Edineia (AVÓ E NETO ) mamaegordelicia2025

Meu nome é Edineia, mas todo mundo me chama de Dona Nêia. Tenho 68 anos, sou viúva há 12 longos anos, desde que meu querido João me deixou sozinha neste mundo, levado por um infarto que veio como um ladrão na noite. Ele era o centro da nossa família imensa – doze filhos, espalhados pelos quatro cantos do Brasil. Eu passei a vida os criando, labutando na roça no interior de São Paulo, e agora, aposentada, vivo da pensão e das viagens que faço para visitá-los. Passo meses nas casas deles, ajudando com os netos, cozinhando, tecendo histórias do passado. É o que me mantém de pé, senão a solidão me devora por dentro, como um fogo lento que queima sem chama visível.

Naquele início de outono de 2005, eu estava na casa da minha filha caçula, Rosana, no Rio Grande do Sul. Porto Alegre, com seu frio cortante, mas eu me aquecia com chimarrão e conversas longas sobre a vida, sobre amores perdidos e filhos crescidos. Foi quando meu filho mais velho, Carlos, ligou do Rio de Janeiro, a voz carregada de preocupação. "Mãe, preciso da sua ajuda. O Edson, meu garoto, vai para Minas Gerais fazer faculdade de agronomia. Ele quer morar sozinho, aluguei um ranchinho pra ele lá, mas o menino é tão quieto, tão fechado em si mesmo... Você não poderia ficar uns tempos com ele, ajudá-lo nos primeiros dias? Ele precisa de alguém para guiá-lo, mãe."

Edson era meu neto, filho do Carlos. Tinha 19 anos, um rapaz alto e magro, com óculos grossos que escondiam olhos pensativos, e um jeito de quem vive mais entre páginas de livros do que entre pessoas. Eu o via pouco, só nas reuniões de família, onde ele se encolhia num canto, mergulhado em um livro ou mexendo em algum aparelho eletrônico. Um nerd, como os jovens dizem hoje em dia. Aceitei na hora – o que uma avó faz senão estender a mão? Peguei um ônibus para Belo Horizonte, e de lá, mais três horas de carro até o rancho que Carlos havia arranjado. Era um lugar isolado, aninhado nas montanhas de Minas, perto de uma cidadezinha chamada Lavras. A casinha era simples: dois quartos, cozinha, sala, um quintal com galinhas soltas e uma horta modesta. Perfeito para um estudante de agronomia, mas distante de tudo. Sem vizinhos à vista, só o sussurro das montanhas e o canto dos pássaros ao amanhecer.

Cheguei numa tarde chuvosa, o céu cinzento como meu humor inicial. Edson já estava lá, desempacotando caixas com uma eficiência silenciosa. Ele me recebeu com um abraço tímido, os olhos desviando dos meus. "Oi, vó. Obrigado por vir." O garoto era educado, mas trancado como uma porta velha. Alto, uns 1,80m, cabelo castanho bagunçado, pele clara de quem foge do sol. Vestia uma camiseta desbotada de uma banda de rock que eu nunca ouvira falar, jeans folgados. Eu, com minha saia florida e blusa de malha, me sentia a avó arquetípica ao lado dele, mas algo nele me tocava – talvez a vulnerabilidade por trás daqueles óculos.

Os primeiros dias foram de arrumação e adaptação. Eu cozinhava pratos mineiros que aprendera ao longo da vida: feijão tropeiro, pão de queijo quentinho, arroz com pequi para dar um gosto de casa. Edson saía cedo para a faculdade – pegava um ônibus na estrada principal, a uns vinte minutos de caminhada –, e voltava à tarde, exausto, trancando-se no quarto com pilhas de livros sobre botânica e composição de solos. Eu limpava a casa, cuidava da horta, plantava tomates e alfaces para nos sustentar. À noite, jantávamos juntos. As conversas eram curtas, quase monossilábicas: "Como foi a aula hoje?" "Boa, vó. Aprendi sobre adubos orgânicos." Ele respondia baixinho, mas eu persistia. Via nele uma introspecção profunda, uma solidão que ecoava a minha própria. Aos 19 anos, saindo do ninho pela primeira vez, longe dos pais... Decidi ajudá-lo a navegar essa fase de amadurecimento. Afinal, eu criara doze filhos; sabia como desatar nós emocionais.

