O dia que meu marido pegou o namorado da minha prima chupando meus peitos na piscina (parte 2)

As estocadas brutais e profundas continuaram, cada uma um evento sísmico que sacudia todo o meu corpo. Minhas mãos, ainda agarradas aos braços da espreguiçadeira onde Alonzo estivera, estavam cerradas com força. Os quadris de Pit batiam contra minha bunda com pancadas úmidas. O alongamento inicial, abrasador, havia se transformado em uma plenitude profunda e ardente, uma sensação de estar preenchida de uma forma que eu nunca havia experimentado.

Dor e prazer ao mesmo tempo.

Lágrimas de sensações avassaladoras escorriam dos cantos dos meus olhos, traçando caminhos limpos através do suor e da água da poça em minhas bochechas. Eu me sentia aberta, minhas paredes internas se esforçando para acomodar a incrível grossura que entrava e saía de mim.

"Caralho, prima", Pit grunhiu, sua voz tensa pelo esforço. Ele saiu até que apenas a cabeça grossa e cor de ameixa esticasse minha entrada, então voltou a penetrá-lo até o fundo em um movimento implacável. “Sua buceta… puta que pariu… virou um túnel oco.”

Ele riu, um som ofegante e arrogante. A vibração percorreu seu corpo até o meu.

Arfei, meu corpo se impulsionando para frente com sua estocada. “Tá… tá se amarrando em me deixar toda aberta, é?” Consegui gemer, as palavras quebradas.

“Amarrando não”, ele ofegou, suas mãos cravando na carne macia dos meus quadris. “Adorando. Essa buceta de casada é a melhor coisa que já entrei.”

Seu elogio grosseiro me enviou um arrepio novo e vergonhoso. Entramos em um ritmo punitivo. Ele me puxava para trás, sobre seu pau, enquanto estocava, maximizando a profundidade. Meus seios pesados e pendentes balançavam violentamente sob mim, suas partes inferiores cheias e macias batendo contra minha caixa torácica a cada impacto, os mamilos grandes e escuros arrastando-se pelo tecido plástico da cadeira.

Mudamos de posição. Ele se deitou sobre os azulejos quentes, puxando-me para cima dele. Montei em seu pau, afundando naquele membro monstruoso com um grito abafado. Deus, é ainda mais fundo assim. Desse ângulo, eu podia ver a fome concentrada em seu rosto jovem, o jeito como seus olhos devoravam a visão do meu corpo grande e maduro cavalgando-o. Meus seios balançavam e tremiam a cada subida e descida frenética, e eu os agarrava, apertando a carne macia e pesada, beliscando meus próprios mamilos para amplificar as sensações que percorriam meu sistema nervoso.

“Vai, mamãe”, ele provocou, dando um tapa na minha bunda, fazendo a carne ondular. “Cavalgua no pau do seu filhinho.”

Eu o cavalgava, minhas coxas queimando, minha vagina molhada e esticada fazendo sons obscenos e molhados. O prazer era uma espiral profunda e pulsante se apertando em meu âmago, mas o alongamento puro e implacável estava se tornando abrasivo. Uma dor crua e terna se acumulava sob o prazer.

“Pit… por favor…”, implorei, com a voz rouca. “Não consigo mais… vai me arrebentar… goza, goza logo!”

Ele apenas sorriu, suas mãos se movendo para meus seios, amassando-os com força, seus polegares fazendo círculos sobre meus mamilos rígidos e doloridos. “Ainda não, mamãe. Tô muito gostoso aqui dentro de você.”

Mudamos de posição novamente, ele me pegando por trás mais uma vez, me curvando sobre a mesma espreguiçadeira. Os minutos se transformaram em uma névoa de dor e tesão. Minha xoxota estava inchada, hipersensível, cada estocada uma mistura de fricção aguda e pressão profunda. Eu estava assada, ardida.

“Chega”, solucei, empurrando-o fracamente para trás. “Preciso de um tempo… meu Deus, você é de ferro?”

Ele diminuiu o ritmo, mas não parou. Em vez disso, puxou seu pênis liso e brilhante completamente para fora. Estremeci de alívio, meu corpo se contraindo em torno da ausência repentina e vazia. Mas o alívio durou pouco. Senti a cabeça larga e úmida dele roçar em um anel muscular diferente, meu cuzinho, mais firme.

Não.

Roçou no meu cu.

Recuei, meu corpo inteiro se tensionando. “Que é isso?!”

“Só um pouquinho, Luara”, murmurou ele, com a voz carregada de falsa inocência. Ele pressionou a ponta contra o orifício apertado, uma pressão suave e insistente.

“No cuzinho não, caralho!”, gritei, me debatendo para frente, tentando escapar de seu aperto.

Ele segurou meus quadris com firmeza. “É só a cabecinha… pra ver como é…”

“Disse que NÃO!”

Um som repentino e seco de batidas interrompeu nossa luta.

Toc. Toc. Toc.

Paramos.

Uma voz, clara e familiar, chamou do portão da frente. “Luara! Alonzo! Abram aqui pra mim, tá trancado!”

Lais.

Meu sangue gelou. O pânico, frio e absoluto, apagou toda a excitação. Gelei. O pau do Pit amoleceu instantaneamente, escorregando da sua mão. Ele olhou para mim, os olhos arregalados com o mesmo terror.

