez.
Então, nas noites sem nada melhor para fazer, eu me juntava com a rapaziada da rua. Às vezes era ping pong, outras só a conversa, sentados meio do fio. Falávamos de tudo, e claro, sexo era assunto que nunca faltava. Numa dessas noites, éramos eu e mais quatro colegas sentados ali, cada um contando histórias de conquistas que eram puras invenções. Mas aquilo nos deixava quentes, com o pulso acelerado e uma mistura de vergonha e desejo.
Lá pelas onze, um por um foi pra casa. Só ficamos eu e o Sérgio. Ele era dois anos mais velho, mas tinha uma cabeça meio de moleque como a minha. A conversa persistia nessa linha, mas agora era menos do que fizemos e mais sobre os nossos desejos guardados.
Sérgio não era o bonito, mas seu corpo era bem proporcional e coberto por pelos que o faziam parecer mais velho. Estávamos cheios de tesão, mas ele era tímido e senti que teria de tomar a iniciativa. Tomei coragem e convidei-o para dar uma volta. Rumamos para um campo de futebol deserto, um lugar onde ninguém nos veria. Lá, num silêncio só nosso, encarei e propus algo ousado, um troca-troca que ele aceitou na hora.
Fomos para o lado mais distante da rua, arriei minha bermuda, me apoiei na trave e empinei minha bunda. Sérgio me agarrou por trás e aninhou sua rola no meu rego. A piroca dele era bem maior e mais grossa que a do Rick (mais de 20 cm) além de ser torta e cabeçuda.
Aquele caralhão deslizando entre minhas pernas quase me fez gozar, mas me contive, pra brincadeira não acabar rápido. Esperei ele gozar e fiz o mesmo com ele.
Depois disso, sempre que tínhamos uma folga, corríamos para o campo de futebol.
Com o tempo, a brincadeira entre nós foi ficando cada vez mais intensa e envolvente.
Já rolava boquete, masturbação mútua, e eu passei a ser 100% passivo. Ele me abraçava por trás, encaixava seu pau entre minhas pernas, e me levava ao prazer até gozarmos juntos. Ainda assim, algo faltava — a penetração, o último passo que eu tanto desejava, mas que não conseguíamos realizar em lugares públicos.
Meses se passaram e meus pais alugaram uma casa na Região dos Lagos, um lugar que frequentávamos nos finais de semana.
Depois das primeiras vezes em que fui com meus pais, simulei um compromisso para não ir: disse que precisava estudar. Acho que eles gostaram da ideia, pois assim a casa ficaria só para eles.
Nessa semana, resolvi agir. Avisei ao Sérgio que meus pais viajariam na sexta-feira e marquei nosso encontro para as 22h. Entreguei a ele uma cópia da chave do portão, para que pudesse entrar discretamente, sem precisar tocar a campainha. Logo que a noite caiu, meu coração acelerou na expectativa do que estava por vir. Sabia que a privacidade da casa nos permitiria explorar o desejo sem medo ou pressa. Era o começo de algo que eu estava decidido a viver plenamente.
Tomei um banho demorado e fiz a limpeza interna (chuca).
Pra dar um toque feminino, vesti um robe preto (transparente) da minha mãe, sem nada por baixo e fiquei esperando ansiosamente.
Quando ele chegou, parou na porta do meu quarto e notou que a noite prometia.            
Eu: - Quer tomar um banho?            
Sérgio: - Você não vem?                                    
Eu: - Vai na frente. Já te encontro.   
Quando cheguei ao banheiro, ele já estava no box, a água caindo morna sobre seu corpo. Sua rola duríssima parecia ainda maior ali, entre o vapor e os azulejos. Para sensualizar, tirei o robe lentamente, de costas para ele, deixando minha bundinha branca e lisa totalmente exposta. Entrei no chuveiro, e nossos corpos se encontraram imediatamente. Nos abraçamos com as pirocas se esfregando uma na outra — uma sensação tão gostosa que me fez arrepiar toda a pele. Sua boca começou a explorar meu pescoço e a orelha, enquanto suas mãos desciam para acariciar meu rego, fazendo meu desejo crescer a cada toque. Aquela proximidade, o calor da água misturado com o nosso calor, era pura magia. Senti que finalmente estávamos prontos para ir além de tudo que havíamos experimentado.
Eu já estava subindo pelas paredes, desesperado para sentir a penetração que não sentia há quase um ano — desde que o padrasto do Rick me pegou de jeito.
Mas ali, com Sérgio, era diferente. Confiança e desejo misturados.
Como um bom amante, ajoelhei-me diante dele, chupando seu mastro enorme. Tentei engolir tudo, mas não cabia nem metade. Foi um desafio delicioso que me deixou ainda mais ansioso. Depois, levantei-me de costas para ele, roçando minha bunda quente em seu membro firme. Ele ajeitou-se, encaixando-o entre minhas pernas fazendo movimentos lentos de vai e vem. Cada toque me fazia gemer baixinho, sentindo um prazer que já não conhecia há muito tempo. Foi preciso muito autocontrole para não gozar ali mesmo.
Em seguida, nos enxugamos e fomos para o quarto. Mandei-o deitar e voltei a chupar sua rola com desejo renovado. Depois de alguns minutos, subi pelas suas pernas até posicionar minha bunda em cima do seu membro lubrificado. Apontei para o meu cuzinho, rebolando lentamente, tentando relaxar.
- Ainnnnnn!!! Delícia!
Gritei quando senti aquela cabeçorra alargar meu anel com uma sensação única. A cada movimento, guardava mais um pedaço daquele pauzão dentro de mim.
Quando senti seus pelos roçando minha pele, tive uma sensação maravilhosa, como um sinal de conquista e entrega. O gigante era menos assustador do que eu pensava. Mais confiante, apoiei minhas mãos em seu peito peludo e comecei a quicar, fazendo aquele pauzão entrar e sair do meu reto. Eu gemia como uma puta safada.
- Ainnnnnn!!!! Serjão, safado!!!
Mas o inesperado aconteceu. Meu comedor não conseguiu se segurar e inundou meu cuzinho, urrando de prazer. Não aguentou me foder mais que três minutos, me deixando na mão.

Continua ...


Foto 1 do Conto erotico: Serjão l


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Comentários


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ladyval Comentou em 15/01/2026

Que delícia de conto. Também tive meus amiguinhos na adolescência. Adorei!

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ksn57 Comentou em 15/01/2026

Votado ! Quando o tesão é grande, por vezes acontece...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Serjão l

Codigo do conto:
252164

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
4

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