Com o passar dos dias, foquei no cotidiano que nos unia. Acordava ao raiar do sol, preparava o café com pão fresco assado no forno a lenha. Edson comia depressa, mas eu me sentava ao lado dele, tecendo histórias da minha juventude na roça. "Seu avô, o João, era um homem de fibra, trabalhava de sol a sol. Mas ao entardecer, sentávamos na varanda e falávamos de sonhos, de desejos que o dia não permitia." Ele ouvia, às vezes esboçava um sorriso tímido. Comecei a incentivá-lo a se abrir mais. "E você, Edson? Fez amigos na faculdade?" Ele balançava a cabeça: "Poucos, vó. Prefiro estudar sozinho." Via a timidez nele, o medo de se expor. Então, iniciei caminhadas ao pôr do sol pelo quintal, o ar fresco carregado do cheiro de terra úmida. "Vamos ver as estrelas, menino. Aqui no interior, o céu é um tapete de luzes." Nessas andanças, ele se soltava um pouco, falando de constelações, de galáxias distantes – coisas que eu mal compreendia, mas escutava com um fascínio que me fazia sentir viva. "Sabia que o solo aqui é rico em minerais, vó? Dá pra plantar café com facilidade." Eu ria, o som ecoando no silêncio: "Então planta, uai! Eu te ajudo a cavar."

À medida que as semanas se desenrolavam, o convívio nos tecia mais próximos, como fios entrelaçados num tear invisível. Notava como Edson era atencioso: lavava a louça sem que eu pedisse, consertava goteiras na casa com ferramentas que trazia da cidade. Um dia, uma chuva torrencial caiu, e o telhado vazou como uma peneira. Ele subiu lá em cima, molhado até os ossos, e remendou tudo. Desceu sujo de barro, mas com um orgulho nos olhos. "Pronto, vó." Eu o sequei com uma toalha velha, minhas mãos maternais sobre seus ombros. "Você já é um homem feito, Edson. Seu pai ficaria orgulhoso." Ele corou, mas sorriu de verdade pela primeira vez. Aos poucos, via-o florescendo: começava a me ajudar na horta, plantando sementes que estudava na faculdade. "Essa aqui é uma variedade de milho resistente à seca, vó." Eu aprendia com ele, e ele comigo – não só receitas, mas como lidar com o mundo, com as pessoas.

Mas algo em mim começava a se agitar, como uma brisa que vira vendaval. Fazia 12 anos que eu não tinha um homem por perto todos os dias. Meu João fora carinhoso, forte, me fazia sentir desejada com um olhar, um toque. Após a viuvez, eu me fechara como uma flor noturna: visitas aos filhos, missas na igreja, nada além. Aqui, no rancho isolado, a presença constante de Edson despertava em mim memórias adormecidas, desejos que eu pensara enterrados para sempre. Ele era jovem, sim, mas inegavelmente masculino – o suor na camisa colada ao corpo enquanto cavava a terra, os músculos finos se contraindo, o cheiro fresco de sabonete após o banho vespertino. Eu me pegava observando-o, uma culpa sutil serpenteando em meu peito. "Que tolice, Nêia, ele é sangue do seu sangue!" Mas a solidão é uma mestra cruel; ela amplifica ecos do passado. À noite, sozinha no quarto, recordava os abraços de João, e involuntariamente, via Edson em meus pensamentos – seus lábios finos, seus olhos curiosos. Ele era gentil, me tratava como uma rainha: "Vó, descansa aí, eu preparo o jantar hoje." Cozinhava desajeitado, queimando o arroz, mas tentava com afinco. Eu ria, e o riso se transformava em um afeto profundo, quase perigoso.

Com o tempo, o outono deu lugar a um inverno mais ameno, as noites ficando mais frias, convidando a cobertores e proximidade. Edson começou a se confidenciar mais. Uma noite, após o jantar, sentamo-nos na varanda, o céu um manto de estrelas. Ele murmurou: "Vó, eu sou virgem. Os rapazes na faculdade zombam, mas eu não sei como me aproximar de uma garota." Meu coração se apertou como se fosse o dele. "Meu menino, isso é natural. Você é inteligente, bonito por dentro e por fora. Vai acontecer quando o destino quiser." Comecei a orientá-lo, com a sabedoria de quem viveu amores e perdas: "Olhe nos olhos delas, sorria com sinceridade, pergunte sobre seus sonhos." Ele praticava comigo, rindo nervoso. "Vó, você é linda, mesmo com as marcas do tempo." Eu corei, sentindo um calor subir pelo pescoço: "Bobagem, Edson!" Mas aquele elogio se alojou em mim como uma semente, germinando em noites insones onde eu me questionava: o que é esse formigamento que sinto? É só afeto avoengo, ou algo mais profundo, mais proibido?

