Vô Wilton - Parte l

Minha avó materna morreu repentinamente e fomos ao seu velório. Me chamou atenção a tristeza de Wilton, o viúvo, terceiro marido dela. Engenheiro, mais novo que minha avó, uns 52 anos, alto, forte, corpo esculpido por exercícios na praia e cabelos grisalhos.
Eu gostava de conversar com ele sobre engenharia, pois tinha acabado de começar a faculdade e aprendia muito com suas dicas e ensinamentos.
Compadecido de sua tristeza, passei a frequentar seu apartamento, pra não o deixar sozinho. Era um imóvel confortável em Icaraí, com uma enorme varanda, na quadra da praia e dava pra ir pra faculdade a pé. Como eu morava no Rio, ia pra lá na segunda-feira e voltava pra casa dos meus pais na sexta-feira, depois das aulas.
Wilton ficou muito triste, mas foi melhorando com o passar do tempo.
A proximidade nos deixou mais íntimos. Ele me perguntava das namoradas, mas era tudo muito superficial, mas numa noite, depois de algumas taças de vinho, deixei escapar que era viciado em sexo. Senti que Wilton ficou excitado e curioso, mas fugi de suas perguntas mais diretas.
Porém, num dia, por causa de uma greve na faculdade, cheguei um pouco mais cedo sem avisar. Ouvi um barulho característico de pessoas fazendo sexo. Fui atraído pelo som que vinha da suíte do Wilton.
Pela porta entreaberta pude vê-lo sentado em um pequeno sofá, completamente nu, com seu enorme caralho na mão, vendo um pornô na TV.
Fiquei assistindo aquela cena, cheio de tesão. Não resisti e botei meu pau pra fora, me masturbando lentamente.
Acabei fazendo barulho, chamando sua atenção. Ele ficou assustado com a minha presença, mas o acalmei com um sorriso no rosto:
- Calma vôzinho, sou eu. Não precisa se preocupar. Eu também me masturbo, e muito!
Mas o que não era normal era o pau dele, 24 cm, grosso, arqueado para a esquerda, glande rosada parecendo um cogumelo. Suas bolas pareciam as de um touro reprodutor. O conjunto era impressionante. Eu não conseguia tirar os olhos daquela obra de arte. Hipnotizado, adentrei ao seu quarto e perguntei:
- Posso me sentar?
- Pode!
Sem cerimônia, fui me despindo lentamente, pau duro apontando pro céu. Sentei ao seu lado, pernas roçando levemente.
Eu queria olhar pro filme, mas meus olhos me traíam, desviando pro seu membro gigante.
- Está tudo bem?
Ele perguntou, maliciosamente. Respondi, tesão a mil:
- Está...   ... É que eu nunca vi uma pica deste tamanho.
- E você já viu muitas?
Ele me questionou, com um jeito sacana.
- Algumas.
Respondi reveladoramente, virando o rosto pra TV, onde uma ninfeta chupava um cara maduro, gemidos altos ecoando pela suíte. Wilton sussurrou, cheio de segundas intenções:
- Ahhh, como eu queria um boquete desses!
Olhos desejosos em mim. Voltei a olhar fixamente pro seu pauzão.
Ele levantou sua mão lentamente, me segurando pela nuca. Com um movimento leve, porém firme, desceu meu rosto devagar em direção a sua virilha, cheiro de macho subindo. Não resisti, pelo contrário, passei a língua na cabeçorra brilhante, fazendo-o gemer. Ato contínuo, envolvi sua glande enorme com a boca, esticando os lábios pra agasalhar aquele poste. Ele gemeu grave, mão ainda em minha nuca:
- Isso, garoto, mama o pau do seu vôzinho!
Chupei guloso, saliva escorrendo pelas veias grossas, sacão roçando meu queixo, garganta forçada ao limite. Me ajeitei entre suas pernas e caí de boca, chupei da cabeça às bolas que mal cabiam na minha boquinha adolescente. Meu amante se contorcia, gemendo alto. Suas mãos grandes, ora alisavam meus cabelos suados, ora forçava pra baixo, fazendo seu pauzão foder minha garganta.
