A voz de Alonzo estava rouca de tequila e com um prazer sombrio e dominante que eu só ouvira em nossos momentos mais íntimos e sujos. Não era um pedido. Era uma ordem, dada ao seu melhor amigo enquanto sua mão massageava meu seio exposto e pesado, o polegar circulando meu mamilo já rígido.
Arfei, o ar frio do quarto atingindo minha pele úmida. “Não… Alonzo, para…” Meu protesto foi fraco, engolido pelo conflito estrondoso em minha cabeça. O ódio por Mateus, esse idiota que sonhara com meu corpo, guerreava com uma pulsação profunda e vergonhosa entre minhas pernas, que ficava mais forte a cada vez que Alonzo me humilhava na frente dele.
Como eu cheguei a isso? O pensamento zumbia freneticamente em meu crânio, mesmo enquanto meu corpo se arqueava ao toque do meu marido.
*
Tudo começou com aquela maldita tequila. Eu estava escondida atrás da esquina, com o coração batendo forte no peito, ouvindo-os rir. Ouvindo Mateus confessar que tinha se masturbado pensando em mim. Minha raiva inicial foi gélida. Eu estava pronta para invadir a casa e expulsar aquele idiota. Mas então Alonzo veio até mim, os olhos brilhando com uma ideia perversa. "Só queria ver a cara dele." Só queria ver o rosto dele. E ele pagaria meu corte de cabelo.
Estúpida. Eu fui tão estúpida. Concordei em apenas mostrar meus seios. Uma provocação rápida e odiosa. Meus seios são minha característica mais marcante — grandes, fartos e pendentes. Eles têm um peso suave, daquele tipo que balança pesadamente a cada passo, a pele pálida pontilhada por tênues veias azuis. Seu tamanho descomunal faz com que pareçam caídos, mas a carne ainda é flexível e incrivelmente macia. Minhas aréolas são largas, do tamanho de pires pequenos, de um rosa escuro, e meus mamilos são proeminentes, do tamanho de uvas grandes, quase sempre eretos e sensíveis. Naquele top apertado, eles estavam praticamente saltando para fora de qualquer jeito.
Saí. Fiz meu pequeno show. Mas Alonzo, aquele filho da puta, não estava satisfeito. Ele puxou meu top para baixo e a boca dele estava em mim, chupando meu mamilo com força, bem na frente do Mateus. Tentei me cobrir, mas ele segurou meus pulsos. E eu vi. Vi o pau duro do Mateus marcando a calça jeans, vi a mão dele se movendo sutilmente. A mistura de repulsa e calor bruto e inegável que me percorreu foi aterrorizante.
Então começou a barganha. Como se eu fosse uma prostituta em um mercado. Cinquenta reais por uma punheta. "Ah, é só uma punheta", pensei. Qual o problema?
Estendi a mão para ele. O pau dele era exatamente como eu tinha sentido através do jeans — de comprimento médio, mas surpreendentemente grosso, um lindo corpo pálido com uma glande rosada e perfeitamente moldada. Estava quente e duro na minha mão. Comecei a acariciá-lo, minha própria respiração ficando ofegante. O olhar em seu rosto, de puro êxtase desesperado direcionado a mim, alimentou algo sombrio em meu ventre. Alonzo observava, sorrindo, beliscando meu outro mamilo, adicionando uma dor aguda ao prazer confuso.
Mateus gozou com um gemido abafado, listras quentes de sêmen pintando minhas coxas internas. A visão de seu sêmen em minha pele, o cheiro de sexo e sal no ar, fez minha vagina se contrair vazia. Quase imediatamente, Alonzo grunhiu, adicionando seu próprio sêmen à bagunça em meu peito, meus seios grandes brilhando e arfando.
Pensei que tivesse acabado. Eu tremia, chorando lágrimas silenciosas de vergonha e uma necessidade furiosa e não satisfeita. Mas não tinha acabado. Tinha apenas começado.
"Você gostou disso, não é, sua putinha?" Alonzo murmurou em meu ouvido, lambendo uma lágrima da minha bochecha. “Você gostava de exibir esses seus lindos e enormes seios para ele. Gostava do pau grosso e grande dele na sua mão.”
Balancei a cabeça, mas um gemido traiçoeiro escapou dos meus lábios. Eu gostava. Meu Deus, eu gostava.
