Nas férias de verão, depois de terminar o ensino médio, fui pra Saquarema, onde meus pais tinham casa. Mas como meu tio Júlio, meio-irmão do meu pai, havia se separado da esposa, eu ia dividir quarto com ele. Não me importei — tio Júlio era super legal, engraçado e um pouco desbocado, além de ser um ótimo contador de piadas. Era muito bonito: branco, 1,82m, 36 anos, corpo definido de quem malha e sem pelos no peito. Na piscina, ele me contava sobre seu casamento: - Ângela é uma princesa, mas conservadora pra caralho. Não gosta de boquete, não dá o cu. Ele falava, meio puto. - E o pior é que eu sou fissurado num cuzinho e adoro gozar na boca e com ela não rola. À noite, quando íamos dormir, sentia ele triste com a separação. Numa dessas noites, vi ele cheirando uma peça de roupa enquanto se masturbava por baixo do lençol. Eu fingindo que dormia Na segunda-feira, meus pais foram pro Rio e só voltariam na sexta. Ficamos mais íntimos, com brincadeiras na piscina — ele me jogando na água, mãos roçando minha bunda molhada, nos deixando com tesão acumulado. Num dia que ele saiu pro plantão (é médico), mexi nas coisas dele e achei a peça: uma calcinha fio dental azul da ex. Excitado, vesti a minúscula peça — minha bundinha branca e lisa ficava perfeita na renda fina, pau duro marcando o tecido. Cheio de más intenções, resolvi tirar proveito de sua fragilidade: vou me transformar numa Ângela despudorada, que faz tudo que a real não fazia. Na noite seguinte, depois de algumas cervejas na piscina, preparei o terreno. Tomei um banho demorado, vesti a calcinha e um robe de seda da minha mãe. No quarto, abajur ligado, propus a brincadeira: - Feche os olhos, tio! Tenho uma surpresa. Ele entrou no clima, rindo. - Imagine uma Ângela que fizesse tudo na cama! Te daria o cuzinho e deixaria você gozar na boca. - Hummm! Seria perfeito!" Murmurou, pau crescendo na cueca de seda. - Continue de olhos fechados! Eu estou aqui, amor! Tirei o robe e me deitei à sua frente de conchinha. Peguei sua mão e direcionei pra minha bunda empinada, a renda fina roçando os dedos dele. - Ahh, Nandinho, isso não vai dar certo. - Nandinho não! Ângela. Falei com voz afetada, deslizando a mão pro pauzão dele, duro como pedra sob a cueca. Vencido pelo tesão, ele me abraçou por trás, metendo a língua no meu ouvido. - Ahhh, Ângela! Me dá esse cuzinho gostoso? - É todo seu, amor...". Falei, entre gemidos. Júlio virou meu rosto e me beijou lascivamente — línguas se enroscando famintas, boca dele invadindo a minha com gemidos roucos. - Porra, Ângela, que beijo safado! Mãos apertando minha bunda, dedo médio deslizando na rosquinha coberta pelo fio dental. Tirei a cueca dele, pauzão branco e grosso pulando livre — veias pulsantes, cabeça rosada brilhando. Punhetei devagar, sentindo o calor dele. Júlio arrancou a calcinha com um puxão, me jogando de costas na cama. Mais beijos lascivos, descendo pro pescoço, mamilos duros que ele chupou voraz, mordiscando até eu gemer suplicante. - Come meu cu, amor! Virei de quatro e empinei. Ele cuspiu na mão, lubrificou meu anelzinho e encostou a cabeça do pau. Forçou devagar: resistência inicial... - Ainnnn !!! Foi entrando devagar, até suas bolas lisas baterem nas minhas. - Caralho, que cuzinho quente! Gemeu, mãos na minha cintura fina, estocadas ritmadas crescendo em fúria. Rebolei como puta, quadril girando pra massagear a rola dele, paredes internas sugando cada veia. Ele martelava, suor escorrendo pelo peito liso, unhas cravando minhas ancas. - Ahhh, me fode, amor! Arromba meu cuzinho! No papai-mamãe, pernas e braços envolvendo-o, pauzão entrando fundo, olhos nos olhos enquanto nos beijávamos, a língua dele invadindo minha boca no ritmo das