"Lembre-se das regras, querida", disse Alonzo do banco do motorista, com a voz tensa. "Sem penetração. Você apenas... aproveite."
"Eu me lembro", sussurrei, entrelaçando os dedos. A curiosidade era como um fio elétrico sob minha pele. Quem era ele? Como seria sua aparência? Alonzo se recusara a me mostrar uma foto, dizendo que estragaria a surpresa. A incerteza alimentava um calor baixo e implacável em meu estômago há dias.
Uma batida forte no meu vidro me fez pular.
O rosto de um homem, silhuetado pela luz distante do poste. Prendi a respiração. Alonzo abaixou o vidro.
"Entre no banco de trás", disse Alonzo, com uma voz estranhamente formal.
A porta se abriu e o estranho entrou. Ele era magro, com um físico anguloso, vestindo uma jaqueta escura. Seus olhos me encontraram instantaneamente na penumbra e não se desviaram. Estavam fixos no decote profundo do meu vestido, onde meus seios fartos e naturais se projetavam contra o tecido fino, a ausência de sutiã deixando meus mamilos visivelmente arrepiados.
"Porra, amigo", resmungou o estranho, com a voz rouca. "Você não me disse que sua esposa era tão gostosa assim. Olha só para esses peitos, grandes, pesados, caidos. Estão implorando para serem libertados desse vestido apertado."
Alonzo soltou um som engasgado. "Luara, Vá para o banco de trás. Agora!"
Minhas pernas fraquejaram enquanto eu me atrapalhava com o cinto de segurança, escalava o console central e me jogava no banco de trás ao lado do estranho. O espaço de repente pareceu pequeno, íntimo, preenchido com o perfume dele e meu próprio suor nervoso.
A mão dele já estava no meu joelho antes que eu pudesse me acomodar. Uma mão grande e possessiva deslizou pela minha coxa, puxando a barra do meu vestido para cima. "Vamos ver o que seu marido corno me comprou para esta noite."
Sua outra mão subiu para acariciar meu rosto, o polegar roçando meu lábio inferior. Seus olhos eram escuros, intensos. "Abra."
Entreabri os lábios e ele se inclinou.
O beijo não foi gentil. Era uma reivindicação. Sua boca estava quente, sua língua invadindo meus lábios imediatamente, entrelaçando-se com a minha. Gemi contra ele, a pura audácia daquilo — beijar um estranho na frente do meu marido — enviando uma onda de umidade entre minhas pernas. Eu podia sentir Alonzo observando, sua respiração alta no carro silencioso.
O estranho interrompeu o beijo, um fio de saliva nos conectando. "Casada, você tem um gosto bom." Suas mãos foram para as alças do meu vestido. "Essas coisas estão me atrapalhando."
Ele puxou as alças do vestido para baixo até minha cintura em um movimento brutal e eficiente. Meus seios saltaram para fora, pesados e cheios, balançando com o movimento. O ar frio deixou meus mamilos dolorosamente duros.
"Vagabunda", ele sussurrou, olhando fixamente. "Olha essas tetas. Perfeitas. Tão grandes. Tão macias." Ele não perguntou. Simplesmente pegou um na mão, amassando o peso, o polegar roçando o mamilo. Uma onda de puro prazer percorreu meu corpo.
"Você gosta disso, gordinha safada. Deveria ter doído. Em vez disso, me fez contrair. "Você gosta de um macho que vc nem conhece apalpando sua teta gostosa enquanto seu marido assiste?"
"S-sim", eu ofeguei.
"Diga."
"Eu gosto", gemi, arqueando contra sua mão.
"Você é uma gorda bem safada", ele disse, mas então sua voz baixou, um elogio sombrio. “Que menina boazinha. Aguentando tão bem. Exibindo esses peitos lindos para mim.”
A mistura de humilhação e elogios me deixou tonta. Eu estava derretida, mole. Ele me empurrou contra o banco, sua boca descendo para o meu outro seio. Ele não apenas mamou. Ele devorou. Sua língua chicoteou meu mamilo, seus dentes roçaram, sua boca quente me puxou até que eu estivesse gritando, meus dedos se enroscando em seu cabelo.
“Alonzo!” Gritei, sem saber o que estava pedindo.
“Ela é incrível”, disse a voz do meu marido, admirada e tensa. “Olha só para ela. Minha esposinha linda recatada, prestes a virar uma puta.”