Comecei a me arrumar mais, sem razão aparente: penteava os cabelos grisalhos com cuidado, passava um perfume antigo que guardara no fundo da mala. Ele notava: "Vó, você está cheirosa hoje, como flores do campo." Ríamos juntos, o som preenchendo o vazio da casa. O dia a dia nos aproximava ainda mais: colhíamos verduras na horta, nossas mãos se roçando na terra fértil, um toque inocente que enviava arrepios pela minha espinha. Uma tarde, uma chuva nos confinou dentro de casa. Jogamos cartas à luz de uma lamparina, conversando sobre a vida. Ele perguntou sobre meu casamento: "O vovô era romântico, vó?" "Era, sim. Me levava para dançar forró nas festas da roça, seus braços me envolvendo como um casulo." Edson sorriu, os olhos brilhando: "Me ensina a dançar, vó." Levantei-me, sintonizei uma música antiga no rádio enferrujado. Dancei com ele, minhas mãos na sua cintura estreita, nossos corpos se movendo em ritmo lento. Senti sua respiração quente no meu pescoço, o calor de seu peito contra o meu – meus seios fartos, maduros, pressionando levemente. Ele corou: "Desculpa, vó." Mas não se afastou. Aquela dança foi um portal: olhares que se demoravam, toques que perduravam além do necessário. Em minha mente, como um diário secreto, eu anotava: o desejo não é linear; ele se infiltra como névoa, dissolvendo barreiras.

O inverno se aprofundava, e eu me via caindo em um abismo doce. Admiti para mim mesma, em uma noite de insônia, que me apaixonava. Edson era tudo que eu esquecera: gentil, inteligente, com uma masculinidade sutil que me fazia sentir mulher novamente. Após 12 anos de abstinência, ter um homem para cuidar, para tocar – mesmo que só em gestos cotidianos – era um bálsamo para a alma ressecada. Ele mudava também, graças aos meus conselhos: mais confiante, saía com colegas da faculdade, voltava contando histórias. Uma vez, trouxe uma garota para estudar em casa. O ciúme me corroeu como ácido, mas sorri e servi chá. Após ela partir, perguntei casualmente: "Gostou dela, Edson?" "É simpática, vó. Mas prefiro as noites aqui, conversando com você." Meu coração saltou. Naquela mesma noite, na varanda, com as estrelas como testemunhas, ele pegou minha mão: "Vó, obrigado por me ajudar a crescer. Você é especial para mim." Olhei fundo em seus olhos, por trás dos óculos: "Eu te amo, Edson. Mais do que uma avó deveria." As palavras escaparam, cruas. Ele piscou, surpreso: "Eu também, vó. Você me faz sentir vivo." Inclinei-me, beijei sua bochecha. Mas o beijo desviou para os lábios – suave, hesitante. Ele correspondeu, suas mãos no meu rosto. Foi nosso primeiro beijo verdadeiro: romântico, carregado de uma eletricidade proibida. Paramos, ofegantes. "Isso é errado, Edson." "Mas parece tão certo, vó." Dormimos em quartos separados, mas o fogo havia sido aceso, queimando devagar em nossas veias.

Os dias seguintes foram uma dança de evitação e atração. Beijos roubados na cozinha, abraços que se prolongavam na sala. Eu o guiava com ternura: "Toque assim, devagar, como se explorasse um mapa secreto." Minhas mãos direcionavam as dele para meus seios, sentindo o calor através da blusa. Ele era inexperiente, curioso como um explorador em terras desconhecidas. "Vó, seu corpo é lindo, cheio de histórias." Meu corpo, aos 68, não era o de uma jovem – barriga macia, pele marcada pelo tempo – mas ele o admirava como uma obra de arte. Comecei a usar camisolas leves que eu guardara, tecidos finos que delineavam minhas curvas ao luar. "Comprei na cidade, para me sentir mais feminina," eu dizia, mas era para ele. Uma noite, após o jantar, fomos para o quarto dele. "Quero você, Edson. Quero sentir um homem novamente." Ele tremia: "Eu também, vó." Tirei a camisola devagar, revelando seios pesados, coxas grossas. Ele me olhou com fome primal. Despi-o: corpo magro, pênis ereto, pulsante. Toquei-o, masturbando com movimentos lentos, como se tecesse um feitiço. "Assim, vó?" Beijei seu peito, desci pelo abdômen. Chupei-o pela primeira vez – boca quente, língua rodando a glande, saboreando o salgado de sua excitação. Ele gemeu alto: "Ah, vó!" Gozou rápido, enchendo minha boca. Engoli, sorrindo através das lágrimas de emoção. "Foi bom, meu amor?" "Incrível, vó. Como um sonho." Dormimos abraçados, nus, peles coladas em um emaranhado de membros.