Excitado ao extremo, ele me puxou pra cima dele, me beijando com fome, língua invasora com gosto de tesão. Mordiscou meus mamilos, causando uma dorzinha deliciosa:
- Isso, vôzinho! Assim!
Gemi alto, sentindo seu membro roçando meu rego. Ele me deitou de costas, caindo de boca no meu pau, sucção me fazendo arquear em meio a gemidos roucos, dedos abrindo meu cu com cuspe, girando gostoso. Com certeza, eu não era o primeiro rapaz a dividir a cama com ele.
- Quer que o vovô coma o seu cuzinho?
Provocou, pau latejando em sua mão.
- Quero muito! Me fode, vôzinho!
Implorei. Wilton apoiou minhas pernas em seus ombros. Cuspiu na glande e apontou pro alvo, empurrando devagar. Apesar da minha experiência, meu cuzinho demorou a ceder, mas com paciência, meu anelzinho rosado foi esticando. Quando a cabeçorra entrou, soltei um gritinho afetado:
- Ainnn!!!!
- Tá doendo?
- Não! Tá gostoso!
- Posso meter, então?
- Mete tudo!
Gritei irresponsavelmente. Ele empurrou até o talo, me preenchendo até o estômago, saco batendo na minha bunda com estalos molhados. Quase desmaiei diante daquela enorme invasão, mas o tesão era bem maior.
O cheiro de suor e sexo enchia a suíte, gemidos mútuos:
- Cuzinho gostoso!! Delícia!
Estocadas fundas, unhas cravadas em minhas pernas.
- Isso, vô! Bem forte!
Eu suplicava. Ao seu comando, fiquei de quatro, bunda empinada convidando-o, ele me fodeu por trás, mãos nos quadris me puxando, pauzão entrando fundo, me arrepiando até a espinha.
- Toma, putinho! Vovô adora arrombar um cuzinho!
Grunhia, enquanto tirava a sua ferramenta e batia na minha bunda, numa verdadeira surra de pica.
- Mete, vovô! Bem fundo!
Cansado de me sodomizar, ele sentou no sofá, pra eu cavalgá-lo de frente. Montei naquela rola monstruosa, meus mamilos sugados com força, pica esfregando em sua barriga.
- Senta, putinho! Engole tudo!
Wilton puxava meus quadris, forçando pra baixo. Virei de costas pra ele, bundinha branca subindo e descendo, rola entrando mais fundo, dedos abrindo minhas nádegas enquanto eu rebolava, visão do filme pornô ao fundo me deixando mais tarado.
- Isso, netinho! Rebola na pica do vovô!
Pra completar aquela cena dantesca, ele me fodeu de ladinho no sofá, uma perna minha erguida, pau deslizando lento e profundo, beijos no pescoço suado, mão punhetando meu pau no ritmo.
- Goza pro vovô, lindinho!
Sussurrava, metendo sua língua no meu ouvido me deixando todo arrepiado.
No clímax, ele acelerou, rosnando:
- Vou encher teu cu de porra!!!
Explodindo jatos quentes e grossos dentro de mim. Meu cu contraía com força, enquanto eu gozava forte na mão dele e nas costas do sofá, leite melando nós dois, cheiro forte de porra no ar.
Exaustos, porém felizes, ficamos abraçados, pau dele amolecendo lentamente dentro de mim, leite escorrendo entre minhas pernas.
- Fica comigo, garoto! Vovô precisa de muito de você.
Murmurou, voz aparentando carência afetiva.
Depois deste dia, mudei pra suíte master. Da porta pra fora, éramos avô e neto postiços, da porta pra dentro, amantes insaciáveis.
Foto 1 do Conto erotico: Vô Wilton - Parte l

Foto 2 do Conto erotico: Vô Wilton - Parte l

Foto 3 do Conto erotico: Vô Wilton - Parte l

Foto 4 do Conto erotico: Vô Wilton - Parte l

Foto 5 do Conto erotico: Vô Wilton - Parte l


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Ficha do conto

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fernandokaff

Nome do conto:
Vô Wilton - Parte l

Codigo do conto:
257340

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/03/2026

Quant.de Votos:
2

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5