estocadas. Próstata massageada enviava choques elétricos, meu pau deslizando entre nossos corpos. Mas eu queria tomar as rédeas. Mandei-o deitar e sentei de costas, descendo devagar em sua rola grossa, reboladas circulares insanas massageando a base. Mãos dele nas minhas nádegas, abrindo pra ver o cu engolindo tudo. - Porra, que bunda gostosa! Quiquei forte, gemendo alto, até ele me jogar de lado na cama — pica latejante me preenchendo por trás, uma mão punhetando meu pau enquanto beijava minha nuca, mordendo o lóbulo. - Vem, Júlio! Fode sua princesa! Eu gemia alto, provocando. Comigo de bruços, ele deitou seu corpo pesado nas minhas costas, estocadas brutais roçando direto na próstata. -Ai amor! Eu tô gozando!! Ahhhh!!!! Despejei todo o meu tesão no lençol, pele arrepiada e gemidos incontidos. - Tô quase, princesa! - Vem, goza na minha boca, amor! Como você gosta! Supliquei, me ajoelhando aos seus pés. Ele punhetava rápido, pauzão inchado, vez em quando, batia com ele no meu rosto, numa verdadeira surra de pica. - Abra a boca, putinha! Engoli a cabeça, língua rodando voraz na glande, garganta relaxada vibrando com seus grunhidos. Ele explodiu: - Ahhh, caralho! Jatos grossos e quentes direto na goela, leite viscoso enchendo minha boca em ondas — engoli tudo, lambendo cada gota remanescente da rola sensível, beijos suaves na cabeça latejante. Ele desabou na cama, ofegante: - Melhor princesa do mundo. Disse sorrindo, me puxando pro peito: - Me beija, amor. Vamos repetir amanhã? - Quando você quiser. No dia seguinte, tio Júlio chegou do consultório com uma sacola cheia de calcinhas: - Pra minha princesa! Piscou safado. Combinamos que quando estivéssemos sozinhos eu só andaria de calcinha (nada mais), ele completamente nu, pauzão balançando livre. Eu seria sua princesa puta e ele, meu marido safado. Fodíamos como coelhos: na cozinha logo cedo. Eu de calcinha vermelha rendada, empinando na pia enquanto preparava café. Tio Júlio nu atrás, pau duro roçando minha bunda. Na varanda, de tarde, rede balançando. Eu de tanga preta transparente, deitado de pernas pro alto, calcinha puxada pro lado. Ele metendo devagar — o balanço da rede amplificando cada estocada, pauzão afundando enquanto eu gemia. No quarto principal, as noites eram rituais. Calcinha rosa com lacinho, deitados de conchinha. Ele me abraçando por trás, pau escorregadio entre minhas nádegas. Beijos molhados na nuca, dedo médio abrindo minha rosquinha antes da rola grossa entrar. Estocadas lentas e profundas, mão punhetando meu pau pela frente. No banheiro, chuveiro quente virava sauna. Eu ajoelhado sob o jato, mamando o pau dele contra os azulejos — bolas lisas lambidas, garganta fodida com estocadas ritmadas. Comigo encostado na parede de costas, água escorrendo pela bundinha, cu empinado fodido com força. Marteladas brutais, vapor subindo, gemidos ecoando, me masturbando até eu gozar no azulejo. Na piscina, à noite, longe de olhares curiosos, eu de calcinha azul, bunda marcada. Júlio me pegava pela cintura na borda rasa. Beijos flutuantes, água batendo. Encostado na escada, pernas enroladas em sua cintura, pauzão entrando no meu cu submerso — estocadas ondulantes, bolhas subindo. Ele gozando dentro, porra cremosa misturando na água. Por dois meses, cada cômodo virou templo. Ele me mimava com novas calcinhas, eu era sua princesa — cuzinho sempre pronto, boca gulosa querendo leite. Quando meus pais estavam em casa, com a porta trancada, nossos colchões no chão, virando cama de casal. Foram dois meses de muito sexo, onde vivíamos em lua de mel. Mas, como tudo que é bom acaba, as férias terminaram e tio Júlio voltou pra esposa.
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