A partir daí, o sexo se tornou parte de nossa essência, um rio que fluía sem barreiras. Pela manhã, antes da faculdade, eu o acordava com a boca, chupando devagar, lambendo as bolas sensíveis até ele arqueasse as costas em êxtase. "Vó, você me enlouquece!" Ele aprendia depressa: deitava-me na cama, lambia minha intimidade peluda, a língua dançando no clitóris, me levando a orgasmos que ecoavam pela casa vazia. "Você é tão gostosa, vó, molhada como orvalho." À tarde, na horta, transávamos de pé, ele me penetrando por trás, mãos apertando meus seios através da blusa florida. "Fode sua vó, Edson, mais forte!" Ele bombava com vigor juvenil, gozando dentro de mim, o sêmen quente escorrendo pelas coxas. Noites inteiras eram dedicadas à exploração: eu por cima, cavalgando seu pau duro, peitos balançando ritmicamente, ele chupando os mamilos endurecidos, mordiscando levemente. "Te amo, vó, seu corpo me envolve como um abraço eterno."

Comprei lingeries na cidadezinha – rendas vermelhas, pretas, que realçavam minhas curvas maduras. Desfilava para ele no quarto, luz baixa: "Gosta, meu neto?" Ele me devorava com os olhos, depois com as mãos, rasgando o tecido fino em sua urgência. Transávamos no sofá, eu de quatro, ele entrando devagar, estocadas profundas que me faziam gemer como uma mulher renascida. Anal experimentamos com cuidado: lubrificante caseiro de óleo, ele penetrando meu ânus apertado, devagar, até o prazer se sobrepor à dor inicial. "Mais fundo, Edson, preenche tudo em mim!" Gozávamos juntos, suados, corpos colapsando em um heap de satisfação.

Vivíamos como amantes em um mundo só nosso. Sexo em todo canto: na cozinha, ele me comendo sobre a mesa, pratos tilintando; no banho, água cascateando, fudendo em pé, escorregadios e rindo. Eu o masturbava enquanto ele estudava, mão firme no pau, boca sussurrando encorajamentos. Ele me dedava na varanda, dedos grossos explorando minha buceta úmida, me levando a esguichos que molhavam o chão. Orgasmos múltiplos viraram rotina: eu gozando em ondas, ele lambendo cada gota, faminto. "Você me faz sentir completo, vó." Após tantos anos sozinha, eu renascia: pele radiante, alma inflamada. O incesto? Um segredo sussurrado nas noites, proibido mas irresistível, onde o desejo transcende moralidades, tornando-se poesia carnal.

Edson crescia a olhos vistos: notas altas, amigos novos, mas sempre voltava para mim, para nossos rituais. "Nenhuma garota se compara a você, vó – sua sabedoria, seu toque." Nosso amor se aprofundava, misturando romance e luxúria. Caminhadas agora terminavam em transas ao ar livre, sob árvores, folhas caindo como confetes. Eu o chupava devagar, saboreando cada veia pulsante; ele me penetrava com ternura, olhos nos olhos, sussurrando promessas. "Casaria com você se o mundo permitisse." "Eu também, meu amor."

E assim, nosso laço florescia no isolamento das montanhas. Eu, Dona Nêia, encontrara vida renovada nos braços do neto. Ele, Edson, amadurecera em meu abraço, desabrochando de nerd tímido para homem apaixonado. Proibido? Talvez. Mas real, ardente, eterno – um fluxo de consciência erótica que nos consumia, dia após dia, em um êxtase sem fim.

Foto 1 do Conto erotico: Edineia (AVÓ E NETO ) mamaegordelicia2025

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Edineia (AVÓ E NETO ) mamaegordelicia2025

Codigo do conto:
254466

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/02/2026

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4

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5