Geraldo II

Depois da trepada épica na cama dos meus pais, eu vestindo a lingerie da minha mãe, tomamos um banho e fomos fazer o acabamento nos móveis do banheiro.
Em pouco mais de meia hora, o serviço estava terminando. Eu também estava pronto pra mais: pau duro latejando, cu ainda piscando de desejo.
Passei a mão devagar na pica do Geraldo, sob o short fino. Com um sorriso safado e um olhar pidão, provoquei:
- Quero mais, tio!
Ele arregalou os olhos, surpreso com minha tara insaciável, mas não disse nada — só gemeu baixo.
Me ajoelhei a sua frente e arriei o short devagar. Seu pau mole pendurado, grosso e pesado, veias pulsando levemente.
Engoli tudo de uma vez, a boca quente e babada envolvendo a carne macia, sentindo-a crescer devagar, a glande sensível inchando contra o céu da boca enquanto eu rodava a língua em círculos molhados, sugando com fome.
O gosto do pré-gozo misturado ao meu cuspe enchia minha boca e o calor dele irradiava pela minha garganta.
- Porra, Nandinho... você me deixa louco!
Ele gemeu, a voz grave e trêmula, mão grande alisando meus cabelos suados, dedos embaraçando nos fios úmidos, puxando de leve com tesão.
Assim que ficou duro, ele me levantou com facilidade, meu peito colado na parede fria do banheiro, arrepios subindo pela espinha. Uma das mãos segurando meus quadris, e a outra apontando pro alvo, me penetrando de pé, num único golpe. O cu dilatado engoliu seu pauzão inteiro, a fricção gostosa, bolas peludas batendo na minha bunda suada. Cada metida me erguia do chão, pernas tremendo no ar, o corpo franzino balançando como uma boneca.
- Toma, putinho safado!
Sussurrou no meu ouvido, hálito quente de desejo roçando minha pele, beijos molhados na nuca arrepiando cada poro, me fazendo gemer alto, pernas bambas pressionadas pelas dele.
Quando ele me deu uma folga, me debrucei no gabinete recém-montado, a pedra lisa e fria sob minhas palmas e a bunda empinada.
Convidei-o com voz provocante:
- Vem, tio! Vamos testar o móvel!
Geraldo guiou seu trabuco na direção do meu cuzinho arrombado, empurrando até o talo, me fazendo arquear as costas, gemendo, voz entrecortada pelos solavancos:
- Isso, tio! Fode meu cuzinho!
Pelo reflexo do espelho, via seu rosto suado, gotas escorrendo pela barba mal feita, olhos selvagens de tesão, rosnando no meu ouvido:
- Gatinho lindo! Você é todo meu!
O som grave vibrava na minha pele. Sorri safado, levando as mãos pra trás, unhas arranhando suas coxas musculosas e peludas, pedindo mais:
- Mete tudo, tio!
Ele obedecia, socando com força, o barulho do seu corpo batendo no meu, misturado aos nossos gemidos ofegantes.
Mas eu queria olhar direto em seus olhos, ver o prazer estampado em seu rosto maduro. Sentei na beira do gabinete, pés apoiados em seus ombros largos. Seu caralho deslizou fácil pra dentro do meu reto. Com força, ele socava fundo e depois tirava, só deixando a cabeçorra.
Vap! Vap! Vap!
Meu pau duro balançava a cada socada, batendo forte contra o meu púbis, causando uma sensação maravilhosa.
- Isso, tio! Fode o seu gatinho!
Eu pedia, sorriso sacana no rosto, desafiando sua masculinidade.
Sentindo seu cansaço — respiração pesada, suor pingando —, mandei-o sentar no vaso sanitário. A rola latejava, glande roxa brilhando. Montei nele, guiando a pica pro meu cu escorregadio, o calor úmido engolindo-o inteiro. Rebolei como uma atriz pornô, quicando forte, bundinha subindo e descendo veloz — o estiramento delicioso, bolas dele esfregando na minha pele sensível.
Minha performance surpreendendo meu amante experiente, que arregalava os olhos de puro prazer incontido.
- Caralho, Nandinho... assim você me mata!
Grunhiu ele, voz falhando, mãos apertando minha cintura escorregadia.
- Quer comer novinho, tem que ter disposição!
Eu provocava mais, rebolando selvagem, com cara de puta experiente:
Sua boca deslizava pelos meus mamilos duros, chupando com sucção molhada, mordiscando leve com dentes afiados, subindo pelo meu pescoço, até alcançar meus lábios em beijos lascivos — línguas brigando famintas, gosto de saliva e luxúria se misturando, deixando-nos fissurados um no outro. Olhos nos olhos, pupilas dilatadas:
- Enche meu cu de porra, tio... goza dentro do seu putinho!
Eu o bradava com cara de safado. Aquele macho viril que um dia me seduziu em sua oficina, agora estava dominado. Eu faria dele o que bem quisesse. Mas eu só queria foder. E muuuuuito!
Ele ainda aguentou mais uns cinco minutos das minhas quicadas insanas, músculos tensos brilhando de suor. Quando sentiu o gozo vindo, apertou minha bunda com força, unhas cravando minha pele sensível, socando de baixo pra cima enquanto eu quicava selvagem — o ritmo frenético, cheiro de sexo explodindo no ar confinado.
Gozamos juntos: meu pau jorrando leite quente no seu peito peludo, fios grossos escorrendo; o dele inundando meu cu guloso, escorrendo pelas coxas em riachos quentes.
Exausto e ofegante, Geraldo tentava relaxar, peito arfando e um olhar de macho satisfeito.
Levantei devagar do colo dele, cu piscando e vazando porra, desci de joelhos e chupei seu pau devagarinho, sorvendo até a última gota, deixando-o limpinho.
Ele gemeu fraco, voz rouca, completamente entregue:
- Meu Deus, Nandinho... O que foi isso?
Ele foi embora, serviço feito e pago, com direito a gorjeta.

Foto 1 do Conto erotico: Geraldo II


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario marciokrav

marciokrav Comentou em 23/01/2026

Delicia de conto, precisando de um tio assim 😋

foto perfil usuario ladyval

ladyval Comentou em 23/01/2026

O coroa se apaixonou por você. Um gato safado como você acaba até com casamento. Adorei.

foto perfil usuario engmen

engmen Comentou em 23/01/2026

De arrepiar cada poro, que tesão de conto!

foto perfil usuario edumanso

edumanso Comentou em 23/01/2026

Delícia !!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252729 - Tio Geraldo I - Categoria: Gays - Votos: 15
252505 - Pegos no Flagra - Categoria: Gays - Votos: 13
252289 - Serjão II - Categoria: Gays - Votos: 8
252164 - Serjão l - Categoria: Gays - Votos: 5
252068 - O padrasto do Rick - Categoria: Gays - Votos: 17
251883 - Minha iniciação - Rick - Categoria: Gays - Votos: 12
235901 - Rildo - Categoria: Gays - Votos: 4
235827 - O chef Alex - Categoria: Gays - Votos: 12
202251 - Depois do volei - Categoria: Gays - Votos: 26

Ficha do conto

Foto Perfil fernandokaff
fernandokaff

Nome do conto:
Geraldo II

Codigo do conto:
252887

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/01/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
1