Desde pequeno tenho uma prima no qual sempre fomos muito próximos. Apesar de achar ela bem bonita, nunca vi maldade nisso. Naturalmente, com o tempo, fomos nos afastando e deixando de nos ver com frequência. Lá pros meus 17 anos, depois de muito tempo sem se reunir, minha família decidiu fazer uma viagem para o interior. Era o momento de reencontrar diversos primos e familiares que não via a anos. Nós fomos os últimos a chegar, na sexta-feira à noite. Cumprimentei a todos, e lá estava ela. Vamos chamá-la de Gi. Gi tem a mesma idade que eu, é loira, magra, peito pequeno, mas com curvas de se admirar. Ela, junto com outros primos, estavam na piscina. Na hora em que ela veio me cumprimentar com um abraço, foi impossível não reparar em sua beleza. Durante todo o restante da noite, ficamos conversando sobre a vida e colocando o papo em dia. Antes de irmos nos deitar, ela comentou que ouviu em uma conversa a respeito de uma lagoa que havia a uns 30min de caminhada e que estava curiosa para ver. Ela perguntou se eu gostaria de ir com ela pela manhã, eu disse que sim, pois não gostaria de passar o dia todo preso em casa sem nada para fazer. Na manhã seguinte, acordamos cedo, tomamos café e começamos nossa caminhada. O dia estava absurdamente quente, quanto mais caminhávamos, parecia que mais longe estávamos do destino. Após algum tempo, chegamos na lagoa. Era um lugar muito bonito, bem preservado pela natureza. Nos sentamos na margem e ficamos ali, conversando e admirando a paisagem. Mas o dia estava realmente quente, seria um desperdicio estar ali e não aproveitar tudo o que o local tem a oferecer. "Estou morrendo de calor. Que pena que não trouxe biquíni", Gi lamentou, abanando o pescoço. "Podemos entrar com a roupa de baixo", sugeri. Ela me olhou com um brilho desafiador. "Não estou usando sutiã.. Mas... podemos entrar sem nada. Eu me viro, você tira a roupa e entra. Depois você se vira e eu entro." O acordo foi selado. Fiquei completamente nu sob o sol e mergulhei. Quando foi a vez dela, mantive minha palavra, mas a imaginação já estava trabalhando dobrado. A lagoa não era particularmente funda. Em pé, a água ultrapassava um pouco minha cintura. Por isso ficamos agachados, mantendo o mistério, mas a transparência e a proximidade tornavam tudo elétrico. A conversa fluiu com uma liberdade que só o isolamento permite. "Mudamos muito, não foi? Notei que você está com um corpo muito bonito, definido", ela comentou, relaxada. "Você também. Academia está te fazendo bem", respondi rindo. "A bunda está vindo, só vou ficar devendo o peito", ela brincou. "Peito pequeno é o meu ponto fraco. Acho um charme" confessei. Toda a conversa foi em tom de descontração. Mas senti o clima mudando entre a gente. Já estávamos a um tempo na água, quando ela disse que iria ver as horas e, de repente, num lapso de memória, levantou-se de uma vez. A visão do corpo dela molhado, brilhando sob o sol, os mamilos rosados e a cintura fina, foi um choque imediato, não tive reação. Antes dela se tocar e afundar rapidamente, vermelha de vergonha. "Meu Deus, eu esqueci. Desculpa" ela gritou, rindo de nervoso. Após alguns segundos de silêncio, eu disse "tá tudo bem, eu vou ver que horas são". E fui em direção a margem. Eu precisava caminhar, pois sua imagem continuava na minha mente e meu pau já estava completamente desperto e pulsando. Fora da água, imaginando que ela estaria de costas, fiquei distraído enquanto mexia no celular. Quando me virei para tornar a água, vi que ela estava virada na minha direção, observando. "Estamos quites", falei, em tom leve, aproximando-me dela na água. "Você é virgem?", ela perguntou, direta, sem desviar o olhar. "Não", respondi. "Eu também não. Perdi no ano passado... e desde então, sinto um fogo constante. Me masturbo sempre que posso", ela confessou, a voz baixa. Não precisei ouvir mais nada. Meu corpo agiu por instinto. Avancei e a beijei. Um beijo que ela retribuiu com a mesma intensidade. Suas mãos desceram e envolveram meu pau, enquanto as minhas exploravam cada curva de sua pele macia. Saímos da água e nos deitamos na margem, sobre a grama. Enfiei dois dedos na sua bucetinha apertada e o gemido que ela soltou ecoou por toda a lagoa. "Me fode, Tiago... agora!" Ali, no meio do nada, sob o céu azul, nós nos conectamos de uma forma selvagem. Gi era uma força da natureza; ela quicava com uma maestria que me deixava louco, alternando o ritmo enquanto eu enchia sua bunda branquinha de tapas, deixando minhas marcas de posse. Ela gritava de prazer, sem medo de ser ouvida. "Pode gozar... goza dentro de mim!" Eu a maltratei com carinho, no limite do fôlego, até que a explosão veio. Gozei fundo, sentindo o aperto dela me ordenhando enquanto eu a preenchia com tudo o que tinha. Ficamos deitados por um longo tempo, ofegantes, contemplando o silêncio que só a natureza oferece após uma tempestade de prazer. Nos banhamos novamente, agora sem qualquer vergonha, e voltamos para casa com um segredo que nenhum daqueles parentes jamais poderia imaginar.
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