“Você quer mais”, ele afirmou. Não era uma pergunta. Ele se virou para Mateus, que guardava o pau mole e murcho, parecendo atordoado. “Você tem aqueles prendedores que eu te falei? Na sua bolsa?”
Mateus piscou, depois assentiu, um sorriso lento e faminto se espalhando pelo seu rosto. “Sim. Sim, tenho.”
E foi assim que chegamos aqui. Eu, ainda de topless, sentada no colo de Alonzo, meus seios cobertos com o sêmen misturado dos dois, minhas coxas pegajosas. Mateus remexendo na sua mochila hippie, tirando uma bolsinha de couro sinistra.
O que nos traz de volta ao presente.
“Pega os prendedores, Mateus. Os com as correntes pesadas.”
Mateus os tirou às pressas. Eram prendedores de jacaré, acolchoados em couro preto, mas com dentes de metal de aparência feroz mal disfarçados. Pendurada em cada prendedor havia uma corrente longa e delicada, e na ponta de cada corrente, uma pesada esfera de aço.
Minha respiração falhou. "Não. Alonzo, por favor. Eu não quero—"
"Você quer", ele me interrompeu, sua mão deslizando entre minhas pernas, pressionando o tecido encharcado da minha calcinha sob a saia. "Sua xoxota está pingando, Luara. Você é uma mentirosa. Uma putinha mentirosa e faminta. Agora fique quieta."
Ele pegou um prendedor de Mateus. Fechei os olhos com força. O metal frio tocou meu mamilo esquerdo, já ereto e hipersensível por causa da sucção dele. Houve um clique, uma pressão aguda e cortante que me tirou o fôlego, depois uma dor profunda e latejante quando os dentes se acomodaram. Um pequeno gemido escapou de mim.
"Olhe para mim", ordenou Alonzo.
Abri os olhos, com lágrimas nos olhos. Ele prendeu a segunda presilha. As duas dores eram intensas, um foco brilhante e chocante que fez meu peito inteiro ficar apertado e quente. As correntes pesadas pendiam, o peso uma lembrança constante e puxante.
"Caralho, olha só isso", Mateus sussurrou, seu pau já duro de novo, marcando o zíper. "Os mamilos dela são tão escuros e compridos... ficam perfeitos assim."
Alonzo sorriu, passando o dedo pela corrente no meu seio esquerdo, fazendo o peso balançar. Uma nova onda de dor-prazer irradiou do meu mamilo direto para o meu clitóris. Dei um pulo no colo dele.
"Viu? Ela adora", disse Alonzo, casualmente, como se estivesse falando do tempo. Ele apertou a corrente entre meu outro seio e deu um puxão firme e seco.
"Ai, caralho!", gritei, a sensação um raio incandescente. Minhas costas se arquearam violentamente, forçando meus seios presos ainda mais para fora. O movimento fez as correntes e os pesos dançarem, enviando outra série de puxões agonizantes e deliciosos através das minhas terminações nervosas. Eu chorava de verdade agora, lágrimas escorrendo pelo meu corpo, mas meus quadris se moviam contra a coxa de Alonzo por conta própria, buscando fricção, buscando mais.
“Diga a ele o que você é, Luara”, disse Alonzo, sua voz baixa e calma, sua própria excitação evidente na linha dura do seu pênis sob mim. “Diga as palavras que eu te ensinei.”
Balancei a cabeça, soluçando. Ele puxou a corrente novamente. A dor era requintada, confundindo os limites entre a dor e a necessidade mais profunda que eu já havia sentido.
“Diga.”
Entre as lágrimas e a respiração ofegante, as palavras escaparam, quebradas e verdadeiras. “Eu sou… eu sou sua puta… sua gananciosa… vadia… com… com tetas de vaca…”
Mateus gemeu, acariciando-se abertamente agora. “Diga de novo. Mais alto.” Os olhos de Alonzo encontraram os meus, exigentes. Os pesos balançavam, as presilhas apertavam, e meu mundo inteiro se resumia a esse tormento, essa humilhação, essa merda inacreditável…
Coloquei a roupa e fui saindo e gritei: “Nunca mais quero esse garoto aqui em casa!”
Alonzo disse pra Mateus: “Viu como eu te falei que ela era boa?”
Mateus: “Mano, eu queria comer ela”.
Alonzo: “Aí vc já ta querendo demais, nem pensar. Lembre desse dia e seja grato hahahaha.