“Ela não é sua linda agora, amigo. Agora vc é apenas um corno!”, disse o estranho, soltando meu seio com um estalo molhado. Ele olhou para mim, seus olhos faiscando. “Agora, ela é minha boqueteira imunda. Não é?”
Ele desabotoou a calça jeans. O som do zíper era obscenamente alto. Ele se libertou e meus olhos se arregalaram. Era grosso, com veias saltadas, já vazando pela ponta.
"Você deve ter experiência nisso, gorda safada!", murmurou ele, um elogio perverso. "Uma boca como a sua foi feita para venerar um pau de verdade. Mostre-me. Mostre ao seu marido a boa esposa que você realmente é."
Sua mão se fechou em meu cabelo, não com força, mas com controle absoluto. Ele me guiou para baixo. O primeiro contato da glande inchada contra meus lábios foi eletrizante. Abri a boca, acolhendo-o.
O gosto era salgado, almiscarado, puramente masculino. Fiz bochechos, minha língua deslizando pela veia grossa sob a boca enquanto ele começava a mover minha cabeça, estabelecendo um ritmo lento e profundo.
"Porra, olha só isso", grunhiu ele, impulsionando os quadris para cima. "Sua esposa chupa pau como uma puta profissional. Viu como ela engole tudo, corno? Sem engasgar. Ela é uma puta."
“Ela é tão boa, realmente parece até que tem muita experiência.”, sussurrou Alonzo, como uma prece.
“Você ouviu isso?”, disse o estranho.
"Você é uma boa garota. A melhor chupadora de pau que eu já tive. Agora vai mais fundo. Engole tudo, sua gorda desgraçada, mostra pra esse corno como se mama um macho de verdade."
Me perdi no ritmo, nos elogios obscenos, na sensação dele esticando minha boca, atingindo o fundo da minha garganta. Minhas próprias mãos subiram para massagear meus seios doloridos, beliscando meus próprios mamilos enquanto eu o servia. A degradação, os elogios, o voyeurismo — tudo se fundiu em um ponto de necessidade incandescente entre minhas pernas. Eu estava encharcada, pingando no banco do carro.
Sua respiração se tornou ofegante. Seu aperto no meu cabelo se intensificou. "Vou encher essa boquinha linda, vadia. Você vai engolir até a última gota. Você é uma garota tão boa e safada para mim. Agora... foda-se... LÁ VEM!"
Ele penetrou com força e segurou, seu corpo rígido. A primeira pulsação atingiu o fundo da minha garganta, forte, quente e abundante. Foi mais do que um jato. Foi uma inundação. Uma torrente branca e viscosa que encheu minha boca instantaneamente, o volume descomunal me impedindo de engolir, e escorrendo tudo em meus seios.
Continuou vindo. Um segundo jato enorme, um terceiro. Minha boca estava cheia, o gosto salgado e amargo era avassalador. Transbordou dos meus lábios, cobrindo meu queixo, pingando porra grossa sobre meus seios expostos. Sons de gorgolejo escapavam enquanto eu tentava lidar com a quantidade impossível.
Finalmente, seus tremores cessaram. Ele se retirou lentamente, e a liberação da pressão fez mais porra borbulhar dos meus lábios. Eu estava um desastre, minha boca cheia, meu rosto e peito cobertos de um leite branco brilhante e grosso.
Ele olhou para mim, ofegante. “Vagabunda. Olha só para você. Perfeita.”
Alonzo estava meio virado no banco da frente, os olhos arregalados de luxúria e algo parecido com reverência. “Meu Deus, Luara…”
O estranho usou o polegar para espalhar um fio de porra do meu queixo até a minha maçã do rosto. “Engula o que conseguir, gordinha”, ordenou ele, com a voz agora mais suave, quase afetuosa.
Eu não engoli, era muito grosso, cuspi toda aquela porra que caiu em meus seios já cheios de leite.
O estranho foi saindo do carro e disse: “Da próxima vez quero serviço completo, seu corno!”
Meu marido me mandou voltar para o banco da frente para irmos embora. E me mandou ir mamando a piroca dele dura como uma pedra. Obedeci e fui mamando meu marido até em casa, e claro, chamando ele de corno...

Que tesao de conto,gozei tanto quanto ele pena q nao foi no seus lindo seios
Maravilhoso!
Que safadeza maravilhosa
Que delícia