“Merda”, ele sibilou.

O ruído metálico da tranca do portão soou. Ela está tentando. De alguma forma, a tranca velha estava solta. Começou a ranger, abrindo.

“Vai! Banheiro!” Eu sussurrei, gritando, empurrando-o.

Pit se moveu com a velocidade do puro pânico, arrancando sua sunga branca dos azulejos e correndo em direção ao banheiro externo, bem na hora em que o portão se abriu completamente. Eu não pensei. Apenas corri, meu corpo nu e coberto de suor um borrão de carne pálida, mergulhando pela porta do banheiro atrás dele e batendo-a com força. O clique da fechadura foi o som mais alto do universo.

Eu estava parada no pequeno quarto azulejado, ofegante, com Pit ao meu lado, vestindo sua sunga. Nós nos entreolhamos.
um para o outro, ouvindo.

“Ei, gente!” A voz alegre de Lais flutuou pelo pátio. "Tô aqui! Me libertaram mais cedo!"

Silêncio. Depois, seus passos nos azulejos.

“Onde vocês estão?”

Pit respirou fundo, abriu um pouco a janela do banheiro e gritou, com a voz milagrosamente firme. "Aqui, Lais! Eu estou no banheiro! A Luara também tá num outro aí... acho que o de dentro! O Alonzo tá dentro de casa!"

Deus, que mentira porca.

“Ah, tá!” ela falou de volta. "Que calor, né? Vou pular na piscina!"

Ouvimos o barulho quando ela mergulhou. Minha mente disparou. Estou nua. Meu maio está em algum lugar lá fora, perto da cadeira da piscina. Uma bandeira negra e rasgada do meu adultério. Procurei meu telefone, que milagrosamente estava na pia do banheiro. Meus dedos tremiam quando mandei uma mensagem para Alonzo.

AMOR SOCORRO. To no banheiro externo sem roupa. LAIS CHEGOU. Meu maio ta jogado na cadeira. Pega um biquini qualquer pra mim pelo amor de Deus. Ela NÃO PODE VER.

Três pontos agonizantes apareceram. Então sua resposta.

Já vi. Fica aí. Já resolvi.

Os minutos passaram. Ouvi Lais espirrando água, cantarolando para si mesma. Imaginei Alonzo, calmo como tudo, saindo. Ouvi sua voz, casual.

"Oi, Laís. tranquila?"

"sim! Cadê a Lu?"

"No banheiro. Já volto, vou pegar uma cerveja."

Meu coração martelou contra minhas costelas. Imaginei-o passando pela espreguiçadeira, pegando casualmente o tecido preto amassado, como se estivesse pegando uma toalha. Escondendo isso. Indo para dentro. O homem estava gelado sob pressão.

Uma batida suave na porta do banheiro. Pit e eu pulamos.

“Luara”, a voz de Alonzo, um murmúrio baixo. “Abre.”

Abri a porta. Sua mão deslizou para dentro, segurando um biquíni turquesa simples. Peguei-o de uma vez, nossos dedos se roçando. Nossos olhares se encontraram através da fresta — um lampejo de cumplicidade sombria e compartilhada que me deu um nó no estômago. “Veste e sai normal. Já sumi com o maio.”

A porta se fechou. Me vesti com uma velocidade frenética, o biquíni parecendo frágil e estranho comparado ao maiô rasgado. Serviu, por pouco, meus seios fartos transbordando da parte de cima, minha barriga macia acima da calcinha de amarrar na lateral. Mas era cobertura. Respirei fundo, alisei o cabelo e acenei para Pit.

Saímos, tentando parecer despreocupados. Lais estava boiando de costas na piscina. “Aí estão! Sumiram onde estavam?”

“Mal do estômago”, eu disse, forçando uma risada que soou frágil aos meus próprios ouvidos. “Acho que foi a vodka com calor.” Caminhei até a beira da piscina, com as pernas ainda trêmulas, e sentei-me, com os pés na água.

Meus olhos percorreram a área. Nenhum tecido preto. Alonzo agora estava sentado em outra cadeira, tomando um gole de cerveja, com uma expressão indecifrável. Ele percebeu meu olhar e fez um aceno minúsculo, quase imperceptível, em direção à casa. Pronto.

Pensei um pouco com Lais sobre o trabalho dela, o tempo. Minha voz parecia estar a quilômetros de distância. Lá dentro, uma tempestade se formava. O terror de quase ser pega estava se dissipando e, em seu lugar, uma nova corrente elétrica surgia. A lembrança da grossura de Pit me esticando até o limite, o fogo voyeurístico nos olhos de Alonzo, a pura emoção proibida de tudo aquilo.

Foi uma aventura muito excitante.

Olhei para Pit, que agora brincava com Lais, depois para Alonzo, que me observava por cima da borda da garrafa. Um sorriso lento e secreto surgiu em meus lábios. A culpa estava lá, um zumbido abafado ao fundo. Mas foi abafado por uma necessidade mais alta e faminta.

Fiquei com vontade de experimentar mais coisas diferentes assim


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que meu marido pegou o namorado da minha prima chupando meus peitos na piscina (parte 2)

Codigo do conto:
255819

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/03/2026

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